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Experimentando o Void Linux rapoelho.com.br

Eu até que estava satisfeito com o meu Arch Linux, mas acabei olhando para o Vazio e quis experimentar ele.

E assim eu acabei no Void Linux, uma distribuição Linux independente, que utiliza o Runit no lugar do SystemD, um gerenciador de pacotes bem competente (o XBPS) e que é um Rolling Release “sem pressa” e que permite atualizações parciais.

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6 comentários

    1. Bom, para mim, existem dois tipos de simplicidade:

      – a que vem no uso, de algo ser fácil de usar, embora o funcionamento possa ser complexo e obscuro por causa dos facilitadores;

      – a que vem de como algo funciona, embora que o uso pode ser mais complexo pela falta de facilitadores.

      E a segunda eu acho mais interessante do que a primeira, pois me mantém mais perto de como algo funciona e me dá mais controle para ter o que eu quero e se quebrar, que eu mesmo consiga entender e consertar.

      1. Vou discordar, facilidade de uso não implica em funcionamento complexo e vice versa, esta é uma afirmação que nem sempre corresponde à realidade, é algo que o bom senso nos diz, mas não é um fato.
        Qualquer sistema operacional é complexo, a simplicidade é uma ilusão, todos oferecem inúmeros recursos e diferentes formas de realizar a mesma tarefa.
        O autor do artigo realizou uma maratona para instalar e configurar tudo que ele precisava, para quem é “escovador de bit” a jornada dele é puro prazer, para alguém, como eu, que gosta de tirar da caixa e sair usando, aquilo foi a descrição do inferno.
        Mas não vou discutir sua preferência, seria muita pretensão minha, aliás, nem sei porque entrei neste debate 🤷🏾‍♂️​

      2. Acho que não são dois tipos de simplicidade, mas sim onde ela é aplicada.

        No Void Linux, pelo seu relato, a simplicidade está no funcionamento interno do sistema.

        Já a que o Juarez prioriza é a simplicidade de uso, que pode até ser algo super complexo por baixo dos panos, mas que para o usuário final é abstraído.

        Aliás, outra maneira de pensar essa dinâmica é no conceito de abstração. Guilherme prefere o mínimo de abstrações; Juarez prefere mais abstrações.

        De qualquer forma, é isso aí: temos uma ampla variedade de soluções. Quem prefere simplicidade no uso está bem servido no Linux também, com distros como Fedora e Ubuntu, ótimas para quem está começando ou prefere algo mais pragmático.