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O processo de migração para um novo smartphone

O Mobilon do Tecnoblog está com um novo Moto X e ontem, pelo Twitter, narrou sua epopeia para configurar e transferir dados do antigo smartphone para o novo:


Fiquei interessado no processo porque ele difere muito do meu. Quando uso um Android, meu ou para testes, faço o seguinte:

  • Na configuração inicial, deixo marcada a opção de restaurar o backup do Google. Nisso já ganho meus apps, senhas de redes Wi-Fi e outros dados do Android que ficam guardados nos servidores remotos, incluindo a agenda de contatos.
  • Login no Facebook, que exige verificação em duas etapas (Google, também). Faço isso primeiro para usar a autenticação do Facebook em outros apps, o que poupa uns bons segundos posteriormente — Foursquare, Instagram, Rdio, Feedly e alguns outros apps.
  • Autenticação em apps que não estão vinculados ao Facebook ou Google, como WhatsApp e Snapchat.
  • Enjoy?

Fotos e vídeos são salvos na nuvem em tempo real, via Dropbox — o upload automático está sempre ativado. Música, ouço pelo Rdio; como mantenho poucos álbuns sincronizados, para economizar espaço e porque não ouço tanta música offline para justificar um cache gigante, a sincronia é sempre bem rápida. Não consumo vídeo em celular salvo raros casos, mas mantenho Netflix e YouTube para jogar no Chromecast. Também não uso widgets, então é um detalhe a menos para me preocupar.

Confiar nas ferramentas de segurança embutidas do sistema é outra coisa que ajuda agiliza o processo. Eu não uso apps de proteção/segurança, apenas o Gerenciador de dispositivos do próprio Android, o desenho de padrão na tela de bloqueio e a autenticação em dois passos da conta Google.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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O caso do WhatsApp é interessante, já que também nos meus círculos de amizades as pessoas têm o costume de compartilhar fotos por lá, e às vezes fotos significativas. Pois bem, não é o melhor lugar para isso, já que ele redimensiona e comprime severamente as fotos. De qualquer forma, elas entram no backup do Dropbox — pelo menos as que aceito, já que o download de qualquer foto ou vídeo é feito sob demanda.

E… bom, é isso. Em menos de dez minutos meu novo Android, ou Windows Phone ou ainda iPhone está configurado. A nuvem facilita muito a migração entre plataformas e quem dá preferência a soluções multiplataforma e independentes (Dropbox em vez de iCloud/Google Drive/OneDrive, por exemplo), tem a vida ainda mais facilitada. Ajuda também ser meio desapegado; não me importo em perder o histórico de ligações, SMS e coisas do tipo.

O que me deixou curioso, com a história do Mobilon, é qual dos perfis, se o dele ou o meu, é mais popular por aí. Quando você troca de celular, segue qual procedimento?

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34 comentários

  1. Gente. Vim parar aqui tentando descobrir a solução pra um problema q está acontecendo com meu novo smartphone. Troquei recentemente de um lg l7 pra o lg g3 stylus mas o problema eh o youtube. Não consigo assistir nada. Todos os videos q abro estão sem sincronia. Não sei se o problema eh meu celular ou essa nova atualização do app mas não sei o q fazer!!! Alguém poderia me ajudar?! Já limpei o cachê do aplicativo já desinstalei e instalei de novo … Ms nada resolve. Socorro!!!

  2. Meu caminho recente foi de um iPhone 4s para o novo Moto X. Configuração praticamente do zero. Ainda bem que os apps que sempre usei no iPhone e ainda uso no ipad , estão lá. Apenas login resolve.
    Mas ainda to me acostumando. A vantagem é que não preciso gerenciar tanto o espaço dessa vez. Atuchei 8 GB de música sem preocupação.

  3. Pra quem usa root, um dos métodos mais confortáveis – além do backup do Google – é usar o Titanium Backup. Além dos apps ele também inclui configurações do sistema (como backup dos pontos wi-fi por ex), SMS e registro de chamadas (já cheguei a usar um app específico para esses dois últimos). Esse é o método que uso, mas ele tem pelo menos três objeções: o já citado “root”, pagar pelo app e configurá-lo.

    Quanto à mídia armazenada, uso o backup do Google+ ou passo pro PC pelo cabo mesmo.

    1. Titanium era meu salvador sempre que eu instalava um rom nova no meu antigo Android.

      Eu usava tanto, mas tanto, que até cheguei a comprar. Não me arrependo :)

  4. Não sou muito apegado.
    As fotos ficam no Google+, meus arquivos pessoas estão no Google Drive, não tenho músicas no aparelho, aplicativos gosto de baixar tudo novo, já aproveito e faço uma avaliação do que não estava utilizando.
    Sobre Home, como utilizo o Nova Launcher faço o backup, jogo no Drive e depois faço o download. Os widgets não vem configurados certinho, mas o local está marcado e os ícones fixam certo. Já ajuda, mas poderia ser melhor. O problema são as configurações dos widgets que não ficam salvos.
    Ou seja, o Google tem muito espaço para melhorar isso.

  5. Só coloco email + senha + autenticação em 2 etapas e o icloud faz o trabalho de carregar a alma do iTreco num novo corpo

  6. Todos os aplicativos cujos dados não posso perder ao migrar para um novo telefone ou mesmo ao resetar o atual, fazem um backup diário automático no cartão SD (Controle financeiro, controle do carro, whatsapp database, etc)

    Por sua vez, uso o FolderSync para fazer a copia automática destes arquivos de backup do SD para o Dropbox. Nesse processo, incluo também o próprio backup das configurações do FolderSync.

    Tenho no Dropbox o backup diário dos últimos 7 dias de cada App que me importa, mais fotos da câmera (upload pelo próprio Dropbox), mais fotos do whatsapp.

    Assim, ao pegar um telefone novo/zerado, tudo que preciso fazer é instalar o FolderSync, restaurar as configurações dele com os pares de pasta a serem sincronizados, e rodar uma vez o procedimento na direção contrária (Dropbox > SD)

    Backup de ligações e SMS eu faço com o SMS backup+. Ficam armazenados em labels específicas do Gmail, assim posso consultar de qualquer lugar.

    Em menos de 1h fico com o telefone idêntico ao anterior, bastando apenas redistribuir os atalhos e reconfigurar os widgets.

    O único detalhe que já me deu dores de cabeça muitas vezes (agora já aprendi) é o token do banco (Bradesco, no meu caso). Ele deve ser usado uma última vez pra ligar pro banco e pedir pra transferir para um novo celular. Se você se desfizer do celular, fica sem token, e sem o token, não consegue pedir o cadastramento de um novo celular. Por fim, acaba tendo que ir na agência. Então, o lance eh ter os dois celulares na mão, e transferir na hora pelo telefone.

    1. Sobre o token de aplicativo, desisti. Hoje utilizo o SMS se trocar de aparelho não tenho problemas. Agora se trocar a linha muito mais coisa te dará mais trabalho.

    2. Ola Pedro, no caso do token do Bradesco, tem limite de tempo para fazer a transferencia? Por exemplo, vou resetar meu Cel_A, pego outro Cel_B, solicito a transferencia para o Cel_B. Faco o Reset do Cel_A, depois ligo novamente para o Bradesco e solicito a transferencia do token do Cel_B para o Cel_A. Esta certo?

      1. Está certo, sim.

        Nao tem limite de tempo e nem de transferencias. Voce pode transferir quando e quantas vezes quiser.
        Também pode ir numa agencia e pedir um cartao de senhas na hora, se nao tiver outro aparelho pra transferir o token temporariamente.

        Abs

  7. Fico no meio termo. O sistema de recuperação de apps do Android é burro. Não raro, ele sai instalando app’s que já tinham sido retirados a tempos. E não inclui coisas triviais como SMS (me importo um pouco), histórico de ligações (me importo) e principalmente: a maldita configuração da tela inicial. É um SACO ficar configurando meus icones, pastas tudo novamente. Pô, ao menos usando o Google Now Launcher isso deveria existir.

    Whatsapp: as fotos vão pro bkp, mas o histórico das conversas não. E as vezes tem algumas informações importantes ali. Processo manual é de lascar.

    Uso o 4Sq com meu e-mail porque é assim desde a época que ele nem tinha “login com o facebook” . Isso vale para alguns outros serviços. Mas para os que estão ligados, eu uso o face também.

    Por fim, falta um iTunes para o Android. Algo para facilitar o serviço, principalmente de quem não é de tecnologia e não quer perder informações importantes.

    1. Backup do database do whatsapp, faça com o FolderSync, diário e automático.
      Pra restaurar, basta reverter o backup antes de ativar o whatsapp. (veja meu outro comment)

  8. Sobre a epopeia do Mobilon:

    – Baixar a biblioteca inteira do Spotify?! Se for para ouvir só offline, seria melhor ouvir música local então, não é? Pelo menos assim não pagaria mensalidade pelas músicas que já estão no celular.
    – Proteção de apps por senha, antivírus e antiladrão do Avast: por um breve período até usei o Avast no meu antigo Android, mas passei a usar só os recursos de segurança do próprio sistema.
    – Widgets, no Android eu só usava o do player de música.
    – Backup de WhatsApp, ligações, SMS, fotos: não me importo em manter nada disso. Sobre as fotos, as que me importam eu já mando para a nuvem.

    Achei exagerado o processo dele! Pelo que eu vejo por aí, a maioria das pessoas tem um perfil um tanto mais desapegado.

    Uma observação é que muitas pessoas, mesmo tendo smartphone, salvam contatos na memória interna do aparelho ou no chip, em vez de usar uma conta de sincronia online, como o Google ou Outlook.com. Quando salvam no chip, é fácil. Quando estão só na memória do celular, o jeito é copiar à mão, um por um (muitos não sabem que dá para exportar tudo para o chip).

    1. “Baixar a biblioteca inteira do Spotify?! Se for para ouvir só
      offline, seria melhor ouvir música local então, não é? Pelo menos assim
      não pagaria mensalidade pelas músicas que já estão no celular.”

      Mesmo que no smartphone você baixe tudo, ainda vejo muitas vantagens em serviços como Spotify: adicionar novas músicas é um clique, dá para ouvir em qualquer computador (no trampo ouço online, no smartphone não) e acho bem melhor para conhecer novos artistas.

      Agora tem o Google Play Music no Brasil para fazer pela nuvem, mas passar música manualmente para o smartphone me parece arcaico agora.

    2. Usar o modo offline dos serviços de streaming é bem útil, principalmente no carro.

      Em alguns locais a conexão não sustenta a reprodução da música. Faz muita diferença em viagens,

      1. Entendo que ouvir offline tenha suas vantagens, meu questionamento se referia a valer a pena pagar por um serviço de streaming se você vai ouvir offline.

    3. “Se for para ouvir só offline, seria melhor ouvir música local então, não é? Pelo menos assim não pagaria mensalidade pelas músicas que já estão no celular.”

      De alguma forma eu teria que pagar pelas músicas se eu fosse ouvir local, e isso sairia BEM mais caro do que a assinatura do Spotify.

  9. “A nuvem facilita muito a migração entre plataformas” Essa é uma diquinha para a vida mesmo. “Nuvem” virou buzzword nos últimos tempos. O que facilita a migração é o simples fato do armazenamento dos dados ficarem nos servidores da empresa em questão. O fato de ser nuvem ou não, fica a critério da empresa prestadora do serviço. Pode ser que ela opte por um simples servidor próprio, sem self-service, pagamento pelo iso, auto-gerenciamento e etc. Não é nuvem porém a funcionalidade para nós, usuários, é a mesma.

    1. Eu entendo a distinção, mas não vejo por que levantar essa discussão. Não me parece que Google, Microsoft ou Apple usariam soluções antiquadas, com um servidor centralizado, para guardar informações dos usuários. Nem startup faz isso. Aliás, quem faz isso hoje? Só empresa sistema legado ou com preguiça ou falta de recursos para migrar.

      No mais, “nuvem” meio virou um termo genérico para “Internet”. Não acho que, mesmo se fosse um esquema no paradigma antigo, o termo estaria incorreto.

      1. Exato! “Nuvem” está virando sinônimo de “não sei onde meus dados estão”. É uma proposta diferente pelo qual surgiu mas aceito a definição. Até mais, Ghedin. Acompanho seu trabalho desde o início do WinAjuda, legal ver como sua escrita, opiniões e críticas evoluíram com o tempo. Abraços.

      2. Penso da mesma forma e apoio o uso do termo pelo Rodrigo. Mesmo que ‘nuvem’ não fizesse jus ao sistema usado pela empresa, faria mais sentido dizer isso para deixar o consumidor ‘ligado’ no que ele quer dizer: armazenar remotamente no servidor de uma empresa multiplataforma acelera o processo de recuperação de dados.

  10. Bom, quando mudei de Android para Windows Phone, sincronizei as contas de contatos do Gmail para o Outlook, que tem sido minha fonte padrão (mas mantenho um backup no Gmail). A partir daí ficou mais fácil, pois o WP 8.1 já faz backup de ligações, SMS, senhas, dados de aplicativos e também da tela inicial. Fica bem mais prático na hora de resetar o aparelho ou mudar.
    Agora, no Android, faço do mesmo jeito do Ghedin e nunca tive problemas.

    1. Quando migrei do Android para o Windows Phone, eu configurei a própria conta do Gmail como fonte (única) de contatos e estou usando até hoje sem problemas. A mesma coisa com o calendário, só que usando a conta do iCloud.

      Usar nuvens multiplataforma facilita. :D

      P.S.: Curiosamente, o Android não suporta contas do iCloud, e, embora até aceite contas do Outlook, não deixa editar os contatos (ficam apenas para leitura). O iOS suporta contas do Gmail e Outlook sem problemas, e o Windows Phone idem para contas do Gmail e iCloud.

      1. Tive que migrar meus contatos por causa de uma zica com o WP7 (sim, usei esta maravilha) que não suportava o protocolo novo do Google (alguma coisa Dav). Daí achei mais prático migrar porque o próprio site do Outlook fornecia essa opção.

  11. Minha ultima migração foi do Moto G(2013) para Moto X(2013), usei o migração motorola, loguei com minha conta do google e baixei os apps etc… coisa de 20 – 30 minutos!

  12. Ghedin, tá dando alguma zica aqui com o certificado HTTPS do seu site. Pode ser alguma coisa do proxy daqui da empresa, mas vale a pena dar uma olhada. O Chrome dá um erro sinistro (o Firefox também reclama):

    Sua conexão não é particular

    Invasores podem estar tentando roubar suas informações de http://www.manualdousuario.net(por exemplo, senhas, mensagens ou cartões de crédito).

    Voltar à segurança / Ocultar detalhes

    Você tentou acessar http://www.manualdousuario.net, mas acessou um servidor que se identifica como *.gridserver.com. Isso pode ser causado por uma configuração incorreta do servidor ou por algo mais grave. Um invasor em sua rede pode estar tentando influenciá-lo para que visite uma versão falsa (e possivelmente prejudicial) de http://www.manualdousuario.net.

    Ir para http://www.manualdousuario.net (não seguro)

    1. É um rolo com o servidor e as páginas HTTPS do WordPress. Não tem nada comprometido ou inseguro, fique tranquilo, mas de qualquer forma já verifiquei e estou tentando corrigir o problema.

  13. Tenho o perfil mais parecido com o teu, diria que até mais desapegado…
    Pra mim um aparelho novo deve ser usado como novo, começar do zero mesmo. Sem backup de ligações, SMS e arquivos (que já estão na nuvem mesmo).
    Acho que a única coisa que me preocupo mesmo é a sincronização dos contatos e conectar no Whatsapp. O resto vai sendo feito conforme a necessidade.

    1. O meu procedimento é igual ao do Mateus Azevedo. Procuro fazer um começo bem limpo mesmo, até porque eu uso pouquíssimos apps.

  14. Meu backup é exatamente igual ao seu, Ghedin. A Google prometeu incluir appdata no backup padrão do Android. Espero que implementem.

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