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O iPad 2 vive: por que esse modelo continua à venda?

iPad 2: highlander.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Na hora de mostrar a família de iPads com os novos membros recém-apresentados, na terça, a Apple manteve à venda o iPad 2, um senhor que todos achávamos estava prestes a se aposentar. Com especificações defasadas e sem alteração no preço, a pergunta que todos se fazem é: por quê?

Não é estranho à Apple manter versões antigas de seus dispositivos à venda em paralelo com as novas. Na realidade, é praxe. Normalmente a empresa mantém três iPhones e dois iPads à venda. Um lançamento, seguido de modelos dos anos anteriores com preços mais em conta.

As coisas mudaram em 2013. O iPhone 5c tomou o posto que, na antiga tradição, seria do iPhone 5, situação viabilizada com o lançamento simultâneo de dois iPhones, algo inédito até então. (O iPhone 4S continua à venda, de graça com contrato nos EUA, e por um preço mais camarada, mas ainda salgado, em outros mercados.)

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No caso do tablet, até a manhã desta terça havia três modelos à venda: iPad “4”, iPad mini e iPad 2. Esse último, apesar de duas gerações atrasado, era compreensível porque a terceira e quarta gerações são muito próximas, tanto que o intervalo entre os anúncios de ambas foi de alguns poucos meses. Dois iPads grandes, um com tela Retina, outro não. Tudo ok.

O mais natural, então, era que o iPad 2 se aposentasse terça e o iPad “4” ocupasse seu lugar como opção de baixo-custo. Não foi o que rolou. O penúltimo modelo saiu de linha e o idoso iPad 2 segue firme e forte, e sem alteração no preço — continua custando cada vez mais caros US$ 399.

Novamente: por quê?

A família iPad em 2013.
Foto: Apple/Reprodução.

O espanto, e até indignação que a manutenção do iPad 2 causou, se explica olhando para os lados.

Pelos mesmos US$ 399, o consumidor em potencial interessado em um tablet da Apple leva o novíssimo iPad mini com tela Retina, SoC A7 e outras novidades compartilhadas com o iPad Air — a escolha entre os dois é uma questão meramente de gosto e de se ter US$ 100 sobrando na carteira.

Se o custo for o norte para a compra do equipamento, o iPad mini de primeira geração é imbatível por US$ 299. Embora a tela tenha a mesma resolução e o SoC seja o mesmo do iPad 2, um Apple A5, ele é mais avançado com conector Lightning, câmera melhor, suporte a 4G e Siri.

Tentaremos entender o que leva a Apple a continuar oferecendo o iPad 2, mas a menos que você precise especificamente desse modelo, é difícil argumentar favoravelmente à sua compra. As alternativas são melhores.

Tentando justificar o iPad 2 em 2013

Um dos exercícios mais populares desde terça é tentar justificar a manutenção do iPad 2 no varejo. São diversas teorias, nenhuma comprovada, já que a Apple não fala e os números que divulga tampouco ajudam a entender a situação — quando divulga a quantidade de iPads e iPhones vendidos, ela não quebra esses números por modelo, dá apenas valores agregados.

iPad 2 sendo desembalado.
Foto: Cesar Dominguez/Flickr.

Dito isso, parto da premissa mais simples: o iPad 2 continua à venda porque… vende. Com linhas de produtos tão enxutas, a Apple não teria por que manter um produto tão datado se ele não estivesse ajudando a elevar faturamento e lucro. Um antigo como o iPad 2, especialmente por US$ 399, hoje deve ter margens saborosas. Para quem domina a linha de montagem e relação de fornecedores tão bem quanto a Apple, atender essa demanda deve ser algo que é feito de muito bom grado. E estimativas recentes, como as da Consumer Intelligence Research Partners, apontam que o iPad 2 ainda respondia, pelo menos até setembro, a quase 30% das vendas de iPads. Não é pouca coisa.

Outro aspecto muito citado e que faz bastante sentido é a compatibilidade. O iPad 2 é o único modelo ainda à venda com o conector de 30 pinos e o que à primeira vista é desvantagem (e é mesmo, pelo tamanho e problemas que pode dar), acaba sendo interessante para quem investiu muito em homologação, infraestrutura e acessórios baseados nessa interface.

Nos textos lá de fora são comuns relatos de escolas e empresas como potenciais compradores de iPad 2. Adaptar ambientes com centenas, milhares de usuários a um dado equipamento não é uma coisa simples, ou barata, logo US$ 399 em cada tablet para substituir um ou outro problemático ou quebrado sai, no geral, mais barato do que trocar toda a infraestrutura e a base para o novo conector Lightning. Mesmo nas compras em lote esses US$ 100 de diferença para o Air pesam no final.

Cedo ou tarde a migração para uma versão mais atual acontecerá, mas com os orçamentos limitados das escolas e a mentalidade econômica de empresas de pequeno e médio porte, adquirir tecnologia conhecida, ainda que obsoleta, acaba sendo a melhor saída.

O comparativo entre iPads que a própria Apple oferece também dá algumas pistas de padrões observados. Os dois novos iPads têm telas Retina, os dois antigos mantidos, não. Os dois novos, SoC A7, os dois antigos, A5 — também usado no iPhone 4S e Apple TV (versão single core), ambos ainda vendidos.

Embora frágil, existe uma simetria entre os modelos de ponta e os antigos, e o tamanho físico do iPad 2 pode ter apelo junto a alguns consumidores, gente para quem Giga hertz e telas Retina não diz muito. Como explicou Patrick Moorhead, analista da Moor Insights & Strategy, ao The Verge:

“É o tamanho que importa. Um monte de gente entra em uma loja com suas mentes já decididas por um tablet de 10 polegadas ou um de 7 ou 8, e eles partem disso. Para muitos deles, aquela uma polegada extra de espaço diagonal é de uma importância tremenda.”

Outra linha, essa menos comum, diz que o iPad 2 é um agente infiltrado cujo único propósito é impulsionar as vendas dos demais modelos, estratégia baseada no Efeito Decoy, ou triangulação. Nesse caso, o iPad 2 se apresenta não para ser vendido, mas para tornar mais atraentes os preços do novo iPad mini e iPad Air. Um exemplo prático e mais palpável: o Xbox One brasileiro por R$ 2.200 é caro, mas quando a Sony anunciou que o PlayStation 4 custará R$ 4.000 por aqui, ele imediatamente pareceu um negócio melhor do que era antes. Viu?

(Duvido que a Apple manteria uma linha de produção inteira apenas para mexer com o psicológico dos compradores forçando-os a comprar modelos melhores, mas com tanta teoria maluca passeando por aí, fica o registro de mais essa.)

O mais engraçado nessa pequena polêmica foi a reação agressiva de parte da imprensa internacional. “É uma trapaça”. “Se você tiver qualquer impulso em comprar um iPad 2 de 16 GB por US$ 399, você provavelmente deveria ir a um hospital e fazer um exame da cabeça“. “Eu o tacharei de idiota se você comprar um iPad 2 por US$ 399″. É bom saber que existe tanta gente preocupada com o bolso e a sanidade alheia :-)

Como é o iPad 2 em 2013?

iPad 2 atualizado e com reflexo do Sol.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Mas digamos que por qualquer motivo você resolva que quer o iPad 2. Sei lá, a tela não-Retina é vintage, bacana, você tem aversão a velocidade ou quer uma tela de 9,7 polegadas em um tablet novo, lacrado, mas aqueles US$ 100 extras do iPad Air estão em falta. Enfim, não importa o motivo: você tem um iPad 2 novo em mãos. Como ele se sai?

Eu posso responder essa pergunta, mas porque comprei um iPad 2 lá atrás, quando ele ainda era o melhor que a Apple podia oferecer. Ainda hoje, aliás, do ponto de vista estético, ele impõe certo respeito: com exceção do iPad Air, é o modelo grande mais leve (601 g) e fino (8,8 mm) de todos. A título comparativo, o iPad 3/4 pesa 652 g e tem 9,4 mm de espessura. (Todos os valores para as versões com apenas Wi-Fi.)

Quarta-feira fiz a primeira restauração do meu iPad 2 nesses dois anos. Ele estava com o iOS 6-ponto-alguma-coisa e, entre joguinhos que minha afilhada curte e apps que instalei só de curiosidade, faltava espaço para viabilizar a atualização para o iOS 7. A trabalheira que daria apagar apps e espremer espaço livre não compensava; de quebra, com uma restauração pude ver como é o desempenho de um iPad 2 (teoricamente) novo hoje.

Não é dos piores, viu? Mas, sim, está longe de ser tão ágil quanto um tablet moderno. Veja bem: são dois anos e meio, três gerações que o separa do iPad Air. Até apps pouco intensivos, como os clientes oficias do Twitter e Facebook, pedem alguns segundos após abertos para ficarem funcionais. A multitarefa, agora com miniaturas das janelas, só consegue manter as imagens das três ou quatro primeiras. Há uns glitches mínimos em algumas animações, mas o belo efeito de paralaxe funciona em toda sua glória. É bonitão esse efeito, né?

A lentidão não é um empecilho grande, não chega a irritar. A restauração fez bem à saúde do iPad 2 e esses pequenos engasgos iniciais estão mais curtos agora. Vídeos e navegação web funcionam bem, sem qualquer dificuldade. Sou um usuário bem conservador, de poucos e bem definidos hábitos, e que não joga, então não exijo muito do equipamento. Talvez eu seja exceção, mas para mim o iPad 2 ainda está ok.

A tela é o ponto fraco do iPad 2.
Foto: Rodrigo Ghedin.

Fora o desempenho, outra característica que entrega a idade do iPad 2 é a tela. Não é retina, e por não sê-lo, a tipografia mais delicada do iOS 7 fica estranha nos 1024×768 pixels do painel. Em alguns apps, como no oficial do Twitter, o serrilhado da (pequena) fonte fica bem aparente, a ponto de dificultar a leitura mais de perto. Aquela máxima de que dá para se virar bem sem telas de alta densidade desde que você nunca veja uma continua válido. Mais do que o desempenho, é a baixa resolução da tela a minha maior queixa.

Não, não compensa pagar US$ 399 em um iPad 2 hoje. Ele ainda segura as pontas, mas já mostra sinais claros de cansaço e… poxa, acho que é bem seguro dizer que de 2014 a aposentadoria não passa. Além disso, por valores menores (nos EUA) se consegue modelos usados de iPad 4, melhor em praticamente tudo.

Há situações bem peculiares em que a compra de um se justifica e se você quiser, também, quem sou eu para julgar? Muita gente ainda usa o primeiro iPad, seriamente limitado pelos seus 256 MB de RAM, e está contente. Talvez até mais do que os chatos linkados acima que reclamam com tanta raiva do que os outros compram.

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24 comentários

  1. Estou com uma dúvida: preciso comprar um tablet por meu filho. Estou entre um Ipad 2 (32gb – wifi) por 500,00; um Samsung Tab 3 (8gb – 3g) que vai me custar de 350-400 reais, comprado em 2014 mesmo; e um novo da Alcatel com (4gb e 3g) por 250.

    Estourando meu orçamento já combalido de final de ano, gostaria de saber qual me trará a melhor relação custo x benefício. Finalidade: Apps educativos FREE e, obviamente, joguinhos mais infantis. 3G é importante mas não essencial, já que metade da semana ele fica na minha casa com wi-fi de boa.

    Confesso que nunca me interessei por este tipo de aparelho, inclusive sempre fui resistente a comprar um tablet pruma criança de 8 anos (radicalizando, pra qualquer pessoa), mas ele ganhou um furby, daí já viu… Tá destruindo meu celular.

    Outro dado: Nunca tive uma “experiência Apple”. Não que duvide da “organicidade” e fluidez entre hardware e o sistema operacional, atestado pelos comedores de maçã. Só acho muito caro e um pouco de frescura (tosqueira assumida). Gosto de rootear o droid, usar uma rom bem pelada, brickar e resetar tudo de novo. Doideira, mas me sinto mais livre sabendo que no fundo aquele troço é um linux, com todas as suas dificuldades.

    E valeu pela matéria, excelente!

    1. Cara, iOS é melhor, principalmente considerando que seu filho tem 8 anos. No android não tem aquela segurança e aquele controle da App Store. No iOS, a única fonte de apps que ele vai ter acesso é a própria app store, sendo que você cria um ID com os dados deles e ele só vai ter acesso ao que a idade dele permite. Fora que você terá maior controle de tudo que ele acessa.

  2. Olá amigos, há 2 anos atrás fui furtado em minha residencia, na época estava com meu ipad 2 16gb, devido ao novo trabalho, saí à procura de um novo ipad, mesmo sem saber qual, tanto que achei esse post para ver as diferenças entre ambos. Estou negociando um mesmo ipad 2 só que de 64 gb e 3g que no meu antigo não possuia. Achei um usado, único dono e a dona está me passando por 900 reais, achei interessante embora eu possa adquirir um air por 1400, são apenas 500 reais de diferença, mas por desconhecimentodos ipads, ainda fico na dúvida. Será que ainda dá tempo de alguém de voces, me ajudar? Help Rodrigo Ghedin!!!

    Obrigado

  3. Cara, vou ressuscitar esse post.
    Comprei meu iPad 2 em agosto de 2013.
    Você sabe me informar qual estava vendendo junto com ele e quando que o iPad 2 foi retirado do mercado?
    Preciso dessa informação com urgência.
    Até!

  4. Caras, tenho o primeiro ipad ainda, comprei ele quando um amigo meu foi pros Eua, acho que uns 4 meses depois do lancamento, vejo que ele esta bem debilitado, os programas novos nao rodam, os que funcionam quebram ou travam com facilidade, mas esta aqui, firme e forte, vejo apenas sites da internet, meus programas de banco e uma calculadora, male ma vejo videos no youtube.. Ah, e soh para constar, ele nao recebu e atualização do iOs 7, ainda uso o 5. Alguma coisa, mas esta valendo. Bom texto e obrigado por lembrar desse velho e companheiro iPad one. Abraços

  5. Eu apostaria meus dois tostões em uma Apple enxugando custos de manufaturagem.
    iPhone 5c mantém o mesmo processo de fabricação do iPhone 5, mas troca materiais mais caros por plástico.
    iPad 2 e mini (1st. gen.) compartilham de quase tudo por baixo do capô, ou seja, vai sair mais barato o segundo escalão composto de iPad mini e iPad 2 do que se fosse o iPad 4th. gen.
    Cook tem sido inteligente em fazer produtos de luxo, sem precisar gastar um luxo para manter a linha.
    Mas o preço me desagradou sobremaneira. Um iPad 3 com preço pra bater de frente com o Nexus e Kindle seria menos ofensivo.

    iPad 2 é ótimo ainda se você quiser manter, mas não é tão válido assim para adquirir.

    1. Custo de produção cai, preço no varejo cai muito menos, lucro aumenta. O iPhone 5c foi, a meu ver, uma tentativa de faturar ainda mais com isso dando a sensação de que o iPhone do ano passado é um produto novo. É uma estratégia muito boa, mas em grande parte porque os dispositivos da Apple envelhecem bem, no geral.

      A sua última frase resume muito bem o dilema do iPad 2 em 2013 :-)

  6. Sou também dono de iPad 2, há 1 ano aproximadamente. À época, acho que já tinha o 3 e estava para ser lançado o 4. Confesso que esperava mais do produto iPad em si, ainda mais quando há dezenas de relatos de pessoas que mudaram de laptop (seja ultrabook, air, etc.) para o tablet. Foi uma decepção para o que acharei que seria, mas quase que contraditoriamente, gosto bastante do meu.

    Com o iOS7, a bateria parece ter melhorado um pouco e o aparelho passou a sensação de ser mais leve por causa dos truques da interface gráfica. Não ligo absolutamente nada para tela retina (tenho iPhone 4S e não poderia realmente me importar menos). Não sei se há relação com a miopia, o astigmatismo, ou o fato de eu ler poucos textos longos em cada aparelho, ou questão de distância, etc. Apenas não sinto falta, não me aborrece e enquanto isso for vendido como o grande upgrade do iPad 2 para outros, ficarei com meu.

    Aliás, deve ser consequência do meu uso atípico. Todos, sem exceção, dos apps que utilizo são free e talvez por isso não encaro o aparelho como auxiliador de produtividade, mas sim como mero lazer*. Até por isso, alguns segundos para inicializar o app do twitter passam totalmente despercebidos por mim. Tá certo que esperava que apps como o Feedly tivessem melhor desempenho, mas aí não sei se é limitação do meu aparelho, da qualidade do app, da minha expectativa de uso ou de qualquer outra coisa. Enfim, apenas divago.

    Você conseguiu usar seu iPad como instrumento efetivo de trabalho, Ghedin? Conhece alguém que sim? Alguém que não trabalha com jornalismo/TI?

    E me parece que o iPad 2 continua sendo vendido porque para cada unidade dele vendida desde o lançamento do iPad 4, há a garantia da venda de outro iPad pelo consumidor que acha que precisa fazer esse upgrade. Comprar um iPad 4 recente não te taria motivos para já pensar em um novo aparelho, mas um iPad 2 sim.

    * E nem digo jogos, pois só joguei 3: Knights of Pen and Paper, Plants vs Zombies 2 e Dots.

    1. “Você conseguiu usar seu iPad como instrumento efetivo de trabalho, Ghedin? Conhece alguém que sim? Alguém que não trabalha com jornalismo/TI?”

      Conseguiria usar o meu se tivesse um teclado físico. Digitar na tela não rola, mesmo; já tentei e é um parto, embora exista quem consiga e diga que é preferível.

      Existe uma infinidade de apps específicos para diversas áreas. Que conheço mais de perto, a de áudio e mixagem, com muitos apps e acessórios para iPad. Ele é meio que uma folha em branco e com a criatividade dos desenvolvedores, é fácil encontrar apps que auxiliam as mais diversas profissões.

      1. Eu estudo para concursos públicos e consigo digitar todas as aulas no meu iPad, tenho grande facilidade e a correção automática me ajuda muito acentuando todas as palavras de forma correta, acho que a questão de conseguir usar ele com tanta facilidade é que uso todos os dez dedos (sim, eu fiz o extinto curso de datilografia em um passado distante)

  7. Esse tipo de matéria que torna o blog essencial.
    Eu tenho um Ipad 2 de 64GB e ainda não penso em comprar um novo… ele está servindo muito bem até agora… apesar de que com o IOS 7 eu senti um aumento de consumo da bateria.

  8. Eu troquei o meu iPad 2 há alguns meses por um 4th justamente por causa da tela. Já começava a me incomodar o fato de o dia inteiro estar de olho na tela do 4s e no fim do dia, qdo ia ler alguma coisa no iPad 2, tudo ficava embaçado. Até a tela do iPad mini não-retina incomoda pra já está acostumado com a mesma. E na faculdade, tendo que ler um monte de apostilas pdf e usar apps gráficos, a tela retina faz toda diferença a favor.

  9. Muito boa a análise das razões da manutenção do IPAD 2. Interessante para o fato do uso em empresas e do uso do conector 30 pinos. Além do efeito triangulação, que “barateia” os ipads novos. Continue o bom trabalho. Abraço.

  10. Possuo um iPad 4 e senti uma diferença no desempenho em bateria e fluides ,não atrapalham.A vantagem do iPad 2 é o peso e espessura em relação ao 4 que acho bem pesado, claro que hoje em dia o Air é perfeito a alteração que fizeram no design de diminuir as bordas fez todo o sentido.Ainda posso me virar bem com o 4 a resolução se manteve igual ,comparia o Mini nessa geração. Complicado ainda é a produtividade ,ipad segue sendo um brinquedo no meu dia-a-dia sinto falta de um macbook air ,pena ser tão caro.

    Fica ai meu comentário sem correção, no momento.

    Até

    1. Para o iPad ser uma máquina de produtividade, acho que depende muito do que você faz — e, consequentemente, dos apps. Acho que me daria bem usando apenas um se tivesse um teclado Bluetooth; digitar na tela é complicado, mas para todo o resto, software-side, ele serve bem jornalistas, gente que escreve.

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