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Aplicativos e sites usados para ensino à distância no Brasil violam ou colocam em risco a privacidade de crianças, aponta Human Rights Watch

A Human Rights Watch (HRW) analisou 164 produtos das chamadas “edtechs”, startups/empresas de educação com foco em tecnologia, adotados por 49 países (entre eles, o Brasil) para proporcionar educação à distância a crianças e adolescentes durante a pandemia de covid-19. Desse total, 146 (89%) apresentaram práticas que colocam em risco ou infringem os direitos dos menores de idade.

No Brasil, nove edtechs foram avaliadas. Oito violavam a privacidade das crianças e um a colocava em risco. Da Folha de S.Paulo:

São eles: Estude em Casa, da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais; Centro de Mídias da Educação de São Paulo, da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo; Descomplica, Dragon Learn, Escola Mais, Explicaê, Manga High, Stoodi e Revista Enem — este último sendo o único que apenas coloca em risco os dados dos estudantes.

Via Human Rights Watch, Folha de S.Paulo.

1 comentário

  1. Em 2016 Descomplica e Revista Enem me ajudaram bastante na prova do ENEM porque meu colégio não tinha uma intenção de ajudar os alunos a passar no vestibular, no final não passei mas tive um bom incentivo por poder estudar pelo celular, o descomplica já naquela época ficava mandando notificação de horário pra estudo que não dava pra desativar e passava conteúdos que não eram condizentes com o ENEM, mas que eram comuns no 3º ano letivo, principalmente conteúdo de exatas

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