O que tem na sua mochila, Luiz Mazetto?

Foto de Luiz Mazetto.
Paulistano, mas criado no interior paulista, Luiz Mazetto é editor do IDG Now! e cobre o mercado de tecnologia há mais de sete anos. Já colaborou com a Vice Brasil e Revista Brasileiros e também escreveu os livros Nós Somos a Tempestade (Edições Ideal) e Nós Somos a Tempestade – Volume 2 (Edições Ideal) sobre o metal alternativo pelo mundo.

Estes são os conteúdos da sua mochila:

  1. Mochila North Face: Comprei em uma viagem para Barcelona há uns 3, 4 anos, e continua sendo uma das melhores aquisições da minha vida, tem um compartimento para o laptop, é confortável e resistente. O único defeito são as mil e uma alças que enchem um pouco a paciência.
  2. MacBook Air 11 polegadas (2012): Já está meio “baleadinho”, mas é meu companheiro fiel e inseparável de redação, home office e viagens diversas. Quando pifar, o que deve demorar um pouco ainda para acontecer, será substituído por um outro Air, caso as finanças permitam, é claro.
  3. Salonpas: Uma das maiores criações da humanidade, já me salvou de diversos torcicolos e tendinites mil nas mais diferentes situações possíveis.
  4. Desodorante, álcool em gel e camisa xadrez: Sempre prudente carregar, já que nunca sabemos para onde a vida pode nos levar.
  5. Fone LG (que veio com o G4): Já tive diversos fones da Apple, da Samsung, da SkullCandy e até do Motorhead, mas nenhum sobreviveu nas minhas nada habilidosas mãos. Até agora, esse modelo que veio com o G4 está aguentando bem o tranco – vamos ver até quando.
  6. Guarda-chuva: Foram poucas as vezes que fiquei sem um guarda-chuva, ainda que um meio podreira, aqui em São Paulo. A chuva deu as caras em todas elas.
  7. Óculos escuro: Esse modelo dobrável da RayBan é ótimo para levar no bolso/mochila e também para evitar acidentes, já que é mais difícil de quebrá-lo desse jeito.
  8. Livro Shock Value: Geralmente prefiro carregar o Kobo, pela portabilidade e tudo mais, mas comprei esse livro meio no escuro em uma promoção recentemente e não consegui parar de ler. Conta a história do surgimento do chamado “new horror”, movimento de filmes de terror inovadores nos anos 1970 pelas mãos de gente como Roman Polanski, Wes Craven, John Carpenter, Brian De Palma e Tobe Hopper, entre outros.
  9. Soro para o nariz (Fluimare): Amigo bom para ter sempre ao lado neste ar seco e poluído de São Paulo, ainda mais para quem sofre de rinite, como eu.
  10. Bolinha anti-stress (ou seja lá qual o nome certo): Não relaxa tanto quanto gritar gol, beber uma cerveja ou ir a um show, mas é o que tem no horário comercial.

Nota da editora: “Na mochila” é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Veja as outras mochilas já publicadas e mande a sua.

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18 comentários

  1. @luiz_mazetto:disqus Rapazzz, que piso laminado de madeira bonito, hein? rs
    Vi a bolinha anti-stress e lembrei daquele Fidget Cube (a.k.a. caixinha de apertar e clicar) rs… acho que tu iria gostar. Conhece?

  2. Gostei! Uma das poucas ”sinceras”, vejo muito por aqui que os caras colocam todos os gadgets da casa na mochila pra aparecer aqui…A menos que tenha quem realmente goste de andar com tanto peso.

  3. Tenho uma camisa xadrez dessas de flanela também, é leve, ocupa pouco espaço e esquenta o suficiente quando preciso. Você não tem o hábito de anotar coisas? Eu que estudo Sistemas de Informação sempre mantenho ao menos um bloquinho aqui comigo, sempre pensei que fosse “regra” no jornalismo :)

      1. Uso o smartphone na maioria das vezes também, só que às vezes sinto vontade de escrever. É como se eu tivesse mais controle das ideias quando as escrevo hahaha

      2. Costumo levar o bloquinho apenas em entrevistas ou pautas mais frias. Quando estou em um evento grande ou em uma coletiva de lançamento de um algum produto já conhecido, como smartphone, o padrão é anotar no smartphone e, dependendo da pauta, deixar a matéria semi-pronta no publicador e só atualizar com as infos e publicar :)

  4. Gostei, são poucos itens, mas usa quase todos durante um dia comum. Não é necessário andar por aí sempre preparado para uma expedição na floresta.

  5. Pô, curti muito! São poucos itens que parecem ser o que você realmente usa e leva com você. Eu nunca levo uma segunda camisa na mochila (já precisei em algumas situações), mas sempre levo desodorante e um perfume porque nunca se sabe né? Você não leva nenhuma bateria externa?

      1. Eu levava, mas como saio pela manhã com meu perfume “padrão” e nunca consigo amostras do mesmo, levo ele pra não ter que misturar uhahuahua

    1. Já carreguei muita bateria externa à toa por aí. Por isso, hoje em dia só levo se vou passar o dia todo em um evento ou algo do tipo. Caso contrário, é só peso desnecessário na mochila (tenho aquela da Xiaomi, que é ótima, mas pesa muito).

      1. Entendi! Tenho essa da xiaomi de 10.000 mah e é minha companheira inseparável. Confesso que nem sempre uso, mas acho melhor prevenir que remediar. Me salvou muito em saídas inesperadas pós-expediente.

    2. Também notei a “falta” da bateria externa, nem que seja uma pequena pro celular. Tenho uma que foi essencial em 3 ou 4 dias do meu último ano, mas foi hahah
      Porém no caso a minha é pequena, 4000 miliamperes, do tamanho de um smart mesmo.

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