Primeiras impressões do Lumia 630

Mais um dia, mais um smartphone desembarca aqui. Desta vez foi o Lumia 630, da Microsoft, o palco para a estreia no Windows Phone de dois recursos de muito apelo no segmento de entrada: suporte a dois SIM cards e TV digital.

Atualização: O review completo do Lumia 630 já está no ar.

Lumia 630.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Gostei: o tamanho é bem legal. Se encaixa bem na mão, no bolso e a espessura, embora não seja das mais finas, também fica dentro dos limites confortáveis para o manuseio. Ele tem um design bem simples, ainda mais do que a média dos Lumias — nada de botão dedicado a fotos, ou os táteis do sistema, que agora são virtuais. Ajuda na composição de um visual mais clean. Já vem com Windows Phone 8.1 instalado.

Não gostei: a unidade que recebi está bem gasta, com a tampa de trás suja (e ainda por cima é branca) e umas marcas na tela deixadas pelo adesivo de fábrica que a cobre. A primeira impressão da tela é ruim: além da resolução que não empolga, o brilho no médio está mais para baixo (e não há sensor de luminosidade) e a sensação do toque é ruim. Lembra muito aqueles smartphones abaixo de R$ 500 que testei ano passado.

O que mais: não sei se alguém esqueceu dele ou se não existe mesmo, mas diferente de outros smartphones com suporte a TV digital este Lumia 630 não tem aquela antena externa que vai no plug dos fones de ouvido. Pelo Twitter o Guilherme me avisou que a antena do Lumia 630 está embutida nos fones de ouvido. Vieram na caixa o carregador de parede, a bateria (solta) e os fones, que parecem extremamente básicos. A caixa, aliás, é bem diferente daquelas azuis padrão Nokia. Gostei da mudança, o novo desenho tem um ar mais moderno.

Nova caixa do Lumia 630.
Foto: Rodrigo Ghedin.

O próximo review da fila é o do Xperia Z2 (o da SmartBand, que vem no pacote, saiu semana passada), depois vem o Moto E e, aí sim, Lumia 630. Se tiver alguma dúvida ou quiser sanar uma curiosidade sobre o Lumia 630, use os comentários abaixo.

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9 comentários

  1. Seria um detalhe interessante se for proposital aquele “6:30” na caixa do aparelho ;-)

    Parece um smartphone que tem um preço um pouco alto demais para os recursos que apresenta (talvez para justificar um preço de 500-600 reais do 530?), mas é esperar o review para ter um direcionamento.

    Na verdade o fone não deve ter uma antena embutida, ele deve utilizar o próprio cabo do fone como antena (igual aos telefones com rádio FM que precisam do fone para funcionar o rádio), por isso a simplicidade, seria falta de inteligência embutir uma antena no fone de ouvido, porque dá para usar o próprio fone como antena e também porque impediria os usuários de utilizar um fone de ouvido decente no telefone na função TV Digital.

    Isso deve ser ótimo se o app de TV Digital dele impedir a saída de áudio pelo speaker do smartphone e permitir apenas pelo fone de ouvido (o que não impediria o cidadão que gosta de ser chato de colocar uma caixa de som com conector P2 e continuar incomodando a vida alheia, mas já seria um começo).

    Algo que li e nunca consegui evidenciar: há o conceito de que quando o fone trabalha como antena, se eu deixá-lo enrolado a recepção piora e se eu deixá-lo esticado a recepção melhora, gostaria de saber se no Lumia 630 isso acontece ou se a perda na capacidade de recepção é imperceptível.

    1. Impedir a saída do som pelos speakers quando o fone de ouvido estiver conectado não é padrão de todos os aparelhos (independente da origem do áudio)? Eu tive um Razr D1 com TV digital e ele cortava o som dos speakers…

  2. Concordo com o Rogério, seria legal compará-lo com o Moto E.
    Aliás, seria interessante incluir o Moto G na comparação também, porque a faixa de preço é bem próxima.

    Quanto à TV digital, e o sinal dela? Dá para assistir um jogo do brasileirão dentro de casa ou do ônibus (com fone, por favor), ou está lá só de enfeite para impressionar nas especificações?

    1. Testei rapidamente a TV e o desempenho foi similar ao de outros aparelhos — no caso, estou com Moto E e Xperia Z2 aqui também, ambos com suporte a TV digital. Ele localizou os três canais digitais da região (Globo/RPC, TV Milênio e Rede Vida) e os exibiu sem problemas.

  3. Acho que o principal da análise do Lumia 630 é posicioná-lo frente ao Moto E, que acredito eu seja o seu principal concorrente. Naquele comparativo de smartphone baratos, você cravou que a melhor escolha era o Lumia 520, seguido de perto pelo Razr D1. E agora? Qual é a melhor escolha? Lumia 630 ou Razr Moto E?

    Eu não conheço nenhum dos dois, mas tenho simpatia pela linha Lumia e tenho vontade de ter um. Mas o que me impede de comprar um Windows Phone é a maldita falta de aplicativos. Pode-se argumentar que os principais já estão disponíveis e que tudo o que se pode fazer com um Android pode-se também fazer com um Windows Phone. Não duvido que seja verdade, mas o fato é que ainda vejo muitos anúncios/notícias de aplicativos que me interessam acompanhados pelo texto “disponível na App Store e na Google Play” e só. Nada de Windows Phone.

    1. Em recursos o Lumia 630 parece estar mais próximo do Moto E do que do Moto G, mas o preço… A Microsoft cobra R$ 699 nele, já a Motorola pede R$ 599 no Moto E. É difícil justificar a compra do Lumia nesse caso, ainda mais quando o Moto G, que custa menos, entra na jogada.

      Enfim, darei uma olhada mais aprofundada em ambos. Respostas nos reviews :-)

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