[Review] Optimus G Pro, o phablet amigo da natureza da LG

Review do Optimus G Pro, phablet da LG.

“Nossa, que grande!” é o que mais se ouve de quem vê o Optimus G Pro pela primeira vez. Lançado no Brasil no final de agosto de 2013, o telão de 5,5 polegadas realmente se destaca, mas há outras qualidades (e estranhezas) neste phablet da LG.

O Optimus G Pro foi anunciado durante o World Mobile Congress, na Espanha, em fevereiro deste ano. Na época, chamou a atenção por ser o primeiro smartphone com o então novo Snapdragon 600, SoC poderoso da Qualcomm, e por trazer diversas características superiores às do Galaxy Note II, da Samsung, concorrente direto na briga de grandões no universo Android.

A demora em chegar ao Brasil desgastou o brilho do aparelho? O que a LG fez para diferenciá-lo dos outros phablets? Com LG G2 e Galaxy Note 3 já disponíveis por aqui, ele ainda é uma boa compra? Tentarei responder essas e outras dúvidas neste review.

Review em vídeo

Amor e ódio com o tamanho

Como é atender uma ligação com um phablet.
Foto: Vitória “Toia” Santos Cruz.

Para meu alívio, o  Optimus G Pro coube em todas as calças e shorts em que tentei colocá-lo. Faltar espaço ali para colocar o phablet era o maior temor antes de receber essa unidade de testes, e um justificável, afinal são 150,2 x 76,1 x 9,4 mm.

Apesar da relação harmoniosa com os bolsos, o tamanho avantajado cobra seu preço em diversas situações. O manuseio com uma mão é difícil, mesmo com os truques de jogar os teclados para um dos lados da tela e as pequenas decisões de design que melhoram a empunhadura — bordas traseiras arredondadas, botões laterais colocados no meio do corpo, em vez do topo, e largura e moldura da tela mais finas. Alcançar o botão home (físico) e os táteis que o ladeia também é um exercício de malabarismo dos mais chatos, com o risco iminente de tocar a base da tela e desencadear algum comando sem querer. Bônus indesejado: a LG substitui o botão de multitarefa do design padrão do Android pelo de menu, e isso afeta a Action Bar de todos os apps. Afinal, para que seguir um padrão se podemos mudar tudo?

Quanto mais cedo se admite que o Optimus G Pro, a exemplo de todo phablet, é aparelho para duas mãos, mais rápida é a adaptação a ele.

Decisões estranhas de design da LG.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Embora tenham nomes parecidos, a LG posiciona o Optimus G Pro em uma categoria diferente da do Optimus G. A desse último seria a linha premium, que privilegia acabamento e design; a segunda, na qual se insere o Optimus G Pro analisado aqui, é a linha desempenho, com foco, também, em ergonomia.

Essa ruptura com o Optimus G, apesar da nomenclatura e visual similares, fica bem evidente quando se pega os dois na mão. O perfil fino, leve e com acabamento envidraçado dele (e do Nexus 4) cede lugar, no Optimus G Pro, ao plástico e soluções ergonômicas, citadas acima, para tornar o uso de um phablet mais natural.

São esforços válidos, mas em termos de design parece um passo atrás. O Optimus G Pro não é selado, ou seja, é possível remover sua tampa traseira e trocar a bateria, algo raro em smartphones topo de linha hoje. O plástico não tem um aspecto barato, parece resistente e tem até uma textura visual de quadradinhos brilhantes similar à dos irmãos com vidro menores, mas o conjunto é, de fato, menos “premium” que nesses outros. Ele também é pesado, com 172 g, embora seja algo esperado para um aparelho tão grande.

Acabamento mais simples no Optimus G Pro.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Bem servido de portas e botões, o Optimus G Pro guarda algumas invencionices legais. O conjunto básico está lá: porta micro USB, microfones (um normal, para falar, e outro para cancelamento de ruídos), botões de volume e liga/desliga e saída de áudio. Ao lado dessa última, começam as surpresas: um sensor infravermelho.

Alguns modelos high-end recentes, como Galaxy S 4 e HTC One, vêm com ele. No phablet da LG, o app QuickRemote pré-instalado permite usá-lo para interagir com diversos aparelhos da casa. Testei com uma TV Samsung e funcionou muito bem. Como é mais fácil perder o controle remoto do que o celular, é um recurso bem-vindo.

O Optimus G Pro vem com um sensor infravermelho.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Na lateral esquerda reside algo ainda mais único, um botão configurável. Por padrão ele ativa o QuickMemo, outro app da LG que, no caso, transforma a tela que está sendo exibida em um caderno de desenhos. Dá para fazer anotações, setas, desenhar, enfim, o que quiser e, depois, salvar o trabalho no Caderno, o app que gerencia essas anotações, ou compartilhá-lo — só faltou uma stylus para aproveitar melhor isso, né? (Outra forma de abrir o QuickMemo é clicando no primeiro slider da área de notificações.)

Nas opções do Android, a Tecla rápida, como a LG a chama, pode ganhar funções variadas, inclusive abrir e servir de disparador para a câmera, como é padrão nos Windows Phones.

Por fim, o LED de notificações é enorme. Na verdade, ele é a borda do botão home frontal, que é grande, logo… Chama a atenção, talvez até demais. Prefiro soluções mais sutis como a do Nexus 4.

Solta o som e desligue as luzes: que bela tela você tem!

Tela fantástica do Optimus G Pro.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Se você precisa de algum motivo para comprar este phablet (ou explicar aos amigos por que comprou um), aposte na tela. A LG talvez seja quem faça as melhores telas de celulares hoje e o Optimus G Pro é o ápice dessa arte: 5,5 polegadas, resolução de 1920×1080, densidade de 401 pixels por polegada, painel IPS. Traduzindo: uma tela estonteante.

Esperta que só, a fabricante ainda inclui alguns vídeos demonstrativos que fazem pulsar a telona. A qualidade dessa tela é assombrosa de tão boa. Graças ao SoC poderoso, lidar com vídeos na resolução nativa, Full HD, não é problema. O que talvez cause um gargalo aqui é o espaço de armazenamento, de apenas 16 GB na versão brasileira (lá fora é de 32 GB), pouco para vídeos de alta resolução. Essa escassez de espaço pode ser remediada com o uso de um cartão microSD de até 64 GB.

A sonzera sai de um alto-falante solitário ao lado da câmera. Não impressiona, no volume máximo se notam distorções bem aparentes, mas na falta de fones de ouvido, quebra o galho.

Por falar em fones, os que acompanham o produto são bem bacanas. Bom isolamento acústico, graves ok e atenção aos detalhes. São feios que doem, mas oferecem boa qualidade sonora.

Desempenho e bateria

O Optimus G Pro tem tampa removível.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Não há muito o que reclamar do hardware do Optimus G Pro. Com um Snapdragon 600 composto por um processador quad-core de 1,7 GHz e GPU Adreno 320, mais 2 GB de RAM, ele voa. Nem mesmo a skin esquisita da LG afeta o desempenho do phablet, que é notável. Ele é rapidíssimo, inclusive em jogos intensivos como Real Racing 3.

A bateria tem 3040 mAh e uma tecnologia que a LG chama de SiO+. Ela acrescenta partículas de silício na composição da bateria que, segundo o site oficial do Optimus G Pro, aumentam sua densidade. O resultado é uma recarga mais rápida e duração estendida de 5% a 25% em comparação a uma bateria similar sem essa tecnologia.

No mundo real, a autonomia do Optimus G Pro agrada. Diferentemente do que 3040 mAh nos leva a pensar, ela não se converte em dias de despreocupação com recarga, como no RAZR MAXX, da Motorola, ou no Honor, da Huawei. A tela provavelmente compromete a bateria, mas não a ponto de torná-la sequer mediana. Dá para passar um dia longe da tomada sem sustos.

O Optimus G Pro é enorme.
Foto: Rodrigo Ghedin.

O aparelho é compatível com bases de recarga da bateria por indução que sigam o padrão Qi — o mesmo que a Nokia usa bastante na linha Lumia.

Câmera

O Optimus G Pro vem com uma câmera traseira de 13 mega pixels, sensor de 1/3,06 polegada e lente com abertura f/2,4. Ela não traz nada espetacular como as câmeras PureView, mas gera resultados satisfatórios e o software se aproveita do poder de processamento do Snapdragon 600 para oferecer diversos truques, uns curiosos, outros úteis.

Anote aí: disparo por voz, captura prévia de imagens (tira fotos antes e depois do disparo para o usuário escolher as melhores), modo panorama VR (igual o PhotSphere do Android 4.2), câmera dupla para fotos e vídeos, modo automático inteligente, focagem manual ou automática (com um incomum slider no primeiro) e estabilização de imagem para filmagens.

A câmera é rápida, as fotos saem boas, considerando ser um smartphone, e enormes na configuração padrão, graças aos 13 mega pixels. Em certas circunstâncias as imagens saem um pouco lavadas e em condições extremas, como cenários naturais com muitas folhas ou outros elementos pequenos em grande quantidade, perde-se um pouco de definição. No geral, porém, as fotos são acima da média, com imagens bem definidas e bonitas. À noite, mesmo com pouca iluminação é possível obter resultados aceitáveis.

Crop de 100% de uma foto em ambiente interno, com iluminação natural:

Droidinho: bem definido pela câmera do Optimus G Pro.
Crop de 100% em uma foto.

O HDR também é legal (lado esquerdo normal, lado direito com HDR ativado):

Comparativo de HDR.
Foto: Rodrigo Ghedin.

E algumas amostras em condições variadas:

Optimus UI

Optimus UI, a skin para Android da LG.

As fabricantes sul coreanas têm certo fascínio pela natureza. A Samsung usa muito esse tema na promoção e inclusão de recursos da linha Galaxy S e a LG, com a nova Optimus UI, também recorre a campos verdejantes, gotas d’água e nuvens no tapa visual que dá no Android.

O Optimus G Pro vem com o Android 4.1.2 profundamente modificado. Dos elementos de interface às opções, tudo passou por um tratamento de beleza. Um tanto duvidoso, diga-se de passagem.

Embora a combinação de hardware potente com anos de trabalho tenha acabado com a fama de lentidão das skins de fabricantes, é difícil superar o trabalho de UI/UX e design do Google — é difícil superar o Android puro. Em alguns pontos a Optimus UI mais confunde do que ajuda e, em termos estéticos, é raro encontrar alguma parte dela que seja mais bonita do que a do visual base do sistema.

Um local emblemático é a área de notificações. Boa parte do espaço dela se perde para atalhos rápidos, os aplicativos QSlide (que flutuam sobre a tela e rodam em paralelo com outro app) e o slider de brilho. Tudo bem que a tela é enorme, mas as notificações também o são e, nessa alteração, quase metade da área destinada a elas é ocupada por elementos intrusos.

Área de notificações do Optimus G Pro.

Outra coisa que incomoda deveras é a preocupação exagerada com RAM, gerenciador de tarefas, administração de apps. Parece um viagem no tempo, de volta aos anos 1990 a bordo de um Windows 98. A LG destina um widget específico para mostrar quanto dos 2 GB de RAM está em uso, criou um app dedicado à administração de apps abertos e coloca, na tela de multitarefa, atalhos rápidos para forçar o fechamento de todos os apps que estão na memória.

De verdade: não precisa de nada disso.

2 GB de RAM sobra para o Android hoje. Fosse em um aparelho comprometido nesse aspecto, com… sei lá, 512 MB, seria compreensível — ainda que o adjetivo “vantajoso” permaneça questionável. No Optimus G Pro, isso tudo é bobagem. O Android gerencia a memória bem e o único efeito que saber quanto de RAM está em uso tem no usuário é o de paranoia ao ver muito dela está ocupada. Normal: memória existe para ser usada, não economizada.

A LG redesenhou profundamente o Android.

As intervenções visuais na Optimus UI são, na maioria das vezes, deselegantes. As nuvens no app drawer, os ícones redesenhados, os seletores dos menus, a animação ao alternar as telas iniciais, tudo é esquisito, parecem partes distintas que não conversam entre si e destoam drasticamente das diretrizes de design do Android que, nos apps (bem feitos), aumentam ainda mais essa sensação de estranheza e distanciamento visual.

Algumas intervenções felizes da LG.

Está tudo perdido? Não. Há coisas para se gostar na Optimus UI. A tela de desbloqueio possui atalhos rápidos bem úteis e os apps QSlide oferecem um workflow multitarefa bastante versátil. O recurso que mantém a tela ativa monitorando o olhar do usuário é bacana, bem como o que pausa um vídeo quando quem o assiste olha para outra direção — infelizmente, esse só funciona no player nativo.

As opções, aliás, merecem um pente fino: várias configurações interessantes ou mal definidas por padrão se escondem ali. Exemplo? O teclado, que por padrão vem com o método swipe de escrita e a correção automática desativados.

Um grande phablet

LG Optimus G Pro.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Como todo bom Android, três meses após ser lançado por aqui o Opimus G Pro, cujo preço sugerido é de R$ 2.099, já pode ser encontrado por menos de R$ 1.600 em lojas virtuais confiáveis. É um preço bem tentador para um aparelho que ainda é capaz de segurar o status de high-end, e que fica ainda mais interessante quando comparado ao seu concorrente direto, o Galaxy Note 3, cujo preço sugerido é de R$ 2.800. Ouch!

Existem poucos motivos para desgostar do Optimus G Pro, mas esses poucos podem ser insuportáveis. O tamanho é o primeiro e mais óbvio: nem todo mundo gosta de andar com um negócio tão grande e destacado no bolso. Colocá-lo no rosto para conversar (ah é, ele faz ligações também, e nada a reclamar nesse ponto) é quase cômico. Em contraponto aos vídeos de tirar o fôlego e joguinhos imersivos proporcionados pela sua bela e grande tela está o tamanho físico, que afugenta quem prefere tamanhos mais manuseáveis e dificulta o uso.

A outra baixa é a personalização do Android. É feia e esquisita, um choque para quem, como eu, está habituado ao sistema puro, como concebido pelo Google. Pelo menos não notei engasgadas ou travadas de qualquer espécie, algo que, no passado (e, dizem, com alguns modelos atuais de outras fabricantes) era um problema crônico derivado das skins de fabricantes. O Optimus G Pro é um foguete.

O Optimuns G Pro não caiu no lago durante a produção dessas fotos.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Apresentam-se como opções de phablets no mercado nacional o Optimus G Pro e o Galaxy Note 3. No custo-benefício, o modelo da LG é imbatível. Além do preço, em termos gerais ele é ótimo. Se phablets forem a sua praia, é um aparelho a se considerar bastante.

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14 comentários

  1. Muito boa a sua critica a não ser pelo excesso cometido em dizer q o phablet tem uma tela grande. Isso é algo tao contraditório….
    Em todos os reviews da net o que mais se escuta dizer é que o Lg G Pro ou Note2 e 3, tem a tela gigantesca! Mas não é isso que faz ele passar de smart para um phablet?
    Nao seria mais interessante pensar que quem se propõe a ter um aparelho desses esta careca de saber que ele é grande…ou como já li por ai “imensamente grande”, são irracionais estas comparações. Li em um comentário que vc preferia o G2 do que o G Pro se fosse para escolher. O G2 esta afundando no Brasil com menos de 3 meses de lançamento pela falta de slot pra cartão,diferencial esse q o G Pro tem.
    Eu fui proprietário de um Note 2 e fiz a troca em dezembro passado para o G Pro e a unica certeza de que tenho é q qualquer pessoa q tenha um phablet dificilmente recuara a um Smartphone outra vez…
    Fica a dica de que em próximos reviews phablets sejam tratados como phablets e nao como smartphones que possuem telas grandes e exageradas demais.

    1. Bom ponto, Rafael. O tamanho é uma característica inerente, na real a que configura um phablet, mas ainda assim acho válida essa citação quanto ao tamanho — é um deal breaker para muita gente (para mim, por exemplo) e que às vezes pode passar batido para algum desavisado.

      A minha ideia de review, aqui, é analisar o smartphone dentro dessa definição, sem segmentar. Dando outro exemplo, um leitor reclamou que peguei no pé do Moto G pelo seu desempenho mediano. É um custo-benefício sensacional, mas isso não redime todos os seus pecados.

      De qualquer maneira, nas próximas darei menos atenção ao tamanho dos phablets analisados por aqui.

  2. Excelente review, mas vou ficar com meu nexus 4 por pelo menos mais um ano.
    Gosto muito dos smarts da LG, acho o acabamento melhor do que da samsung. Minha esposa tem um optimus G e entre esse g pro e o G 2 com certeza eu ficaria com o G2. Só achei vacilo da LG colocar o home físico no G2, acho a solução do optimus G muito elegante.

      1. olha, Ghedin, comprei meu N4 num sábado pagando com cartão. de tarde me ligaram para confirmar se havia sido eu mesmo e se tinha alguma dúvida! dae, foi despachado na segunda, e eu recebi na quarta.

        salvo engano, ela é de SC ou do PR. isso diz alguma coisa pra vc? rs

        compraria de olhos fechados, mano. outra loja com boa reputação e bons preços é a Gurivéio (parece que são do mesmo grupo).

        enfim, essa foi a minha experiência. no ReclameAqui, de cada 3 que registraram reclamação, 2 voltariam a fazer negócio, e ela tem respondido TODAS as reclamações lá.

        e, relativamente, não são muitas reclamações para o volume de vendas: menos de 200 no total, desde 2012.

        [ ]s

  3. Guedin, este aparelho em comparação ao G2, que é o flagship da LG, não uma má opção para o consumidor? Visto que para os amantes de tela grande, uma diminuição de 5,5 para 5,2 não é algo representativo e o G2 está mais barato em boa parte das lojas nacionais confiáveis.
    Nos EUA esta diferença é de 40 dólares a mais para o G Pro em relação ao G2. Não entendo se o G2 possui especificações superiores

    1. Acho que o G2 se encaixa em outra categoria, de smartphones “normais”. A diferença de 0,3″ na tela parece pouca, mas é considerável, e em dimensões absolutas o G2 se aproxima mais do Galaxy S 4 do que do Galaxy Note 3 — para ficarmos na comparação com os equivalentes da concorrência. Você prefere Galaxy S 4 ou Note 3? É a mesma pergunta que fica em relação ao G2 e ao Optimus G Pro.

      Pessoalmente, mesmo sem ter usado um ainda, eu iria de G2. Phablets são grandes demais para as minhas mãos e, no caso dessa comparação direta com o Optimus G Pro, o G2 é mais atualizado — SoC e câmera melhores.

      1. Entendo. Mas no caso particular da Samsung, o Note 3 possui especificações melhores que o S4. É inverso ao caso da LG.
        No caso da tela, a diferença é de 0,7 polegadas. Além de possuir configurações em todo superiores, acabamento traseiro imitando couro em detrimento ao plástico “glossy”, canetinha, usb 3.0, processador melhor, processador de imagens melhor, ou seja, meu argumento é que o consumidor Samsung tem bons motivos para a troca.
        Na linha LG não vejo os mesmos atrativos e a razão desta opção mercadológica por parte da fabricante.
        Obrigado pelo comentário Guedin, abraço!

        1. Sim, a situação é inversa. Questão de datas. O Optimus G Pro foi lançado no começo de 2013; o G2, mês passado. Com a Samsung, ocorreu o inverso — smartphone primeiro, phablet depois. São quatro aparelhos bem competentes, mas ainda bato na tecla das categorias diversas, mesmo eles estando tão próximos em tamanho e recursos.

          Não será de se estranhar caso o sucessor do Optimus G Pro apareça no MWC em fevereiro :-)

          1. Não sabia sobre esta diferença de lançamento. Acabou as dúvidas. Obrigado!

    2. Galera,me ajudem por favor…gostaria de saber se o lg g2 tem a tecnogia qi,citada acima…quero comprar o aparelho da lg wcp300 e quero saber se funcionará …agradeço desde já

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