Bill Gates deixou o conselho da Microsoft após denúncia de assédio sexual, diz jornal

O divórcio de Bill Gates e Melinda French Gates, anunciado no início de maio, desenterrou denúncias de que o co-fundador da Microsoft teria assediado funcionárias da empresa. Segundo o Wall Street Journal, em 2019 o conselho administrativo da Microsoft contratou um escritório de advocacia para investigar a acusação, feita por uma engenheira da Microsoft, de que ela teria tido um caso com Gates durante anos. Gates renunciou do seu assento no conselho antes da investigação terminar.

Uma investigação paralela do New York Times revelou diversas fontes que relataram que Gates teria assediado outras funcionárias ao longo da sua carreira (e do casamento com Melinda), e que seu comportamento era sabido nos corredores de Redmond — ainda que ele não fosse considerado um predador, ou seja, não insistia com as mulheres após receber uma negativa delas. A reportagem não conseguiu confirmar se Melinda sabia dos casos extra-conjugais do agora ex-marido, e atribuiu o divórcio, por iniciativa dela, às ligações de Gates com Jeffrey Epstein, empresário norte-americano acusado de tráfico sexual e morto em 2019. Via Wall Street Journal (em inglês, com paywall), New York Times (em inglês, com paywall).

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