O que tem na mochila do Gabriel Arruda.

O que tem na sua mochila, Gabriel Arruda?


30/5/16 às 15h30

Foto do Gabriel Arruda.

Gabriel trabalha atualmente como cientista de dados na Semantix, antes disso atuava como programador full-stack no aplicativo Experiences e como analista de sistemas em tecnologia Oracle. Curioso e leitor inveterado de qualquer coisa, de literatura antiga a artigos acadêmicos, perde mais tempo que gostaria lendo reviews de produtos que nunca irá comprar. É bacharel e mestre (área de Processamento de Língua Natural) em Sistemas de Informação pela USP. Escreve esporadicamente no Medium, pode ser encontrado no Twitter e Instagram como @gdarruda.

  1. Mochila Hercovitch C&A. Achei a mochila muito bonita e comprei meio por impulso, sem pesquisar, mas ela tem tudo que eu preciso: gancho para chave, espaço para notebook, porta-canetas, bolsos pequenos internos para documentos e bolso frontal para coisas de fácil acesso. Ela é meio pequena, se você precisar levar um notebook muito grande é possível que ela não sirva — o Lenovo já fica bem apertado nela.
  2. iPhone SE. Estou usando iPhone há apenas uma semana. Tive vários Android e um Windows Phone. Primeiras impressões: assustadoramente rápido, aplicativos bonitos, tela apertada e não gosto de usar o botão físico. Se você não liga (ou prefere) telas pequenas, é um ótimo produto.
  3. Caderno de anotações. Caderninho sem pauta. Uso para fazer rabiscos com o intuito de explicar algo ou entender algo. Uso muito pouco para anotar de fato, prefiro o meio digital para pautas de reunião, por exemplo. Uso essa lapiseira cópia da Pentel que nem sei a marca mais, está comigo desde a época do Ensino Médio e continua funcionando muito bem. A caneta é uma qualquer da Pilot. Como escrevo pouco, não presto muita atenção nisso.
  4. Cabo Lightning. Para carregar o smartphone. Como sempre estou perto de um notebook, levo apenas o cabo e carrego em alguma porta do notebook quando preciso.
  5. Lenovo Z40-70. É o notebook da empresa que costuma estar comigo no dia a dia. A configuração é ótima (só um SSD seria um aditivo interessante): Core i7 4500U, 16 GB de RAM, 1 TB de HD e placa de vídeo GeForce 840M com 2 GB dedicada. Os 16 GB parecem exagero, mas é ótimo quando preciso rodar mais de uma máquina virtual ao mesmo tempo. Apesar das configurações, tem cara de notebook de entrada: acabamento em plástico e construção molenga. A tela é Full HD, mas tem péssimos ângulos de visão, o trackpad é ruim e a bateria deve muito. Eu uso Ubuntu, então talvez bateria e trackpad funcionem melhor no Windows (que vem recheado de bloatware). Os 2 Kg são razoáveis, mas hoje tem opções bem mais leves. O teclado é muito bom, apesar de achar o layout meio estranho. Para quem precisa de de muita memória ou uma GPU melhorzinha é um produto justo, mas sinto falta do refinamento de hardware e software do MacBook Air, que tenho para uso pessoal.
  6. Óculos Ray Ban Clubmaster. Meus olhos são bem sensíveis a luz quando estou com lentes de contato, então é sempre bom ter um óculos de Sol e esse design clássico do Clubmaster funciona bem com roupa casual e social. Achei legal que essa é a versão 49 mm e ficou certinho no meu rosto. Sempre tive dificuldades em achar óculos que ficassem bem.
  7. Carteira Single Pocket Braveman. Carteira de couro compacta com apenas um bolso — afinal carrego apenas três cartões (débito, crédito e VR) e dinheiro. Espero que dure pela simplicidade e preço, já que todas as minhas outras carteiras cheias de divisórias acabavam estragando das mais diversas formas.
  8. Necessarie da Bausch & Lomb. Uso lentes de contatos rígidas e, por incrível que pareça, é mais barato comprar essa necessaire com solução, caixa para lentes e colírio na Internet do que apenas a solução na farmácia. Não é muito bonita, mas tem espaço para colocar minha escova de dentes junto com as coisas para as lentes de contato.
  9. Wireless Mobile Mouse 3500. Mouse que ganhei de graça em uma promoção na compra do Office 2010. Estava encostado desde a época que ganhei (2011), mas o trackpad ruim do Lenovo me fez voltar a usar mouse depois de anos. Como todo periférico Microsoft, é ótimo: leve, preciso, funciona em várias superfícies e o encaixe para o adaptador USB é bem prático com mecanismo “pente de semi-automática”.
  10. Kindle (2012). É o último Kindle com botões físicos e sem touch-screen. Tenho ele desde 2013 e comprei a capinha oficial pouco tempo depois em uma promoção na Amazon, o que se mostrou útil já que eu quebrei dois Kindles antes e esse já está durando há três anos. Gostaria muito de um Kindle Voyage: iluminação com regulagem automática, tela melhor, botões nas laterais e cobertura de vidro (os dois outros Kindles eu quebrei amassando a tela), mas no final esse velho atende bem e não me anima gastar R$ 900 no Voyage. A título de curiosidade, estou lendo Design para um Mundo Complexo de Rafael Cardoso.
  11. Fones de ouvido Xiaomi Piston 2. É o fone que uso na rua para ouvir música e podcasts. Apesar de o design não ser tão bom ao vivo como parece ser no site, o áudio é ótimo pelo preço e vem até com uma embalagem para carregá-lo com segurança (que não uso; não tenho paciência para ficar enrolando o cabo na caixinha). Foi um bom upgrade do meu antigo e ótimo Panasonic RP-HJE, o campeão na categoria custo/benefício.
  12. Guarda-chuva. Eu sou muito avoado, vivo esquecendo de levar coisas para o trabalho e esquecendo coisas lá também. Por isso, o guarda-chuva é fixo na minha mochila: uso pouco, mas sempre que preciso ele está lá. Aliás, alguém conhece um guarda-chuva de boa qualidade e leve? Eu sempre compro os baratinhos que duram pouco porque não têm o mecanismo automático e são muito mais leves, mas queria um que fosse leve, mas bom também.
O que tem na mochila do Gabriel Arruda.
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Nota do editor: O Na mochila é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o interior das bolsas e mochilas de leitores, colegas e amigos. Acesse este link para espiar as demais e mande a sua mochila.

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