O KDE Plasma foi promovido de “spin” para “edition” no Fedora
O KDE Plasma foi promovido de “spin” para “edition” no Fedora. / pagure.io (em inglês)
Isso significa que o lançamento do Fedora 42 Workstation será dependente do KDE Plasma, da mesma forma que era, até então, do Gnome. Os dois ambientes gráficos passam a ter o mesmo status dentro do Fedora.
Existe uma proposta para inverter os papéis e rebaixar o Gnome a uma spin do Fedora. Ainda é só uma proposta. Muita calma nessa hora. / fedoraproject.org (em inglês)
O KDE Plasma está com muito prestígio desde a liberação da sexta versão, em fevereiro. (Ou talvez seja só uma impressão pessoal, reforçada pela semana que passei no Linux com KDE Plasma 5, em janeiro.)
Embora tenha saído daquela experiência satisfeito, ela não transcorreu sem alguns percalços. Até mesmo no breve teste do Plasma 6 topei com inconsistências e falhas. A maioria ignorável, mas em uma quantidade que não esperava em um projeto tão maduro.
Os posts semanais de correções e melhorias do Nate Graham são fascinantes e, ao mesmo tempo, me intrigam. É tanta coisa sendo mexida que passa a impressão de que o KDE Plasma está em eterna reforma. / blogs.kde.org, pointieststick.com (ambos em inglês)
O macOS está longe de ser perfeito, mas tenho a sensação de ter menos pontas soltas. Outros ambientes gráficos do Linux, como Gnome e Xfce, parecem mais consistentes e/ou com ritmos de desenvolvimento menos acelerados.
“Sensação”, “parece”, “intrigam”. Fica a dúvida: todo grande projeto de software é assim, mas o KDE Plasma explicita mais em um (bem-vindo!) exercício de transparência, ou o KDE Plasma é um ponto fora da curva?