Com um aviso no Twitter, o OnlyFans reverteu a decisão de proibir conteúdo sexual explícito em sua plataforma, dizendo ter “assegurado recursos” necessários para continuar operando dessa forma. Anteriormente, logo após anunciar a proibição, que seria válida a partir de 1º de outubro, o CEO Tim Stokely havia dito ao Financial Times que os bancos BNY Mellon, JPMorgan Chase e Metro Bank estavam criando obstáculos injustos para o pagamento dos criadores da plataforma devido à conexão do OnlyFans com profissionais do sexo. A forte reação deu resultado, mas fica a dúvida se o estrago já não está feito. Via @OnlyFans/Twitter (em inglês), Insider (em inglês).
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Ah, era uma decisão tão empresarialmente ($$) errada que só poderia terminar assim, sendo revogada.