Começo de ano, imagino que o pessoal esteja no gás com projetos de leitura e que aproveitou o recesso para ver filmes e séries.
E aí, o que vocês indicam para este fim de semana?
28 comentáriosBluesky, Mastodon, Telegram e RSS
Começo de ano, imagino que o pessoal esteja no gás com projetos de leitura e que aproveitou o recesso para ver filmes e séries.
E aí, o que vocês indicam para este fim de semana?
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Fechando aqui. Sexta tem mais!
Lendo: Nação Dopamina Ouvindo: Os Garotin Assintindo: Canal Iconografia de História
Comecei: Neon Genesis Evangelion. Acompanhando: 2º season de Silo, embora não esteja curtindo mt. Terminei: Dandadan, gostei mt, até por isso emendei Evangelion já que não costumo ver anime.
Uma dica sobre Evangelion: comece pela série clássica se quer demorar para ver ou entender o universo criado pelo Anno. Mas se preferir, pode começar pelos filmes recentes (os "Rebuilds"). De qualquer forma, todas as peças vão se encaixando quando se vê todo o universo (primeira série, "renewal", filmes, "rebuild" e mangá). Se preferir, até para pegar dicas, veja os textos e podcasts do Leonardo Kitsune, que é um fã da série e fez uns emuiçados sobre a mesma. Tem o JBox também que dá algumas dicas de como assistir a série.
Se ver que "bateu uma bad vibe" (pq tem horas que Shinji nos deixa numa bad mesmo), deixa Evangelion de canto e assista Cowboy Bebop por exemplo, pois é meio que da mesma época de Evangelion, tem uma temática diferente e é bem divertida de assistir, tanto quanto DanDaDan, apesar de ser mais "adulta" por assim dizer.
Estou lendo Contos Completos de Caio Fernando Abreu e The Boy Who Could Change The World: The Writings of Aaron Swartz.
Tô achando os primeiros contos do Caio bem difíceis. Já li Morangos mofados e vou pular essa parte, estou ansioso para acompanhar a evolução do autor. E mais uma vez me surpreendendo com a facilidade de interpretação e tradução de ideias para o mundo que o Aaron tinha ainda adolescente.
Ontem, assisti The Wild Robot (2024), do Chris Sanders. Minha expectativa estava mais alta, adoraria que a vibe toda do filme fosse na pegada do início. O terceiro ato enfraquece demais a obra, na minha opinião. Mas é um filme fofo e agradável.
No momento apenas vendo One Piece,estou finalizando o arco de Enies Lobby. Vi esses dias o filme "Cabeça de Nego" da GloboPlay, recomento.
Se me permitem trazer links:
Assisti: "How the Fairlight CMI changed the course of music" - https://www.youtube.com/watch?v=jkiYy0i8FtA - conta como uma empresa australiana criou o primeiro sintetizador e sequenciador musical eletrônico, que gerou uma nova geração musical em seguida.
Bonus: Recomendo o canal "Rail Relaxation" no YouTube, que conta com vídeos feitos em cabines de trens, mostrando várias rotas - inclusive brasileiras. E o canal "Viajante Buses", com um brasileiro rodando algumas linhas de ônibus pelo Brasil, valendo pelas paisagens e pelas curiosidades, dado que o Brasil ainda tem muita estrada de terra por aí.
Lendo: "'Políticos de esquerda e direita apoiam polícia violenta porque isso dá voto' afirma coronel aposentado da PM". - https://www.bbc.com/portuguese/articles/c6279d19ll7o - Entrevista um ex policial militar que fez estudos sobre como no final a polícia criou uma cultura de violência e como no final tal violência é aceita pela própria sociedade, ainda que de forma oculta, e também aceita por todos os tipos de políticos.
Bonus: Tenho acompanhado no Manga Plus o mangá "Kindergarden Wars" (Youchien Wars), que traz a história de uma "pré escola de elite", mas cuidada por professores que eram ex-assassinos e estão ali para "pagar pelos seus crimes". Isso no final é pano de fundo para as desventuras amorosas de alguns destes assassinos. A protagonista vive paquerando todo cara que tenta invadir a escola; e um dos professores é um ex-policial que é bem na dele, totalmente literal, adora doces e vive "shipando" casais.
Amei teus links, valeu pelas dicas!
Muito obrigado pelo link da entrevista da BBC com o Adilson Paes de Souza. Foi a melhor dele que conferi até agora.
Para quem não o conhece, trata-se de um Tenente-Coronel reformado da PM, que se tornou acadêmico e foca muito na pauta de Direitos Humanos. E caso alguém tenha interesse, seguem os links de sua Dissertação de Mestrado e Tese de Doutorado:
A educação em direitos humanos na polícia militar (também lançada em formato de livro cujo título é "O Guardião da Cidade: Reflexões sobre casos de violência praticados por policiais militares").
O policial que mata: um estudo sobre a letalidade praticada por policiais militares do Estado de São Paulo
Estou lendo, quase no final, já, De moto pela América do Sul (Sá Editora), uma reescrita dos diários de Che Guevara da viagem que fez com Alberto Granado pela América do Sul no início dos anos 1950, quando ainda era apenas um jovem estudante de medicina.
O que mais me impressionou foi o desprendimento da dupla com… meio que tudo? Não me imagino saindo em uma viagem tão longa e difícil em cima de uma moto toda ferrada e com somente alguns tostões no bolso.
(O texto foi reescrito pelo próprio Che Guevara em formato de narrativa, a partir dos seus diários. Tem, no meio, duas ou três cartas que ele enviou aos pais, e o prefácio é assinado pelo pai dele.)
-Vendo: The Sopranos, ansiosamente à espera da 2a. temporada de Severance; -Lendo: Paraíso Perdido, de John Milton; A Vida da Virgem, de São Máximo Confessor; História Concisa do Brasil, de Boris Fausto; -Ouvindo: no geral, a nata do jazz: Coltrane, Miles Davis, Lee Morgan, Art Blakey, Ahmad Jamal, e por aí vai...
Que outras recomendações de instrumentistas do Jazz você teria? Gosto do estilo, mas acabo ouvindo muito os mesmos artistas.
Tenho muito a conhecer ainda, mas também ouço (lembrando-me de cabeça aqui) Charles Mingus, Thelonious Monk, Duke Ellington, Horace Silver, Sonny Rollins, Pharoah Sanders, Bill Evans, Chick Corea, Weather Report. Preciso ainda ouvir Fela Kuti...e algumas boas coisas mais modernas, que me lembro agora, são Hiromi Uehara, Melissa Aldana, Artemis Jazz. No canal da Blue Note Records tem muito da nata do jazz.
Valeu! Vou conferir e vou procurar esse canal.
Terminei a 3a temporada de What If hoje, achei a mais fraca das 3. Re-assistindo Arcane. Tentei ir direto pra segunda mas não lembrava direito da história. Re-assistindo Demolidor pra acompanhar melhor a nova temporada da Disney. Lendo o livro Três. Indicaram e embarquei na jornada. Jogando Little Nightmares com o pequeno
Três álbuns: I Declare Nothing - Tess Parks So Tonight That I Might See - Mazzy Star Welfare Jazz - Viagra Boys
Viagra boys é muito foda
Assisti “Uma Alegoria Urbana” de Alice Rohrwacher e JR. Um curta muito bom, que tem um pouco a ver com a abordagem do Ghedin.
Ainda estou digerindo Central do Brasil. Estou lendo 'Do socialismo utópico ao socialismo científico' de Engels e 'Teoria da História' de Fontoura. Não consigo ver nenhuma série atual
A digestão de Central do Brasil é longa, mesmo assistindo pela décima vez. Filmaço.
Eu assisti a "Kevin can fuck himself" e ainda estou absorvendo sem ver mais nada desde então
Ontem ouvi uma banda chilena a la jesus and Mary chain, pra quem gosta: Trementina
Meus podcasts estão todos de férias, então descobri um antigo já, chamando Significant Others. Começa falando da mulher do Tolstói e o seguinte sobre a do Gandhi. Nada como desconstruir seus ídolos :)
-Plantão Médico, o famoso ER da WarnerTV. São 15 temporadas, essa vai render. No Max
Comecei a ler a edição ilustrada de "O Código da Vinci" (Dan Brown), que estava encostado aqui há 16 anos! Já havia lido a edição comum em 2006, emprestada de um colega de trabalho.
À época, o livro rodou de mão em mão e o filme havia sido lançado nos Cinemas. Peguei o DVD na pré-venda e foi a primeira vez que li um livro antes de assistir sua adaptação.
Uma (re)leitura será para relaxar, sobretudo com as belas ilustrações coloridas.
Livro das Mil e Uma Noites, vol. 1, tradução do Mamede Mustafa Jarouche.
Como remover um presidente do Rafael Mafei. Em resumo, foi golpe. Carta de uma orientadora da Débora Diniz. Uma sessão de terapia para quem está iniciando uma pesquisa acadêmica, seja graduação, mestrado ou doutorado. Doechii. Desde o Tiny Desk não saiu mais dos fones.
Nossa, muito boa essa indicação do Rafael Mandei, obrigada! Vi a introdução no Google books, o pai dele ser fã do Collor é um fato curioso, eu não conheço ninguém que o defendeu, agora faz sentido pra mim o pq dele ainda ser eleito
Acabei o livro “o nome do vento” no final do ano passado e estou em 2/3 da continuação já, muito mais rápido do quê a leitura do primeiro.
Um dos meus livros favoritos! Bem-vindo a ansiedade pelo terceiro livro xD Depois para um tempinho pra ler sobre as teorias dos fãs, na minha opinião, agrega bastante há experiência da história.