O StoryGraph é uma alternativa legal mantida por 2 pessoas, nada de Big Tech.
Skeelo também parceria com a vivo, mas nunca achei algum livro dentro do pacote da parceria que me interessava. E pela reportagem entendi porque sempre tem sugestão de livros da Ana Maria Braga.
Pelos comentários por aqui, entendi que a experiência de acessar o Skoob está parecida com uma visita a uma loja física da Americanas …
Melhor que aconteça a venda do Skoob e decida-se de uma vez se será encerrado ou se vai melhorar.
Sou usuário de longa data do Skoob e o adotei como plataforma de livros (no site, não gosto muito do app). Para o público brasileiro, sempre achei opção melhor que a do Good Reads.
Não vejo com bons olhos essa notícia. Tomei conhecimento dessa “Skeelo” ao verificar que tal serviço estava supostamente “embutido” na assinatura do serviço de telefonia e internet fixo da Claro.
Repito: SUPOSTAMENTE seriam casos SUSPEITOS de venda casada.
Isso aí é manobra fiscal das operadoras para abater impostos. Não sei se se enquadra como venda casada porque elas deixam remover os serviços, só que não abate do preço total da fatura — o serviço de internet “fica mais caro”. (Vivo também faz isso, e bem provável que a TIM também.)
Exato, uma suposta burla no sistema tributário, uma vez que livros são isentos.
Quanto à venda casada, é uma área cinzenta talvez, mas o fato é que não informaram direito sobre esses serviços, nem deram opção de escolher outro pacote ou de não contratá-los. Eles apenas permitem, depois da contratação, a remoção do serviço sem o abatimento do valor, como você bem observou.
Mas é isso, o Brasil virou uma “várzea” e a maioria dos consumidores apenas preferem não “esquentar a cabeça” (todas as pessoas a quem comuniquei isso ficaram surpresas ao olhar a fatura e descobrir o tal “Skeelo”, entre outras coisas, mas apenas dizem “se conseguir a algo a respeito, me avise”, hehehe).
A Amazon, por exemplo, supostamente também pratica venda casada na modalidade de quantidade, quando consegue deixar seus produtos no topo das buscas por preço mais baixo. Todavia, na busca, exibem o preço unitário; ao comprar, vemos um preço maior e notamos que a quantidade mínima são 2 ou 3 unidades e não dá opção de comprá-los de forma avulsa, ainda que por maior valor.
Na verdade isso não enquadra como venda casada porque existe uma regulamentação da Anatel sobre, todo serviço de telecomunicação tem direito a embutir esses serviços (chamados de SLA) em seus produtos.
Pode ver que praticamente todo plano de celular e internet a venda no Brasil te dá “direito” há alguns apps e serviços inclusos, ai nessa esteira nasceram apps no Brasil que servem somente para servir de SLA para operadoras (Hube Jornais por exemplo).
Ah e sim, a vantagem para operadora é a questão tributaria, porque o SLA tem impostos menores.
E para o cliente existe formas de comprar o plano sem os SLA, mas normalmente são mais difíceis de comprar (escondidos no site ou somente via telefone) e as vezes até mais caros justamente para desincentivar a venda de planos assim.
pra quem quer sair do skoob, recomendo o “velha estante”
Obrigado pela dica. Não quero mudar… Mas, depois dessa notícia, é bom ter um plano B.
Eu uso e Skoob e estou quase abandonando. Torcendo pra pelo menos melhorarem aquilo lá, que tá bem abandonado e bugado.
Skoob estava abandonado pela empresa a tempos, cheio de bugs que me fez largar o app. Quem sabe melhora
O StoryGraph é uma alternativa legal mantida por 2 pessoas, nada de Big Tech.
Skeelo também parceria com a vivo, mas nunca achei algum livro dentro do pacote da parceria que me interessava. E pela reportagem entendi porque sempre tem sugestão de livros da Ana Maria Braga.
Pelos comentários por aqui, entendi que a experiência de acessar o Skoob está parecida com uma visita a uma loja física da Americanas …
Melhor que aconteça a venda do Skoob e decida-se de uma vez se será encerrado ou se vai melhorar.
Sou usuário de longa data do Skoob e o adotei como plataforma de livros (no site, não gosto muito do app). Para o público brasileiro, sempre achei opção melhor que a do Good Reads.
Não vejo com bons olhos essa notícia. Tomei conhecimento dessa “Skeelo” ao verificar que tal serviço estava supostamente “embutido” na assinatura do serviço de telefonia e internet fixo da Claro.
Supostamente, estaria envolvida venda casada:
Suspeita de venda casada de Skeelo e outros serviços pela NET CLARO
VENDA CASADA
Venda casada
SKEELO E CLARO – COBRANÇA CAMUFLADA NA FATURA DA CLARO
Cobrança Indevida e Abusiva
Cobrança indevida por serviços que nunca foram contratados
Cliente do Sem Parar é surpreendido com assinatura automática de app de audiolivros | Capital – O Globo
Repito: SUPOSTAMENTE seriam casos SUSPEITOS de venda casada.
Isso aí é manobra fiscal das operadoras para abater impostos. Não sei se se enquadra como venda casada porque elas deixam remover os serviços, só que não abate do preço total da fatura — o serviço de internet “fica mais caro”. (Vivo também faz isso, e bem provável que a TIM também.)
Exato, uma suposta burla no sistema tributário, uma vez que livros são isentos.
Quanto à venda casada, é uma área cinzenta talvez, mas o fato é que não informaram direito sobre esses serviços, nem deram opção de escolher outro pacote ou de não contratá-los. Eles apenas permitem, depois da contratação, a remoção do serviço sem o abatimento do valor, como você bem observou.
Mas é isso, o Brasil virou uma “várzea” e a maioria dos consumidores apenas preferem não “esquentar a cabeça” (todas as pessoas a quem comuniquei isso ficaram surpresas ao olhar a fatura e descobrir o tal “Skeelo”, entre outras coisas, mas apenas dizem “se conseguir a algo a respeito, me avise”, hehehe).
A Amazon, por exemplo, supostamente também pratica venda casada na modalidade de quantidade, quando consegue deixar seus produtos no topo das buscas por preço mais baixo. Todavia, na busca, exibem o preço unitário; ao comprar, vemos um preço maior e notamos que a quantidade mínima são 2 ou 3 unidades e não dá opção de comprá-los de forma avulsa, ainda que por maior valor.
Na verdade isso não enquadra como venda casada porque existe uma regulamentação da Anatel sobre, todo serviço de telecomunicação tem direito a embutir esses serviços (chamados de SLA) em seus produtos.
Pode ver que praticamente todo plano de celular e internet a venda no Brasil te dá “direito” há alguns apps e serviços inclusos, ai nessa esteira nasceram apps no Brasil que servem somente para servir de SLA para operadoras (Hube Jornais por exemplo).
Ah e sim, a vantagem para operadora é a questão tributaria, porque o SLA tem impostos menores.
E para o cliente existe formas de comprar o plano sem os SLA, mas normalmente são mais difíceis de comprar (escondidos no site ou somente via telefone) e as vezes até mais caros justamente para desincentivar a venda de planos assim.
pra quem quer sair do skoob, recomendo o “velha estante”
Obrigado pela dica. Não quero mudar… Mas, depois dessa notícia, é bom ter um plano B.
Eu uso e Skoob e estou quase abandonando. Torcendo pra pelo menos melhorarem aquilo lá, que tá bem abandonado e bugado.
Skoob estava abandonado pela empresa a tempos, cheio de bugs que me fez largar o app. Quem sabe melhora