Um estudo da agência australiana CSIRO indicou que o SARS-CoV-2, o coronavírus causador da COVID-19, poderia sobreviver até 28 dias em superfícies como o vidro das telas de celulares. Os resultados causaram alguma comoção, mas é preciso cautela na interpretação. Via BBC Brasil.
Os testes laboratoriais foram conduzidos no escuro, em um ambiente com temperatura controlada e sem o uso de muco humano, que costuma acompanhar o espalhamento do coronavírus. O mundo real afeta drasticamente os resultados — basta lembrarmos dos medicamentos que, em laboratório, se mostram eficazes contra o coronavírus, mas que no corpo humano, não. Um professor da Universidade de Cardiff, Ron Eccles, disse à reportagem da BBC que o estudo australiano causa um “medo desnecessário nas pessoas”.
Na dúvida, higienize seu celular sempre que sair de casa. Tem uma matéria explicando como aqui no Manual.
Nunca havia limpado a tela do meu telefone, um iPhone 8+. Por causa do coronga, passei álcool gel (não diretamente, mas usando pano de microfibra) e desde então sinto a tela bastante “áspera” durante o uso diário, parece também que ficam mais marcas de dedo. Então só passo o pano umedecido em água mesmo… e a capa eu lavo com água e sabão.
Essa é uma das medidas que eu mais me preocupo. O coronavírus é o principal fator, óbvio, mas se pensarmos é um hábito de higiene tão importante quanto lavar as mãos, já que o celular é praticamente uma extensão do nosso corpo heheh. Aqui uso álcool isopropílico e um paninho, que lavo constantemente. Sempre troco também a capa do celular, que eu limpo com álcool 70% mesmo.
Limpo com álcool sempre que volto do mercado, que é a única saída em que toco em coisas alheias antes de tocar no celular.