8 comentários

  1. Estudo precisam ter um recorte bem definido, né não? Isto pode explicar porque não tem estudo que a internet está lotado de pornografia ilegal etc?

  2. É so uma rede social nova começar a crescer e desafiar o monopolio do Facebook que do nada saem essas pesquisas das universidades americanas falando que a rede ta sendo usada pra exploração sexual infantil, foi a mesma história com o tik tok.

    1. Você está querendo dizer que a pesquisa de Stanford é mentirosa?

    2. O Mastodon, sendo como é (descentralizado), sem dúvida alguma será usado para fins nefastos. Existem casos bem documentados, como o do Gab ou as instâncias japonesas (que o estudo cita) com moderação relaxada para hentai com personagens que se parecem com crianças.

      Eu dei uma olhada no relatório (íntegra). Menos de 1% da amostragem de 350 mil posts é problemática, e há uma prevalência de instâncias japonesas em algumas áreas mais graves, como as imagens de abusos de crianças geradas por computador.

      O intuito é mais chamar a atenção ao problema para que o Mastodon implemente melhorias. Não há canais de denúncias para organizações que monitoram e processam casos do tipo (pense na Safernet no Brasil), nem o uso de tecnologias padrões para detecção automatizada de imagens conhecidas, como o PhotoDNA da Microsoft.

      1. Isso é um jogo de gato-e-rato interminável. As pessoas criam ONGs e tecnologia pra denunciar isso, mas, parece que o pessoal que quer, sempre acha um modo de esconder e criar “dialetos” para se referir às vendas. GumRoad e KoFi devem ser os locais mais repletos disso. E nem entrei no problema do Telegram.

    3. Desculpe caro mas teu comentário beira ao negacionismo. Então o estudo científico com metodologia bem definida e aberta, junto com as recomendações citadas, não é relevante pq a rede social descentralizada merece ser protegida?

      Os resultados obtidos e táticas de mitigação só fazem bem para o fediverso. O que faria mal era fingir que problemas sérios, como o mencionado, não existem por lá.