Lendo
= Quem são os donos do restaurante que desabou, por Daniele Abade / A Pública. Uma simples investigação mostrou que as vezes quem está por trás de algo não era nem para estar ou nem queria estar…
Coisas diferentes:
= Dias atrás dei uma volta no chamado “Ônibus Paulistar”, que são três linhas de ônibus criadas para servirem de “linha turística” em São Paulo. Peguei o que saí do Terminal Parque Dom Pedro e faz o chamado “Circuito Cultura” (Sobe pela praça da Sé, segue pela Liberdade, sobe até a Paulista e depois desce por outras vias). Parece bem interessante e espero que a ideia persista. Para quem gosta de dar uma volta em São Paulo, ela funciona como “linha circular”.
Sou o cara que sempre chego sempre atrasado nos rôles e, nesse caso, bem atrasado. Estou assistindo a 1.ª temporada de Modern Family. Num dos episódios, tem um papo sobre TDAH, um tema atual e a série já falava em 2009. Todos os episódios são fantásticos. Estou amando!
Terminei “Osark”. Achei o final bem fraco. Realmente teria mais coisas para acontecer.
Comecei a assistir foundation na Apple TV. Ainda nao tive uma ideia sobre
Baixei o álbum do Matheus Fazeno Rock e to gostando de ouvir. Sinto que alguns usos linguísticos soam confuso pra mim, que to há um tempo fora do Brasil. Mas o som é bom!
Lendo A vida secreta das árvores. Tópico muito bom, me ajuda a desconectar dos problemas que me anseiam.
Curtindo criar pagina em HTML, CSS e JS pra aprender mais sobre os findamentos e testar coisas.
Fundação fica melhor a cada temporada. Interprete a série como algo inspirado dos livros, pois não vai segui-los a risca.
Alguém no Mastodon comentou/elogiou a série de animação Panteão e comecei a ver. (Está na Netflix.) Só assisti a três episódios até agora, e estou curtindo. A história aborda uma realidade em que empresas conseguem fazer o upload do cérebro de pessoas para a internet. Algumas personagens são ~levemente inspiradas em pessoas reais do mundo da tecnologia, como o fundador falecido da Logorhythms (até a camisa preta é igual à do Jobs), e o CEO da Alliance, uma empresa de telecom indiana que, até no nome, lembra o Reliance Group.
Gostei bastante da primeira temporada, a segunda não assisti
Terminei de ler “Mil Milhas” da Tamara Klink e agora vou começar a ler “Nós”, também da mesma guria.
Gosto muito do pai dela, já li quase tudo que ele lançou. Mas ainda não me interessei tanto pelos livros da Tamara. O que você está achando da leitura? Segue a mesma linha do pai?
Cara, eu amo o Amyr. Inclusive já até tentei emprego com ele, mas não rolou. UIAhsIUhsIA
Não são iguais aos livros dele. Estes dois livros da Tamara que eu citei anteriormente são nada mais nada menos que os diários dela publicados. São capítulos super breves narrando o que ela estava passando quando comprou o Sardinha e navegou até o Brasil. Pensamentos dela sobre a faculdade, sobre namorados, sobre navegar, sobre a família, sobre o Amyr. É interessante, estou gostando.
Ela também possui um livro chamado “Um mundo em poucas linhas”, que tem mais poemas, além de outros escritos em prosa que podem ser lidos no blog dela ( https://tamaraklink.medium.com/ ) . Esse eu confesso que passei “meio que voando” por ele. Nunca fui chegado a poemas e coisas do tipo.
Legal.. obrigado por responder!
Vou colocar na minha lista os livros dela também. Parece ser interessante mesmo.
Estou lendo “Casei com um comunista”, do Philip Roth. Retrata a época do macarthismo, e é impressionante como se tornou atual, com essa onda de perseguições e demissões de quem se posiciona contra a nova onda fascista que vivemos.
Essa semana eu terminei a série Hacks, maratonei as últimas temporadas e gostei demais.
Também vi o filme “Sorry, Baby” de Eva Victor e já considero um dos melhores filmes do ano.
Tô ouvindo o podcast “O podcast que ninguém vai ouvir” do Adriano Cintra (irrelevante para quem não está por dentro das tretas do css, a banda, no caso kkk) e o lançamento do Tiny Desk Brasil com João Gomes.
Qual a treta da CSS?
resumindo: disputa por direitos autorais
segundo o adriano, ele foi chutado da banda numa série de sacaneadas
e as meninas não tem a autorização dele para tocarem as músicas que foi ele que compôs
Caramba que sacanagem. Por isso a banda definhou mesmo tendo tanto potencial.
Os Selvagens a Procura de Lei ocorreu algo similar, tentaram retomar a banda sem o Gabriel, mas esse é formado em direito e estava a par do golpe. Deu a volta por cima e agora relançou a banda.
Engenheiros do Hawaii também né… Hahaha.
Só aguentei ouvir o primeiro episódio do podcast e um pouco do segundo, muito pela mania de terminar de ouvir/ver/ler as coisas mesmo sem estar curtindo, só pela curiosidade de saber até onde vai a coisa. Depois de ler a matéria da piauí e ouvir o podcast, fiquei com vergonha alheia de como a falta de fazer uma coisa simples como ler seus e-mails até o final pode gerar tanta confusão; também fiquei com medo da revista estar indo pra um caminho de jornalismo sensacionalista só pra gerar engajamento nas redes, o que vai totalmente na contramão do propósito original da revista de conteúdos mais aprofundados.
sim, pensei o mesmo
mas passo pano para o adriano devido as questões mentais que ele nem tinha muita noção
já a piauí, nossa, fiquei com ranço
Hacks é bem legal, mesmo diante da ironia de que as cenas em que a Deborah se apresenta/conta piadas sejam as mais sem graça da série, hehehe! Acho, porém, que deveria ter acabado na terceira temporada. Teria sido um final espetacular.
Ano que vem é a temporada final! A atriz q faz a Eva falou q tem que saber a hora de parar. Kudoss
o final da terceira temporada é sensacional mesmo!
Nesse momento, como de costume, ouvindo Foro de Teresina
Vi um show muito bom do Nation Of Language na KEXP e fazia tempo que não curtia uma banda nova assim! Uma mistura de Depeche Mode com Hot Chip.
Nesta semana li o Realismo capitalista, do Mark Fisher. Os textos dialogam muito com várias angústias que sinto no dia a dia. Não sei ainda se teve um efeito motivador ou o contrário. Ainda assim, recomendo a todos — acho que ecoa o sentimento mais recorrente nos comentários do Manual.
tenho lido mark fisher e sentido essa ambiguidade tb
Esse tá na minha lista há anos.
Tu achou ele meio deprimente?
Um pouco, apesar da mensagem ser mais no sentido oposto, quase um chamado para contrapor o realismo capitalista de que ele fala — a noção de que outras realidades são impossíveis. Saber que ele morreu do jeito que morreu (suicídio) talvez pese nessa leitura mais pessimista, também.
Eu li faz um tempo e achei ótimo. Gostei muito da leitura que ele faz das questões de saúde mental, de como são individualizadas como se cada um fosse culpado pela sua doença, isolando todo um sistema que tem uma enorme parcela de responsabilidade pelo adoecimento das pessoas. Nesse ano li o Fantasmas da Minha Vida, que também achei muito bom, e já adquiri o Desejo Pós-Capitalista, que reúne as últimas aulas dele.
Finalizei ontem Hollow Knight Silksong e que joguinho complicado pra quem não é acostumado com jogos mais dificeis. Mas é um jogo lindo, divertido e a trilha sonora é boa demais.
Terminou o ato 3
Terminei! A luta contra a Lost Lace é tão difícil mas tão divertida e satisfatória. Acho que levei quase uma hora pra vencer ela KKKK
Caraca, comecei agora o ato 3 e parei na luta contra o chefe que travou a rota do bicho dos sinos,; fui ver no YouTube esse chefe que você falou e fiquei com medo kkkk Meus reflexos não são mais os mesmos.
Assistindo:
= as novas temporadas de “Spy X Family”, “My Hero Academia”, “Ranma 1/2” e “One Punch Man”.
= 30 anos de nostalgia em tecnologia do Hugh Jeffreys
= Restaurando e convertendo para elétrico um carro de filme B dos anos 80 pelo “Electric Supercar”
Lendo
= Quem são os donos do restaurante que desabou, por Daniele Abade / A Pública. Uma simples investigação mostrou que as vezes quem está por trás de algo não era nem para estar ou nem queria estar…
Coisas diferentes:
= Dias atrás dei uma volta no chamado “Ônibus Paulistar”, que são três linhas de ônibus criadas para servirem de “linha turística” em São Paulo. Peguei o que saí do Terminal Parque Dom Pedro e faz o chamado “Circuito Cultura” (Sobe pela praça da Sé, segue pela Liberdade, sobe até a Paulista e depois desce por outras vias). Parece bem interessante e espero que a ideia persista. Para quem gosta de dar uma volta em São Paulo, ela funciona como “linha circular”.
Sou o cara que sempre chego sempre atrasado nos rôles e, nesse caso, bem atrasado. Estou assistindo a 1.ª temporada de Modern Family. Num dos episódios, tem um papo sobre TDAH, um tema atual e a série já falava em 2009. Todos os episódios são fantásticos. Estou amando!
Terminei “Osark”. Achei o final bem fraco. Realmente teria mais coisas para acontecer.
Comecei a assistir foundation na Apple TV. Ainda nao tive uma ideia sobre
Baixei o álbum do Matheus Fazeno Rock e to gostando de ouvir. Sinto que alguns usos linguísticos soam confuso pra mim, que to há um tempo fora do Brasil. Mas o som é bom!
Lendo A vida secreta das árvores. Tópico muito bom, me ajuda a desconectar dos problemas que me anseiam.
Curtindo criar pagina em HTML, CSS e JS pra aprender mais sobre os findamentos e testar coisas.
Fundação fica melhor a cada temporada. Interprete a série como algo inspirado dos livros, pois não vai segui-los a risca.
Alguém no Mastodon comentou/elogiou a série de animação Panteão e comecei a ver. (Está na Netflix.) Só assisti a três episódios até agora, e estou curtindo. A história aborda uma realidade em que empresas conseguem fazer o upload do cérebro de pessoas para a internet. Algumas personagens são ~levemente inspiradas em pessoas reais do mundo da tecnologia, como o fundador falecido da Logorhythms (até a camisa preta é igual à do Jobs), e o CEO da Alliance, uma empresa de telecom indiana que, até no nome, lembra o Reliance Group.
Gostei bastante da primeira temporada, a segunda não assisti
Terminei de ler “Mil Milhas” da Tamara Klink e agora vou começar a ler “Nós”, também da mesma guria.
Gosto muito do pai dela, já li quase tudo que ele lançou. Mas ainda não me interessei tanto pelos livros da Tamara. O que você está achando da leitura? Segue a mesma linha do pai?
Cara, eu amo o Amyr. Inclusive já até tentei emprego com ele, mas não rolou. UIAhsIUhsIA
Não são iguais aos livros dele. Estes dois livros da Tamara que eu citei anteriormente são nada mais nada menos que os diários dela publicados. São capítulos super breves narrando o que ela estava passando quando comprou o Sardinha e navegou até o Brasil. Pensamentos dela sobre a faculdade, sobre namorados, sobre navegar, sobre a família, sobre o Amyr. É interessante, estou gostando.
Ela também possui um livro chamado “Um mundo em poucas linhas”, que tem mais poemas, além de outros escritos em prosa que podem ser lidos no blog dela ( https://tamaraklink.medium.com/ ) . Esse eu confesso que passei “meio que voando” por ele. Nunca fui chegado a poemas e coisas do tipo.
Legal.. obrigado por responder!
Vou colocar na minha lista os livros dela também. Parece ser interessante mesmo.
Estou lendo “Casei com um comunista”, do Philip Roth. Retrata a época do macarthismo, e é impressionante como se tornou atual, com essa onda de perseguições e demissões de quem se posiciona contra a nova onda fascista que vivemos.
Essa semana eu terminei a série Hacks, maratonei as últimas temporadas e gostei demais.
Também vi o filme “Sorry, Baby” de Eva Victor e já considero um dos melhores filmes do ano.
Tô ouvindo o podcast “O podcast que ninguém vai ouvir” do Adriano Cintra (irrelevante para quem não está por dentro das tretas do css, a banda, no caso kkk) e o lançamento do Tiny Desk Brasil com João Gomes.
Qual a treta da CSS?
resumindo: disputa por direitos autorais
segundo o adriano, ele foi chutado da banda numa série de sacaneadas
e as meninas não tem a autorização dele para tocarem as músicas que foi ele que compôs
Caramba que sacanagem. Por isso a banda definhou mesmo tendo tanto potencial.
Os Selvagens a Procura de Lei ocorreu algo similar, tentaram retomar a banda sem o Gabriel, mas esse é formado em direito e estava a par do golpe. Deu a volta por cima e agora relançou a banda.
Engenheiros do Hawaii também né… Hahaha.
Só aguentei ouvir o primeiro episódio do podcast e um pouco do segundo, muito pela mania de terminar de ouvir/ver/ler as coisas mesmo sem estar curtindo, só pela curiosidade de saber até onde vai a coisa. Depois de ler a matéria da piauí e ouvir o podcast, fiquei com vergonha alheia de como a falta de fazer uma coisa simples como ler seus e-mails até o final pode gerar tanta confusão; também fiquei com medo da revista estar indo pra um caminho de jornalismo sensacionalista só pra gerar engajamento nas redes, o que vai totalmente na contramão do propósito original da revista de conteúdos mais aprofundados.
sim, pensei o mesmo
mas passo pano para o adriano devido as questões mentais que ele nem tinha muita noção
já a piauí, nossa, fiquei com ranço
Hacks é bem legal, mesmo diante da ironia de que as cenas em que a Deborah se apresenta/conta piadas sejam as mais sem graça da série, hehehe! Acho, porém, que deveria ter acabado na terceira temporada. Teria sido um final espetacular.
Ano que vem é a temporada final! A atriz q faz a Eva falou q tem que saber a hora de parar. Kudoss
o final da terceira temporada é sensacional mesmo!
Nesse momento, como de costume, ouvindo Foro de Teresina
Vi um show muito bom do Nation Of Language na KEXP e fazia tempo que não curtia uma banda nova assim! Uma mistura de Depeche Mode com Hot Chip.
Nesta semana li o Realismo capitalista, do Mark Fisher. Os textos dialogam muito com várias angústias que sinto no dia a dia. Não sei ainda se teve um efeito motivador ou o contrário. Ainda assim, recomendo a todos — acho que ecoa o sentimento mais recorrente nos comentários do Manual.
tenho lido mark fisher e sentido essa ambiguidade tb
Esse tá na minha lista há anos.
Tu achou ele meio deprimente?
Um pouco, apesar da mensagem ser mais no sentido oposto, quase um chamado para contrapor o realismo capitalista de que ele fala — a noção de que outras realidades são impossíveis. Saber que ele morreu do jeito que morreu (suicídio) talvez pese nessa leitura mais pessimista, também.
Eu li faz um tempo e achei ótimo. Gostei muito da leitura que ele faz das questões de saúde mental, de como são individualizadas como se cada um fosse culpado pela sua doença, isolando todo um sistema que tem uma enorme parcela de responsabilidade pelo adoecimento das pessoas. Nesse ano li o Fantasmas da Minha Vida, que também achei muito bom, e já adquiri o Desejo Pós-Capitalista, que reúne as últimas aulas dele.
Finalizei ontem Hollow Knight Silksong e que joguinho complicado pra quem não é acostumado com jogos mais dificeis. Mas é um jogo lindo, divertido e a trilha sonora é boa demais.
Terminou o ato 3
Terminei! A luta contra a Lost Lace é tão difícil mas tão divertida e satisfatória. Acho que levei quase uma hora pra vencer ela KKKK
Caraca, comecei agora o ato 3 e parei na luta contra o chefe que travou a rota do bicho dos sinos,; fui ver no YouTube esse chefe que você falou e fiquei com medo kkkk Meus reflexos não são mais os mesmos.