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10 comentários

  1. Oi Enzo, muito massa a sua experiência. Ir ao circo raiz, tem uns 5 anos e foi uma experiência muito boa, porque era aquele espetáculo mesmo, sem teatrinho by Disney e piadas misóginas. Há alguns anos, inclusive, passei meu aniversário no circo, até paguei meia entrada na época. Agora já não tô indo tanto por conta dessas partes que tem esses personagens de internet. Em compensação, quando tem show de palhaçaria na biblioteca do bairro onde moro (sou do extremo da zona leste de SP) ou mesmo no SESC, tô dentro. Levei recentemente minha sobrinha para ver a peça “Fim”, do Grupo Esparrama. Divertidíssimo e tem esse molho circense. Que a gente conserve a nossa criança interior, mesmo com as piadas sem graça! Sucesso!

  2. Tem um bom tempo que também não vou. Moro em capital, sempre aparece esses circos itinerantes, mas nunca me desperta à vontade de ir.

    Inclusive, existe uma escola circense na cidade, passo por ela toda vez que vou correr, mas desde que sair do ensino fundamental vou lá prestigiar os alunos. Esse é o circo: https://www.instagram.com/circopicolino/

  3. Levei minha filha ao circo do Patati & Patatá há uns dois anos, e gostei bastante. (Ela tinha 3 anos à época.)
    É um espetáculo bem infantil mesmo, com muitas músicas e alguns números de acrobacias e, claro, palhaços. Acho que deve agradar bem a crianças de até 8 ou 9 anos.

  4. Foi ha uns 3 anos. E foi péssimo. Fui pela nostalgia e me arrependi muito.
    O circo em questão levava o nome de uma cantora famosa infantil dos anos 80. Mas não tinha nada dela.
    Só números intermináveis com personagens e musicas da Disney para atrair as crianças (as fantasias eram bem feitas pelo menos). A narração era gravada, não tinha nem locutor.
    Os números de acrobacias e mágica muuito sem graça e mal feitos.
    E o pior eram os palhaços com piadas adultas (achando que as crianças não entenderiam) extremamente machistas e homofóbicas. Não consegui ficar até o final e saí no meio do espetáculo.

    1. O circo que eu fui teve um cuidado maior nesses pontos: a narração era feita por um locutor, as piadas não tinham esse cunho apelativo, e muitas delas eram localizadas (falavam sobre os bairros da cidade, etc).

  5. fui há poucos meses. minha opinião não mudou desde criança: o globo da morte continua sendo a melhor parte. a única diferença é que agora preciso ignorar as piadas dos palhaços, quase sempre machista ou homofóbica.