Como consumimos vídeo online, segundo a Adobe


22/6/15 às 8h46

No início de junho a Adobe divulgou um relatório sobre consumo de vídeo online. Ele se baseia em números massivos: 201 bilhões de vídeos começados e 285 bilhões de autenticações em mais de 300 apps do tipo TV Everywhere, obtidos anonimamente via Adobe Analytics e Primetime.

A apresentação, acima, está recheada de dados interessantes, mas três chamam a minha atenção.

  1. A dominação da Apple. Quase um em cada quatro vídeos exibidos (24%) no primeiro trimestre de 2015 teve origem num dispositivo da empresa.
  2. Tablet. A frequência de vídeos vistos em tablets se igualou à de desktops (embora esse ainda ganhe em vídeos longos). Do relatório: “Na medida em que os dispositivos se tornam cada vez mais especializados, parece que um grande caso de uso para o tablet é atividades derivadas de lazer como consumo de vídeo.”
  3. Crescimento do conceito de “TV Everywhere,” ou seja, vídeo por streaming autenticado. Em relação ao ano passado, foi de 282%, puxado por dispositivos Apple e set-top boxes e sticks, como Apple TV e Roku.

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6 comentários

    1. Boa pergunta. Android TV eu imagino que seja “connected TV device,” mas o Chromecast é, realmente, uma anomalia — o vídeo se origina do smartphone/tablet/PC, mas é executado pelo dongle. Tentarei descobrir isso.

  1. Números bacanas considerando que o mercado em que esse relatório foi feito, exista quase uma obrigatoriedade de ter um serviço “TV Everywhere”.
    Agora, imagine se os números fossem baseados não somente nessas fontes mas em todas as plataformas e canais de consumo.

  2. Depois da tela maior do X 2gen admito que o iPad acabou se especializando mais ainda em ser o dispositivo do sofá: ver vídeos nele mesmo ou ser um controle do spotify e YouTube para jogar na Apple TV. Faz sentido, já que ainda não tenho um chromecast e a Apple TV atende bem o que eu preciso. Fora que o meu iPad está propositalmente sem muitas sincronizações, pra não ficar notificando.

    TV Everywere tem bastante apelo pq parece ser um dos diferenciais encontrados pelas TVs e canais por assinatura. Uma extensão do “on demand” que já deveria ser quase padrão. Tem até propaganda disso nos canais Globosat