No Estadão, Daniel Weterman e Julia Affonso relatam os bastidores da ofensiva de Google e Meta contra o PL 2630/20, o PL das fake news. Muito dinheiro (R$ 2 milhões só do Google), união com a bancada evangélica do Congresso, diretores passeando pela Câmara e fake news religiosa com ameaças de mordaça contra parlamentares, caso o projeto de lei passasse. Mais de 30 deputados mudaram de voto. O PL 2630/20, antes prioritário, acabou caindo em um limbo. Arthur Lira (PP-AL), o poderoso presidente da Câmara e favorável ao PL, culpou as big techs pelo travamento da pauta. A atuação delas, segundo Lira, “ultrapassou todos os limites do contraditório democrático”. Via Estadão [sem paywall], CartaCapital.

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6 comentários

  1. Essas empresas merecem nossos aplausos e respeito. Além de fornecer a décadas, conteudo, informação e entretenimento gratuito ainda lutam pelos seus negócios e pela nossa liberdade de expressão. Combate a “fake news” é um artificio muito usado por governos autoritarios e ditaduras como a Russia para controlar as redes sociais.

    1. Informação nunca é gratuita. Se alguém está ganhando dinheiro com ela, não é a mídia.

  2. “Don’t be evil”, eles diziam, né…

    😓😓😓

  3. Big techs sendo ainda mais escancaradas nos seus interesses 😒 tão o satanás na terra, impressionante