Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS
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Li o relatório dos pesquisadores e dei meus pitacos aqui.
Estudo precisam ter um recorte bem definido, né não? Isto pode explicar porque não tem estudo que a internet está lotado de pornografia ilegal etc?
É so uma rede social nova começar a crescer e desafiar o monopolio do Facebook que do nada saem essas pesquisas das universidades americanas falando que a rede ta sendo usada pra exploração sexual infantil, foi a mesma história com o tik tok.
Você está querendo dizer que a pesquisa de Stanford é mentirosa?
Não precisa ser mentirosa, pode ser apenas enviesada.
O Mastodon, sendo como é (descentralizado), sem dúvida alguma será usado para fins nefastos. Existem casos bem documentados, como o do Gab ou as instâncias japonesas (que o estudo cita) com moderação relaxada para hentai com personagens que se parecem com crianças.
Eu dei uma olhada no relatório (íntegra). Menos de 1% da amostragem de 350 mil posts é problemática, e há uma prevalência de instâncias japonesas em algumas áreas mais graves, como as imagens de abusos de crianças geradas por computador.
O intuito é mais chamar a atenção ao problema para que o Mastodon implemente melhorias. Não há canais de denúncias para organizações que monitoram e processam casos do tipo (pense na Safernet no Brasil), nem o uso de tecnologias padrões para detecção automatizada de imagens conhecidas, como o PhotoDNA da Microsoft.
Isso é um jogo de gato-e-rato interminável. As pessoas criam ONGs e tecnologia pra denunciar isso, mas, parece que o pessoal que quer, sempre acha um modo de esconder e criar “dialetos” para se referir às vendas. GumRoad e KoFi devem ser os locais mais repletos disso. E nem entrei no problema do Telegram.
Desculpe caro mas teu comentário beira ao negacionismo. Então o estudo científico com metodologia bem definida e aberta, junto com as recomendações citadas, não é relevante pq a rede social descentralizada merece ser protegida?
Os resultados obtidos e táticas de mitigação só fazem bem para o fediverso. O que faria mal era fingir que problemas sérios, como o mencionado, não existem por lá.