Bezosismo

Neste excerto do livro recém-lançado Arriving today: From factory to front door (sem tradução no Brasil), Christopher Mims propõe que o modelo de trabalho nos centros de distribuição da Amazon, onde +750 mil funcionários humanos fazem tarefas repetitivas e enfadonhas, de pé, em turnos de 10 horas, com 30 minutos de almoço e dois intervalos de 15 minutos para irem ao banheiro, auxiliados por robôs e sempre vigiados e guiados pelo algoritmo, representa uma mudança tão profunda quanto as de Henry Ford e Frederick Winslow Taylor promoveram no início do século XX. Para Mims, Jeff Bezos deixará também este legado, ao lado da revolução do e-commerce e da corrida espacial na esfera privada: o Bezosismo. Via Wall Street Journal (em inglês, com paywall).

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2 comentários

  1. Meu deus! A matéria é assustadora. Criaram o “sistema perfeito”, com funcionários competindo entre si, movidos a cafeína e energéticos. O problema é que depois que você contribui para elevar a “taxa”, tanto você quanto os outros estão sujeitos a ela, independente do que aconteça. Só me veio uma frase na mente: “O Grande Irmão está observando você!”

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