[Review] Mi Band, a pulseira fitness mais barata do mercado

Review da Mi Band, da Xiaomi.

Por quase um mês a Mi Band, pulseira fitness da chinesa Xiaomi (ou Mi, como preferir), não saiu do meu pulso. Pareada ao smartphone, ela contabilizou meus passos, monitorou meu sono e tremeu gentilmente na hora em que eu deveria acordar ou quando recebi alguma ligação. Ao fim do período, a pergunta que não saía da minha cabeça era “por quê?”

Mi Band: Xiaomi em estado puro

A Mi Band é a Xiaomi em estado puro: um produto de massa, muito mais barato que os rivais similares, com um software ao mesmo tempo decente e peculiar.

Vendida no Brasil por R$ 95, ela é simples estética e funcionalmente. O cérebro do dispositivo é uma peça com pouco mais de 2 cm de comprimento que se encaixa na pulseira de borracha. Para baixar o custo, a peça central é toda de plástico à exceção da face visível quando inserida na pulseira, feita de uma liga metálica, adornada por três LEDs discretos que indicam, com cores variadas, seu progresso diário na meta de passos e notificações pré-programadas . Essa peça ainda conta com um motor para vibração, similar aos dos smartphones.

Detalhe da peça central da Mi Band.

A pulseira em si é feita de um material chamado TPSiV. Segundo a Xiaomi, é “um dos melhores elastômeros termoplásticos do mundo”, com propriedades anti-UV, anti-bacteriana e anti-alérgica. O intuito é evitar irritações e alergias, o que é bacana. Pena que o material muda visualmente em pouco tempo — já nas primeiras semanas ele, que é originalmente fosco, transformou-se naquele brilhante típico de desgaste. Minhas expectativas não eram muito altas, mas mesmo assim foi um pouco decepcionante pela velocidade com que esse desgaste se deu. Afinal, um dos apelos dessas pulseiras é o estético e, nisso, a Mi Band deixa a desejar rapidamente.

A Mi Band não incomoda no pulso. Por vezes até esqueci que a estava usando. Idealmente deve-se usar a Mi Band o tempo todo, inclusive na hora do banho (ela é à prova d’água, classificação IP67) e de noite, ao dormir. Mas é de bom tom, vez ou outra, tirá-la e dar uma limpada nos buracos do fecho, acumuladores de sujeira.

Uma cena pouco comum da Mi Band.

Algo que ajuda a manter a pulseira ininterruptamente no braço é a autonomia da bateria, recarregável por uma porta USB do seu computador através de um adaptador que vem na caixa (foto acima). A Xiaomi garante 30 dias de uso para cada recarga, mas se você não recebe muitas ligações e não configura um app que dispara muitas notificações para alertá-lo através da vibração da Mi Band, ela vai (muito) além disso. Cheguei aos prometidos 30 dias com quase metade da carga restando. O fato de não ter que tirá-la para recargas diárias ajuda a naturalizar seu uso, o que é importante na captura dos dados que ela faz.

O que ela faz?

Usando a Mi Band enquanto digita no notebook.

O leque de funções da Mi Band não é dos maiores. Enquanto smartwatches e até outras pulseiras mais elaboradas incluem relógio, funções extras acionáveis por toques e vários sensores, a Mi Band se restringe a funções passivas e menos úteis de imediato. Basicamente, contar passos, monitorar o sono e emitir alertas através do motor vibratório e dos três LEDs.

O motor vibratório é gentil, porém se faz sentir — e, se estiver num ambiente muito silencioso, ouvir também. Ele é especialmente útil na hora de acordar, caso você durma com mais alguém ou se irrite com despertadores sonoros.

Pelo app, o Mi Fit (Android 4.4 ou superior e iOS 7 ou superior), algumas funções extras podem ser configuradas:

  • Alertar sobre ligações. Foi-me útil quando estava no computador, longe do smartphone, usando fones de ouvido;
  • Alertar sobre notificações. Pelo app oficial é possível configurar até três apps para que suas notificações sejam avisadas pela Mi Band. Apps alternativos no Android, como o Mi Band Tools e o Mi Band Notify, expandem o número e o nível de personalização das notificações.
  • Desbloqueio automático do Android. Afinal, é um dispositivo Bluetooth e desde a versão Lollipop o sistema conta com a possibilidade de ignorar a senha com dispositivos Bluetooth confiáveis.

O Mi Fit, embora não seja nada muito elaborado, tampouco deixa a desejar no que se propõe. Ao abrir o app ele automaticamente procura e sincroniza os últimos dados com a Mi Band num processo bem rápido, mais do que com outras pulseiras do gênero que já testei. A interface abusa de cores e ignora solenemente as convenções dos dois sistemas — é como um cavalo de Troia do time de design da Xiaomi, pois lembra bastante o visual da MIUI, o sabor Android usado nos smartphones da marca, como o Redmi 2.

Mi Fit para Android.

Por ali é possível ver as suas estatísticas de caminhada/corrida e de sono, divididas em duas partes e listadas diariamente. Os dados de atividades físicas se desdobram em quantidade de passos, distância percorrida e calorias queimadas. Os de sono, em tempo total dormido, intervalos de sono profundo e os horários em que você caiu no sono e acordou. (Essa parte do sono, aliás, é automática e bastante preciso.)

Há diversos relatos, não exclusivos da Mi Band, mas mais acentuados em relação a ela, sobre imprecisão na contagem de passos. Pude constatar isso também: num dia de pouco movimento, os dados exibidos pela Mi Band e pelo S Health de um Galaxy S5 New Edition divergiram fortemente — 1,3 km ou cerca de dois mil passos.

https://twitter.com/ghedin/status/675776022164426753

A utilidade de uma pulseira fitness

O ponto dessas pulseiras, acredito, nem é a precisão, mas o acompanhamento do progresso e os incentivos à batida de recordes, o que leva o usuário a se movimentar mais e, portanto, a ter uma vida mais saudável. Existem acessórios profissionais mais recomendados (e mais caros) que entregam dados mais precisos; não é o caso aqui. Na verdade, se o intuito é só contar passos os próprios smartphones se saem bem, tanto quanto pulseiras. Essas sem muito apelo técnico acabaram vendo o oxigênio do seu segmento rarefeito: são dispensáveis para o grande público, falhas para o especializado. Ou seja, sem muita razão de existir.

Poderia discorrer o quão sem sentido é ter uma pulseira cujo propósito é te incentivar a se mover — como se não faltassem benefícios e, na negativa, problemas decorrentes do sedentarismo —, mas talvez seja uma coisa minha, do meu perfil desprovido de competitividade, especialmente quando o adversário sou eu mesmo.

Se você pensa diferente e acha que um incentivo extra, ainda que na forma de uma pulseira de borracha no pulso apitando vez ou outra, pode ser útil, é difícil errar na compra da Mi Band. É a mais barata do mercado por uma longa margem. Outras pulseiras que já testei aqui, como a SmartBand da Sony e a Shine, da Misfit, chegam a custar seis vezes o valor cobrado pela Xiaomi. Por R$ 95, no mínimo vale um teste — e se no fim ela acabar no fundo de uma gaveta, como comumente acontece, pelo menos o prejuízo terá sido pequeno.

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59 comentários

  1. Comprei uma Jawbone UP ano passado e no incio fiquei animado acompanhando os gráficos e estatísticas, mas atualmente a única função que uso é a do despertador.

    Não acordar correndo para desligar o despertador do meu smartphone que fica carregando afastado da cama se provou, sem sombra de dúvidas, a melhor feature que uma pulseira dessa pode ter para o meu tipo de uso.

    Acredito que a Mi Band pode se tornar uma opção interessante nesse quesito caso a minha UP pare de funcionar.

  2. Legal ver esse review, não conheço muitas pulseiras dessa, as que já vi são todas os olhos da cara! O_o

    Ela também mede a frequência cardíaca?

  3. Tenho uma necessidade de uma pulseira conectada ao telefone, que ativasse um alerta (sonoro, se possível), quando o telefone e a pulseira se distanciasse um do outro (cerca de cinco metros, por exemplo). Assim, me ajudaria a parar de perder celulares. Alguém conhece um dispositivo com essas características?

  4. Tenho uma necessidade de uma pulseira conectada ao telefone, que ativasse um alerta (sonoro, se possível), quando o telefone e a pulseira se distanciasse um do outro (cerca de cinco metros, por exemplo). Assim, me ajudaria a parar de perder celulares. Alguém conhece um dispositivo com essas características?

  5. Comprava esse negócio só pela função de monitorar o sono e de acordar! Tentei ano passado a usar meu celular pra me acordar num momento mais confortável e só funcionou uma vez – por pura sorte. Aquela porcaria sequer conseguia registrar algo durante o sono ¬¬ o resto das funções seria bônus pra mim.

  6. Até queria uma. Pena que no site oficial não vende mais. Nem ela nem a power bank :(

    Alguem sabe um lugar alternativo com preço bom? Mercado livre só acima dos R$150

  7. Diferente do telefone utilizado para teste, o Galasy S5 New Edition, a pulseira contabiliza passos qualquer tipo de gesto, como por exemplo, escovar os dentes. Quer ter certeza? Deixe o bluetooth ligado, abra o Mi Fit e veja em tempo real os passos serem contados enquanto se escova os dentes. A Xiaomi deveria separar isso, como por exemplo, MOVIMENTAÇÃO / PASSOS.

  8. Primeiramente: Excelente review.

    Os meus sobre a pulseira:

    Utilizei ela por uns bons 6 meses, efetuei a compra por meio de um site chines (não vamos citar mas né) e para uma primeira impressão era bem divertido usa-lá.

    Com ela descobri pontos do meu sono, como quantidade que deveria ser dormida e pontos onde meu sono tinha picos de “Leve” e “pesado”. Porém fiz este processo basicamente manualmente, pois criei uma planilha no excel e ficava ali alimentando diariamente com os dados do próprio app da Xiaomi.

    Fora isso tive um problema com a pulseira que rasgou (em um dos cantos) e tive o trabalho de conseguir comprar outra, mas não achei uma com a mesma qualidade, me fazendo abandonar o uso.

    Sobre as notificações:

    Antigamente eu me via preocupado com qualquer notificação que chegava no celular, seja por mensagens de app’s, e-mails ou redes sociais. A pulseira era essencial neste ponto por me fazer sempre ficar alerta a qualquer notificação que recebia.

    Porém, com o tempo percebi que as notificações em sí não eram importantes, e não estava lidando bem com o recebimento delas (sempre se distraindo no meio de conversas e aquela sensação de “afobação” para realmente ver oque estava ali), oque me fez desabilitar uma das principais funções da pulseira.

    Acredito que esse é um ponto mais importante que me fez pensar o uso da pulseira nos últimos tempos, e quíça o uso de tecnologia em geral.

    Enfim.

  9. Comprei uma no Gearbest no começo do mês pro meu pai. Um dia chega. Eu, como uma pessoa sedentária que todo dia fala que precisa ir pra academia e não vai, a Mi Band seria inútil no sentido de atividade física. Compraria só pra monitorar meu sono :P

  10. Excelente review. Desprovido de preconceitos – a galera ainda tem muito preconceito, e isso dificulta.

    Como bem constatado por vc a MiB nao serve para praticantes de atividade fisica em nenhum aspecto, por que é imprecisa mesmo para monitoracao de passos e assim tbm uma corrida.

    Alguns anos atras um amigo perdeu a audicao; ele encontrou na MiB uma solucao simples e barata nao necessitando manter o smartphone no bolso o tempo todo, por conta das notificacoes.

    Um colega de trabalho, que sofre se apneia e faz uso eventual de CPAP testou a MiB por um tempo e a reprovou pela falta de dados mais abrangentes e precisos.

    Tanto eu como esse meu coelga de trabalho fazemos uso de outra pulseira, que é uma verdadeira solucao em monitotamente dessas funcoes, mais outras especificas para atividade fisica com app e dashboard bons pacaralho.

    Vou deixar uma print de parte do relatorio de monitaramento do sono, sem os graficos de pulsacao e os evolutivos.

    Enfim… Torno a dizer: bem bacana o review! Gosto pacas dos reviews.

      1. Microsoft Band 2, atualmente.

        Ja fazia uso da 1, mas a pulseira era incomoda… A 2 ja é excelente, mais confortavel, nao que seja “perfeita” nesse quesito. Tbm incomoda quando do uso prolongado – por mais de 20 horas consecutivas, vamos supor.

        Os 12 sensores dela funcionam com precisão. A Dashboard via web é recheada de relatorios analiticos, alem da boa integracao com diversos servicos de monitoramento e saúde, incluindo o Saude do iOS.

    1. Se não tem na Mi, acho que só importando… Demorará, provavelmente incidirá impostos, mas pelo menos você já pode pegar o modelo novo, com sensor de batimentos cardíacos.

  11. Eu tinha comprado uma em maio/junho do ano passado e usei bem pouco. Como meu propósito principal era o monitoramento de atividades, me decepcionei bastante por ela ser imprecisa. Foi para a gaveta, mas consegui depois vender pro Renan, através de um Post Livre daqui.

  12. Como sou meio surdo, a melhor função pra mim é a de notificação, uso com o mi band tools e me atende muito bem e como trabalho a noite, a Mi band não reconhece meu sono.

    1. Eu acho que ela apenas contabiliza o sono após as 20h. Se você dormir de dia não vai funcionar.
      O engraçado é que não é divulgado como que funciona esse sensor de sono. Pela lógica, é horário/movimento, mas já testei ficando deitado totalmente imóvel por uns 30 ou 40 minutos durante a madrugada, mas não consegui enganar a pulseira. E já aconteceu de tirar um cochilo enquanto assistia TV à noite e esse período ser contabilizado no sono.

      1. Que irado! Imagino que ela dê um jeito de contar a sua pulsação, mesmo na versão sem o sensor próprio.

  13. Comprei uma no final do ano passado. Quando a recebi ela não ligava. Consegui realizar a troca, que foi bem rápida, por sinal. Eu a estou usando a menos de uma semana, mas tem sido bem interessante. No final das contas, concordo com o review. Ela é bem simples e não é um dispositivo indispensável, mas pelo valor ser bem em conta acho que valeu a pena testar. Tem me ajudado a fazer caminhadas e corridas mais regularmente. Eu ainda a tiro para tomar banho, por exemplo, porque não confio tanto na questão de ser à prova d’água.
    Mas como falei não é um dispositivo indispensável, muito pelo contrário. Mas, se formos para refletir, muitas coisas no mercado de tecnologia estão se tornando cada vez mais dispensáveis, como smartbands, smartwatches, até tablets e smartphones high-end (se levarmos em conta que o hoje acredito que pelo menos 50% das pessoas que vejo usa celular pra redes sociais, ouvir música e jogos não muito pesados.)

  14. Eu tenho a Smartband da Sony a pouco mais de um ano. Comprei principalmente pra monitorar a qualidade e duração do sono, mas desde que o celular (S4) atualizou pro Android 5, virou um inferno.
    Pelo que pesquisei é problema padrão da pulseira. Com o Android 4.4 funcionava muito bem, desde que passou pro 5, praticamente todos os usuários passaram a ter problemas, até mesmo os usuários de Xperia.
    Agora todo dia a pulseira perde conexão com o telefone e pra conseguir parear de novo precisa reiniciar tudo, sem garantia de que vá funcionar direito. É comum reiniciar, parear e logo após dar problema de novo. Por essas e outras eu acabei perdendo a paciência e agora a smartband jaz na gaveta. Estava olhando com mais atenção pra essa Mi Band desde o lançamento e achei interessante que todos os reviews que li apontam pra mesma coisa e ao que parece ela vai me atender pro que eu quero.
    Ainda estou analisando se compro ou não, mas muito bom ver mais um review de qualidade sobre a pulseira.

    1. Essa smartband da Sony tem monitor de frequencia cardíaca? Monitora pedaladas? Caso sim, tem interesse em vender?

  15. O contador de passos é impreciso, como os demais.
    Mas o bacana é o monitor de sono. Se mostra bem preciso ao indicar o horário que a pessoa adormeceu e que acordou e se foi ininterrupto ou não. Já a questão do sono pesado é difícil dizer qualquer coisa.
    Também é legal a notificação vibratória, que permite estar com o telefone no “não perturbe” guardado na gaveta e mesmo assim saber se alguma pessoal ligou e tal.

    No Android 6.x.x a função de desbloquear o telefone não funciona.

    Edit: parece que em algumas ROMs 6.0.1 a aplicativo consegue sim conectar ao Smart Lock e portanto é possível desbloquear o aparelho com a pulseira.

    1. isso deverá variar conforme o gapps que vc usar na verdade. os gapps mais compactos vem com dependências do smart lock faltando, como bluetooth ou reconhecimento facial

    2. isso deverá variar conforme o gapps que vc usar na verdade. os gapps mais compactos vem com dependências do smart lock faltando, como bluetooth ou reconhecimento facial

  16. Eu comprei duas (pra mim e para a esposa), por um único motivo: Servir de despertador.
    Ela monitora o sono e te acorda na “melhor hora”, quando você está no sono leve e não faz barulho pra acordar a minha esposa. Funciona até que bem para isso.

    O resto das funcionalidades eu achei dispensável, e eu nem uso ela durante o dia, fica em casa no criado mudo.

    O que achei legal é que a bateria realmente dura muito, tipo usando só pra dormir a minha já durou mais do que 40 dias com uma carga só (e ainda não carreguei de novo, ta com uns 30%).

    1. Se despertar e a pessoa desligar e continuar deitada ele ativa o soneca automaticamente. Achei bacana isso!

    2. Isso é algo que tenho curiosidade (leia-se “descrença” hehe). Isso funciona mesmo? Ela acorda a pessoa “na melhor hora”? Dá pra falar mais sobre isso?

        1. Ghedin,

          A única função que me interessa nessa pulseira é monitoramento do sono (acordo trocentas vezes por noite).

          Ela consegue identificar/registrar as fases do sono de alguém que “rola demais na cama enquanto dorme”?

      1. Pra mim funciona bem também.
        Ela te acorda até 30 minutos antes da hora programada.
        Tipo, se coloquei pra despertar as 6, ela pode me acordar em qualquer horário entre 5:30 e 6:00.
        Como o Rodrigo disse no texto, vale a pena comprar e testar. Nem é tão caro :)

      2. Pra mim funciona bem também.
        Ela te acorda até 30 minutos antes da hora programada.
        Tipo, se coloquei pra despertar as 6, ela pode me acordar em qualquer horário entre 5:30 e 6:00.
        Como o Rodrigo disse no texto, vale a pena comprar e testar. Nem é tão caro :)

    3. Esse despertador inteligente me parede ser A killer feature da Mi Band. Não sei de outra pulseira na mesma faixa de preço que faz o mesmo.

      1. Não necessariamente. Outras pulseiras (SmartBand, por exemplo) conseguem fazer a distinção e dá para imaginar como: pela velocidade, suavidade dos movimentos se comparados a uma corrida/caminhada e outros detalhes sutis do tipo. Exige algoritmos mais sofisticados e sensores mais sensíveis, talvez daí não ter suporte na Mi Band (barata e básica).

      2. Como a pulseira é usada em conjunto com o app, até que seria possível ela monitorar outras atividades e usar o GPS do celular.

        Mas não parece ser o caso… :(

    1. Mesma pergunta que eu ia fazer! To querendo comprar algo para monitorar minhas pedaladas, de preferência compatível com o Strava e com sensor de frequência cardíaca! :/
      PS: E que não custe um rim, ou um fígado!

    2. Esse foi exatamente o fator que me fez abandonar a compra. Seria bem legal se ela monitorasse pedaladas também. Como não é o caso, quem sabe no futuro próximo. =)

      1. Tô usando o Google Fit no Android e tá me atendendo bem nas pedaladas.
        Para os pedais mais aleatórios do dia, quando não uso o Strava, ele registra as informações básicas.

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