O que tem na sua mochila, Dani Arrais?

O que tem na mochila da Dani Arrais.
Foto da Dani Arrais.

Daniela Arrais é jornalista e sócia da Contente, uma empresa que conecta pessoas em missões de impacto emocional positivo. A Contente faz isso por meio de projetos multimídia que funcionam como vitrines para o talento das pessoas. O principal deles é o Instamission, que promove missões fotográficas no Instagram. Ela é autora, também, do blog Don’t Touch My Moleskine.

  1. iPad. No dia a dia, uso quando precisamos fazer apresentações em agências de publicidade. Nas horas de lazer, para curtir um Netflix.
  2. Carteira Kate Spade. Tô apaixonada por esse azulzinho dela :-)
  3. Necessaire Chloé, escova de dente Curaprox e corretivo MAC. Itens de higiene e beleza importantes de ter na bolsa.
  4. Óculos de sol. Se os esqueço passo o dia com os olhos apertados, sem chance!
  5. Óculos de grau. Pra combater a miopia.
  6. Creme para mãos L’Occitane. Aquele carinho a qualquer hora do dia.
  7. Lenço de papel Softy’s. Indispensável para o inverno – e para a minha alergia.
  8. Barrinha de cereal Nature Valley. Para os momentos em que a fome aperta e você quer se manter saudável.
  9. Cabo do iPhone.
  10. Mochila Eastpack. Comecei a usar mochila quando viajava. Antes sempre usava uma mala de mão, achava mais confortável. Depois que comecei a usar mochila, percebi a praticidade que ela traz. Você fica com as mãos livres, se obriga a ser mais compacta também. O que ficava restrito a viagens virou a opção certa quando preciso usar o computador fora de casa.
  11. Fones de ouvido. Música é fundamental pra mim, então tenho sempre um fone e uma mixtape para me acompanhar. Faço várias no Rdio, se quiserem acompanhar, clique aqui.
  12. iPhone. O companheiro mais assíduo, seja na mochila, seja fora dela. Serve para o trabalho, para as conversas com amigos e família, para os momentos de distração.
  13. Livro Mal-entendido em Moscou, de Simone de Beauvoir. Gosto sempre de levar um livro na bolsa. Tô achando mais legal passar aquele tempo de espera no consultório médico lendo um livro do que ficando no scroll infinito no celular. Escrevi umas poucas linhas sobre o companheiro mais recente, esse livro da Simone de Beauvoir, no meu blog, o Don’t Touch My Moleskine.
  14. Caderno verde Moleskine. Ando sempre com um caderno na bolsa pra anotar ideias, cronogramas, desdobramentos dos projetos. Comecei a usar esse Moleskine quando fiz uma viagem a São Francisco. Visitei com a minha sócia e mais um grupo vários lugares como o Google, o Facebook, o Twitter. É legal olhar para as primeiras páginas do caderno e ver o tanto que aprendi nesses lugares. Aproveito pra deixar um texto que fiz quando voltei de lá.
  15. Chiclete Trident Fresh.
  16. Lápis da Muji. Não consigo ler livro sem grifar, portanto ter um lápis por perto é necessidade básica.
  17. Canetas Stabillo rosa e Edding. Também não vivo sem caneta. Gosto sempre de ter uma colorida e outra em uma cor tradicional. Sempre que entro em uma papelaria, fico em busca daquela que tenha o deslize perfeito.
  18. MacBook. O item mais indispensável da mochila. Uso pra trabalhar, pra estudar, pra conversar, pra ver filme, pra aprender sobre tudo.
O que tem na mochila da Dani Arrais.
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Nota do editor: O Na mochila é uma seção semanal do Manual do Usuário que apresenta o que gente que admiro carrega em suas bolsas e mochilas. Acesse este link para espiar as demais.

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62 comentários

  1. Por favor, alguém me explique, se possível a Daniela, o que significa “uma empresa que conecta pessoas em missões de impacto emocional positivo”. Com todo o respeito possível e cabível, deixar muito a pensar esse motto.

    1. Oi, Marcos, tudo bem? A gente faz projetos que partem de um convite. No Instamission, por exemplo, é para as pessoas fotografarem diferentes temas. No http://www.instagram.com/vailasp, para as pessoas darem dicas de coisas legais que elas vão fazendo pela cidade. No http://www.instagram.com/amoresanonimos, para as pessoas fotografarem cenas de casais apaixonados por aí. Fazemos convites, as pessoas respondem, e os projetos são abastecidos com conteúdos interessantes, cheios de histórias, que por vezes emocionam. É difícil mesmo a gente se definir, me fala se deu pra entender melhor? :-)

        1. cara, foi mal. não vi sua pergunta em tempo no último manual sobre o lance de história da ásia. se vc quiser perguntar novamente no próximo eu respondo ou emendo a resposta em algum comentário seu por lá, blz? abs.

          1. Relaxa! Não tenho cara de exigir respostas, era só uma dúvida que tive, mas agradeço a atenção! Mas sim, vou perguntar novamente.

  2. Ghedin, algum pitaco sobre o app do Google Fotos, no android, fazendo o upload das fotos mesmo depois de desintalado?

    1. Na verdade, o aplicativo Google Fotos é responsável apenas por mostrar as fotos, tentando substituir o Picasa e o álbum original do Android. O serviço que faz o upload das fotos é automatizado pelo proprio sistema do Google, e pode ser desativado nas configurações.

  3. Curaprox é soda. Melhor escova de dente. Pior que depois da alta do dolar o preço dela foi pro espaço, mas uma vez que vc usa… impossível usar outra

    1. Concordo. Antes da alta do dólar era já custava mais.
      Mas não dá pra largar. Minha gengivite foi-se embora depois dela.

    2. Conheci aqui e comprei anteontem, incentivada pelos comentários e uma rápida googlada. O rapazinho do caixa se assustou. Deve estar até agora indignado. Eu só me pergunto porque o dentista nunca indicou. É um carinho na gengiva!

      1. Estou curioso com essa marca. Ano passado já tive um upgrade e tanto, também por indicação do dentista: as linhas Slim e Slim Black da Colgate. São caras (duas por R$ 17), mas são tão macias, tão gostosas de escovar… Na próxima procurarei essa Curaprox para ver como se compara.

  4. Falando em Macs… Dia desses tive que ir no setor de TI da universidade e me deparei com 5 iMacs 21.5″ e 4 MBP 15″ Retina. Meus olhos brilharam.

  5. Faltou dizer que ela é muito bonitinha. E mesmo em overclock, meus neurônios não entenderam a missão da Contente…

      1. Oi, Bruno e Luís Eduardo, tudo bem? Como falei pro Marcos ali, a gente faz projetos que partem de um convite. No Instamission, por exemplo, é para as pessoas fotografarem diferentes temas. No http://www.instagram.com/vailasp, para as pessoas darem dicas de coisas legais que elas vão fazendo pela cidade. No http://www.instagram.com/amoresanonimos, para as pessoas fotografarem cenas de casais apaixonados por aí. Fazemos convites, as pessoas respondem, e os projetos são abastecidos com conteúdos interessantes, cheios de histórias, que por vezes emocionam.

        É difícil mesmo a gente se definir, a gente vive tentando fazer isso de uma forma mais clara e sucinta. Enquanto não chegamos nisso, fiquem à vontade pra me perguntar! :-)

        1. Vlw pela resposta. Ficou um pouco mais claro, mas acho que é problema de processamento e falta de informação minha ;-)

        1. Mas nosso dinheiro não vem de lá de fora. Até tento justificar quando é um algo que não encontro semelhantes por aqui. Por exemplo, eletrônicos. Mas duvido que esta carteira seja menos que 150US$ la fora. E imagino que há produtos semelhantes nacionais tão bons quanto, e também lindos.

          Mas falei sobre o valor da carteira não criticando, foi mesmo só pra fazer coro ao comentário RYCO (mac + moleskine). Nada tenho contra a quem tem condições em manter seus luxos. Mas, pobre que sou, me recuso a pagar mais que 50 reais numa carteira. Sendo rico (Ouça-me, ó ceus!) acredito que meu limite seria uns 150 Reais.

  6. Quanto tempo dura um creme desses? Já ganhei uns sabonetes líquidos dessa marca e eu não parava de lavar as mãos.

  7. Quanto tempo dura um creme desses? Já ganhei uns sabonetes líquidos dessa marca e eu não parava de lavar as mãos.

      1. nao vejo como birra, mas foge da realidade da maioria do pessoal ligado a tecnologia. convenhamos que Apple é uma grande referencia, mas o mundo nao gira em torno dela.

          1. claro, no seu circulo de trabalho e amigos.
            no meu caso eu não vejo um macbook faz meses. iphones são mais comuns, mas nenhum amigo meu tem um iphone 6…, no máximo um 5s ou 5c.
            Claro que vejo muito iphone 6 na rua, mas é mais usado por gente que quer mostrar status do que profissional de TI.

          2. Claro que em certas áreas de TI ter um mac é suicídio, mas para mim, que só escrevo hard-code C,C++ opto pelo Mac pois, a bateria dura bem mais e já estou no estou no ecossistema. Fica difícil bater isso. A M$ está tentando forte desde o windows 8, mas não deu certo na primeira tentativa, quem sabe agora?

          3. Trabalho na área de TI e para quem desenvolve software um dos atuais paradigmas é “mobile first”. E não dá para falar em mobile sem falar de iOS. E para programar para iOS é preciso de um Mac. Logo…

          4. Trabalho na área de TI e para quem desenvolve software um dos atuais paradigmas é “mobile first”. E não dá para falar em mobile sem falar de iOS. E para programar para iOS é preciso de um Mac. Logo…

          5. claro, no seu nicho de mercado. a maioria do meu ramo desenvolve para Android, cujo custo x benefício pode ser muito vantajoso. Andropid manda no mercado. é o ‘novo windows’.

          6. A questão não é custo x benefício e sim o que o cliente usa. Com o modelo de BYOD o cara usa o que quer. Minha empresa presta serviço para o setor público e é uma grande ilusão que nesse setor só há Linux / Android. A grande maioria é SQL-Server + IIS e jamais perdemos uma oportunidade pelo cliente não possuir plataforma Windows Server. Softwares de gestão, usados pelo primeiro / segundo escalões tem que ter cliente iOS, que é o que os caras usam.

            E não, o Android não é o novo Windows. Sim, Android tem uma base de usuário imensa mas se você segmentar aí a coisa fica mais competitiva, especialmente nos EUA.

            Não vejo cenário em que somente app Android resolva, a não ser quando você entrega o software já embarcado. Agora uma curiosidade, em que setor você atua?

            PS: Adoraria desenvolver para uma única plataforma mas não vejo isso como factível no curto/médio prazo.

          7. ok ok, mantenha calma. desde o começo eu estou falando que isso varia com o nicho de mercado. o seu é diferente do meu. eu conheço empresa que ainda usa palm, (palm porra!) e funciona!
            cada um de nós está definindo o mercado com base em observaçoes pessoais. nossa empresa não tem intenção de desenvolver para iOS ou Mac. Nossa base de clientes não tem motivos (financeiros ou de infra) para usar tais dispositivos.
            E sim! android tem uma base imensa, de aprox maior de 80% de marcado no Brazil, por favor, nao nos interessa o que estão usando lá no Japao, USA ou Moçambique

          8. Antes de mais nada peço desculpas se o comentário pareceu de alguma forma intolerante ou impaciente. Nas conversas via internet não há tom, então estamos sujeitos à interpretação e não foi essa a intenção.

            Sim, conheço também empresas que trabalham com tecnologias mais antigas (também desenvolvi para Palm OS – conduits, emparelhamento, pesadelo!) mas que os mantém por legado. Já novos projetos, novas tecnologias. Acho interessante observar e comparar com o que acontece no resto do mundo para perceber tendências: uma tecnologia não será desenvolvida ou mantida apenas para o Brasil e o que importa é para onde o mercado se move.

            Aqui desenvolvemos para a web na plataforma Microsoft (Asp.Net + SQL-Server) e no mobile Android e iOS com backend no Azure. Tentamos o modelo de disponibilização SaaS mas não obtivemos sucesso. Hoje 100% dos nossos clientes usam o software implantado mesmo. Tentamos vencer a resistência da nuvem mas não conseguimos. O setor público às vezes é mais conservador.

            E a sua experiência, o que vocês estão usando para desenvolver para Android? Em qual setor você atua?

          9. Trabalhamos a no modelo Saas. somos uma pequena empresa de software de Passo Fundo/RS. Trabalhamos em 3 desenvolvedores e 3 suporte técnicos. Utilizamos Delphi 7(!) para desktop e XE6 para desenvolvimento para Android. Nossos clientes são pequenas e médias empresas que precisam controlar financeiro, estoque e emitir nota. Trabalhamos com algumas distribuidoras e eles utilizam tablets e smartphones Android para realizar vendas na rua. O nosso mercado é o comércio. Houve alguns interessados em desenvolver softwares para bares ou tele entregas, mas isso iria custar dinheiros. muitas vezes o cliente não entende como funciona o desenvolvimento. Temos uns 3 trabalhos diferenciados para algumas empresas, mas só por que pagam bem e não encontraram ninguem mais que fizesse ou desse suporte.
            Alias, sobre o delphi, sabemos que é uma ferramenta ultrapassada, mas o mercado ainda é grande, basta ver o forum do ACBr.

          10. Cara, gosto muito (mesmo) do Delphi. Sou certificado em Delphi 7 a 2009 (Win32 e .Net – quando tinha) e dei palestras em algumas BorCon’s em SP. Fomos centro de treinamento oficial da Borland/CodeGear no ES e em MG durante muitos anos. Comecei no Delphi 1, ainda em 16 bits.

            O nosso mercado mudou e acabamos indo para a Web e WebBroker/WebSnap e Intraweb não renderam. Fomos para o Delphi 8/2005/2009 em .Net. A Embarcadero descontinuou nossa brincadeira e migramos há alguns anos para o VS.

            Quando fizemos a opção de ir para o mobile, estudamos várias ferramentas e o Delphi foi uma delas. Concluímos que o melhor era o nativo. Hoje usamos Android Studio e Xcode.

            Quando foi implantado a NFe, desenvolvemos uma suite própria de componentes, paralelos ao ACBr e participei de várias consultorias para implantação em clientes que usavam Delphi.

            Já atuamos no passado nesse mercado (ERP comercial) e acabamos indo para outro setor. É uma área dura, de concorrência fortíssima e complicada de atuar.

            Mas o que vocês fazem quando encontram um dono de empresa com um iPad? =)

          11. a unica dona de empresa que usa iPad o deixa para o filho bricar. não apareceu alguem que estivesse disposto a bancar o desenvolvimento de app para iOS. é mais facil e barato mandar o cara comprar um tablet HP de 400 reais. fora os vendedores externos…, é complicado o pessoal colocar um aparelho tão caro pra ser usado em condiçoes perigosas.
            o mais dificil pra gente é lidar com pessoas ignorantes. no momento não saimos vender, apenas recebemos indicação ou proposta e avaliamos se vamos trabalhar ou não. é melhor trabalhar tranquilo e ser uma boa referencia do que viver no stress.

          12. Concordo plenamente. Temos um projeto de leitura de dados de obras públicas in-loco e com certeza vamos de tablets Android. Ainda estudando se vamos embarcar o app ou oferecer à parte. O software de gestão de planejamento temos interface cliente em iOS e Android.

            Como está o desenvolvimento mobile com o XE? Tranquilo? A impressão que temos aqui é que o desenvolvimento mobile ainda engatinha e as ferramentas nativas são no geral muito ruins. Quem trabalho com IDE’s de alto nível como o Delphi e o VS com suas linguagens idem, sofrem quando caem em um Xcode ou Android Studio. Parece que regredimos algumas décadas na programação.

          13. Faz anos que não vejo um Macbook. iPhones eu vejo bem menos d que via ano passado, por exemplo. iPads sim ainda são a maioria quando se trata de tablets.

            E eu não que não tenha sido birra e sim apenas uma observação em que a imensa maioria das pessoas que posta as mochilas aqui carrega um Macbook + Moleskine.

          14. Lhe explico, a maioria das pessoas que passam por aqui, na tag “O que tem em sua Mochilha?” são pessoas do meio de comunicação e mídia e publicidade, que conseguem viajar ao exterior com certa frequência, 1 vez ao ano quem sabe? Que precisam de um notebook portátil, potente o bastante para uma edição de fotos leve e edição de texto, e que ótima bateria, algo antes que era quase uma exclusividade do Air, e das últimas versões do ProRetina, por isso a escolha, os concorrentes com windows eram o mesmo preço, e não valia a troca de sistemas para tal uso. Moleskine por mais que seja caro, mesmo lá fora, é algo comprável, algo entorno de US$ 15.99, e sua qualidade vale a pena, para um jornalista pode ser algo de alta rotatividade mas vale o investimento.

          15. Qualidade, assim como as pessoas podem usar smartphones da positivo ou um S6. Além de serem bonitos e uma delicia para rabiscar ideias com uma rollerball.

          16. Eu vejo um moleskine, e bloquinhos parecidos com ele, mais um bloco para carregar por ai para anotar ideias mesmo, do que um bloco de recados saca?

          17. Tive um Moleskine, adquirido na Saraiva, e gostei muito, mas pelo valor, achei caro. Passei a comprar da Tilibra: já estou no terceiro e não vi diferença alguma quanto ao Moleskine…

          18. Tive uns moleskines e achei bem incômodos pra escrever no dia-a-dia (leia-se: sem ter espiral fica complicado escrever em locais com pouco espaço para manobra). Em termos de qualidade, acho que isso é muito mais uma espécie de efeito placebo do que de fato qualidade. Muito melhor comprar um caderno pequeno da tilibra, mas, minha opinião.

            Sobre a explicação do Macbook, eu entendo o ponto e apenas fiz uma observação sobre o que eu vejo – um contraste com o que você mesmo disse que via – o que é bem inútil, mas, vá lá, é de inutilidade que se faz a vida e grande parte do acesso a internet. Medida empírica minha, reforço, Macbooks são minoria por onde transito – sou tradutor e trabalho numa revista científica, ana bastante por editoras – e mesmo em nichos onde era comum ter Mac’s antigamente, hoje eu percebo uma mudança em direção ao PC – provavelmente o preço de qualquer coisa da Apple tenha motivado esse movimento.

            Acho, ainda, bizarro que tenham-se tantos Macbooks pelas mochilas mostradas aqui, mas é como você disse, a amostra é viciada e diz respeito a um nicho bem específico de profissionais. Nada contra, apenas não usual e digno de nota.

          19. Realmente, só conheço uma pessoa que comprou mac no Brasil, e só comprou por que falaram que é bom e ele tem muito dinheiro para queimar, de resto, macs só se viaja lá para fora ou algum amigo traz.

          20. De fato, o moleskine não é o mais prático e, acho que rola a mesma coisa com certos produtos, como os isqueiros, quem tem Zippo não fala mais isqueiro e sim Zippo, é algo que pega, pode não ser o melhor, mas é muito melhor, para certas coisas, que quem usa acaba pegando gosto.

          21. Tenho Moleskine e vários outros cadernos, de todos os tipos, tamanhos, procedências. Vício de jornalista, que precisa sempre ter caderno e caneta por perto! Escolhi mostrar esse porque está cheio dos aprendizados de uma viagem que foi super importante pra mim :-)

          22. Eu entendi o porque de você mostrar um Moleskine =)

            Meu comentário foi pro Marcos Balzano que fala da qualidade dos Moleskines. Não acho que seja tão melhor assim e, ao menos pra mim que tenho pouco espaço pra anotar coisa, acaba se tornando meio incomodo (não é exatamente essa a palavra, seria mais parecido com “não-prático”) pelo desenho dele.

        1. Foge da realidade da maioria, mas o pessoal com quem o Rodrigo interage (ligada, obviamente, ao mundo da tecnologia) dispõe de recursos para comprar iPhones, Macbooks etc sem ter de comer macarrão ou pão com salame durante dois anos para pagar (há muita gente que não “pode” mas compra fiado e fica na estica por dezoito ou 24 meses para pagar).

        2. Depois desta enxurrada de comentários fico até constrangido de escrever, mas … eu uso Mac, o que ele não me supre uso o Parallels (para Visual Sudio, etc). Como foi dito na WWDC, com Xcode para Linux, quem sabe no futuro eu não mudo de plataforma. Se alguém puder ajudar, existe algo como a Time Machine do Mac para Windows?

          1. o Windows tem algo similar, mas nao é tão “user friendly” quando do OSX. ontem mesmo recuperei um computador afetado por sequestro de dados com o uso do backup do sistema do windows.

          2. O mais legal do TimeMachine é você navegar entre versões diferentes do mesmo arquivo/pasta ao longo do tempo, poder olhar cada uma delas e eventualmente restaurar. Isso é bem legal.

          3. pois é, o windows até mostra versoes de arquivo, mas a Apple conseguiu fazer um negócio muito intuitivo, tanto para configurar quanto para usar.

          4. o Windows tem aquele sistema de pontos de recuperação. Já recuperei várias instalação do Windows através disso.

            O esquema do Time Machine eu me lembro de usar no Open Solari anos atrás – acho que no Open Solaris 10 que veio. É bem mais amigável mas, pelo que eu percebo, ocupa muito mais espaço do que a solução do Windows, p.ex.

          5. É ótimo e já me salvou a vida várias vezes mas tem dois problemas: só é acionado em algumas situações e não faz o backup de tudo.

          6. Também uso o Parallels para o VS. Não sei como vai ser esse negócio do Xcode no Linux principalmente se você não desenvolve só para iOS e também para OSX. Estou testando o VisualStudio Code no OS X com a .Net 5 e ainda está muito insipiente. Tem muita coisa legal e nova no MVC mas portar projetos antigos está fora de cogitação e ainda temos muitas coisa em WebForms. Talvez começar coisas novas mais para frente.

            Não conheço nada para Windows que seja como o TimeMachine, especialmente nas versões dos arquivos intra-backups. É uma boa oportunidade de negócio para quem desenvolver algo assim. Hoje o mais próximo que vejo é um DropBox que faz upload e mantém as versões anteriores mas não é exatamente a mesma coisa.

          7. no começo o meu colega estava penando, mas depois conseguimos configurar bem e o novo app de vendas esta quase pronto. Queremos portar alguma coisa para o XE6, mas o sistema principal é mais complicado tem muita coisa já estavel que daria um baile pra readaptar.
            pra backup apenas de alguns arquivos eu tenho usado o cobian. assim mantenho algumas versoes de banco de dados e de XML de notas. queria me aventurar no hackintosh com essas novas versoes, mas nao tenho mais a mesma paciencia pra isso.

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