Qual o destino dos seus gadgets velhos?

iPhone original, iPhone 3GS e iPhone 4.

Em 2009 alguns blogueiros americanos, como Gina Trapani (fundadora do Lifehacker), Anil Dash e Joel Johnson, se uniram para criar o Last Year’s Model, uma campanha que incentivava o consumismo consciente de gadgets que mudavam muito rapidamente. Não é porque saiu um novo iPhone que você precisa trocar o seu, do ano passado, por ele, certo?

Seis anos atrás smartphones ainda tinham muita margem para evoluir, tablets não existiam e a indústria de PCs não estava estagnada como hoje. Ou seja, em 2015 é mais fácil ficar com modelos ultrapassados sem se frustrar. Uma hora ou outra, porém, a necessidade ou uma oportunidade para trocá-los surge e aí nos vemos com o produto novo e o antigo, ainda usável, sobrando.

O que você faz com ele?

A pergunta foi sugerida pelo Luis Henrique, nos comentários do último Guia Prático:

Estava pensando num tema para um post ou o podcast: o destino para nossos gadgets abandonados. O que fazer? Jogar na gaveta, vender, dar para mãe? Acho que dá para aproveitar para alguma coisa.

Em resposta, o Wellington Souza sugeriu abrir um espaço para que os leitores do Manual comentassem o que costumam fazer com gadgets substituídos. Achei a ideia ótima!

Mesmo que o assunto não entre no próximo podcast (as gravações são sempre uma caixinha de surpresas), é uma discussão legal. O que acontece com os seus? Vão para a gaveta? Revenda? Doação? São mandados para algum programa especial? Vale citar também algum caso específico que aconteceu contigo, como transformar um PC velho em media center, por exemplo. Espero que daqui surjam ideias e indicações interessantes.

Para dar o ponta-pé nas histórias e causos, trago o lendário Galaxy 5, lembrado pelo Luis no comentário que deu origem a este post:

Easter egg do Gingerbread.

Foi meu primeiro smartphone Android. Comprei ele no começo de 2011 para substituir o valente Nokia N82 — esse, passado para minha namorada na época.

O Galaxy 5 me acompanhou por pouco mais de um ano como smartphone principal. De início ele se comportava bem, mesmo com a limitação da tela (2,8″ já era apertado naquela época). Depois, quando comprei um aparelho melhor, continuei usando-o para corridas. Com podcasts, músicas e o app do Endomondo, servia de distração e fazia o monitoramento dos exercícios físicos.

No final do ano passado emprestei o Galaxy 5 a um amigo que perdera o celular; semana passada, ele foi devolvido. Alguns sinais do tempo e da maquiagem da Samsung, que aplicava uma camada de plástico prateado nas bordas, estão bem visíveis, mas ele continua funcionando. Deve ser um parto usá-lo hoje, com essa telinha e rodando Android 2.3 (!), mas… se o Endomondo ou qualquer outro app de corrida ainda funcionar, acho que ele voltará a me acompanhar nas corridas.

Agora é com vocês.

Foto do topo: Yutaka Tsutano/Flickr.

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86 comentários

  1. Smartphones, assim como boa parte das pessoas comentaram aqui, são repassados para outros membros da familia (tinha um Galaxy S2 que está com minha irmã e um nokia 520 que está com minha mãe). No caso dos notebooks, antes do macbook pro atual (que é de 2009), tive outros 3 (um generico da china, um sony vaio e um hp) que pus à venda no mercadolivre. Computadores de mesa, como os meus são montados, reaproveito gabinete e algumas peças e troco quando alguma queima (geralmente placa mae e placa de video) – geralmente para um modelo melhor. Por fim, vem o console (tenho um PS3 e um PS4), que fica mais dificil de desfazer por causa dos jogos comprados para cada modelo.

  2. Smartphones, assim como boa parte das pessoas comentaram aqui, são repassados para outros membros da familia (tinha um Galaxy S2 que está com minha irmã e um nokia 520 que está com minha mãe). No caso dos notebooks, antes do macbook pro atual (que é de 2009), tive outros 3 (um generico da china, um sony vaio e um hp) que pus à venda no mercadolivre. Computadores de mesa, como os meus são montados, reaproveito gabinete e algumas peças e troco quando alguma queima (geralmente placa mae e placa de video) – geralmente para um modelo melhor. Por fim, vem o console (tenho um PS3 e um PS4), que fica mais dificil de desfazer por causa dos jogos comprados para cada modelo.

  3. Sou pobre, uso até acabar com o gadget, ou não valer a pena a manutenção pelo custo ou por ser muito antigo e até por isso ninguém querer, quando dá repasso para outros, amigo, familiar, mas vez ou outra mantenho de reserva pra alguma emergência.

  4. Comprei o galaxy 5 em 2011. 3 anos depois ele virou utensílio de cozinha. Usei pra ouvir rádio via tunein, as mp3, pra ver receitas no Evernote e tirar fotos dos pratos bonitos. Plugado na tomada permanentemente. Saiu essa semana pra dar lugar ao Xperia S que o marido aposentou. Deu pena ver que o galaxy num guenta mais, a conexão cai toda hora. E dá raiva ver que o Sony com 3 anos de uso não está muito melhor.
    O LG dual sim, o primeiro do marcado, tive que dar para a empresa onde marido trabalhava porque eu consegui a façanha de matar o Nokia da firma. O Galaxy S2 dei pro cunhado. E meu primeiro smartfone, um Nokia E62, emprestei (tinha que devolver) pro meu irmão que tinha sido roubado, e tbem foi roubado :(

  5. Se eu compro um gadget novo para substituir um antigo, o destino do último é sempre o Mercado Livre.
    Sempre tem alguém disposto a pagar por um dispositivo usado e, de certa forma, acaba saindo mais em conta a troca de aparelhos.

  6. Se eu compro um gadget novo para substituir um antigo, o destino do último é sempre o Mercado Livre.
    Sempre tem alguém disposto a pagar por um dispositivo usado e, de certa forma, acaba saindo mais em conta a troca de aparelhos.

  7. Eu acho ótimo o tópico. Tenho um Nexus S e um Nexus 4 parado, não sei bem o que fazer. Ambos não estão em 100%, então fica complicado vender. E ainda não pensei em nada que possa usar eles.

      1. hahaha. O meu tinham deixado cair e quebrar a tela. Dai foi para o conserto mas voltou bem mais ou menos. Estou pensando em deixar ele como um porta retrato digital, única possibilidade, haha.

        Em 11 de julho de 2015 20:41, Disqus escreveu:

  8. Ah, lembrei dos celulares. Tem 3 celulares encostados na gaveta e um Alcatel 1041D que uso ocasionalmente como tocador de podcasts, como lanterna e como despertador.

  9. Qual o destino dos meus gadgets velhos? Todos quebraram, com exceção de um, que é este em que estou escrevendo a mensagem. É um desktop comprado em um grande loja virtual, marca SpaceBR, que veio originalmente com Windows Vista, mas agora está com Ubuntu 14.04 LTS. É um AMD Sempron LE-1250. com 1 GB de memória e HD de 160 GB. É o desktop de uso pessoal em casa. Irrita um pouco a lentidão quando abro muitas coisas, mas ainda dá pra usar com um pouco de paciência.

    Lembrei agora dos celulares: tem 3 celulares comuns guardados na gaveta e um que ainda uso ocasionalmente: um Alcatel 1041D. Esse uso para ouvir podcasts e rádio, como lanterna e como despertador.

  10. Eu costumo vender os meus smartphones antigos. Tive um Motorola Milestone, Galaxy SII e Galaxy SIII que usei por bastante tempo antes de vender. Tive um Xperia Z2 também que usei pouco tempo, uns dois meses, e também vendi.
    Dei um Nokia 5530 para a minha irmã e ainda tenho um Sony W300i guardado. Um Nokia 3280 foi para um centro de coleta de e-lixo há uns meses.

  11. Meu velho iPod touch 4 que não aguenta fazer quase mais nada eu aproveitei para duas funções: relógio de mesa e cliente de Spotify Connect, e ainda assim uma de cada vez, porque o Spotify acaba fechando se deixo o app de relógio rodando em primeiro plano. Fora isso costumo usar o gadget até o fim da vida útil. Meu Xperia Neo durou até o fim do ano passado.

  12. Na verdade, sou adepto de receber (ou comprar) gadgets velhos usados. Em alguns trabalhos de manutenção de computador, se o cliente tem sobrando algo, negocio com ele como parte do valor do trabalho (ou muitas vezes ganho em doação). E meu último celular (um LG L4 3 chip), comprei bem barato, devido ao estado do aparelho.

    Com isso, sempre acabo ganhando um celular / gadget melhor só bem depois que o mesmo já perdeu o seu valor de mercado e de relevância. E nisso vou usando até morrer também, como alguns fazem. Ou arrumo e revendo ou até repasso / faço uma doação a amigo próximo ou familiar também.

    O efeito colateral disso é que acumulo muito equipamento inútil e parado. E sinto que perco dinheiro com isso, já que o destino final é alguma sucateira, e não tenho como pedir para cobrar por peso (o valor não compensa).

    Entre gadgets que já ganhei ou comprei, a lista tem:

    – Gravador de Rolo Akai GX DS (vendido depois de 3 anos comigo – tinha ideias de começar um trabalho de conversão de audio…)
    – Toca discos Technics (vendido – não tinha condições de fazer os reparos necessários)
    – Toca discos vertical Sharp (sim, vertical e ainda tocava dos dois lados. Vendi pelo mesmo motivo do Technics).
    – Receiver Pionner (usei até o dia que vendi)
    (estes acima ganhei de um amigo que estava de mudança)

    – Sony Xperia X10a (ganhei de uma amiga – está comigo hoje, porém sem uso)
    – ZTE V824 (ganhei de um amigo – não tive paciência para usa-lo, o Android 2.1 nele é extremamente lento em resposta).

    Perdido na bagunça, tem algumas coisas que ganhei de clientes ou comprei em ferro velho que são hoje “diferentões”, como:

    – Leitor Zip Drive externo Iomega (logo logo vai pro lixo)
    – Palm Zire Z23
    – Tablet Wacom
    – Aparelho de fax Panasonic (usava por causa da secretária eletrônica, acabei dando para um dos meus clientes).
    – Secretária Eletrônica Panasonic (comprei antes de ganhar o fax, mas nunca usei pois nunca achei uma fonte funcional para esta).

    Nunca tive um PC Desktop fixo pela vida inteira – a maioria trocava quando chegava peças ou equipamentos novos. Já até montei computador que achei jogado no lixo. Os equipamentos que pensei que ficariam fixos na minha vida, acabei vendendo por motivos financeiros, como um Asus EEE 701.

    PS: Estou pensando em montar uma coleção de telefones antigos. Tinha telefones de 30 e 40 anos (de disco), mas vendi barato. Agora estou tentando remontar a coleção com um telefone de disco de 25 anos atrás e um digital quadradão.

        1. Então vamos por aqui mesmo, não tem problema ser público. No outro dia, vc se irritou pq te fiz umas perguntas, mas pode observar que não te agredi. Vc acabou fechando o perfil, sumiu e já não é a primeira vez.
          Sei que já nos desentendemos no passado, nem sempre concordamos, mas vamos combinar o seguinte: chega de treta. Pode ser?

          1. Cara, por mim, até vai. Mas tenho posicionamentos quanto a isso (Clique aqui), fora problemas que preferiria tratar pessoalmente. O fato de ter me respondido nos comentários naquela vez para mim também foi uma provocação (ao que entendi), mas novamente – não tratarei disto aqui. O e-mail está aí.

            Pode ver que desde que voltei, não fiz nada também para lhe provocar ou provocar outros. Entenda isso. No máximo posso ter mencionado algo sobre você.

            Por mim, não me provocando, também não incomodo seu caminho. Simples assim e era o que deveria ter sido há anos. Qualquer provocação contra mim ou outra pessoa, bem, verei o que faço.

          2. Tá vendo como você é? Tem sempre uma rusguinha embutida. Sempre um “verei o que faço”. É disso que estou falando, mas está bom. Chega. Não seremos BFF, mas chega.

          3. Tá vendo como você é? Tem sempre uma rusguinha embutida. Sempre um “verei o que faço”. É disso que estou falando, mas está bom. Chega. Não seremos BFF, mas chega.

          4. Existe uma palavra chamada “respeito”. É simplesmente entender os limites entre cada pessoa e saber o que pode ou não ultrapassar.

            Você ultrapassou todos os limites possíveis. Como você não quer que eu se incomode? Que eu fique relutante? Que eu não desconfie? Claro que vou ter uma rusga!

            Se você é alguma pessoa que em algum momento na internet eu lhe fiz algum mal (sei que lhe ameacei algumas vezes e sei a gravidade disto também) e desde então atormenta a mim e aos outros, peço desculpas.

            Não é todo mundo que tem tolerância na vida. Não é todos que ligam o fo**-se e cada um na sua. A minha tolerância contra seu personagem acabou há um bom tempo atrás. Se quer amizade, cara, antes de tudo, “tire a máscara” e vamos conversar. Simples assim.

            Não sei se leu o texto que deixei aí no link. Dá uma lida se possível. O que quero da sua parte, para começar, é respeito. Da minha, vai ter desde que não ultrapasse limites. Pronto.

          5. Li. O personagem é legítimo. Ele continua. Mesmo assim, não vou entrar numa de te acusar, até porque gostei do seu texto e concordo em grande parte com ele. Não sei que tipo de pessoa você é, que tipo de questões internas você tem e não vou ser cínico a ponto de dizer que o problema está em você. Não está.
            A psicologia aponta para 4 tipos de perfil psicológico (Colérico, Melancólico, Sanguíneo e Fleumático). Não sei em qual o Vagner Alexandre Abreu (observe, o homem, não o personagem “Ligeirinho”) se encaixa, mas o MRJ o incomoda de uma maneira que, a meu ver, sempre foi (não entenda como desrespeito, mas como minha leitura particular) um tanto doentia.
            Mas, sim, você tem o direito de não gostar do personagem. Tem o direito de achá-lo vil, enquanto outros tantos o seguem no Disqus, leem seus – agora extintos – blogs e outros até abrem blogs (ODZ) em homenagem ao MRJ quando sumiu da internet, em mais uma trollada clássica.
            É cada um com seu cada um. Como eu disse, dificilmente seremos BFF, mas tudo bem.

          6. Bom ver você fazendo uma auto análise também. Quanto a mim, já viu em outros comentários como sou e sabe como ajo.

            Eu também não sei onde eu, o Vagner (que é o mesmo tanto em comentários como o personagem Ligeirinho – quanto em vida real) encaixa-se, não tenho estudo psicológico para definir isso. Mas todo dia me auto analiso e vejo o que faço de certo e errado perante a mim e ao próximo. Para mim, Vagner e Ligeirinho são um só, até porque Ligeirinho é um pseudônimo que uso com carinho, e Vagner é minha origem social. Se “Ligeirinho” estiver fazendo algo errado, este Ligeirinho associado e provado a alguma conta ou referência ao Vagner, sou EU que respondo pelos meus atos. SE eu ameacei, provoquei, fiz uma ofensa alguma vez (ou farei), falei algum absurdo ou faltei com o respeito quem responde perante a sociedade é o Vagner, pela responsabilidade ao Ligeirinho.

            Da mesma forma, parafraseio você: você tem o direito de não gostar de mim (ou de outra pessoa, de um site, de uma situação, genero, etc…). Mas só que novamente – a partir do momento que se passa algum limite, seja com comentários ruins ou provocativos, muda a reação que tenho contra você e/ou seu personagem (se bem que na minha convicção, personagem e ser humano são o mesmo, apesar da divisão, pessoas usam de um personagem para poder extravasar suas vontades em um mundo onde uma pessoa agir de forma “fora do comum” é vista de outra maneira. – e a maioria das pessoas é hipócrita, adotando sempre uma postura diferente conforme sua necessidade, ao invés de seguir um pensamento e mante-lo, apenas mantendo a postura “para parecer uma boa pessoa, um bom profissional”. Admito: tem horas que até eu sou hipócrita – mas sei quando, como e se isso vai me ajudar, atrapalhar e ter relevância.

            Entendo isso também quando você (ou qualquer outro) faz algum comentário de mal gosto. Em relação a anos atrás, hoje evito responder comentários como o seu ou da turma, exceto se eu tiver uma informação relevante que possa comprovar e ajudar a enxergar a visão do comentário como outra.

            Vide o que sempre falei: “se não gosta de algo, melhor sair ou não intervir. Encher o saco é dar audiência, e isso é manter algo que você não gosta.” (Vide o caso atual do PewDiePie).

            Isso explica também o porque destes últimos tempos eu ter parado de comentar – eu não gosto mais desta situação atual e para mim, é melhor me retirar e deixar as coisas rolarem do que participar e ser “mais um” na contabilidade dos publicitários e pageviews. Tenho outras coisas mais relevantes à minha vida para fazer, podemos dizer. E palavras podem ser mais úteis se bem ditas. E claro, usar do humor no tempo e forma certas. Não humilhando ou provocando qualquer um, a qualquer hora, qualquer momento, só porque não foi com a cara ou jeito. A mentalidade das pessoas está mudando e questionando isso, e estou feliz vendo este tipo de atitude.

            Enfim, já falei quanto a querer uma amizade: tire esta máscara. O que você vê aqui não é uma máscara, é o Vagner. Respeito já está tendo, senão nem teria lhe respondido.

          7. Agradeço a resposta e mantenho meu posicionamento: não haverá treta. Quanto ao MRJ, ele fica como está. As pessoas gostam dele como é e o mistério é parte do meu show. ;)

          8. Não sei se você entendeu: eu não falei que “quero que elimine o personagem” (no fundo do meu ego, sim), mas simplesmente entenda duas coisas:

            – Não dá para uma pessoa ser amiga de alguém que por um tempo aporrinhou a vida alheia. Não é assim.

            – Se quer ser amigo, entenda que sou amigo de pessoas, não de personagens.

            Faça o que quiser, basta não incomodar o próximo que não quer ser incomodado (isso eu deixei claro lá no texto do Medium). Ficamos assim. Da minha parte, o máximo que farei é contribuir com algo útil se eu ver que eu possa contribuir. Obrigado por ter sido educado também.

          9. Malcriado em educado mode. Gostei mesmo do seu texto, sério mesmo. Como já te falei, sou advogado, e as tretas me ajudam a ficar com a mente afiada e ter respostas na ponta da língua. Tenho que ser incisivo, criativo, sagaz, e isso aqui é uma ajuda e tanto. Talvez tenha até virado uma cachaça.

          10. Com o passar do tempo, o personagem também revela muito do seu criador, passando muitas vezes a ser ele mesmo, como já reparei muitas vezes com o MRJ, dando muitas deixas pra descobrirem quem ele é. Mas respeito que ele continue sendo o personagem, pois é a escolha dele, assim como alguém se descobre homossexual, ele se descobriu assim (rá, te zoei grandão…). às vezes, é o que a pessoa é de verdade, mas por inúmeras convenções sociais, como etiqueta, moral e etc.
            Lembrando que defendo o meu ponto de vista, não o ilustre pederasta que agora nos acompanha na nobre jornada do escárnio.
            Claro que todos temos nossos nêmesis e desafetos, mas no âmbito digital, rio da cara do perigo (capa esvoaçante) e não me preocupo (muito) em tirar sarro utilizando humor negro, e pra não dizer, preconceito (já me expliquei quanto a esse assunto e acho tudo isso um saaaco….).
            O moralmente correto nos desafia, inspira para contradizer, criar polêmicas e discussões. Talvez seja um ponto forte em sua discórdia. Esse tipo de “moral”, mesmo que seja escondido atrás de uma máscara, varia de pessoa pra pessoa, sendo óbvio, exacerbado pelas “identidades secretas”, revelando um alter ego mais real do que o personagem, exteriorizando o que há de verdade dentro da pessoa (ui”).
            Pelo que conheço do Sr. Fanboy do Carlos Cardoso, é merecedor de minha “amizade virtual” (oi, quer TC?)….
            PS.: Assumam logo esse relacionamento que tá ficando chato já.

          11. O problema nisso tudo é como muitos atuam, como você.

            Entenda que nem todos aceitam provocações e brincadeiras. Isso é individual. Ninguém é obrigado a aceitar o escárnio, e dependendo de como a pessoa lida com a situação, isso pode ser voltar contra a pessoa que provocou. Já pensei inúmeras vezes em o que eu poderia fazer em relação as provocações on-line. Algumas já tomei as atitudes devidas (procurar os órgãos responsáveis), outras vi que não tem como e ignorei. Mas já pensei em até fazer algo como o Jay e Silent Bob fizeram em um filme: ir um por um dos “desafetos” e “kick some asses”.

            Um professor advogado uma vez me disse um conto, onde um réu estava em julgamento devido a um assassinato, e ficou provocando o juíz sempre quando possível. Uma hora o juiz se invocou com as provocações e disse: “Se continuar a provocar, lhe sentenciarei sem direito a recorrer”, no que o réu respondeu: “Agora o senhor entende o que fiz? Anos e anos aguentando provocações e ninguém me ajudou. Assassinei devido a raiva que tinha da pessoa de tanto que ela me provocava. Entende agora?” O juiz inocentou na hora. – Sim, é meio absurdo.

            Rir da cara do perigo muitas vezes é a maior demonstração de covardia que tem, pois quem entende o perigo, respeita-o ao invés de enfrenta-lo. Há limites, querendo ou não. E extrapola-los significa arcar com as consequências disto, benéfica ou maléfica. Esse é o segredo de muitas coisas transcenderem: eles não passam “atropelando” o perigo, mas sim entendendo os limites deste. É a diferença entre um Chico Anysio e um Rafinha Bastos; ou do Monty Phyton e o antigo Zorra Total, no caso do humor. Ou a diferença entre um pensador que procura entender todos, e um pensador que diferencia todos (não consigo pensar em exemplos).

            Criar polêmica, discussões, esteriotipar, usar de preconceitos, muitas vezes são feitas de formas infundadas, rasas, amarguradas. Não é assim que se faz uma sociedade inteligente – pelo contrário, apenas segrega. Apenas cria rixas, estas que são passíveis de criar guerras.

            No caso de humor, de “trollar”, de provocar alguém, há variações de tolerância. A minha, como vocês sabem, é curta. A de vocês provavelmente é altíssima, apenas incomodando quando algo contraria vocês em relação a liberdade justamente de provocar o próximo.

            Ser moralmente correto não é errado nem certo, é simplesmente procurar “não arranjar confusão” em um lugar, aceitar o que o outro (e/ou grupo) quer para aquele meio. É o que entendo deste termo. Moral é variável, porém existem padrões que qualquer um segue, seja eu ou vocês. Afinal, todos (que estão em uma sociedade conversando) no final buscam serem respeitados e reconhecidos, correto?

            Se não aceita a moral existente, o mais fácil não é questionar, mas sim sair desta moral e buscar uma vida em outro grupo onde a moral lhe adeque. Exceto se a mudança desta moral for feita de forma inteligente, educada, para mudar de dentro para fora uma sociedade.

            O problema em “semear discórdia” é este: no que isso vai ajudar ou fazer bem? Só em rir da briga que resulta? No final, só gera mais e mais rixas. Pois as pessoas já estão acostumadas com a divisão que tem em suas vidas, e qualquer mudança violenta no pensamento delas resulta em negativa.

            No final, também entendo que moral é algo humano, feito para organizar a sociedade. Desligue a moral e viramos animais prontos para eliminar quem estiver nos incomodando em nosso bando. Por isso talvez que vocês não ligam tanto para algumas regras – regras não servem para nada se não são seguidas e aceitas, e muitas vezes limitam os seres humanos. Como falei, “(…)a maioria das pessoas é hipócrita (…) Admito: tem horas que até eu sou hipócrita(…)”

            Mas sem estes limites, não conseguiríamos viver sem conflitos. O ideal é sempre transcender (superar, ir a um novo nível), nunca “quebrar”, “corromper”. Só que se é para transcender, tem que montar com as velhas peças uma nova peça mais eficiente.

            Ficar escarniando só vai simplesmente gerar as reações comuns que você já sabe.

            PS: se fala que eu sou fã do Cardoso, sinto-lhe informar, mas é um dos caras que eu mais repudio. O jeito que ele opina no MeioBit foi o que me fez afastar de lá.

          12. E você entende o por quê criamos nosso espaço?
            Ultimamente vê gente revoltada com a gente ou irritada? Sei dos limites, mas prefiro rir do que ficar bravo ou me “machucar por dentro”…. pode perceber que agora temos nossos “melhores momentos” mais baseados em nós mesmos, não nos outros.
            Claro que não curto desrespeito, e sei limitar isso. Dê uma lida em nosso “humor raso e de baixo calão” e repare que desviamos daquele caminho excessivo.
            Não concordo com tudo o que todo mundo faz, inclusive seu noivo (não leve a sério, não consigo mesmo fazer isso sério…). Apenas explico que se alguém se sente realmente ofendido, fale diretamente, não fique remoendo, pois é pior pros dois lados…
            O Fã do Cardoso foi pro MRJ, mas se servir de piada…
            Mas falo novamente: faço piadas pra não chorar… não adianta levar a vida a sério demais (demais)…. não discordo em tudo o que você fala, até concordo, mas são pontos de vista diferentes.
            Bem, se o que eu fizer ou disser o fizer rir, tudo bem, se não, ok também, não ficarei ofendido….
            Mas, quem nunca tripudiou um pouco?

          13. (Eu vi…. te machucou por dentro?)

            Claro que faz a gente ter peso na consciência, mas o meu intuito possui também um caráter científico, como já o vi fazendo de vez em nunca.
            É interessante ter uma sandbox e analisar o comportamento humano, e inclusive se policiar pra não ser “contaminado” com o que você mesmo cria (ou mal cria – Release the Nóbrega!). Mas a gente sempre acaba caindo na nossa própria armadilha. Mas foi o que disse pro Ligeiro, é uma fuga pras pessoas que trabalham o dia inteiro na frente de um computador, e realmente sinto dó de quem não pode acessar um Disqus ou fórum pra discussão (apesar de achar isso uma plena rede social) durante o expediente. Me diga que você também não tirou muita coisa daqui?
            Gosto de ler e discutir assuntos, mas porra cara, precisamos de uma pausa de vez em quando.
            Tenho certeza absoluta que você não tem um Feice ativo (huuummmm….), devido o tanto de tempo que passa com a gente, e pelos meus pequenos testes, sei sem consultar o site, quem tem um ativo (noooofa, pára…). Acho aquilo nocivo demais pra pessoas com “menos controle intelectual”.
            Estes gostam de informação sem questionar, não como nós (como todo mundo, dããããã, parei) e absorvem qualquer coisa sem criticar. Quanto a parte de criticar a postagem/reportagem/notícia/receita de bolo, sou à favor, pois tembém serve como termômetro para a qualidade do material exibido. Senão, prefiro voltar a assistir TV….
            Mas ficou muito bom o texto. @vagnerligeiroabreu:disqus , você daria pra um bom escritor…. (tá, parei….)
            O que me dá raiva é achar que não podemos ser capazes de te opinião própria, mesmo que ofensiva para outrem, apenas por respeito ao próximo. Ok, a opinião ofende? Tá, mas ofender de volta (modus operandi low life padrão) é realimentar a discussão (como foi dito: “Não alimente os trolls”).
            Ahhhhh, cansei disso, vou abrir uma ceva, e pensar numa postagem bem escrota pra amanhã todo mundo se defecar em lágrimas de rir….

          14. Não é “não ter opinião própria”, mas saber usar esta opinião para mudar uma cabeça, ou ter uma conversa que todos saiam ganhando. Todo mundo tem seus pensamentos e hoje externam na internet até dizer chega.

            E opinião ofende se for mal feito, destrutivo. O ideal não é ofender de volta – hoje eu mais desligo o pc ou troco de canal. O que não se observa é que muitas pessoas geram traumas psicológicos com este tipo de atitude Ofensa é uma violência – verbal. Na hora que se entender isso, muita coisa muda.

            E também sofri bullying, só que diferente de ti, tenho meus problemas até hoje com isso. E estou em tratamento psicológico. Se fosse fácil resolver, beleza, mas não é. É individual nestas horas e é por isso que antes de tudo se pede respeito e que só brinque com quem estiver afim de entrar na brincadeira. Há pessoas que vão “implodir”, há pessoas que vão “explodir”. Aí volta lá no primeiro comentário que lhe fiz.

            Tome sua cerva sussa aí. Só dando um ponto final aqui.

          15. Sim, o que a gente faz é sacanear para se divertir, e ninguém melhor do que eu sabe que o MRJ é ambíguo. É amado por muitos, mas também é odiado por muitos outros. Paciência, faz parte do jogo. Mas nesse tempo todo um único caso me chamou a atenção: o Ligeiro. Estou há anos na internet zoando meio mundo e sendo zoado por meio mundo, mas esse cara foi o único caso de antipatia de longo prazo, e com requintes de ameaças, uma coisa meio doentia, como falei pra ele.
            Eu e vc temos intimidade, temos nosso boteco e temos até nosso grupo no hangouts, e por isso não precisaríamos estar discutindo isso abertamente aqui no quintal do Ghedin, mas eu estou respondendo estas questões aqui – de certa forma em público – para que o Vagner veja mesmo e também faça lá sua autocrítica, assim como estamos fazendo a nossa.
            E pode ser útil a tantos outros.
            O ser humano é complexo. Pela nossa conduta na zoeira, a nossa galera se uniu, vimos nossos blogs terem milhares de pageviews(o Trollcnologia tinha mais que o triplo do 2Centavos, do Juan Lourenço) e arrebanhados uma boa galera para o nosso lado.
            Como o Ao-Seu-F falou certa vez, ele foi criado numa família de trolls, e eu me identifico, porque também fui. Aliás, a vida do carioca é sacanear o próximo, mas aqui isso é tão cultural que a gente nem se dá conta.
            Por isso eu e vc, por exemplo, nos damos tão bem. Adoro qd vc faz artigos zoando sua própria cidade e a fama dela, isso te dá um certo carioca style.
            Outro dia, aqui mesmo no MDU, um rapaz se interessou por algo que postei e me replicou algo do tipo “Sem levar em consideração o nosso histórico, eu queria saber…”. O garoto ACHOU que eu tinha, sei lá, uma planilha de comentaristas com quem eu teria birra! Kkkk
            Tratei logo de dizer pra ele que sou um profissional da treta, e a amizade continua.
            Tudo na vida é assim, a gente não pode ficar odiando os outros, ameaçando e recebendo ameaças. Isso não faz sentido! Vc ficaria assombrado de ver como na minha vida profissional eu boto panos quentes e tento conciliar, porque quando a pessoa chega ao ponto de processar alguém (ou quando fica puta por ter sido processada) ela quer praticamente acabar com a raça do outro. É coisa de rancor forte mesmo.
            E, sei lá, eu sentia um pouco disso no Ligeiro, e não acho isso legal.
            Adoro zoar, tretar (nosso querido Veritas é especialista em treta, já discutiu a sério com todos nos, aquele FDP, mas é nosso amigo!), mas não quero que um cara como o Ligeiro, que tem capacidade suficiente pra escrever um texto daquela qualidade, fique se exacerbando por minha causa (seja por causa da pessoa ou do personagem).
            MRJ é um FDP, ele apanha calado, retruca, devolve com forca, é um malandro.
            MRJ está em mim. É parte de mim, mas não é tudo o que eu sou(os brutos também amam?).
            Por isso, senti que devia falar com o Ligeiro, e foi bom ver vc por aqui acrescentando à discussão com sobriedade.
            Agora vamos parar de viadagem e tornar a foder a vida dos outros no ODZ. ;)

          16. De fato, acho que como todo mundo começou sobrio esta conversa (apesar da ironia de estar em um off-topic), a conversa ficou boa.

            Via de fato, meu estilo de vida é diferente. O que me recusei até então contra seu personagem é as provocações contra mim, o pessoal do Giz (na época do Burgos) e alguns amigos. Por isso minha repulsa contra seu personagem. Teve até um tempo que respeitei, mas vi que foi pouco. Depois da troca de editores no Giz, vi que eu não teria mais utilidade nos comentários. Melhor assim – me ajudou a sair um pouco dos comentários, que admito que estava viciado.

            Enfim, faça sua vida. Só peço que evite de incomodar a vida alheia. Mais nada. Da minha parte, já sabe as condições.

            Tenha um pouco da “visão da lei” também como personagem. Pois aí você sabe onde, como e quando extrapolar. Senão é ser sem graça e faz um comentário péssimo, vale para ti ou para qualquer um da turma.

            O segredo é a sagacidade. Fazer rir e pensar, sem ofender, mas sim fazer o cara pensar: “pô! por que não pensei nisso antes? haha!” Punchline boa é como um tapa com luva de pelica: não machuca, mas faz a gente sentir ;) Por isso que Chico Anysio foi um dos melhores humoristas: fazia crítica até estereotipada, mas dentro de um contexto e para rir e pensar. Rafinha Bastos, algumas vezes, idem (quando ele não é estúpido ou ríspido – isso vale também ao Cardoso).

            Obrigado pelas palavras. Nós dois fizemos autocrítica aqui. É o que valeu. Autocrítica, a propósito, já falei – faço todos os dias.

          17. Até eu tripudiei algumas vezes, e quando estou com amigos próximos e pessoalmente, brinco, exagero. E fazia muito isso no começo das participações online, mas com o tempo, notei o quanto gastei de tempo com isso, e vi que há coisas mais interessantes a gastar tempo. E o quão próximo de problemas já fiquei.

            E por quê não chorar? Qual é o problema com isso? Rir é bom, mas chorar faz bem quando necessário. O ruim é passar raiva (que tem hora que vamos passar), por isso adotei a regra de “se não curto, saio fora e deixo rolar”. Para quê ir ficar incomodando o cara na frente da casa dele (usando uma analogia)? No caso do Cardoso, como falei, não curto o estilo dele, logo, não acompanho. Não preciso fazer piada ou humilhar. Só ser menos um na audiência. Simples. Vale a qualquer mídia onde não há um conteúdo relevante ao meu gosto. Ou onde eu já tive desavenças na vida…

            E não discordo também – não dá para levar a vida a sério demais, mas também não dá para exagerar na brincadeira.

            “Muito trabalho e pouca diversão faz de Jack um menino bobão
            Muita diversão e pouco trabalho faz de Jack um mero brinquedão”.

            Mas tranquilo, entendo o porque do espaço de vocês. Só peço para seguir a regra de ouro: se verem que o outro não quer entrar na brincadeira, melhor deixar pra lá. Não precisa esperar o cara falar não. Só pegar na entrelinha (o cara ficar quieto ou lhe responder rispidamente). ;)

          18. Tenho noção disso, e, inclusive, já fizemos pessoas perderem as estribeiras, mas demos a volta por cima e estes falam conosco, e pelo menos, entenderam a brincadeira.
            Não sou mais moleque pra não saber dessas coisas, já sofri bullying de verdade e conheço muito bem o outro lado. Mas se for analisar o que estamos fazendo, na real, é construir uma marca, e está funcionando. Basicamente é um teste de marketing, e adaptamos conforme a reação do público. Circense e sério ao mesmo tempo.

            Compartilhamos o gosto pelo bizarro, humor negro e outras coisas por um motivo: precisamos de um escape, é quase que um desespero a rotina de trabalho hoje em dia, principalmente o intelectual. Talvez por isso, o exagero nas coisas.
            Sempre tentei animar a todos, mesmo fazendo chacota dos outros, já chegava pro cara zoando outro pra rir. Praticamente todas as vezes isso funcionou.

            Nesse meio que a maior parte das pessoas dos fóruns trabalham, às vezes possa existir um desgaste tão grande que essa fuga se torna melhor do que a vida real, e aí a tomam como oficial. Discutir na Internet, ao meu ver, é besteira.Discutir num bar, é real. Como tudo isso faz parte da vida, como você mesmo disse relativo a “rir e chorar”, com o tempo adaptei minha vida online pra saber levar isso na esportiva e fazer os outros a praticar o mesmo. Espero ter algum resultado.

            Ah é, esqueci de dizer, essa sua paixão vai longe com o Malcriadinho…… me divirto ver os dois discutindo….

          19. Entender a brincadeira é uma coisa. Aceita-la é diferente. E é isso que gostaria que vocês entendessem da minha parte. Eu não aceito que brinquem comigo (da maneira que fazem – inclua as insinuações). Ponto.

            Nem todos tem o emocional / psicológico como o de vocês, e em tempos de questionar práticas antigas que eram consideradas engraçadas, acho que é hora também de se desafiar a não passar tanto dos limites. Não sou homossexual, porém ao mesmo tempo não sou fã de insinuações. É algo chato.

            Discutir em um bar ou internet é a mesma coisa. São palavras. A única diferença é que na internet, como agora, as palavras são secas. Depende da interpretação ou de como as palavras são colocadas. Um emoticon é uma função útil nestas horas. No bar, o tom da palavra, os gestos, etc… isso influencia na comunicação é com isso é mais fácil falar de certos assuntos sem parecer chato, ou demonstrar melhor o que sente.

            Levar na esportiva é aceitar vitórias e derrotas, sem ofensas. Não é mais o “zoar porque o cara perdeu”. É como dois jogadores de xadrez: vão disputar os melhores movimentos, e no fim do jogo, ver onde erraram e acertaram.

            Quanto a construir uma marca, pense um pouco mais. Geralmente, noto que quando se cria um universo baseado em provocações ao alheio e tudo o mais, há um risco enorme. Se quer fazer algo diferente, sugiro ao invés de pensar em um marketing, pensar no que realmente quer fazer.

            Fecho aqui. E obrigado pela educação. Parece que aqui, o pessoal tá mais sossegado, apesar de certos abusos.

          20. Pois eu rio na cara do Cardoso. E o importuno. E implico com ele. Tomara que lhe sirva de “vingança”, porque sim: ele é um troll com T maiúsculo.

          21. Não acho o Cardoso troll exatamente. Ele é rude demais, esse é o problema. E as provocações que ele faz acabam parecendo bem chatas, egocêntricas. Cada um com seu jeito de ser e nisso não posso interferir. Cada um com sua vida, né?

            Como eu já disse, acho que isso você acaba gastando tempo demais provocando alguém. Seja o pessoal no Gizmodo, seja Cardoso ou qualquer outro. Lembre-se que ele (e demais sites) vive(m) de audiência, seja de elogios ou tomates, goiabas, m***a de cavalo, e o que mais for jogado ao palco.

            E não dar audiência é uma inanição. É como falei para procurar sobre o PewDiePie. Pelo que li, ele fez um vídeo explicando o porque dele ter ganhado dinheiro no YouTube e que não adianta critica-lo por causa disto, dar uma de “hater” – ele vai se alimentar seja de hater ou fã. Com ou sem adblock.

            Isso daria um caso de estudo sobre comportamento, mas aí é psicologia. Falando nisso, se quiser, tem um estudo de caso sobre os “HUEBR’s” aqui: http://www.sbgames.org/sbgames2014/files/papers/culture/full/Cult_Full_HUEHUEHUE%20BR.pdf

            Falo por mim: só não entro nessa de ter um site ou blog extremamente publico pois diferente de muitos, não tenho esta paciência de aceitar certas coisas. Prefiro ficar no máximo no Medium, pois lá é possível gerar papos interessantes, longos e reflexivos, sem riscos de “sujeira”. :)

          22. Temos visões diferentes debmundo, mas com algumas intercessões. Continue lendo está thread e veja as discussões que eu e Eric estamos tendo. Se quiser, acrescente.

  13. Esses dias peguei o Galaxy S (isso mesmo, o primeiro da família) e instalei o Cyanogen. Fiquei impressionado como o celular ainda roda TUDO, e muito suave! Não fosse a bateria, eu usaria ele como meu celular principal sem problemas (a única coisa que fica evidentemente desatualizada é a câmera, que uso muito pouco).

    Além desse Galaxy, tenho mais 2 dumbphones na gaveta. As peças de computador que sobram de atualização acabo direcionando para upgrades nos computadores da família :P

  14. Usualmente passo para frente, na família, sem custo. Meu iPhone 3G já quebrou o galho de 3 pessoas e agora foi devolvido. Esse pretendo guardar, já que foi o primeiro lançado aqui no Brasil.

    Depois dele, foi o iPhone 4S, passado para a esposa com a compra do iPhone 6. Os de antes, ou foram quebrando (saudades Sony K790i, Samsung A800 “olho azul”) ou roubados (não deixou saudades o Kyocera SE44).

    Tablet, tenho o iPad 3 que foi comprado com a venda do iPad 1, esse vendido pois tinha algum valor ainda.

    Computadores, ainda uso um MacBook Late 2011 e um MacMini Mid 2011 que me atendem super bem tanto para trabalho como para diversão.
    Tenho ainda um iPod Classic de 2009 e um iPod Mini de 2011 também, ambos em uso.

    Guardo algumas tranqueiras como um exemplar de disquete de 5 1/4, 3 1/2, cartão MMC (época da briga de padrões em cartões de memória), um disco superdrive da Iomega, fita DAT, um pendrive de 32 MB (ha ha ha) e outras velharias.

    1. Também passo pros meus parentes, que passam pros outros, que passam pros outros e sei lá o que fazem depois.

  15. Eu não tenho apego emocional nenhum por meus gadgets velhos. Acabo sempre vendendo ou doando para alguém da família. Na lista dos que já foram estão:
    – celular Nokia 5230 (doado)
    – smartphone Sony Xperia P (vendido)
    – smartphone Nokia Lumia 925 (trocado)
    – iPod touch 2 (vendido)
    – notebook Dell Vostro 1310 (vendido)

    Meus gadgets atuais são um Moto G 2014, um iPad mini 1 e um MacBook Pro 2011. Quando não me servirem mais, seguirão o mesmo caminho dos anteriores (venda ou doação), nenhum vai ficar empoeirando na gaveta. :-)

  16. Eu não tenho apego emocional nenhum por meus gadgets velhos. Acabo sempre vendendo ou doando para alguém da família. Na lista dos que já foram estão:
    – celular Nokia 5230 (doado)
    – smartphone Sony Xperia P (vendido)
    – smartphone Nokia Lumia 925 (trocado)
    – iPod touch 2 (vendido)
    – notebook Dell Vostro 1310 (vendido)

    Meus gadgets atuais são um Moto G 2014, um iPad mini 1 e um MacBook Pro 2011. Quando não me servirem mais, seguirão o mesmo caminho dos anteriores (venda ou doação), nenhum vai ficar empoeirando na gaveta. :-)

  17. Costumo trocar meu celular uma vez por ano, dependendo do que estiver usando na época (iPhone ou Nexus). Se estou com algum Android, espero o Google anunciar o próximo Nexus para comprar, por exemplo.

    Geralmente uso o device antigo para pagar o novo. Vendo o aparelho aqui no Brasil e uso o dinheiro pra comprar um novo lá fora. As vezes não tiro um centavo do bolso pra fazer a troca (como no caso do iPhone 5S pro iPhone 6 Plus), outras vezes me sobra dinheiro (iPhone 6 Plus para Nexus 6), e algumas vezes coloco um pouco em cima.

    Geralmente de Nexus pra Nexus preciso cobrir um pouco. É um consumismo do caralho? É. Mas acabo gastando pouco de um para o outro, então acabo não ligando muito.

    1. Cara, como foi essa mágica de trocar um iPhone 5s por um 6 Plus sem gastar um centavo? Fiquei realmente interessado :)

      Mesmo considerando o alto preço do iPhone 5s no Brasil e o baixo (comparado ao preço no Brasil, evidente) preço do 6 Plus no exterior, não consegui entender como deu pra fazer isso.

  18. Para todos os meus computadores, eu tiro os HDDs para acrescentar em meu JBOD que funciona tanto como backup como mediacenter com o Plex+FreeNAS, o resto vendo na santa efigênia por alguns trocados que sempre acabam sendo gastos no bar do Léo. Já os celulares vendo todos para assistências técnicas pois uso iPod para ouvir música tanto na academia quanto quando corro.

  19. Tive, na ordem: Hyundai tijolão digital, depois Qualcomm Raquete de Pingpong digital, depois Nokia 5210, depois Siemens A40, Siemens A50, Sony Ericsson T68i, Siemens A60, Nokia 6101, Gradiente flip alguma coisa, Nokia 6275, Nokia E61, Nokia 5200, Motorola Nextel flip da Uruguaiana, Motorola iDen alguma coisa, BlackBerry 8350i, depois outro porque o primeiro foi roubado, depois um Samsung Omnia Pro, Samsung Galaxy 5, Motorola Defy, Samsung Galaxy Tab 2, Lumia 620, Galaxy Win Duos, Nokia 1320 e um iPhone 4S. Uso os dois últimos e o Tab 2 ainda vive muito bem no uso diário, mesmo depois de três bons anos de muito batente. Tive um Galaxy Tab de primeira geração e no meio disso aí tive alguns pobrefones da Alcatel, da LG e da Samsung pra usar fora do Rio.

    O tempo me levou todos menos o Lumia 620, e os três que ainda uso.

      1. Po, quem me dera… Como eu disse, o tempo levou. Se procurar ainda encontro o Win Duos, o Alcatel, o 620 e os que estão no uso – 1320, 4S e GT2.

    1. Completando, PCs: Compaq Presario 5226 em 1994, depois PC Frank Pentium 166, PC Frank Pentium 200 MMX – esses dois ligados em rede, compartilhando conexão discada do iG. Em um dado momento a placa-mãe do MMX queimou, fiz um frank dos dois franks. Rodavam W95 com a atualização da interface do IE4, o que na época chamava informalmente de Windows 97. Nesses eu ainda rodava F15 Strike Eagle III com joystick tipo manche, e Need For Speed SE com volante e pedais. Sensacional! Foram muitas temporadas de GP2, muitas cidades no SC2000… Bons tempos. Todos esses acabaram indo para o escritório do meu pai na época, e lá foram usados à exaustão.

      Depois vieram um Acer Celeron 466 e iMac azul, o primeiro modelo, ambos ex-mostruários do Extra e comprados bem barato. O iMac tinha um problema qualquer no modem, e eu nunca consegui fazê-lo funcionar em rede decentemente com as outras máquinas. Acabou esquecido num canto, e depois vendido não sei pra quem. O Celeron morreu torrado com estabilizador e tudo enquanto eu jogava ousadamente Fifa 98 durante uma tempestade elétrica. Depois PC Frank com processador AMD K7, doado pra um primo, depois Positivo AMD Athlon rodando Conectiva Linux de fábrica. Esse ainda resiste no escritório de meu pai, rodando W7. Foi o último desktop, em 2008. Entre os haldhelds, tive um HP Jornada com tela colorida, que rodava Windows Mobile e onde eu conseguia colocar até 12 Mp3! Todas baixadas via Napster, na estonteante velocidade de uma música por final de semana. Depois tive um Zire 21 da Palm, que subsituiu o Jornada quando meu pai quebrou sua tela arrumando o porta-malas do carro. Tinha o Zire até casar. Ele ainda ligava, até, mas a tela havia parado de aceitar toques. Ainda deve estar em alguma caixa, na casa de meus pais.

      Depois veio um Acer Aspire One. Esse foi eclético. Chegou rodando WXp, rodou RC do W7 até expirar. Depois rodou Ubuntu, Xubuntu, Kubuntu, Mint, Jolicloud OS, Ubuntu de novo… Apanhei muito pra configurar o Compiz naquela maquininha, que vendi para comprar o primeiro Galaxy Tab.

      Aí vieram os laptops de trabalho. O primeiro foi um Toshiba Portegé, velhinho, rodando Windows 98. Botei pra rodar até mesmo a unidade de CD-Rom que estava desinstalada. Nem o TI tinha o driver, que consegui encontrar num site obscuro de suporte. Vieram vários Acers Travelmate, depois Toshibas mais novos, IBM Thinkpad, alguns HP e muitos Dell. Atualmente tenho um Latitude 3440. E em casa tenho um Acer E-Series rodando um saudável Core i5, e um netbook da Samsung velhinho que ainda serve pra rodar o Chrome e só.

      Além disso tudo ainda tive um Atari 2600, um Phantom System com pistola, e um Master System Compact. E um fax Panasonic. Quando ainda usava desktops, e numa era anterior ao Dropbox, me vangloriava de trocar de computador e manter o mesmo HD – a máquina nova tinha HD? Virava slave. E dá-lhe jumper, manual de HD, aqueles cabos largos que pareciam fitas… Nenhum computador meu durou muito tempo com os selos de garantia na época. De todos eu só não abri o Presario – que rodava o fantástico Tabworks, diga-se de passagem. E muitos CDs da Revista do CD-Rom. Com o Presario eu acessava o Mandic BBS. Eu tinha 11, 12 anos e já imaginava onde tudo aquilo ia chegar. Em 1996 veio o primeiro email, domínio @infolink.com.br. Será que ainda existe?… Google diz que sim, existe.

      Olhando para trás e lembrando das horas e horas passadas configurando, resetando, reinstalando sistemas operacionais, o Sheldon que há nos confins da minha mente sente muita saudade de todos eles.

      1. Lembro de um Laptop (acho que IBM) que tive durante duas semanas quando moleque, com aquele clítoris como mouse. Desapareceu da mesma maneira que surgiu, do nada….

        Esses dias o PIII que montei com tanto esmero faleceu.
        1,5 GB de RAM, 80 no HD e GeForce 5200. Já estava com minha mãe, mas dando seus últimos suspiros.
        Meu Core2Quad de 2006 continua firme e forte como Media PC e pra jogos….
        Agora quero um equalizador pra ligar na saída do PC, mas que seja um antigão, de alumínio escovado. Engraçado como nos apegamos às coisas de outrora…

        1. Po, o IBM do grelinho era sensacional. Tive um Thinkpad assim e dois Dell com a mesma função. Aliás, bem melhor que o touchpad.

  20. Eu uso meus gadgets até o fim da vida útil deles, diria. Quando não, vendo.
    Nokia 1108 (qual a diferença entre ele e o 1100?) passado adiante para conhecidos; Computador de 2006 usado até se tornar inacreditavelmente lento; netbook Acer Aspire One(o lendário AOA110) era de um primo, foi passado a mim e hoje está na posse de meu irmão mais novo, que o usa pra joguinhos; Nokia 5233 ficou como celular da casa.

    Uso hoje um Nexus 7(2012) ainda funcional, ao contrário dos relatos da maioria das pessoas na internet; um notebook Toshiba, lento de doer, mas usável, passado de um parente para mim; um Lumia 521(ironicamente bloqueado na T-Mobile), que uso para mexer na internet com mais portabilidade que o tablet.

    É difícil imaginar quantas milhares de toneladas de lixo eletrônico – incluindo dezenas de metais raros e caros – estão guardadas por aí, nas gavetas, se tornando material desperdiçado e irrecuperável por não ter fim adequado. Acredito que ainda pagaremos caro por isso. É complicado convencer as pessoas a se desfazerem desse material, até porque não seriam recompensadas por isso: a quantidade de terras raras em um celular é irrisória, o que inviabiliza gratificações a doadores. Entretanto, esse valor toma outras proporções quando se pensa numa escala mundial. Faltam razões e empresas que possam facilitar o trabalho de recolhimento.

  21. Meu caso é o mesmo do seu, Rodrigo. Meu primeiro Android foi exatamente o Galaxy 5 e uso ele ainda hoje para corridas e também como “o celular do ladrão”, afinal, o mundo não é perfeito.

    1. Também uso meu Sony Ericsson W200 como “celular do ladrão”. Coitado do ladrão, se desconfiar do golpe e procurar direito vai se desapontar mais ainda quando achar um iPhone 4 com a tela quebrada. :(

  22. Eu simplesmente passo o aparelho para frente na minha família, meus irmãos hoje em dia.
    Depois, quando eu troco novamente, eles pegam o mais atual e dávamos o mais antigo.
    Hoje em dia, com os baixos preços de bons smartphones, Moto G, não existem mais tantos interessados.
    Não sei o que farei.
    Mas eu sempre fico com um guardado de backup, vai que preciso mandar o principal para uma assistência…

  23. Coincidentemente, meu primeiro smart também foi um G5. Comprei em maio de 2011 e também fiquei pouco mais de um ano com ele, indo para a gaveta após a compra de um iPhone 4S. Mas aí surgiu uma oportunidade de vender o velhinho de guerra em meados de 2014. Consegui incríveis R$120,00 nele rsrsrs.

    Com o iPhone 4S foi uma mudança drástica, pois no início de 2012 o aparelho da Apple ainda era o atual. Fiquei com o aparelho durante 3 anos bem aproveitados (passei para minha esposa) e estou com o Moto X2 desde setembro de 2014.

    Vendi em 2013 um iPad 2 adquirido no final de 2011. Foi substituído pelo 4th (mais por causa da tela retina), que está comigo até hoje.

    Meu PC data de 2009, resistindo bravamente por conta dos upgrades de VGA, SSD, RAM e processador.

    Ia me esquecendo do PSP Fat comprado em 2008 e do meu PS3. Videogames eu não vendo. Após o fim de sua vida útil, vão para o recanto dos guerreiros, onde já estão o Telejogo, Master System II, SNES, PS1 e Game Cube.

    Já os dumbphones se perdem nas gavetas. :P (2 motorolas e um lg ruby). Um deles é esse aqui (não me pergunte onde os outros estão):

  24. Geralmente não deixo guardado meus devices substitutos.

    No longíquo 2012 peguei um iPod Touch 4G. Meu iTouch 1G foi pra minha irmã que quebrou seis meses depois.

    Em 2012 também peguei um Galaxy 5, troquei em 2013 por um Lumia 710. O Galaxy até hoje é o segundo aparelho da minha mãe. O Lumia 710 deu lugar a um Lumia 920, que vai sr aposentado agora esse ano. Dois meses após pegar o L920 passei o 710 pra uma tia.

    O L920 provavelmente será o primeiro a ficar de backup, pois devo voltar pro Android é preciso ter um WP pra continuar a escrever no vnext.com.br e falar sobre o OS no Nextcast.

    Fora isso tive um teclado (o de música mesmo / Yamaha PSR alguma coisa) que foi meu primeiro instrumento musical. Peguei em 2013 um m-audio e o antigo virou o primeiro instrumento do meu priminho.

    Até o gabinete do meu antigo PC desktop já teve uma nova utilidade, virou o case de um PC gamer de um outro primo.

    Resumindo, acho muita maldade jogar eletrônicos funcionando na gaveta. Tem sempre um primo/tio/amigo que merece ter acesso há uma tecnologia. Mesmo que ~obsoleta.

  25. Huawei G6600 e Nokia N95 (lenda), os dois não ligam mais. Tinha um Razr V3 guardado tb mas perdi :( e sobre o descarte não pretendo jogar fora, acho legal ficar com alguns guardados pra relembrar os ~velhos tempos~.

  26. O meu primeiro Android foi um Galaxy Y, em 2012, ano passado comprei um Nexus 5, e passei o Samsung pra minha mãe. Em janeiro, vendi o Nexus 5 (saudades inclusive) e fiquei com celulares de assessoria até semana passada, quando comprei um Zenfone 5. Minha mãe usa o Galaxy Y até hoje, mas sofre muito, pois ele trava demais. Quando eu pegar outro, passo o meu Zenfone pra ela. Estou pensando em um OnePlus Two ou Zenfone 2.

    1. Ah, eu tive vários celulares sem ser smart. Que eu me lembre, um Motorola de flip, um Motorola V3, um Sony Ericsson, uns 3 nokias simplões, estilo 3310, e dois N95, um foi roubado, e o outro guardo até hoje, com o display quebrado. Tive um Samsung Star também, que era quaaase smart, só não tinha Android.

  27. Apesar de me sentir um pouco mal, deixo meus celulares antigos engavetados. Não vejo função para um aparelho ultrapassado, nem consigo me desfazer do elo emocional que tenho com o telefone.

      1. Aqui amigo, na esquerda um Razr D1, na direita um Galaxy S2. Atualmente estou com um Moto X Segunda Geração

  28. Meus Celulares mais antigos (os da foto) estão todos engavetados e são da época em que eu só trocava de aparelho quando pifava. Depois do Samsung com teclado eu comprei um Galaxy Y (vendi depois de um ano) e depois dele um Lumia 520 (também foi vendido). Meu atual é um Lumia 1320.

      1. Um amigo tinha um e ele não era muito afeiçoado aos gadgets, então inventava de jogá-lo a grandes distâncias.

        Teve uma vez que estávamos num estacionamento de terra batida e o celular voou umas boas dezenas de metros — e continuou funcionando. Em outra, numa praça, ele foi arremessado numa árvore e caiu na calçada. E continuou funcionando. O que mais me impressionou, porém, foi a vez em que ele jogou o pobre Nokia 1100 na piscina e tentamos ligar e… sim, o celular estava tocando. Dentro d’água. (E ainda voltou a funcionar, mas os microfones e alto-falantes foram para o saco.)

      2. Um amigo tinha um e ele não era muito afeiçoado aos gadgets, então inventava de jogá-lo a grandes distâncias.

        Teve uma vez que estávamos num estacionamento de terra batida e o celular voou umas boas dezenas de metros — e continuou funcionando. Em outra, numa praça, ele foi arremessado numa árvore e caiu na calçada. E continuou funcionando. O que mais me impressionou, porém, foi a vez em que ele jogou o pobre Nokia 1100 na piscina e tentamos ligar e… sim, o celular estava tocando. Dentro d’água. (E ainda voltou a funcionar, mas os microfones e alto-falantes foram para o saco.)

    1. Nossa, minha mulher tinha um desses da direita, um ladrão levou e foi preso pela PM logo em seguida, mas o celular já tinha sido passado adiante.

      Sujeito amargou uma cana danada por causa de um telefoninho de menos de 100 conto (e isso já era em 2010!)

  29. Em geral só largo gadgets quando eles dão defeito, daí eu vendo para alguém picotar e aproveitar as peças. Foi assim com o meu Galaxy Ace há quase 2 anos atrás, foi assim com o meu Moto G semana passada.

    Se ainda estiver funcionando eu vendo para ajudar a cobrir o custo do novo.

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