Algo que ficou claro com smartphones, é que comodidade é tudo. Mesmo não sendo o melhor dispositivo para a maioria das tarefas, é o que mais usamos por estar sempre acessível.
Existe algo que você ainda faz “a moda antiga”, pode ser qualquer motivo: nostalgias, qualidade, experiência, costume, protesto, etc…
Algumas coisas que eu faço:
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Ainda uso relógio de pulso tradicional, sinto falta de não ter a hora no pulso por usar desde criança, mas são mais práticos e (muito) mais bonitos que smartwaches.
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Prefiro moer na hora e usar cafeteira italiana ao invés de máquinas. Não é a mesma praticidade, mas tenho uma variedade muito maior e mais acessível.
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Não gosto de fotos de smartphone, não sei explicar bem o motivo. Mesmo com MKBHD produzindo, ficou na cara para mim que ele estava usando um iPhone para gravar.
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Nunca me acostumei a assistir vídeos no smartphone. Nem YouTube vejo muito, pior ainda ver séries e filmes.
Eu gostaria de ter espaço no apartamento para ter coleções de CDs. Um tempo atrás voltei a consumir musicas somente em FLAC usando plexamp no celular, o app é sensacional, mas manter isso depois de muito tempo usando spotify não deu certo em semanas voltei ao streaming. Pra mim é muito difícil deixar a comodidade que acabou com o meu perrengue dos anos 2000 de lado pra voltar a nostalgia.
Absolutamente nada contra coisas ultrapassadas tecnologicamente, ainda prefiro desktop – nunca imaginei que isso seria anacrônico – tenho um porrilhão de DVD, BluRay, VHS e livros.
Mas não tenho tanto apego ao meio quanto ao conteúdo. Prefiro assistir “Os Intocáveis” no streaming em 4K do que no DVD, prefiro usar editor de texto do que máquina de escrever – trabalhei na justiça e só quem passava o dia fazendo ofício sabe como é odioso usar máquina de escrever.
Os livros sempre terão um apelo, é mais bacana presentear um livro físico do que um digital, acho que os livros não vão acabar e ainda podem ser artigos de luxo, como um Rolex.
No quesito música não tem como competir com o streaming, tem tudo o que procurei, tem coisas que teria ter comprado e estão ali, fácil. Para competir com isso só o ritual do vinil, que é aquele instante que a gente para quase tudo para escutar música.
Algumas coisas são insubstituíveis e outras não, o piano elétrico convive com o tradicional, o livro vai conviver com o Kindle, o relógio analógico vai conviver com o smart, o lápis convive com a lapiseira, e assim vai.
Eu sempre ouço as mesmas músicas e gosto de ter o mp3 delas no celular. Na verdade ripei toda minha de coleção de cds há alguns anos e mantenho tudo organizado no cartão do celular (só compro celular se tiver cartão de memória).
Apesar de ter um Kindle, também mantenho toda minha livraria no cartão do celular porque prefiro ler ao mesmo tempo que ouço o aplicativo de e-books ler para mim. Meu Kindle está quase aposentado.
gosto de caneta tinteiro 😁
apesar de que não tenho muita oportunidade de usar
inclusive, estou com uma preocupação, minha assinatura está ficando diferente da que está no RG
Caneta tinteiro é uma coisa muito linda. Antes da pandemia eu escrevia cartas com uma que foi da minha mãe. Com tudo fechado, parei. Essa é uma boa hora pra recomeçar.
Não sei se é um anacronismo. Mas comprei recentemente um Chromebook e me é muito útil como computador secundário. Muito se fala sobre usar dois monitores para produtividade, mas usar dois computadores tem sido uma mão na roda por aqui.
Muito bom o tema! Essa é uma das minhas metas para 2024, não ficar tão refém dos serviços e tecnologias como Fotos, Streaming, etc
Uso relógios analógicos;
Uso pendrive com músicas no carro;
Livros físicos;
Papel e caneta para rascunhar e resumir os livros e obras que estudo;
Café no modo raiz, ferver água e coar, os filhos adoram!
Uso computador para maioria das tarefas online (Compras, Acesso a Banco, pesquisas, etc)
Celular mais para mensagens, rede social e consultas rápidas, além de ligações claro;
Nada de automação IOT. Já tive todas essas bugigangas de acendimento de luzes, ar condicionado, ligar TV, etc. Mas passa um tempo e você não tem mais s*co para ficar pedindo tudo pelo celular kkk. Só é legal pra mostrar pros parentes e eles te acharem o Tony Stark.
Pra mim automação mesmo é usar bons equipamentos que facilitam como uma Lava e Seca que você programa para iniciar. Lava Louças, panela elétrica etc.
Para este ano quero voltar á:
– Ter alguns filmes off-line (em DVD ou salvos no HD). Sério, é muito ruim passar um fds sem internet e ver que você não tem mais sua coleção de filmes, jogos, músicas.
– Montar álbuns de fotos (e ter backup físico)
– Ter um rádio AM/FM a pilhas (quando falta luz é o único meio de acesso a notícias)
– Comprar uma máquina de escrever e ensinar os filhos
Acho que é isso por enquanto :)
Concordo com vc!
Mas troquei o relogio analógico por uma miband pq precisava monitorar meu sono. No mais, sigo fiel ao s livros, (ainda que leia até mais e-books ao menos inicialmente), não dispenso canetas (muitas!minha paixão n omomento são as CIS pentonics, batratas e eficientes), lápis 3B, cadernos, post-its, gráficos desenhados em papel, etc…
O mundo analógico nos dá uma noção de tempo contínuo, vc literalmente vê passar o tempo. O mundo digital ele é “discreto”,, descontínuo, os segundos se sucendem, sem trajetória, as notas somem sem deixar traço…
Talvez quando o digital se torne “holográfico” se torne também mais “holístico”, nesse sentido de continuidade, de domínio do tempo como uma via que se trafega (como são os livros).
Um pouco parecido com você. Gosto de usar o relógio de pulso analógico. Também não assisto vídeos mais longos no celular e prefiro fotografar com câmera, ao invés de smartphone, mas fotografo sim com esse último em situações banais do dia a dia.
Eu que um dia sonhei em ser fotógrafo, hj só fotografo minhas gatinhas com o celular. Não tiro mais fotos há décadas. Mas gostava do peso da máquina, da imersão que a câmera reflex te permitia, como se fosse uma extensão do seu olho; gostava da magia da luz interagindo com o nitrato de prata (se não me engano, lunar caustic, em inglês, q é também o título de um livro tristíssimo de Malcolm Lowry…). Tentei voltar a fotografar várias vezes, mas perdi a mão – se é que de fato tive alguma vez…
não acho que tais coisas sejam anacronismos: usar essa palavra dá a impressão de que existiria uma forma “correta” de fazer as coisas a cada tempo histórico — ou até mesmo de que tempos históricos são homogêneos e o progresso seja linear, quando a gente sabe que é o contrário: a história é movida por contradições e rugosidades e a ideia de linearidade é uma invenção ocidental e moderna
talvez pudéssemos falar em adoção deliberada de tecnologias consideradas obsoletas, mas mesmo isso não é o caso: nem o uso de tecnologias se dá simplesmente pela sua função ou pelo que elas oferecem (afinal, há uma série de outras camadas simbólicas envolvidas), nem a noção de obsolescência é tão monolítica assim
o caso do relógio é clássico: por mais que a apple tenha tentado, ela não conseguiu entrar no mundo dos relógios de luxo (daqueles que constam em inventário de família e ficam de herança) e apple watch nenhum substitui um rolex em determinadas situações
Na minha cabeça, anacronismo é somente algo fora do seu tempo, não necessariamente ruim como o “ultrapassado” ou “obsoleto”. Especialmente porque pode ser deliberado, uma escolha ativa.
Como eu disse, o moderno muitas vezes é mais cômodo, mas nem sempre é melhor. Seja em termos objetivos, quando se aplica, seja na percepção da sociedade.
Aliás, justamente por ir de encontro muitas vezes, é algo positivo em termos de valorizar a atividade. Por exemplo, não ficar gravando um show com smartphone ou assistir filmes no cinema, temos vários outros exemplos aqui nos comentários.
Sobre relógios de luxo, acho uma mal exemplo para o que estou falando, justamente porque são basicamente uma jóia. Rolex é insubstituível na função de ser um Rolex, não se paga 10.000USD porque ele “pode ser passado de pai para filho” ou “não precisa trocar bateria”.
Imagino que relógios de luxo sejam menos criticado como uma obscenidade, comparado a uma bolsa Louis Vuitton ou “cultura do hype”, por ser algo muito tradicional e masculino.
o que eu quis dizer é que não existe nada fora do nosso tempo
não há algo como uma norma histórica para cada tempo histórico (isso seria por demais positivista)
Só para complementar: adoro relógios, amaria ter um relógio de luxo cheio de engenharia desnecessária e história, mas tenho preguiça de ouvir justificativas pragmáticas para relógios de luxo…o pior jeito de se marcar horas hoje em dia.
mas por que seria o pior jeito de marcar as horas?
note que você está sendo utilitarista no seu comentário (e isso tem a ver com o incômodo de usar a palavra anacronismo)
Sobre eles serem o pior jeito, imagino que seja uma pergunta mais profunda, mas imagino que muita gente não saiba de qualquer forma: um Rolex garante 2 segundos de erro por dia, um de quartzo comum são 15 segundos por mês e um Citizen Chronomaster são 5 segundos por ano.
Talvez eu tenha entendido errado, mas quando você diz “apple watch nenhum substitui um rolex em determinadas situações”, entendo que esteja falando de algum aspecto utilitário.
Um motivo para se comprar um Rolex, é gostar de horologia, são relógios relevantes no contexto (e.g. movimento próprio, história, qualidade, origem). Entendo que seja mais um hobby, mas sim tem muito a ver com o que estou falando.
Meu “problema” com Rolex, é que eles não são vendidos aos milhões para horologistas, mas por ser um item de valor: o Submariner deve ser o modelo mais famoso do mundo, imagino que ninguém use para mergulhar. Relógios são ótimos presentes ou sinal de poder aquisitivo, todos sabem quão caro eles são.
Nesse sentido de ativo financeiro, acho que fogem do que eu estava pensando.
Quanto a usar cafeteira italiana e moer na hora, também sou fã. Mas o motivo principal de não ter migrado para a máquina de cápsula é a quantidade de lixo que uma máquina dessas usa.
Tenho tudo isso e tb sou fã (e acrescentaria ao rol a cafeiteira francesa, se a minha não tivesse quebrado…). Mas no momento voltei à heresia do café solúvel! Só hj comprei 3 pacotes: um comum, um descafeinado (pra noite) e um 100% arabica (??!).
Te falar que nessa tu me deu uma dúvida extra: como raios se faz o café solúvel!
:)) As instruções estão no verso do pacotinho – em prosa! rs
perdão, não me expressei direito. Por “como se faz” eu queria dizer “como o café solúvel é produzido”.
Achei o artigo da Wikipedia (https://en.wikipedia.org/wiki/Instant_coffee), é um processo bem interessante, e o artigo tem algumas pérolas, como: “A concentrated coffee/milk/sugar mixture was produced for the Union army during the American Civil War under the name Essence of Coffee, a teaspoonful of which was mixed with a cup of hot water. It had the consistency of axle grease, and proved so unpopular with the troops that it was soon discontinued.”
nada! kkkkk Eu é que entendi errado mesmo! Relendo agora, é claro o que vc estava querendo dizer! mas o mal entendido gerou uma pesquisa e tanto! valeu! Adorei o resultado.
Acrescente meia colher de café de aroma de baunilha por xícara.
Uso relógio de pulso pois acho que vou me distrair menos com o telefone.
Também uso relógio de pulso, um skmei. E também ouço albums inteiros, em MP3 mesmo. Me recuso a usar algo relacionado a “casa inteligente”.
E olha que me considero bem aberto a tecnologia, mas prefiro não gastar tempo e dinheiro com coisas que não me trazem tanto benefício assim.
Eu nunca consegui achar nada útil em relação a “casa inteligente”, décadas depois, parece que segue restrito ao uso de lâmpadas.
Isso mesmo, o uso é limitado, beirando o inútil. Mas para quem mora em uma casa em bairro aberto, como eu, a automação das luzes é algo interessante em termos de segurança. Dá uma enganada.
Eu só tenho uma: Mapas mentais e esboços tem que no papel. Até modelagem de dados, eu descrevo tudo no papel antes de cair pro código.
Debate legal!
O primeiro que me ocorre é preferir ler livro em papel, mesmo tendo um Kindle à disposição. O livro digital meio que “nivela” a experiência, o que não faz diferença em livros técnicos e pode ser até vantagem em comparação a edições ruins, mas não se compara a um bom livro de papel bem produzido.
Outra: para algumas questões, prefiro conversar e resolver por telegone do que trocando mensagens.
O livro segue imbatível. Ainda mais pra quem lê, relê, anota, marca… Não tem como folhear um livro digital – o que faz uma diferença enorme! Eu por exemplo “sei” onde está aquela citação que quero usar.
Talvez quando lançarem o livro holográfico, quem sabe…
Mas, ainda assim, eu hoje leio muito mais e-book do que livro impresso (bendita z-library!).
assistir vídeo no smartphone só se for a única alternativa, se não é masoquismo
Uso:
. Máquina de escrever
. Moedor de carne
. Filtro de café de pano
. Caderneta de telefones
. Minha mão para escrever (muito) e bater bolos
. Livros físicos
. Calculadora (uma Texas que meu pai me deu, solar)
. Aparelho de videocassete
. Máquina fotográfica analógica (uma Yashica Twin Lens)
como entrar no mundo da máquina de escrever em 2024?
Comprar uma é o primeiro passo.
Mas qual? Vi que tem muitas Olivetti, mas nenhum lugar diferenciando os modelos. Vale a busca por um dispositivo mais leve? Ou é tudo pesadona mesmo, sem distinção?
Eu tenho várias (a mais antiga é uma Corona n°3 de 1920 que foi do meu bisavô), mas a que eu uso é uma Hermes Baby dos anos 1970. Existe ainda no mercado (usada, obviamente) a Olivetti Lettera, semelhante à Hermes, que é um modelo dito portátil. As ditas “normais” você vai achar todas “pesadonas”.
Eu tinha uma Olivetti Lettera 32…. linda! tinha a tipologia mais bonita que já existiu (a coisa mais parecida é a Curier New) e um som maravilhoso (que é o que eu mais sinto falta).
Tenho ainda uma Halda, bonita, mas nunca gostei da tipologia.
Usei muito aquelas máquinas grandonas de redação de jornal – de todas as marcas imagináveis…
Vc usa regularemente? Fico curioso de saber onde vc compra as fitas e onde faz manutenção… Acabaram-se as oficinas de máquina, que eram como os sapateiros: todo bairro tinha pelo menos uma.
Fitas você acha fácil na Amazon e da Shopee, e eu uso ainda o truque de usar almofada de carimbo e tinta para caneta tinteiro quando fico sem, estou com pouco dinheiro ou vai demorar pra chegar. Eu uso regularmente para escrever coisas minhas, traduzir, transcrever receitas, fazer etiquetas etc. Usar máquina de escrever tem um benefício que pouca gente percebe: como você não pode apagar nada como no computador, aprende a ordenar (e escrever) melhor o pensamento. E isso acaba se refletindo em como você fala.
Quanto à manutenção, eu sempre levei numa oficina em Niterói, e ainda é possível achar muita gente que restaura e conserta máquinas de escrever.
Ah, videocassete você não usa não, vai. Não é possível! Hahaha!
Minha lista:
Não tenho rede social
Não uso nenhum serviço de streaming
Ouço música em mp3/aac/flac
Em casa não uso earbuds e sim um enorme Philips Fidelio X2
Não acesso nenhuma timeline
Não habilito nenhuma notificação que não seja estritamente pessoal
Só leio livro em papel
Minha casa não tem nada IOT
Minha televisão não é conectada na internet
Não uso ROM Android que vem no celular
Não vejo ads em nenhum dispositivo, nunca
Bloqueio JavaScript e cookies por padrão
Não tenho nem nunca tive laptop
Uso desktop bem mais do que celular
No desktop uso Xfce 4.12 (sim, o antigo)
Respondo mensagens (que cringe!)
Não faço ghosting
Eu tenho uma gigantesca coleção de fitas de clássicos. Eu não tenho grana para converter tudo, e muita coisa não acho mais. Saiu mais barato comprar um videocassete.
Aposto que você encontra tudo em torrents :P
Sou a favor de muita velharia, mas VHS realmente é complicado em todos os aspectos possíveis: estraga com o tempo, tem que rebobinar, a qualidade de áudio/vídeo é pavorosa, ocupa muito espaço, etc, etc.
Não, não acho. Eu sou membro de um “clube” de torrents (só entra com convite) e o acervo deles é gigantesco, mas tem zero cinema nacional. Cinema russo é quase inexistente, por exemplo, e animações (como as do Michel Ocelot) são mais difíceis ainda de achar.
E assim: eu tenho quase 4 mil livros, então cerca de 300 fitas VHS não é nada.
Entendi agora, Julia! Realmente, o seu caso é bem específico e mais complicado mesmo. Se quiser passar seus top 10 ou 20 filmes, posso ver o que consigo encontrar e te falo.
Eu uso Mint com Xfce – acho perfeito: simples e eficiente.
Eu não a conheço, mas você me parece uma pessoa impressionante.
Ah, eu sou “idosa” (tenho 56 anos) e odeio mudar só porque todo mundo faz isso, é “moderno” ou “ninguém mais usa”. Quando preciso, eu mudo, mas me pergunto pra que ter 18 mil fotos no celular e nunca ver nenhuma ou baixar 4 mil filmes e assistir sempre os mesmos.
Nos anos 1990 eu fui pra Europa e visitei uns sete países de uma vez. Ano passado, mandei converter minhas fotos em slides e fiz uma sessão com minhas filhas num feriado prolongado. Passei primeiro os slides do casamento dos meus pais, depois os da minha infância e adolescência e, por fim, os dessa viagem. Um mundo mágico de abriu pra elas – incontáveis histórias de família, todo um novo retrato composto já cabeça dela sobre a mãe (que incrível, ela foi criança arteira) e os avós (que, inacreditavelmente, foram jovens que bebiam, se beijavam, dançavam e tinham amigos igualmente jovens, que bebiam e se beijavam). Elas amaram o programa e amaram ainda mais a história de vida dos que vieram antes delas.
Que legal, Júlia! 😊
Que lindo! Eu adorava slides… Sempre me lembraram as ondas do mar batendo…
Eu gosto de ouvir álbuns de música do início ao fim, e também gosto de deixar DVDs de música ao vivo como música de fundo enquanto faço as tarefas de casa. Eu uso o meu PS3 com a saída de áudio ligada em um aparelho de som para isso, já que o tocador de CD desse aparelho quebrou e não tem mais conserto.