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10 anos do elementary OS

Print do elementary OS 5.1 com o Manual do Usuário aberto em uma janela do navegador.
O Manual do Usuário aberto no Epiphany, o navegador padrão do elementary OS. Clique para ampliar.

Passou batido aqui, mas ainda vale o registro: na quarta (31), o projeto elementary OS completou dez anos. Àqueles que não o conhecem, é uma distribuição Linux focada em experiência do usuário e fortemente inspirada no macOS, mas cheia de ideias próprias e bem resolvidas. O elementary OS está prestes a lançar a versão 6 e é distribuído no modelo “pague o quanto quiser”, incluindo nada (gratuito). O mesmo modelo é replicado na maioria dos apps nativos da sua lojinha. Via elementary Blog (em inglês).

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10 comentários

  1. Uso há bastante tempo o Ubuntu e há alguns dias resolvi experimentar mais uma vez (já tinha antes) o ElementaryOS. A impressão é de que segue evoluindo muito mas acabei voltando ao Ubuntu em função de pequenos detalhes e acertos que já são automáticos no Ubuntu, como por exemplo, ajuste automático dos idiomas dos novos programas instalados, etc.

  2. Bacana o espaço que o Manual do Usuário vem dando para o universo Linux. Isso é muito bom para difundir o Linux e quebrar o velho paradigma de que é feio e difícil. Parabéns, Ghedin.

  3. Utilizei por algum tempo. Mas a época eu lembro que ele “quebrava” com a integração gráfica de alguns aplicativos como o LibreOffice. Mas em se tratando de consistência estética acho que está entre as melhores senão a melhor. Li entre os comentários aqui dias desses, algum debate sobre a inconsistência das distros para a atualização entre as versões (sem ser necessário fazer nova instalação) eu acho que a distro que melhor faz esse serviço é o Linux Mint. É o que venho mantendo no nosso escritório nos 7 computadores e apesar de ter um visual passível de críticas, em relação a estabilidade e continuidade sem quebras foi a que melhor me atendeu. Para a minha área (advocacia) o que mais sinto falta é uma gerenciador de arquivo que fizesse uma integração gráfica fácil para configurar e gerenciar versionamento de arquivos usando o btrfs e os snapshots. Algo que se não me engano chegou a existir com o OpenIndianna.

    1. Olá, Hilton. Vi que você comentou ser advogado. Eu também sou e minha principal dificuldade de utilização do Linux nas rotinas de trabalho em tempo integral é a dificuldade de instalação de drivers para utilização de certificação digital. Você por acaso já teve esse problema?

      1. Olá, Gustavo. Sim. Acho que eu citaria este como o principal problema para que o Linux atender plenamente as minhas necessidades. Aliás, é a razão de termos uma única licença do Windows que está em dual boot. Felizmente para a atuação de 90% de nossa demanda (nosso escritório fica aqui no RS assim como 95% de nossa demanda) que utiliza o (eProc, eThemis) conseguimos atuar pelo sistema login+senha. Mas também utilizei o Projudi (PR) e o ESAJ (SP) através do Chrome+plugins sem maiores problemas. O token que usamos é o JD-Burti (foi o que teve melhor compatibilidade). Mas de todos os sistemas jurídicos que até agora utilizei o eProc desenvolvido pelo TRF4 em minha opinião é o mais fluído e amigável a plataforma Linux. Já o sistema da Justiça do Trabalho é um que recorrentemente apresenta problemas. Embora eu seja advogado TI e Direito sempre estiveram juntos nos meus interesses desde os 16 anos. Trabalhei até um ano antes de me formar em direito com TI sendo os últimos 5 anos como gerente de redes do Exército do então 16º GACAP de São Leopoldo/RS, mas mesmo depois de partir para a área jurídica nunca deixei de lado a parte de TI que iniciei aos 16 anos quando era instrutor de informática em uma escola na cidade de Parobé/RS lecionando entre outras coisas sobre Linux isso lá por volta de 1996. Em tempos de HomeOffice estou faz algum tempo querendo implementar o NextCloud no escritório (principalmente para o acesso remoto de nossos dados) mas ainda não tive tempo para aprofundar. Na verdade, até por critério de segurança, ando pensando se vale a pena arriscar essa empreitada ou buscar alguém profissional na área. Talvez primeiro faça um projeto piloto pessoal, e depois aperfeiçoe para poder levar isso para a empresa.

        1. Pois também sou do Rio Grande do Sul (São Gabriel) e a minha utilização é quase idêntica a tua, inclusive tenho o mesmo modelo de token. A dificuldade que tem me dado mais dor de cabeça pra contornar é o caso do PPE do TJ-RS que funcionava com a utilização do Flash e que com a descontinuidade deste passou a poder ser utilizado mesmo em Windows somente com a versão portable do Firefox fornecida pelo TJ. Já tentei tanto emular essa versão portable via wine como instalar o flash no Firefox, sem sucesso, o que tem me forçado a manter um dual boot chato na máquina (fecha todos os programas, abre o Windows, faz o que precisa e volta pro Linux). Tenho usado o Kubuntu aqui e fora essa questão tem me atendido bem. Abraço.

          1. Ah entendi. Tem a esquisitice do PPE né. Juro que não entendo. SC utiliza do eProc também para JEC. E ainda essa semana vi que o JECRIM também passou a ser via eProc. Porque o JEC continua no PPE? Boa pergunta né. De fato o acesso ao PPE também é feito com o Login e Senha mas pressuponho que teu problema esteja sendo o acesso ao conteúdo da íntegra que exige o Flash e que recentemente foi excluído. Se for esse o caso, eu tenho uma “solução” (que é para variar uma gambiarra). Ocorre que nas últimas atualizações do pacote flash, o pacote na verdade veio “vazio” apenas para fins de remover o flash. Logo depois dessa atualização também tivemos problemas com o Flash. A solução foi, fazer o downgrade do pacote voltando a versão anterior e “travando” esse pacote para não ser atualizado. Sim, não é nada aconselhável já que o flash foi justamente removido por não ser recomendado o seu uso. Mas, considerando que uso uma versão isolada do Firefox para isso (a ESR) e que utilizo tão só para esse fim (acesso ao PPE) me pareceu ser a alternativa mais viável. Eu não recordo qual a última versão funcional do flash no Kubuntu, mas dá uma pesquisada, aí depois de tu achar, baixa o pacote (sem instalar) desista-la a versão atual, instala a versão anterior, e trava esse pacote para não ser atualizado (com o apt hold) se não conseguir de repente me manda um e-mail (hiltongil@gmail.com) que te envio o arquivo e um passo-a-passo.

    2. Complementando não foi com o OpenIndiana, mas sim com o Solaris a integração com o gerenciador de arquivos (nautilus) era o Time Slider. Uma pena não ter algo assim (de forma fácil) hoje.

  4. Minha principal (e única) distro desde 2015, quando deixei o Ubuntu para tentar algo diferente. Sempre gostei bastante do elementaryOS. Nunca tive problema com as coisas que as pessoas mais reclamam dela, como a impossibilidade de usar PPAs (é possível e é bem fácil começar a usar), área de trabalho não utilizável (há muuuuuitos anos que sempre deixo minha área de trabalho vazia, talvez tenha essa mania desde 2009, muito antes do eOS) e uma certa rigidez do sistema em relação a modificações no visual (aquele amontoado de opções e coisas do KDE me deixam perdido).
    Tive alguns problemas, claro, mas todos até hoje solucionáveis, uns de forma mais fácil outros mais complicados, mas mesmo assim, nada de grave que tenha afetado meu trabalho.
    Gosto da filosofia deles e além disso, o pessoal é bastante “gente boa” (já, mais de uma vez, troquei e-mails com o Cassidy James Blaede, um dos fundadores do projeto/empresa e líderes de desenvolvimento).
    Que venham mais uns bons é ótimos anos de eOS.

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