Dois homens, em poses diferentes, usando cuecas pretas da Insider, um em cada canto da imagem. No centro, a frase: “A cueca mais confortável com 12% Off. Cupom MANUALDOUSUARIO12”

Reserva Imovision, novo streaming brasileiro

São tantos os serviços de streaming disponíveis hoje que não é absurdo quando um deles passa batido. Em abril, a distribuidora Imovision lançou o seu, a Reserva Imovision. Custa R$ 24,50 por mês e, no lançamento, contava com 264 filmes em seu acervo e a promessa de novos títulos toda semana. Via Imovision.

Quem assina o Globoplay já deve ter se deparado com o característico logo da Imovision no rodapé dos cartazes de alguns filmes — na minha humilde opinião, boa parte dos melhores filmes disponíveis no streaming da Globo. Nem todos os títulos da Imovision, porém, estão no Globoplay. A Imovision foi fundada há 30 anos e foca em filmes independentes e estrangeiros (leia-se: de outros países que não os Estados Unidos), em especial da França.

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14 comentários

  1. Não cobsegui nem carregar o trailer na página deles fico imaginando a qualidade do streaming.

  2. Recomendação pessoal para filmes fora do circuito Hollywood: Belas Artes a láCarte, pago 100 reais o ano e vale a pena.

  3. Na minha humilde opinião, esses serviços erram na precificação. O valor máximo que faria a pessoa assinar por impulso, é, a meu ver, R$ 9,90. Senão, fica restrito à um determinado nicho.
    Já assino Netflix e Amazon, vou pegar HBO na promoção que o Rodrigo postou esses dias, e tenho vontade de ter Disney, mas teria que ser mais barato.

  4. Tinha a pirataria. Mas era chata, complicada, trabalhosa.
    Aí veio a Netflix e venceu a pirataria.
    Aí as distribuidoras/produtoras, na sua ganância, viram que o negócio da Netflix era muito bom e começaram a cada uma criar o seu próprio serviço. Hoje tem quinhentos serviços de streaming, todos querendo seu suado dinheiro.
    A pirataria vai vencer de novo.

  5. Pior é pensar que mesmo com esses streamings em penca, ainda tem filmes e séries que não estão disponíveis em lugar nenhum.

  6. Dia desses a gente estava aqui (creio que em um Post Livre) discutindo sobre a quantidade de serviços que as pessoas assinavam (incluindo serviços de streaming), e levantei o ponto sobre até que nível isso substituía os serviços que tradicionalmente, muita gente já assinava (como a TV a cabo, por exemplo).

    Essa semana eu assisti esse vídeo do YouTuber PH Santos, que faz uma comparação entre serviços de streaming e TV a cabo com relação ao preço, acho que vale a pena dar uma olhada: https://www.youtube.com/watch?v=jpvCnvJVqdM

    De todo modo, a proliferação desses serviços é algo que a gente vai ter que lidar por um certo tempo, talvez vá surgir tantos quantos os canais de TV a cabo. Pode-se contar os efeitos negativos, mas ao menos, como conclui o PH Santos, é possível assinar somente os serviços que desejar de acordo com seu perfil de consumo por um preço bem menor do que se fosse pagar por uma enxurrada de canais não desejados em um pacote de TV por assinatura.

  7. “Filmes estrangeiros” quer dizer não americanos, né? Me lembrou a Netflix, que até há pouco tempo colocava o rótulo Filmes Estrangeiros e você tinha que tentar adivinhar a procedência ouvindo as falas dos atores no trailer. Não tenho mais visto esse rótulo, mas a Netflix continua desafiando a gente a acertar a nacionalidade de muitos filmes e séries. Impérios têm dessas coisas.

  8. O triste é que são mais e mais serviços com pouca variedade no catálogo entre si, fomentando uma indústria que só tem foco em lançamentos. Há uma imensidão de clássicos do cinema que só estão disponíveis de forma ilegal. Procure algo do Kurosawa ou do Hitchcock para ver a dificuldade. Às vezes vai aparecer só um mísero filme numa plataforma, outro em outra… O que há de tão diferente nos contratos da indústria cinematográfica em relação à indústria da música, que [depois de dormir no ponto por muitos anos] tem várias plataformas de distribuição e consumo de conteúdo antigo e novo? Abs!

    1. Esse é um dos grandes problemas do streaming de vídeo, a enorme fragmentação e a ausência de alguns clássicos. Talvez a gente esteja passando por uma “entressafra”; a Netflix mostrou o caminho usando materiais de diversos outros estúdios, aí cresceu o olho de todo mundo para ter seu próprio serviço, e acho que em breve a própria indústria vai sacar que ninguém aguenta pagar tanta assinatura e oferecer uma alternativa viável. Ou assim espero.

      1. Na minha opinião, essa alternativa viável será no formato de serviços de streaming segmentados ou catálogos temáticos dos serviços a um preço mais baixo (algo do tipo Netflix Família, Netflix Comédia, Netflix Terror, etc.). Isso meio que já começou a acontecer: a Disney tem o Disney+ para um catálogo mais família e o Star+ para um catálogo mais “adulto”, digamos assim.

    2. Tem alternativas. Por exemplo, Mubi e Belas Artes à La Carte. O À La Carte você paga R$ 9,90 e tem uma enorme variedade de clássicos e independentes, além de festivais periódicos com filmes de países específicos, diretores, gêneros etc. Não é propaganda, só comentário de um fã do serviço.

      1. Paulo, para filmes como Kurosawa e Bergman a solução é Mubi(inviável por causa do dólar), Telecine(ótimo catálogo mas um pouquinho salgado,mas meu favorito para filmes) e Belas Artes à la Carte (baratíssimo e tem várias coisas fora do circuíto Hollywood).
        Eu postei no post livre uma relação de todos os streamings disponíveis no Brasil, há coisas como Filme Filme que me lembram e muito o Mubi por causa da curadoria.

        1. O Mubi já está há algum tempo cobrando valor fixo em real, e não é dos mais caros. No meu caso, já fui assinante e quando resolvi sair eles ofereceram um preço até mais barato pra ficar. Vou dar uma olhada na sua postagem. E sigo sonhando com o dia em que a gente possa pagar uma só assinatura reunindo vários streamings. Baratinha de preferência.

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