Montagem com fotos do iPhone 6 Plus, Mi5 e Galaxy S7 edge.

A guerra das plataformas: placar final


11/8/16 às 9h28

A guerra das plataformas de smartphone basicamente terminou e a Apple e o Google venceram. Mas é interessante, de passagem, observar o resultado e refletir sobre o que ele significa.

Globalmente, algo em torno de 5 bilhões de pessoas (com margem de erro de 250 milhões para mais ou para menos) têm um aparelho móvel, de um total médio de 5,5 bilhões de pessoas com mais de 16 anos. (Esse número não é exato porque muita gente tem mais de um SIM card/chip de operadora.) Esse número subirá para próximo de 6 bilhões nos próximos anos na medida em que a população e a penetração nesse mercado crescem.

A apple disse em janeiro de 2016 que tem “1 bilhão” de dispositivos ativos (um número redondinho), o que inclui Mac, iPhone, iPad, iPod, Apple TV e o Apple Watch. Desses, são aproximadamente 90 milhões de Macs (Tim Cook falou em 80 milhões no começo de 2014), um pouco mais de 10 milhões de smartwatches, algo perto de 20 milhões de Apple TV e talvez o mesmo tanto de iPod ainda em uso. Isso deixa aproximadamente 900 milhões de iPhone e iPad. A Apple vendeu 318 milhões de iPad — se considerarmos um ciclo de vida de três anos para o iPhone e de quatro anos para o iPad, isso nos leva a uma base instalada em dezembro de 2015 de 630 milhões de iPhone e 250 milhões de iPad, ou 880 milhões no total — perto o suficiente. Dado que as vendas de iPad e iPhone estabilizaram desde então, esse número provavelmente não mudou muito.

A operadora China Mobile afirmou que no primeiro trimestre de 2016, 15% da sua base ativa de 830 milhões estava usando iPhone — ou seja, 125 milhões daqueles 630 milhões de iPhone. A China Mobile tem 60% das assinaturas de linhas móveis chinesas (como observado acima, esse não é o mesmo número de usuários per se), mas por ser a operadora premium, ela tem 73% do 4G do país, o que é provavelmente mais relevante. Isso implica em cerca de 175 milhões de iPhone na China em todas as três operadoras. É mais iPhone do que nos EUA. (Observe que nem todos esses foram vendidos na China — isso também inclui aparelhos importados de segunda mão.)

No geral, as operadoras móveis chinesas reportaram 591 milhões de assinantes de 4G no segundo trimestre de 2016 e 808 milhões de usuários de 3G e 4G combinados no final de 2015, quando o governo chinês divulgou haver 620 milhões de usuários da Internet móvel no país (crescendo um pouco acima de 2% por trimestre). É preciso ser muito cauteloso ao combinar dados de fontes diferentes obtidos com metodologias diferentes, mas isso implica que se havia 175 milhões de iPhone no primeiro trimestre, ficamos com talvez 450 milhões de dispositivos Android (ou, pelo menos, dispositivos Android que se conectam à Internet). Obviamente, esse é o Android chinês — não é um fork, mas sem nenhum serviço do Google e excluído das estatísticas do Google. Enquanto isso, o governo também divulgou que 220 milhões de pessoas usam tablets para se conectar à Internet (veja a note da rodapé). Não está claro quantos deles são compartilhados, então devemos arredondar esse número um pouco para baixo.

Temos ainda o Android do Google (em oposição ao Android chinês). O Google tem sido sempre construtivamente opaco sobre as estatísticas do Android, usando métricas mutantes que nem sempre se harmonizam entre si. A última vez que ele nos deu um número sólido da base ativa foi setembro de 2015, quando afirmou que havia 1,4 bilhão de usuários do Android do Google. De acordo com o painel de desenvolvedores Android à época, aproximadamente 10% da base ativa tinha uma tela grande ou extra grande — pressupõe-se que sejam tablets –, então, 1,25 bilhões de smartphones e 150 milhões de tablets, arredondando. Quanto esse número aumentou desde então? Bem, na maioria das estimativas as vendas de smartphones têm sido bem estáveis nos últimos trimestres, com quaisquer vendas marginais surgindo no segmento de entrada (o preço de um smartphone Android já está abaixo dos US$ 50). Então essa base deve ter aumentado em (digamos?) 100 milhões, mas provavelmente não mais do que isso. Colocando tudo em um gráfico (apenas com os números arredondados do Google apresentados em eventos), um número em março de 2016 de 1,5 bilhão de Android do Google, disso sendo 1,35 bilhão de smartphones, parece plausível.

Gráfico com a base de usuários do Android do Google até dezembro de 2015.

Resumindo, para março de 2016:

  • 630 milhões de iPhone e 250 milhões de iPad, num total de 880 milhões;
  • Entre 1,3 e 1,4 bilhão de smartphones com Android do Google, mais 150 a 200 mihões de tablets com Android do Google;
  • Talvez 450 milhões de smartphones Android adicionais e 200 milhões de tablets Android na China, não conectados aos serviços do Google;
  • Para um total de 2,4 a 2,5 bilhões de dispositivos iOS e Android, e (digamos) 600-750 milhões de tablets Android.

Alguns desses números estão bastante distantes do que as pessoas que não estão analisando minuciosamente os dados imaginam. Publique esta enquete nada científica no Twitter semana passada e encontrei os resultados a seguir, extremamente errados. A resposta correta é pouco mais de 2,5 vezes, mas 2/3 das pessoas votaram por mais de 4x, o que exigiria 2,5 a 3 bilhões de smartphones com o Android do Google.

Print de um tweet enquete de Benedict Evans sobre a quantidade de smartphones Android em relação a iPhone há em uso no mundo.

Esses números ilustram a mudança fundamental na escala que a transição para o mobile representa para a indústria de tecnologia. As vendas anuais de smartphones vão crescer para perto de 2 bilhões de unidades e as vendas de PCs vão diminuir para próximo de 200 milhões, enquanto a base instalada de smartphones vai subir de 2,5 bilhões para próximo de 5 bilhões e a base instalada de PCs cairá do 1,5 bilhão atual para algo mais próximo de 1 bilhão (se é que chegará a isso). O mobile tem dez vezes o volume de unidades e cinco vezes a base instalada — “o bilhão é o novo milhão”. Esse é o motivo pelo qual todo o investimento da indústria está sendo deslocado do ecossistema Wintel para o ecossistema ARM/iOS/Android.

Enquanto isso, agora é perfeitamente claro que tanto a Apple quanto o Android têm escala suficiente para viabilizar seus ecossistemas (incluindo o subconjunto de Android na China) e que ninguém mais a tem. Mas, ao mesmo tempo, uma vez que você alcança essa escala, mudanças adicionais na divisão do mercado não são muito significativas. Não importa para um gerente de produtos de um grande banco americano quantos usuários de Android existem na China nem para um gerente de produtos começando na Índia quantos iPhone existem na Califórnia. Onde seus usuários estão, quais usuários você deseja e quais usuários gastam mais é o que importa.

Isto é, a guerra acabou. Sim, nós iremos de 2,5 bilhões de smartphones para 5 bilhões, mas a dinâmica dos dois ecossistemas não mudará muito com esse crescimento. A Apple talvez ganhe alguns usuários, enquanto o Android vai converter a maioria desses próximos 2,5 bilhões, mas a maioria dessas pessoas estão em mercados emergentes e vai comprar smartphones abaixo de US$ 50 e certamente abaixo dos US$ 100.

Em vez disso, as mudanças e as coisas a se pensar vêm de outras direções — realidade virtual e realidade aumentada de um lado, inteligência artificial e aprendizagem de máquina do outro. Eles podem mudar o equilíbrio entre a Apple e o Google, mas é mais provável que eles tornem essa distinção algo sem graça. Eu parei de atualizar os meus modelos da Nokia, da BlackBerry e da Microsoft há algum tempo — os meus modelos do Android e da Apple também estão ficando cada vez mais próximos do fim da minha lista de prioridades.

Nota 1: Se você pensa que toda essa metodologia é vaga e imprecisa, você está certo, mas é assim que a salsicha é feita. Escrevi um artigo longo sobre esses problemas aqui (em inglês).

Nota 2: Tanto os números de tablets com o Android do Google e com o Android chinês que eu mencionei são explicitamente de aparelhos que se conectam à Internet. Existe uma lacuna significativa entre os números de Android que são vistos online e os números que são informados como vendidos aos consumidores. O cerne disso é que existem de fato dois mercados de tablets: a visão de “substituto do PC” da Apple e de tablets Android high-end, e outro mercado praticamente separado para tablets genéricos baratos de plástico preto que não duram muito e/ou nunca ou raramente se conectam à Internet – eles devem aumentar a base em pelo menos um terço, talvez mais.


Publicado originalmente no blog do Benedict Evans em 25 de julho de 2016.

Tradução por Leon Cavalcanti Rocha.
Fotos do topo: TechStage/Flickr.

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62 comentários

  1. Em uma guerra entre duas empresas tão grandes, será que algum dia vai haver algum concorrente que vai chegar nesse nível?

    Btw, tem alguns erros de digitação. Lembro de ter visto apple (sem o A) e gerra. Mas nada demais :)

  2. Um tablet com iOS ou Android continuam/continuarão sendo “celulares gigantes”;enquanto um híbrido com Windows 10 é um PC em tudo,e mais_É UM DOIS EM UM.A guerra das plataformas não acabou,meu caro.

    1. Uso de pc e de celulares é bem diferente viu. E a guerra pode mudar de rumo mas agora o mobile está ganhando, lugar onde a microsoft está perdendo – smartphones. Não sei se você sabe mas a venda de smartphones cresce e a de pcs despenca.

      1. Isso é chuva passageira.A MS com seu OneCore está prestes a inaugurar uma nova era_um OS em todo tipo de Hardware;apenas adaptado,mas continuará atuando no ramo da produção,ao invés do consumo.A maçã continuará produzindo o q tem feito até hj:FAZENDO E VENDENDO BRINQUEDOS DE LUXO PRA GAROTADA.

          1. Eu fico perplexo com o nível que o debate chega quando os fanboys da Microsoft começam a dar opinião. Simplesmente dá vontade de excluir o perfil do disqus e ir dormir.

        1. Virou techguru agora? Eu estou falando de presente e você vem com devaneios, é, é dificil conversar sério com fãs de windows.

    2. Outro: No dia que alguem usar um surface como usa um ipad você tira uma foto pfv. Esses tais hibridos são apenas evoluçoes com outro nome de ultrabooks super -portateis.

      1. Sendo assim pq é q a Apple tenta tanto empurrar essa idéia dq o iPad Pró é um substituto do “Seu PC” ?

        1. Por dois motivos: 1) o aumento no tamanho dos smartphones absorveu todo o oxigênio que havia ali para tablets; e 2) iPad é meio hegemônico em tablets convencionais (aqueles baratinhos genéricos com Android desatualizado podem até ser mais numerosos, mas não geram lucro e entregam uma experiência de usuário patética).

          Nesse cenário, se as pessoas acreditam que híbridos/2-em-1 são o futuro, melhor fragmentar o iPad e apostar numa versão “Pro” para canibalizar o Mac do que colocar esse em risco.

        2. Porque a apple tá toda bagunçada, dá pra perceber. Apesar da apple estar em mal momento ainda não vi ninguem na internet dizendo em algum review que é viavel usar um surface como tablet.

          1. Isso pq as pessoas q costumam usar tablets não sabem nem sequer ativar o “modo tablet” no Windows 10;se aprendessem viriam como é vantajoso usar um Surface (ou de OEM) como tablet após sair do “modo descktop” ao invés de fechar o note com Windows e pegar um iPad,ou tablet comum com travoid.Não tem como admitir q o iPhone é um celular lindissimo;porém a sua versão gigante é de muita frescura,e dizer q ele pode se igualar a um Surface com Windows 10 ou até mesmo substitui-lo é de mais;é forçar?.

  3. Bom dia, você diria que então, baseado no outro artigo que você fala sobre a democratização de tecnologias induzidas pela realidade aumentada (pokemon go), os tablets podem voltar a serem a bola da vez? Já que eles podem trazer uma experiência melhor ao usuário de realidade aumentada e terem mais facilidade de carregar uma bateria maior?
    Parabéns pelo artigo, abraço!

    1. Falando por mim aqui (o texto é do Benedict Evans), creio que não. Smartphones grandes canibalizaram tablets, diminuíram o apelo deles e o empurraram mais para o lado dos PCs do que o do dispositivos móveis — daí até a Apple estar posicionando o iPad como substituto de PCs, não de smartphones.

      1. Então Rodrigo, concordo contigo. No entanto é justamente aí que mora a dúvida. Os smartphones cresceram e os tablets foram morrendo aos poucos (emboram não morreram totalmente).
        No entanto minha dúvida é quanto as perspectivas de futuro, não de passado, visto que o fenômeno (pokemon go) está trazendo pra mais perto da grande massa a “realidade aumentada”.
        As telas maiores (ouve-se tablet), desde que não sejam pesadas como um notebook, no meu ponto de vista podem trazer uma experiência melhor da realidade aumentada. E esse é só o primeiro fenômeno de realidade aumentada, pois pokemon go abriu caminho pra todo um novo mundo de tecnologias e experiências que não foram lançadas ainda.

        1. O grande impeditivo não é o uso, mas o “não uso”: carregar um smartphone no bolso é fácil, já um tablet, não. Comodidade e portabilidade sempre batem desempenho — por isso notebooks são mais populares que desktops e smartphones que tablets.

          Tablets sempre foram mais poderosos e confortáveis de usar do que smartphones, mas não são tão portáteis. Essa é a característica mais forte do smartphone.

          1. Tudo bem, isso eu entendo. Mas isso era antes da realidade aumentada. A questão agora é depois dela? Até que ponto uma pessoa pode se adaptar a ter um tablet por conta do entretenimento?
            Meu primeiro smartphone tinha 3″ e eu acho ele infinitamente mais confortável que o que tenho hoje de 5″, compraria o menor se ele tivesse o poder de processamento que o meu tem hoje, sem dúvida, pro que uso, me atenderia muito bem. Mas aparentemente o público no geral acha que vale a pena um smartphone maior, afinal facebook, instagram, joguinhos e até uma navegação na internet numa tela de 3″ incomoda mais do que carregar 5″ no bolso. E com isso os smartphones cresceram insanamente.
            A questão é, 5″ incomoda no bolso, mas vale o sacrifício pela boa experiência no instagram e facebook, mas e pokemon go? E as proximas tecnologias de realidade aumentada que forem lançadas vão valer apena apenas nas 5″? Pq é bem comum hoje a gente carregar no smartphone na bolsa ou na mochila, e com carregador por sinal, pra um tablet de 9″ não faria muita diferença, entende?

          2. Entendo, e pode ser que aconteça (vá saber!), mas acho bastante improvável. Até 6″ ainda cabe no bolso, mesmo desconfortavelmente. Mais que isso, não. Pode até existir um ou outro tablet que faz ligação (já existe, aliás), mas nada capaz de se tornar mainstream ou de ser o novo padrão.

            E realidade aumentada ainda é incipiente e, do ponto de vista prático, inútil. Só tem uns joguinhos e casos de uso bem limitados. A tecnologia precisa evoluir para vermos aplicações mais úteis. Só depois disso será possível pensar em formatos diferentes.

          3. Entendi! É, fiquei curioso depois do texto anterior sobre o pokemon go. Tento ver alguns cenários na área comercial, como provação de roupas por exemplo, etc. Mas só ideias superficiais. Fiquei interessado no assunto. Por isso a curiosidade.
            Valeu!

          4. Só alguns fatos pessoais meus que confirmam as suas afirmações:
            – Quando eu comprei meu primeiro smartphone grande (Um Galaxy Note 2) eu simplesmente abandonei o tablet de 10 polegadas. Ele perdeu totalmente a utilidade, virou brinquedo pra minha filha.
            – Hoje eu uso um Nexus 6, é bem grande 6″ de tela, mas ainda cabe normalmente no meu bolso.
            – Quando eu usava telefones de 4″ realmente era ruim para consumir mídia (internet, e-books, um videozinho ou outro), mas com um smartphone grande ele acabou virando meu dispositivo preferido pra isso).
            – O smartphone está 100% do tempo ao alcance da mão. Isso bate qualquer outra característica de qualquer outro device.
            – Eu ainda carrego um notebook parrudo pra trabalhar (viajo muito). Preciso da tela grande, do teclado grande e principalmente do poder de fogo dele. A performance é questão de tempo pro smart alcançar, mas a ergonomia da tela/teclado não tem muito jeito. A menos que alguém consiga acertar uma dock bem levinha pro smart. (até hoje só vi promessas).

  4. Bom dia, você diria que então, baseado no outro artigo que você fala sobre a democratização de tecnologias induzidas pela realidade aumentada (pokemon go), os tablets podem voltar a serem a bola da vez? Já que eles podem trazer uma experiência melhor ao usuário de realidade aumentada e terem mais facilidade de carregar uma bateria maior?
    Parabéns pelo artigo, abraço!

  5. ” Esse é o motivo pelo qual todo o investimento da indústria está sendo deslocado do ecossistema Wintel para o ecossistema ARM/iOS/Android.”

    Pensava que ecossistema era o conjunto de soluções que uma empresa apresenta.
    Tipo: Iphone, Mac, Itunes, Apple Tv e etc.
    Tipo 2: Android, Youtube, Play Store, GDrive, Google Seach, Google + e etc
    Tipo 3: Windows, Windows mobile, Office, Bing, Azure e aplicativo no Android e Iphone.
    Teria os ecossistemas da Alibaba, Xioami, Amazon etc.

    Quando descreve ecossistema somente como arquitetura de hardware e sistema acaba marginalizando os híbridos como Android rodando em chips Intel seja em smartphone ou tablet.

    Editado ->
    No tipo 3 colocar-se os aplicativos da Microsoft que estão e estaram nos sistemas concorrentes, já que o importante é que utilizem seu ecossistema seja ela vindo do Android/Apple

    1. Eu faço uma leitura diferente disso: O foco não está mais na arquitetura ou no sistema operacional, está na camada acima: Aplicativos e serviços. Se esses aplicativos e serviços são acessados de windows rodando em x86, de android em ARM ou x86, de iOS em ARM, de macOS em x86, de linux em qualquer arquitetura, não faz diferença. Sistema operacional é o meio de acesso que se apoia em alguma arquitetura, mas que é só um detalhe, um caminho pra onde se quer realmente chegar.

    2. Eu faço uma leitura diferente disso: O foco não está mais na arquitetura ou no sistema operacional, está na camada acima: Aplicativos e serviços. Se esses aplicativos e serviços são acessados de windows rodando em x86, de android em ARM ou x86, de iOS em ARM, de macOS em x86, de linux em qualquer arquitetura, não faz diferença. Sistema operacional é o meio de acesso que se apoia em alguma arquitetura, mas que é só um detalhe, um caminho pra onde se quer realmente chegar.

      1. Isso Aplicativos, Serviços e Hardware em alguns casos é ecossistema na minha interpretação! No caso o texte descreve somente como arquitetura e sistema, talvez autor errou, a ideia seria que a arquitetura/plataforma mobile venceu o PC.

    3. IMHO dividir nesses 3 tipos não faz sentido..
      isso ignora as pessoas que, por exemplo, usam iPhone, Windows no PC e email do google…. fora as outras possiveis combinações diferentes.

      1. Não ignora, ecossistema é um conjunto de soluções criadas por uma empresa ou grupo com finalidade de fidelizar o máximo de usuários, se você que usar um Macbook rodando Ubuntu enquanto assistir um review no You Tube do seu próximo smart com Windows Phone e tomando Dolly, ai é uma questão de escolha, mas não terá uma boa “EXPERIENCIA!!!”

        1. essa promessa de “A EXPERIENCIA” é a maior furada….
          todas as empresas que citamos dispoem de um ‘ecossistema’, mas em todos eles há serviços que são piores do que o concorrente (as vezes muito piores ou inexistentes). O usuario nunca terá uma “experiencia” totalmente “satisfatória”, pois em algum momento ele vai fugir do ecossistema e usar uma ferramenta de outros.
          e a melhor parte: isso é normal e já ocorre faz anos!
          por isso eu nao entendo essa obsessão em focar (ou doutrinar) o usuario em apenas uma empresa.

          1. Só finalizando, a discussão inicial era que o autor do texto definia ecossistema como conjunto de arquitetura e sistema e não o conjunto de soluções criadas por uma empresa (na minha opinião é o correto).
            Acredito que os campeões hoje são Google e Apple com ajuda dos processadores ARM e que Microsoft e Intel perderam o bonde desta nova “era?”.
            Sobre a “EXPERIENCIA” foi sarcasmo! Não acredito nisso, hoje uso soluções de vários ecossistemas
            Outlook, Gdrive, Google+, Ms Office, Google Search, Here maps, Kindle, You tube, Chrome/Firefox, Tizen na Smart TV e etc mas sem dúvida que uma pessoa que possui um Iphone vai ter um fluides maior na Apple TV que no Chromecast.

          2. isso. eu tambem defendo que “ecossistema” é um conjunto de arquiteturas ou sistemas.
            por experiencia propria eu vejo que as coisas funcionam muito melhor quando você nao depende de uma empresa para todos os produtos/serviços.

    1. Acho ele fanboy também mas, apesar de massante, ele sempre baseia seus textos em números: independente da opinião prévia dele, até alguém explicitar algum erro de metodologia, ele tem mais credibilidade que qualquer texto opinativo que tem aos montes por ai.

      1. Cara, ele joga com os números pra chegar quase que num empate entre iOS e Android no número de usuários…

        1. Ele disse que. pelas estimativas, seria algo em torno de 2,5x maior, isso não é quase igual…ainda mais considerando que são bilhões de usuários: “Publique esta enquete nada científica no Twitter semana passada e encontrei os resultados a seguir, extremamente errados. A resposta correta é pouco mais de 2,5 vezes, mas 2/3 das pessoas votaram por mais de 4x, o que exigiria 2,5 a 3 bilhões de smartphones com o Android do Google.”

          Me parece plausível, ainda mais considerando a popularidade do iPhone em lugares populosos como EUA e China,

          1. Complementando com um trecho do próprio texto:

            “Enquanto isso, agora é perfeitamente claro que tanto a Apple quanto o Android têm escala suficiente para viabilizar seus ecossistemas (incluindo o subconjunto de Android na China) e que ninguém mais a tem. Mas, ao mesmo tempo, uma vez que você alcança essa escala, mudanças adicionais na divisão do mercado não são muito significativas. (…)

            Isto é, a gerra acabou. Sim, nós iremos de 2,5 bilhões de smartphones para 5 bilhões, mas a dinâmica dos dois ecossistemas não mudará muito com esse crescimento. A Apple talvez ganhe alguns usuários, enquanto o Android vai converter a maioria desses próximos 2,5 bilhões, mas a maioria dessas pessoas estão em mercados emergentes e vai comprar smartphones abaixo de US$ 50 e certamente abaixo dos US$ 100.

            Em vez disso, as mudanças e as coisas a se pensar vêm de outras direções — realidade virtual e realidade aumentada de um lado, inteligência artificial e aprendizagem de máquina do outro. Eles podem mudar o equilíbrio entre a Apple e o Google, mas é mais provável que eles tornem essa distinção algo sem graça.”

          2. Ele é fanboy, isso ninguém que leia mais de 2 textos dele tem dúvida. E nesse texto ele fez malabarismo com os números até provar o ponto dele – o que não é errado, qualquer um que trabalhe com análise faz isso diariamente.

            Mas acho que ele faz uma análise acertada no todo – pode ser que a correlação seja fraca, que a análise multivariada dele seja péssima e que ele tenha jogado pra lá e pra cá até conseguir fazer o que ele queria com os números – quando ele fiz que i) a guerra acabou e ii) as pessoas tem uma visão “global” do Android errada.

            i) É fácil de entender quando se vê os erros do Nadela em relação ao WP (e ao XBOX, mas divago) e se percebe que a MS chegou a arranhar a superfície do mobile mas depois despencou de um modo que eu jamais tinha visto em tecnologia. Hoje o que existe é a tentativa da MS de manter-se relevante no Mobile com soluções que aparecem nas duas plataformas principais e no desktop.

            ii) Essa visão errada das pessoas, chuto eu, é muito mais fruto de um pensamento empírico que se baseia no “eu vejo mais Android na rua” o que acaba por creditar ao iPhone uma posição bem inferior no imaginário popular. Essa correlação todos nós fazemos o tempo todo – categorização de objetos é o cerne do nosso funcionamento cerebral – e nem sempre ela é correta. Pode ser que os número dele sejam bem forçados pro lado da Apple, mas, de modo algum isso invalida a conclusão dele.

          3. Perfeito seu comentário, me incomoda um pouco não perceber a falta de auto-crítica: desqualificar o conteúdo do texto pelo autor ser fanboy, sem explicar o porquê dos argumentos deles serem falhos, não é muito pior do que ser fanboy?

            Eu mesmo não tenho simpatia pelo Windows, ou melhor, acho que ele é bem menos relevante que os geeks (daqui pelo menos) acham e costumo diminuir sua importância: é o sistema que as pessoas são obrigadas a usar, não que as pessoas gostam. Caso eu exagere nas críticas, basta pontuar em que partes minhas críticas não valem.

            Outro problema além do “eu vejo assim, então deve ser assim no mundo todo”, tem a questão de quem usa que também não aparece nas estatísticas. No caso Windows que está em todo lugar, parece ser uma ótima plataforma para investir, mas há uma bolha em que ele perde muita força: muitos desenvolvedores não nutrem simpatia pelo sistema e os Macs são super-representados entre os tomadores de decisão e formadores de opinião sobre tecnologia. Isso no Brasil, lá nos EUA deve ser 10x pior essa super-representatividade dos Macs entre as pessoas que moldam o mercado de tecnologia. Nesse sentido, mesmo que iOS seja muito menor em números, por ser muito importante nos EUA já basta.

          4. Já perguntei isso uma vez, num post livre, e mesmo com as respostas recebidas não consegui enxergar os textos do Benedict como os de um fanboy. Primeiro porque ele não teria interesse ou vantagem alguma nessa defesa; segundo, porque, como o Gabriel já pontuou, a argumentação dele tem um raciocínio fácil de seguir e que, na minha visão, escapa de paixões e outras características de fanboy.

          5. Ghedin, só olhar a resposta do Gabriel ao meu comentário. Ele ser fanboy transparece nos textos dele quando ele dá uma “trabalhada” nos números a favor da Apple – e que ele mesmo diz, inclusive, que é uma metodologia falha – para criar uma sensação de que em termos absolutos o iOS é parelho com o Android (contrariando a crença popular). O raciocínio dele é bem fácil de seguir e bem simples – e simplista – e prova o que ele quer; o que, como eu disse, é normal quando se analisa qualquer massa de dados em busca de respostas.

            Não acredito que todo o fanboy precise estar no limite do troll para ser fanboy, acho que o fato de se colocar a favor – ou mais inclinado a uma plataforma – pode ser considerado como fanboy também.

            Porém, eu não acho que ter posição é um problema. Ter posição é ótimo num mundo de “chapa branca”. Ele estar posicionado do lado X não invalida a opinião dele de modo algum e, principalmente, não invalida a conclusão dele nesse texto. Como o Gabriel Arruda já disse, macOS e iOS são relevantes para quem desenvolve (programadores, via de regra, usam Linux ou macOS) e para quem toma decisões sobre TI e, principalmente, em quem forma opinião, e isso é muito mais profundo nos EUA do que aqui. Se você pegar outro nicho, vamos ter outras opniões – tradutores, via de regra, usam Windows porque não existe nenhum tipo de suíte CAT para macOS, o que acaba criando dentro desse nicho uma espécie de viés de confirmação favorável ao Windows (nos termos clássicos do fanboy (coisa que o BE não é) seria algo como: eu uso, ele é bom pra mim, ele é bom pra todo mundo, quem disser o contrário disso é errado).

            Enfim, pra eu te dar 100% de certeza que a análise dele escapa de paixões e se foca apenas nos números eu mesmo precisaria analisar os números que ele pegou (fontes, correlações, etc) e ainda assim eu mesmo ser livre de paixões.

            Nenhuma análise é livre de paixões e quase nunca se escapa dessa armadilha ao longo de uma análise (esse texto não escapou, num primeiro momento). E uma análise deve provar alguma coisa – ou dar ferramentas para que se prove – coisa que ele fez no texto (a guerra acabou e ficou nas mãos de iOS e Android) de maneira muito clara e boa. Se ele foi parcial, se ele se deixou levar por paixões ou se ele foi fanboy (como eu indico) é outro texto, outro estudo e, principalmente, outro foco.

          6. Paulo, o texto não fala, em nenhum ponto, de equivalência absoluta. Ele diz explicitamente que Android tem uma base 2,5x maior que a do iOS.

            A metodologia talvez seja falha, mas é o melhor dentro das limitações. Está explicada aqui: http://ben-evans.com/benedictevans/2015/1/25/mobile-numbers-and-the-getting-of-them

            O iOS tem peso porque, embora seja menor, é mais rentável e atrai um monte de parceiros, de diferentes indústrias, que fazem a roda girar. A fragmentação do Android, e, nesse sentido, digo além da de versões, impede o sistema de ter essa presença. Se fatiarmos o mercado do Android entre as fabricantes que usam o sistema, nenhuma chega perto da escala do iPhone. Isso é relevante e justifica o tratamento que não só o Benedict, mas que toda a indústria dá ao sistema. O iOS e o macOS não são coisas só para desenvolvedores; é o contrário — atraem desenvolvedores porque têm usuários em número considerável e que estão mais dispostos a gastar.

            Eu concordo contigo que não há mal algum em ser parcial, mas é que, de verdade, não consigo enxergar essa parcialidade exacerbada nos textos dele que você e outros comentam. E, apesar dos esforços (e agradeço a disposição!), ninguém conseguiu apontar onde está o fanboy Benedict Evans.

          7. Eu ainda estou lendo o link da metodologia dele (é o mesmo que está na nota de rodapé 1 do texto) mas mesmo nos comentários tem algumas questões. Enfim, como eu disse, qualquer método vai ser escrutinado e questionado, o que é muito bom. O quem é ruim é apenas apontar “fanboy, sem relevância” e cair na ataque gratuito.

            Finalmente, permita-me apenas mais uma observação (quase empírica): o iOS sim atrai mais desenvolvedores porque tem mais peso comercial, mas, o macOS atrai mais desenvolvedores porque é mais amigável aos mesmos. É muito mais simples desenvolver em uma plataforma Unix-like do que no Windows – ainda que IDEs mais modernas como o Eclipse tenham facilitado isso absurdamente – exatamente por conta dessa herança voltado aos desenvolvedores que fora herdada do Unix.

            Quem já teve que programar em PHP no Windows sabe como é complexo. Idem pra Java, Python, C etc. Enquanto que no macOS e no Linux montar o ambiente de desenvolvimento é muito simples (com o breu/apt se monta tudo digitando uma linha). Talvez por isso mesmo o Windows novo tenha um bash.

            Me arrisco a dizer que qualquer coisa que fuja das linguagens da MS causará bastante problema para a configuração do ambiente (por isso muita gente que programa acaba usando o Linux no PC e até mesmo em Macs). Se não for possível usar pelo Visual Studio, se torna um problema no Windows.

            o macOS atrai mais desenvolvedores muito mais pela facilidade e muito menos pela capacidade de gastar que os usuário tem – senão, ferramentas como CAT tools, jogos e ferramentas de BI seriam desenvolvidas sempre tendo em vista o macOS como e depois o Windows, como ocorre no iOS.

            Obviamente que não vou ignorar o peso que os usuário “comuns” de macOS tem no mercado, usualmente pagando pelos apps (o que pode até manter o sistema como muito mais rentável do que o Windows) mas acho que isso não é fator determinante no uso diário pelos desenvolvedores do sistema como ferramenta principal para desenvolver.

        2. Pois é, teve vários momentos no texto em que ele parecia dizer que o iOS tem um número de usuários igual ou parecida com a do Android. E eu fique tipo “dafuq?”
          Talvez eu tenha interpretado mau os números e o texto, mas a impressão que me causou foi realmente essa.

  6. Por isso que é errado dizer que o Mobile do Windows vai acabar. A Microsoft vai trabalhar a qualquer custo até ter o seu espaço garantido. E ela vai conseguir. A Internet das Coisas só vai confirmar isso.

    1. É o que eu acho, também – embora a Microsoft seja muito irregular em sua divisão mobile, deixar de lado os smartphones seria um tiro no pé definitivo.

      1. Sim. Smartphones são importantes e a Microsoft sabe disso. Vamos ver se a nova categoria de Smartphone-PC será a nova jornada que está por vir.

      2. Sim. Smartphones são importantes e a Microsoft sabe disso. Vamos ver se a nova categoria de Smartphone-PC será a nova jornada que está por vir.

      3. Ela não está fazendo isso? Não disse mas qualquer idiota percebe que eles estão cagando e colocam 2 estagiarios pra cuidar do mobile.

    2. Não acho que a Microsoft tenha deixado de lado os smartphones. Tem deixado de lado o Windows em smartphones. Na nova hera de serviços, o windows em si é irrelevante. Os serviços da empresa estão rodando em todas as plataformas e isso garante mais penetração do que se focassem apenas na plataforma deles.

    3. “Por isso” o quê, exatamente? O texto começa dizendo que “A guerra das plataformas de smartphone basicamente terminou e a Apple e o Google venceram”… Estou genuinamente curioso com a leitura que você fez para concluir que o texto dá a entender que a Microsoft ainda tem chance com o Windows Mobile/Phone.

      1. Aposto que ele vai dar a mesma resposta de sempre, mimimi UWP, mimimi W10, mimimi Surface Phone… E por ai vai.

      2. A maioria dos acessos à internet dos usuários comuns são pelos smartphones. A grande adoção dos aplicativos no nosso cotidiano. Por que a Microsoft vai deixar isso de lado? Sei que você não é muito a favor do Windows Mobile, mas não podemos ignorar a Microsoft também no contexto de sistema móvel.

        1. Porque não tem opção? Não é como se a Microsoft não quisesse estar, é que ela não conseguiu. Óbvio que a Microsoft queria muito ter um papel de destaque no mobile, mas não tem. Tentaram por meia década com o Windows Phone, torraram bilhões nisso e não foi, não deu. Android e iOS não deixam espaço para um terceiro sistema.

          A saída é comer nas beiradas com apps e serviços para iPhone e Android e focar nas próximas grandes ondas (já acertaram com nuvem e estão investindo em inteligência artificial e realidade aumentada).

        2. Porque não tem opção? Não é como se a Microsoft não quisesse estar, é que ela não conseguiu. Óbvio que a Microsoft queria muito ter um papel de destaque no mobile, mas não tem. Tentaram por meia década com o Windows Phone, torraram bilhões nisso e não foi, não deu. Android e iOS não deixam espaço para um terceiro sistema.

          A saída é comer nas beiradas com apps e serviços para iPhone e Android e focar nas próximas grandes ondas (já acertaram com nuvem e estão investindo em inteligência artificial e realidade aumentada).

          1. Não conseguiu HOJE. Muita água vai rolar Ghedin. E eu só aceito quando o CEO declarar oficialmente o encerramento do sistema móvel, e não você ou o Benedict Evans.

          2. Acho que ela já disse, inúmeras vezes nos últimos meses, por meio de ações e declarações. Uma bem recente, de uma entrevista à Bloomberg (ênfase minha):

            “I think the big move that is happening today for sure is the cloud move and the mobile move. They sort of go together. And when I say mobility, it’s not the mobility of one device, it’s the mobility of the applications and the data across all your devices, because it’s about the ability of the human experience, not the device.”

            Aqui: https://www.bloomberg.com/features/2016-satya-nadella-interview-issue/

            Em outras palavras, “não é num smartphone Windows, é nos smartphones dos outros que rodam apps da Microsoft”. O HOJE é a soma de tudo que aconteceu até então, Breno. Acho que, no geral, seria bom ter um terceiro player, mas não funcionou. Por que a Microsoft desperdiçaria tanto tempo e tanto dinheiro para guardar a sua melhor investida para agora? E o que o usuário, que só quer usar o smartphone, ganha esperando a empresa acertar após tantos erros?

          3. Dois pontos de vista interessantes, estando ambos certos e ambos errados. A MS não vai abandonar o mobile, até pq o que mais tem por aí é declaração dela dizendo que vai prosseguir com o OneCore. Isso significa que mesmo não havendo nenhum smartphone com Windows 10 Mobile ainda sim ele vai existir. No momento ela não vai ficar nele, mas em algum momento sim, até pq coisas do Windows 10 de PC vieram do Mobile, assim como ela também fez no Windows 8. Ela pode até parar de lançar Lumias, talvez lançar o Surface Phone, talvez não lançar nada, mas o sistema continuará existindo.
            E não acho saudável ficar pensando que o Android e IOS não dão espaço para um terceiro sistema, o Android tem quase um monopólio, isso é péssimo, pq apesar de bom ele tem muitas falhas, comparam ele ao Windows em proporção, mas o Windows é produtivo em qualquer plataforma, o Android não, ele peca muito em tantos aspectos que só de imaginar um mundo só com Android a primeira coisa que vem na minha mente é ADEUS PRIVACIDADE. O IOS querendo ou não está caindo, o sistema está pegando coisas do Android para tentar sair da mesmice, e agora ele não está mais à frente do Android, e sim atrás, e o Mac OS nem falo nada, só digo que nem o luxo da Apple está mais vendendo. Espero que tanto a Apple quanto a MS façam coisas novas e atraiam usuários, cresçam e fiquem mais fortes, pq se eles caírem adeus inovação.

    4. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. A apple está muito mais a frente nisso,uwp fez tanto sucesso que os aplicativos novos são portados do ios. Faça-me rir.