10 comentários

  1. Achei ruim terem tirado o bluetooth da caneta. Uma regressão enorme.

  2. Entrei na loja da Samsung ontem de forma bem despretenciosa, e o vendedor tentou me convencer que o S25 seria o celular perfeito para mim, pois agora eu poderia executar uma série de comandos por IA de uma única vez. Eu devolvi pra ele “cara, é realmente muito legal, mas na prática de verdade, pra alguém que tem uma média de 3 horas de uso de celular por dia (no caso, eu), não é lá muito vantajoso”.

    Em seguida eu comentei que estava mais de olho no S23 FE, e ele ficou indignado sobre como eu estava olhando para um celular que já não é mais vendido por eles haha.

  3. Grande exemplo da lógica do celular-geladeira.

    Esse negócio de falar coisas para o celular fazer me lembra dos kits multimídia de computadores dos anos 1990 que vinham com controle remoto. A pessoa precisava afastar o braço do computador para apertar os botões. Era mais fácil usar o mouse e o teclado mesmo para fazer o que queria. (No caso do celular, não é mais fácil abrir o Google Maps e digitar ou ditar o endereço do que falar “Gemini, abra uma rota no Google Maps para tal lugar”?)

    1. Eu sou pai de um filho pequeno que quer muito colo e é útil sim poder falar e o smartphone executar segurando o filho com um braço e o smartphone em outra mão. Quem é pai/mãe vai entender, com criança pequena precisamos de uns 4 braços kkkkk

    2. Uso comandos de voz sempre ao dirigir, e funciona que é uma belezinha.

    3. Tem casos de uso para esse tipo de ação. Dois foram citados (dirigir e filhos) mas tem mais que é o caso de pessoas com baixa mobilidade onde o comando de voz é mais rápido e preciso do que digitar. Ainda tem pessoas idosas – baixa visão e baixa mobilidade – que tem um ganho de vida com esse tipo de assistentência.

      Um exemplo prático é a minha mãe, que está com 64 anos e tem problemas de locomoção e que, aos poucos, vai perdendo a qualidade de vida. Pra ela é muito mais simples dizer “Alexa, ligue a luz” do que se levantar e ligar a luz do outro lado do quarto. Do mesmo jeito, é muito mais simples ela pedir uma rota pra Siri ou abrir o ChatGPT e usar o chat de voz.

      Esses usos para pessoas com alguma limitação sempre são varridos pra debaixo do tapete pelas empresas, o foco, claramente, não é nessas pessoas. Elas se beneficiarem disso é um efeito colateral de um produto que foi pensado apenas para encarecer um aparelho. Mas, no momento, é o máximo que temos disponível e (mais ou menos) acessível (financeiramente).

  4. Fiquei interessado em algum s24 em promoção. S25 Edge vai ser interessante, imagino que venha com a nova tecnologia de baterias (silicon carbide?)? Vamos ver.

    1. Lembrei na hora do S10e, acho até que esse nome seria bom para retomar a lembrança.

      O edge eu pensei na hora nas versões com tela curva ou não, fiquei confuso.

      Agora, qual seria a diferença pro pro possivel vindouro FE, o tamanho?