Bluesky, Mastodon, Telegram e RSS

[en] Jack Dorsey explica como o Nostr funciona youtube.com

Muito interessante a parte no final onde ele diz que é muito importante poder assinar o seu conteúdo neste novo mundo de IA onde não sabemos o que é “fake” ou não.

3 comentários

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  1. Eu só soube dessa rede por causa do tanto de gente tenebrosa que disse que ia pra lá quando o X fosse suspenso.

  2. Tenho entendido melhor, até concordado com as críticas do Jack ao Bluesky. O que era para ser um protocolo descentralizado se desdobrou em um novo Twitter e… sei lá, acho que o mundo não se beneficiará tanto de um novo Twitter como se beneficiaria de um protocolo descentralizado.

    O sistema de autenticação do Nostr, baseado em pares de chaves criptográficas, não é novo. A maioria dos administradores de sistemas confia em chaves do tipo para autenticação via SSH, por exemplo. A novidade é levar essa lógica a uma plataforma social, o que é interessante, mas, como comentei nas minhas primeiras impressões do Nostr, acho difícil ganhar tração junto ao grande público. Perdeu a chave privada? Não loga mais. Vazou a chave privada? Qualquer um pode publicar em seu nome.

    Mesmo essa promessa de que a guarda do conteúdo seja uma proteção contra IA, ou uma garantia de que o conteúdo divulgado não é IA, é meio controversa. Eu posso gerar um lero-lero no ChatGPT e publicar na minha conta. É isso, ou estou deixando passar algo?

    1. Com certeza você pode postar conteúdo de IA na sua própria conta e ninguém vai ficar sabendo. Acho que ele estava mais se referindo a “fake news”, “deep fake” e coisas criadas por IA para se passar pela pessoa.