“Pesquisa detalhada sobre a compra de livros mostra mulheres pretas e pardas como a maior parte de consumidores do país, entre outros dados interessantíssimos”
4 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
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“Pesquisa detalhada sobre a compra de livros mostra mulheres pretas e pardas como a maior parte de consumidores do país, entre outros dados interessantíssimos”
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Acho estranha essa ideia de “consumir” livros. Pode-se consumir um sanduíche, que deixa de existir depois disso. Um livro, depois de lido, continua existindo, ele não é consumido. Acho que os dados apresentados seriam ainda mais contundentes se fossem descritos como “quem compra mais livros” ou simplesmente “quem lê mais no Brasil”.
Se audiolivro conta como “leitura” acho que posso dizer que “li” alguns livros recentemente.
Eu gosto do livro de papel, mas quase nunca encontro meus títulos aqui nas bibliotecas de São Paulo. Comprar só se for um livro muito especial… ai acabo sempre indo pros PDFs no meu tablet offline.
oi Felipe! Muito boa a pesquisa, especialmente porque ainda temos em mente esses esteriótipos que o autor citou. Mas, como foi mencionado, sinto que ainda falta popularizar o livro e também espaços de leitura, como as bibliotecas e livrarias em bairros periféricos. Onde moro, no extremo da zona leste tem uma biblioteca pública (que foi o objeto de pesquisa os TCC que fiz na pós), duas livrarias religiosas e dois quiosques/sebos. E, sendo sincera, eu ainda acho caro comprar um livro, o que salva é a própria biblioteca, promoção online e as feiras, como a festa do livro na USP Leste. Obrigada por compartilhar!
E olha que você tá na ZL. Se afastar um pouco mais da capital, como onde estou agora ou ir para outros estados, é muito difícil encontrar bibliotecas municipais abertas.
Por anos, li muitos livros em PDF por conta de falta de acesso aos físico ou de recursos para comprar. Hoje os livros digitais estão mais acessíveis, o que facilita muito o acesso.