Excluí alguns comentários mais exaltados. Reforço o pedido para que leiam (e sigam) as regras de convivência.
Entendo que o assunto é delicado, mas não precisamos nos esquecer da civilidade de lado para debatê-lo, né?
Conto com a compreensão de todos.
Ghedin, já entendi em qual lado da história tu estás, infelizmente, porque os meus comentários repudiando a adjetivização de Israel como um “Estado Terrorista” foram apagados, enquanto o prezado que cometeu tal ofensa segue com esse comentário infeliz postado ali embaixo, sem quaisquer tipo de retaliação ou censura.
Lamento MUITO por esse tipo de medida. O cara pode ofender a Terra do povo judaico, que é um Estado legítimo e com princípios democráticos. E eu não posso repudiar este fato e reforçar o objetivo declarado do Hamas que sou censurado.
Lucas, não tenho lado algum nessa questão. Falta-me conhecimento para tomar lado, então não opino. Excluí seu comentário pela forma, não pelo conteúdo, como lhe expliquei por e-mail.
Visto que o Manual é um site de tecnologia, que a abertura que existe no Órbita para outros assuntos não é absoluta, que a emoção está afetando a interpretação de texto e que os ânimos estão exaltados, tomo a liberdade de fechar os comentários aqui. (Desculpa, Michel.)
Pra quem quer se posicionar contra esse “racismo cultural”, o autor fez bem pouco pra mostrar que entendeu alguma coisa do que está acontecendo por lá, né?
Ora, ilumine-nos, meu caro. O que está acontecendo por lá que só você sabe?
Primeiro, vou pedir pra você ler a regra que o Ghedin mandou pro amigo ali no outro comentário.
Segundo, eu também não posso dizer que entendo do assunto e nem tenho a pretensão de parecer que entendo. Só critiquei um texto que me pareceu partir de uma ideia interessante mas que, a meu ver, não passou da profundidade de um post de instagram, pouquíssimo contextualizado materialmente e historicamente e que, por isso, a meu ver, só é capaz de pregar pra convertidos.
Dizer que o autor do texto que indiquei “fez pouco para mostrar que entendeu alguma coisa” é grosseria gratuita.
Boa sorte.
Minha interpretação do texto é um pouco diferente da sua. Para mim ele não se propõe a debater as minúcias e complexidade desse capítulo do conflito milenar. Mas sim analisar a reação da maior parte das pessoas que estão fora do conflito particular a esse novo capítulo como simbólica de algo que ele observa em outros ambientes.
Ele busca identificar um universal (que ele batiza de racismo cultural) a partir de um caso concreto. Pode-se até discordar do conceito, mas não acho que faça sentido criticar o texto por não ter se aprofundado no conflito particular. Seria outro texto.
Na verdade, eu coloquei esse texto para divulgar o ICL notícias. Devia ter escolhido outro sobre outro assunto.
sério que passar mão na cabeça de terrorista é ok? que eles estão sofrendo com a “ajuda que não vem” por conta de um “racismo cultural” enquanto matam, estupram crianças e mulheres e depois decapitam elas?
eu não li na matéria dele que os palestinos expulsaram os israelitas que moravam em países palestinos (mais de 900 mil israelenses) e os que ficaram foram assassinados. tb não vi que, existem milhares de palestinos que moram em Israel, mas são os palestinos que “precisam de ajuda que não vem”?
agora, a parte em que ele diz que Israel “persegue milhões” eu queria saber a fonte que ele tirou isso, pq, perseguir terrorista e grupo terrorista não é perseguir palestino, e sim, terrorista
ele diz que 11 jornalistas foram assassinados como se fosse algo normal e coloca como vítima quem assassinou pois, existiu uma “poderosa comoção global que durou meses a fio”, sério? pode assassinar desde que vc sofra uma “poderosa comoção global” hahahaah é muito bom esse texto
ele comenta sobre a falta de notícias e preocupação quanto a fome na África mas, ele mesmo não faz nenhum movimento ou revolução quanto a isso (não se quer um livro sobre isso, mas né, ta na cara que ele é capitalista apesar de se vender o contrário e sabe que não vai vender se falar sobre a África), só usa como trampolim para justificar a morte de 11 jornalistas
terceirizar responsabilidade é irresponsabilidade discursório, e é injustificável qualquer ajuda para grupo terrorista como o Hamas. grupo Hamas é um grupo terrorista, não só suas ações, como o texto apresenta
Ele começa condenando os ataques contra civis do Hamas. Não passa pano para ninguém. Nem para o Hamas nem para o estado terrorista que o combate.
A esquerda não é um monolito. Falar que “a esquerda isso ou a esquerda aquilo” é bobagem.
“Esses caras possuem, CLARAMENTE, um projeto expansionista”
Você está falando de Israel, certo? Não é possível…
“teocrático governado por um islâmico”
Hum… Teocrático de outra religião é melhor, pelo visto. O que vocês dizem nas entrelinhas é bem revelador do que diz o texto.
Vitor, não consegui fazer essa interpretação. Numa primeira leitura, o texto condena a ação terrorista e faz uma crítica à desumanização dos palestinos, não ao Hamas ou a terroristas, e como essa associação feita pelo que o autor chama de racismo cultural legitima a violência contra civis e inocentes. Isso fica bem explícito aqui, aliás:
Eles [palestinos] deixam de ser percebidos como gente e passam a ser vistos em associação ao terrorismo. O racismo cultural implícito confere legitimidade a essa associação e a partir daí a morte dessas pessoas não contam tanto.
Existe racismo cultural com os palestinos antes mesmo da guerra, não é por conta da guerra. A guerra pode ter se intensificado sim, concordo, mas no momento que ele começa um texto falando sobre o grupo terrorista, usa o verbo no passado “foi” como “único e momentâneo (um deslize do grupo)” ato terrorista, condenando apenas as ações e não classificando o grupo como terrorista (não é de agora que o grupo age dessa maneira e ele é classificado como grupo terrorista em mais de 40 países) e sem nenhuma introdutória, no mesmo parágrafo, coloca que os palestinos sofrem de preconceito cultural, é difícil não ficar com um pé atrás quanto ao posicionamento dele e, a real intenção do artigo.
Como já comentei, ele comenta sobre a morte de 11 jornalistas pra justificar o racismo contra quem ASSASSINOU. Não existe justificativa, aí voltamos para o grupo terrorista, será que toda essa preocupação com racismo cultural não é pra justificar um grupo terrorista?
E citar a fome na África pra justificar o alarde que tem existido nos últimos dias em Israel é golpe baixo pra quem NUNCA REALMENTE se preocupou com eles. Pessoas estão sendo assassinadas e estupradas por um grupo terrorista e a preocupação proposta no texto é que não damos real “importância ao que importa” (fome na África), achei meio problemático.
Vitor, respire fundo. Acho que a sua interpretação do texto está um pouco equivocada. O texto não é sobre o Hamas, é sobre palestinos que não têm nada a ver com o Hamas.
A equiparação que ele faz entre o assassinato dos 11 jornalistas e as mortes de migrantes da África não é uma justificativa, é apenas um comentário dos dois pesos e duas medidas que acometem tragédias igualmente tristes.
Sempre parta da premissa de que as pessoas com quem você está conversando são suas amigas, e não suas inimigas, e que estão dialogando de boa-fé, sem ironia, sarcasmo ou segundas intenções.
Excluí alguns comentários mais exaltados. Reforço o pedido para que leiam (e sigam) as regras de convivência.
Entendo que o assunto é delicado, mas não precisamos nos esquecer da civilidade de lado para debatê-lo, né?
Conto com a compreensão de todos.
Ghedin, já entendi em qual lado da história tu estás, infelizmente, porque os meus comentários repudiando a adjetivização de Israel como um “Estado Terrorista” foram apagados, enquanto o prezado que cometeu tal ofensa segue com esse comentário infeliz postado ali embaixo, sem quaisquer tipo de retaliação ou censura.
Lamento MUITO por esse tipo de medida. O cara pode ofender a Terra do povo judaico, que é um Estado legítimo e com princípios democráticos. E eu não posso repudiar este fato e reforçar o objetivo declarado do Hamas que sou censurado.
Lucas, não tenho lado algum nessa questão. Falta-me conhecimento para tomar lado, então não opino. Excluí seu comentário pela forma, não pelo conteúdo, como lhe expliquei por e-mail.
Visto que o Manual é um site de tecnologia, que a abertura que existe no Órbita para outros assuntos não é absoluta, que a emoção está afetando a interpretação de texto e que os ânimos estão exaltados, tomo a liberdade de fechar os comentários aqui. (Desculpa, Michel.)
Pra quem quer se posicionar contra esse “racismo cultural”, o autor fez bem pouco pra mostrar que entendeu alguma coisa do que está acontecendo por lá, né?
Ora, ilumine-nos, meu caro. O que está acontecendo por lá que só você sabe?
Primeiro, vou pedir pra você ler a regra que o Ghedin mandou pro amigo ali no outro comentário.
Segundo, eu também não posso dizer que entendo do assunto e nem tenho a pretensão de parecer que entendo. Só critiquei um texto que me pareceu partir de uma ideia interessante mas que, a meu ver, não passou da profundidade de um post de instagram, pouquíssimo contextualizado materialmente e historicamente e que, por isso, a meu ver, só é capaz de pregar pra convertidos.
Dizer que o autor do texto que indiquei “fez pouco para mostrar que entendeu alguma coisa” é grosseria gratuita.
Boa sorte.
Minha interpretação do texto é um pouco diferente da sua. Para mim ele não se propõe a debater as minúcias e complexidade desse capítulo do conflito milenar. Mas sim analisar a reação da maior parte das pessoas que estão fora do conflito particular a esse novo capítulo como simbólica de algo que ele observa em outros ambientes.
Ele busca identificar um universal (que ele batiza de racismo cultural) a partir de um caso concreto. Pode-se até discordar do conceito, mas não acho que faça sentido criticar o texto por não ter se aprofundado no conflito particular. Seria outro texto.
Na verdade, eu coloquei esse texto para divulgar o ICL notícias. Devia ter escolhido outro sobre outro assunto.
sério que passar mão na cabeça de terrorista é ok? que eles estão sofrendo com a “ajuda que não vem” por conta de um “racismo cultural” enquanto matam, estupram crianças e mulheres e depois decapitam elas?
eu não li na matéria dele que os palestinos expulsaram os israelitas que moravam em países palestinos (mais de 900 mil israelenses) e os que ficaram foram assassinados. tb não vi que, existem milhares de palestinos que moram em Israel, mas são os palestinos que “precisam de ajuda que não vem”?
agora, a parte em que ele diz que Israel “persegue milhões” eu queria saber a fonte que ele tirou isso, pq, perseguir terrorista e grupo terrorista não é perseguir palestino, e sim, terrorista
ele diz que 11 jornalistas foram assassinados como se fosse algo normal e coloca como vítima quem assassinou pois, existiu uma “poderosa comoção global que durou meses a fio”, sério? pode assassinar desde que vc sofra uma “poderosa comoção global” hahahaah é muito bom esse texto
ele comenta sobre a falta de notícias e preocupação quanto a fome na África mas, ele mesmo não faz nenhum movimento ou revolução quanto a isso (não se quer um livro sobre isso, mas né, ta na cara que ele é capitalista apesar de se vender o contrário e sabe que não vai vender se falar sobre a África), só usa como trampolim para justificar a morte de 11 jornalistas
terceirizar responsabilidade é irresponsabilidade discursório, e é injustificável qualquer ajuda para grupo terrorista como o Hamas. grupo Hamas é um grupo terrorista, não só suas ações, como o texto apresenta
Ele começa condenando os ataques contra civis do Hamas. Não passa pano para ninguém. Nem para o Hamas nem para o estado terrorista que o combate.
A esquerda não é um monolito. Falar que “a esquerda isso ou a esquerda aquilo” é bobagem.
“Esses caras possuem, CLARAMENTE, um projeto expansionista”
Você está falando de Israel, certo? Não é possível…
“teocrático governado por um islâmico”
Hum… Teocrático de outra religião é melhor, pelo visto. O que vocês dizem nas entrelinhas é bem revelador do que diz o texto.
Vitor, não consegui fazer essa interpretação. Numa primeira leitura, o texto condena a ação terrorista e faz uma crítica à desumanização dos palestinos, não ao Hamas ou a terroristas, e como essa associação feita pelo que o autor chama de racismo cultural legitima a violência contra civis e inocentes. Isso fica bem explícito aqui, aliás:
Existe racismo cultural com os palestinos antes mesmo da guerra, não é por conta da guerra. A guerra pode ter se intensificado sim, concordo, mas no momento que ele começa um texto falando sobre o grupo terrorista, usa o verbo no passado “foi” como “único e momentâneo (um deslize do grupo)” ato terrorista, condenando apenas as ações e não classificando o grupo como terrorista (não é de agora que o grupo age dessa maneira e ele é classificado como grupo terrorista em mais de 40 países) e sem nenhuma introdutória, no mesmo parágrafo, coloca que os palestinos sofrem de preconceito cultural, é difícil não ficar com um pé atrás quanto ao posicionamento dele e, a real intenção do artigo.
Como já comentei, ele comenta sobre a morte de 11 jornalistas pra justificar o racismo contra quem ASSASSINOU. Não existe justificativa, aí voltamos para o grupo terrorista, será que toda essa preocupação com racismo cultural não é pra justificar um grupo terrorista?
E citar a fome na África pra justificar o alarde que tem existido nos últimos dias em Israel é golpe baixo pra quem NUNCA REALMENTE se preocupou com eles. Pessoas estão sendo assassinadas e estupradas por um grupo terrorista e a preocupação proposta no texto é que não damos real “importância ao que importa” (fome na África), achei meio problemático.
Vitor, respire fundo. Acho que a sua interpretação do texto está um pouco equivocada. O texto não é sobre o Hamas, é sobre palestinos que não têm nada a ver com o Hamas.
A equiparação que ele faz entre o assassinato dos 11 jornalistas e as mortes de migrantes da África não é uma justificativa, é apenas um comentário dos dois pesos e duas medidas que acometem tragédias igualmente tristes.
Atente à regra #2 dos comentários: