O que tem na mochila do Fabio Bracht.

O que tem na sua mochila, Fabio Bracht?


23/2/15 às 10h00

Foto de Fabio Bracht.

Fabio Bracht é, já foi ou ainda será blogueiro, social media, jornalista, redator, quase-publicitário, tradutor, gerente de comunidades e programador. Tenta ao máximo possível viver como nômade digital, trabalhando sempre à distância, por isso ama mais a sua mochila quanto mais surrada e usada ela fica.

  1. iPhone 5. Peguei recentemente em troca com um amigo, dei meu Moto X. Alguns dizem que fiz mau negócio, mas estou feliz. O iOS me irrita mais que o Android, mas também me faz mais feliz do que ele.
  2. Macbook Pro Retina de 13 polegadas (Mid-2014). Minha vida, meu trabalho, meus amigos, meu amor: tudo isso, quando não está na minha frente, está dentro dele. É o único objeto que já tive e para o qual contratei seguro.
  3. Carregador do Macbook. Sempre com extensor. Melhor sobrar do que faltar.
  4. Bateria externa Mipow. Não é muito boa, mas às vezes salva. Especialmente agora com o iPhone (ô bichinho pra comer bateria).
  5. Um livro. Por mais que eu tenha um Kindle, quase sempre estou com um livro físico na mochila. Este, no caso, (Até o fim do dia, Thomé de Oliveira) é especial porque foi escrito por um amigo que conheci recentemente em Poços de Caldas/MG. Não é todo dia que se lê um livro escrito por alguém com quem você toma cerveja no bar.
  6. Kindle Paperwhite (2ª geração). Segunda melhor coisa que comprei em 2014. Não tenho nem sequer uma vírgula a reclamar dele, mas ainda assim quero pegar um Voyage assim que for possível.
  7. Colírios Viazul e Moura Brasil. Sim, dois. Tempo demais na frente do computador. O Moura Brasil é mais punk, meu médico disse pra não abusar, mas frequentemente é o único que resolve.
  8. Pen drive de, sei lá, 4GB? Nem sei. Útil de vez em quando, mas com cada vez menos frequência.
  9. Token do banco.
  10. Cinco adaptadores de tomadas e de carregadores de tipos diversos. Ocupam pouco espaço e raramente são úteis, mas é horrível precisar e não ter, então carrego todos.
  11. Canetas preta, azul e vermelha. Quando eu anoto coisas, gosto de usar hierarquia de informação baseado em cores.
  12. HD Externo WD 128GB. Não é dos melhores, dos mais rápidos, nem dos mais espaçosos, mas serve para a única coisa que eu uso: backups esporádicos do meu Macbook usando Time Machine.
  13. Fones: Velodyne vPulse e Philips SHS3200. O primeiro (abaixo, na foto), me custou mais de R$ 200 e, apesar de ter um som ótimo, é um inferno porque simplesmente não para na minha orelha por mais de 10 segundos, com nenhuma das borrachinhas. Um dia me irritei com isso, entrei numa Saraiva e comprei o primeiro fone que vi com suporte para trás da orelha. Custou R$ 39 e o som surpreendentemente não é muito pior. Praticamente aposentei o outro.
  14. Dois Moleskines. Um deles eu não precisava carregar, mas tem valor sentimental.
  15. Cabo original do iPhone com carregador oficial do Moto X. Quis ficar com o carregador porque ele tem duas saídas USB em vez de uma só.
  16. Mochila Deuter. Na verdade essa mochila é apenas a parte destacável de uma mochila da Deuter de 75+10 Litros parecida com esta. Exceto por alguma poucas coisas que deixo na casa dos meus pais, toda a minha vida cabe dentro delas.
O que tem na mochila do Fabio Bracht.
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Nota do editor: O Na mochila é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o que gente que admiro carrega em suas bolsas e mochilas. Acesse este link para espiar as demais.

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