A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) reconheceu o vínculo empregatício entre um motorista e a Uber. Outras turmas da corte (4ª e 5ª) já haviam decidido em sentido contrário, o que levará o assunto a uma subseção a fim de uniformizar o entendimento do tribunal. Via Folha de S.Paulo.
4 comentários
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a forma com que as empresas tratam os motoristas pode não ser justa.
mas muito menos justa é forçar vínculo empregatício onde CLARAMENTE não existe um.
mas é justiça trabalhista né? não se pode esperar nada mesmo.
Será que agora o pessoal vai parar de cancelar corridas?
Acho que a pergunta deveria ser: será que agora a Uber vai dar condições para que os trabalhadores não precisem ficar escolhendo corridas que sejam em conta?
Dúvido muito que isso aconteça. E ñ concordo da forma que essas empresas (inclue as de delivery) lidam com as pessoas que usam a plataforma como meio de trabalho.
Agora, a forma que alguns motoristas usam a plataforma, não tem como ñ questionar.