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Mais um pro Linux

Depois de ler a discussão sobre quais distros o pessoal aqui usa, resolvi migrar de vez (de vez mesmo, porque apaguei o windows e não lembro de onde era a minha licença). Escolhi o Mint porque li que era um recomendado para quem vem do windows e, realmente, parece que eu nem mudei nada. Mentira. Tentei apertar alt+0151 pra fazer um travessão e não funcionou (vou ter que aprender a me comunicar sem eles de agora em diante… ou ver como fazer eles aqui). Única grande diferença que eu senti até agora. Facilita que eu já tinha migrado há algum tempo para apps FOSS.
Tive problema na instalação porque deu algum pau que o driver da nvidia não queria acender o segundo monitor, aí formatei de novo (todos os discos agora) e instalei de novo o linux (depois que descobri como fazer pro pc bootar, porque tinha parado). Dessa vez tudo funcionou, não sei porque.
E foi isso. Achei que ia ser um processo mais cheio de descobertas, mas em menos de 24h já estou fazendo tudo como antes. Um pouco sem graça, mas, também, o que eu esperava?

9 comentários

9 comentários

  1. Dual booter aqui! o/ (Ubuntu / W10)
    Eu também tive esse problema com o segundo monitor e os drivers da nvidia. E ao tentar instalar os drivers, o wi-fi parou de funcionar T_T. Pra resolver, formatei a partição e reinstalei o Ubuntu e o wi-fi e o segundo monitor funcionaram de primeira. (vai entender…)
    O lance da impressora pra mim também é mágico. Sério, a minha vida toda tive problemas com impressoras e no primeiro boot do Ubuntu ele reconheceu o modelo, baixou os drivers e pôs pra funcionar. A Microsoft podia copiar o que quer que o Ubuntu faz nesse campo. Outro dia minha mãe (70+ anos) tinha que imprimir um boleto e tava me pedindo ajuda através de uma video-chamada no whats. A impressora simplesmente não funcionava. A solução foi ela tirar uma foto do boleto no monitor.

  2. Sobre a chave do Windows, acho que já faz um tempo elas ficam gravadas na BIOS e a gente só precisa reinstalar que ele já reconhece.

    Ontem testei o Fedora. Achei incrível que o sistema reconheceu imediatamente a minha impressora HP, que vive dando pau no Windows. E reconheceu assim, automaticamente, sem precisar de um clique sequer. Mágica.

    Mas estou testando algumas outras coisas antes de migrar… um pouco empacado com o receio de sentir falta de alguns softwares básicos. Tô cogitando migrar de vez no lançamento do Fedora KDE, que já é em Abril

    1. Esse negócio da impressora rolou comigo e eu fiquei sem palavras. Foi só por a senha do wifi e PLIM.

  3. Acho que o fato de o processo estar sendo “sem graça” é o maior mérito. A distro feita para usuários finais cumprindo seu papel, para que se gaste mais tempo usando do que aprendendo a usar. 😀

  4. Aê, Nigel!

    Além do atalho que o Bruno comentou ali, existe também a “compose key”, que você atribui a uma tecla que não usa muito (Caps Lock, por exemplo) e que libera uma infinidade de atalhos desses legais que só gente que escreve se importa. Aqui tem uma lista. O travessão seria --- (três hífens) enquanto segura a compose key. Já usei isso no KDE Plasma, mas imagino que o Cinnamon também tenha suporte.

    Mais uma alternativa é instalar o Espanso e configurar um atalho que “expande” para o travessão. O Espanso é muito legal e bastante útil no dia a dia. (Por exemplo, faz um tempão que não escrevo meu e-mail; em vez disso, digito @@ e ele “expande” as duas arrobas para o meu e-mail.)

    1. Eu adiciono, ao autocorrigir do LibreOffice, a regra de substituir “–” pelo travessão. Acho mais natural ao digitar e funciona super bem

  5. Se você não teve grandes problemas de adaptação, isso só quer dizer que a distro cumpriu o papel ao qual se propôs. 😁

    E o fato de você já estar usando programas livres no Windows realmente ajuda na hora da migração mesmo.

    Eu voltei pro Mint (XFCE) recentemente (e de novo!), depois de, sei lá, uma década no Ubuntu.

    1. Não quero polemizar, mas sair do Ubuntu e migrar para Mint é continuar no Ubuntu. Também uso Mint e gosto

  6. Pra inserir caracteres especiais procura o unicode deles e digita Ctrl + Shift + u e o número dele.

    Por exemplo b1 é ±. Uso bastante no trabalho.

    Boa sorte com a adaptação ^^