Leituras da semana #6


1/12/13 às 9h40

Smartphone, tablet e ereader: todos prontos para a leitura.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Na seção Leituras da semana, a ideia é trazer até cinco posts de outros sites publicados no decorrer da semana que merecem ser lidos. São artigos primariamente sobre tecnologia, mas que, seguindo a linha editorial do Manual, podem também flertar com comunicação, psicologia e outras áreas desde que tenham uma abordagem relacionada a gadgets ou bits.

Na sequência, você tem os links e breves descrições de cada artigo. No final do post há um link para o Readlists.com. Por lá é possível baixar um ebook contendo os artigos listados na íntegra ou exportá-lo para seu Kindle, outro ereader ou tablet e ler na piscina, no sofá, onde quiser durante o fim de semana. Espero que gostem.

Sobre pirataria

Falar de pirataria sem cair em clichês ou defesas polarizadas é um tanto difícil. Por isso fico contente quando alguém que se dispõe a tratar do assunto o faz com sensibilidade, sem defender pontos extremos, mas com a vontade genuína de entender o fenômeno, sem julgamentos rasos ou precipitados. Foi o caso do Forastieri em seu blog.

André Forastieri: Quando pirataria é legal – e quando é imoral (estrelando M.I.A., Batman e Gene Kelly)

Sobre jogos de plataforma

Não tenho jogado muito e, na criação do Manual do Usuário, não abordar jogos foi uma das primeiras decisões. Mas ante um texto tão bom quanto esse do Tevis Thompson sobre jogos de plataforma e sua complicada transição para dispositivos touchscreen, é impossível ignorá-lo.

Grantland: A morte do avatar: Rayman Fiesta Run, Dumb Ways to Die e Limbo

Sobre a Internet de ontem e a de hoje

Reflexão muito bacana do André Conti sobre o que a Internet era em 1995, o que ela prometia ser no século XXI e o que ela se tornou. Boa parte das promessas de cyberdemocracia, liberdade irrestrita e subculturas originadas na Internet ficaram pelo caminho, derrotadas pelas grandes empresas e pelo dinheiro. Mas mesmo nesse cenário desolado, Conti encontra alguns motivos para acreditar que dá, sim, para acreditar.

Gizmodo Brasil: Velocidade de escape

Sobre conteúdo viral, barato e compartilhável

Um texto do Manual pode levar semanas para ficar pronto — dois estão nessa situação; se os deuses da escrita estiverem comigo, ambos saem essa semana. Por isso bate uma pontinha de frustração quando coisas com o Upworthy e similares, listados por Alyson Shontell, viraliza com tanta facilidade. No blog do tipo do Washington Post, Dylan Matthews, que cuida do KnowMore, conta como é o processo: “O texto tem 44 palavras e o post leva menos de 10 minutos para ficar pronto”. É o blog mais visitado da publicação.

Business Insider: De repente, os clones do Upworthy estão em todo lugar e milhões de pessoas os estão lendo

Sobre o Yahoo

Derrick Harris conversou com ex-engenheiros do Yahoo para entender como uma empresa que até meados da década passada brigava de igual com o Google perdeu tanta relevância e hoje, sob o comando de uma ex-Googler, luta para se encontrar e recuperar o prestígio e poder de antigamente. Apesar de algumas forçadas ocasionais, o texto traz boas histórias de bastidores.

GigaOm: A queda (e retorno?) do Yahoo: como o gigante da web se fragmentou e construiu algumas ótimas tecnologias no processo


Todos os artigos acima estão listados no Readlists.com, onde você pode enviá-los para o Kindle, por email, para dispositivos iOS ou baixar um ebook.

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3 comentários

  1. Sobre conteúdos compartilháveis é até meio estranho, recebo mais comentários em um vídeo de 15-20 minutos do que em um texto de somente três parágrafos, em textos maiores alguns perguntam algo que está no meio do texto, triste ;3.

    O texto sobre pirataria é muito bom, apesar de eu não ter essas “regras”, tento evitar ao máximo e pronto, gostei delas. Ainda na época do gemcast houve um episódio sobre o assunto e o Ghedin disse achar bacana a Steam combater a pirataria com vantagens e não com imposição, isso vale para n serviços, felizmente.
    Lutar contra o “mas na net tudo é gratuito ” realmente é complicado. Ainda que considere isso meio estranho para alguns serviços, creio que assinaturas serão o padrão em pouco tempo.

  2. O texto sobre pirataria está fantástico.

    A tempos sigo esses critérios para saber se eu compro algum produto ou simplesmente baixo de forma gratuita. Exatamente por me preocupar em saber que por não pagar eu posso um dia ficar sem uma atualização, um novo produto/serviço que muito me ajuda ou diverte.

    Outro fator que mudou muito meu modo de pensar sobre o assunto foi eu ter começado a trabalhar. Entender que o trabalho possui um valor e que esse tempo gasto deve ser retribuído me fez iniciar essa mudança em minha percepção em comprar ao invés de buscar a pirataria.

    E claro, passar a ter a condição de usar parte do orçamento é fundamental.

  3. Ghedin. Texto curto é como imagem, lê rápido = “vê rápido” então “entende” rápido. Hahah e compartilha. Além do mais esse Upworthy tem texto + vídeo, sua navegação é bem interessante e os botões de compartilhar estão escancarados.

    Além do mais Ghedin, conteúdo extenso que tenho lido não tem valor de momento, teria mais valor histórico. Para ficar guardado na WEB para as pessoas pesquisarem. E a WEB é fortemente datada, e as pessoas estão fortemente datadas; o antigo não tem valor por ser antigo e nada mais. Então, para os conteúdos mais detalhados terem destaque é preciso de ferramentas construídas para eles.