Neuromancer é o livro de maio do Clube de Leitura

William Gibson, autor de Neuromancer.

O Clube de Leitura do Manual do Usuário aponta um livro por mês para ser lido e debatido aqui no site. O título escolhido para maio é o clássico Neuromancer, de William Gibson.

  • Anote na agenda: quinta (28/4) tem o debate do livro de abril, Smart.

Apenas lembrando que não faremos qualquer tipo de acompanhamento ou leitura coletiva. A aquisição e leitura da obra é por conta de cada um.

O debate será mediado pelo Fabio Montarroios.

Neuromancer

Capa do livro Neuromancer, de William Gibson.

Autor: William Gibson
Editora: Civilização Brasileira
Ano de lançamento: 2015
416 páginas

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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Sinopse:

No futuro, existe a matrix. Uma espécie de alucinação coletiva digital na qual a humanidade se conecta para, virtualmente, saber de tudo sobre tudo. Mas há uma elite que navega por essa grande rede de informação — os cowboys. Case era um deles, até o dia em que tentou ser mais esperto do que os seus patrões. Que fritaram suas conexões com o ciberespaço, tornando-o um pária entre os seus iguais. Ele vaga pelos subúrbios de Tóquio, mais envolvido do que nunca em destruir a si próprio, até ser contatado por Molly, uma bela e perigosa mulher que, assim como ele, desconfia de tudo e de todos. Os dois acabam se envolvendo numa missão cheia de mistérios e perigos. O romance de estréia de Gibson é o primeiro volume da chamada “Trilogia do Sprawl”, que ainda inclui os livros Count Zero e Mona Lisa Overdrive.

Onde comprar

Há duas edições de Neuromancer em circulação no Brasil, a dos 25 anos da obra e outra, mais recente, celebrando seu trigésimo aniversário. Ambas foram traduzidas pela mesma pessoa (Fábio Fernandes) e são da mesma editora (Aleph). A diferença é que a edição de 30 anos tem os seguintes extras: prefácio do autor escrito especialmente para o público brasileiro, três contos inéditos no Brasil e ambientados no universo Sprawl: Johnny Mnemônico, Hotel New Rose e Queimando Cromo (o​s contos trazem personagens e eventos presentes no livro) e uma ​entrevista de Gibson concedida ao escritor e crítico literário Larry McCaffery.​

A mais em conta no momento é a de 25 anos, vendida pelo Submarino por R$ 30. Aos que preferirem a edição mais recente/com extras, o Submarino também tem o melhor preço, R$ 44, seguido de perto pelo Extra, que cobra R$ 45.

Para quem preferir ou quiser verificar os valores em outras lojas, os links:

Quem prefere e-books, apenas a edição de 25 anos está disponível no formato. Sai por R$ 26 na Livraria Cultura (Kobo) e R$ 12 na Amazon (Kindle) e Saraiva (Lev).

Sorteio para assinantes

Quem assina o Manual do Usuário concorre todo mês a uma cópia do livro escolhido para o Clube de Leitura.

O sorteio da cópia de Neuromancer será realizado no decorrer da semana com base do Random.org a partir de números gerados pelo banco de assinantes que mantenho. O resultado será revelado na próxima edição da newsletter (sábado, 30/4).

Quando?

O debate de Neuromancer será, como sempre acontece, na última quinta-feira do mês. No caso, dia 26 de maio (feriado de Corpus Christi).

Qualquer dúvida, pergunte nos comentários.

Foto do topo: gilly youner/Flickr.

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19 comentários

    1. na verdade eu acho q vai aproximar, afinal teremos com quem discutir inclusive as dificuldades. :)

  1. Já comecei e abandonei esse livro várias vezes. A escrita de Gibson pode ser, por vezes, bem confusa. Tem uma cena em Zion que minha mente deu um nó. O mais longe que cheguei foi até aí, mas já quero voltar a ler (de novo) faz algum tempo. O mundo que ele cria é sem igual. Obrigatório para fãs de scifi e Matrix.

  2. Grata surpresa! É um daqueles que faz tempo tô adiando a leitura. Por contenção de gastos, acho que vou pegar a edição pra Kindle mesmo…

  3. Recomendação de quem tem as 2 edições
    Comprem a edição de 25 anos

    Fora os contos que deram origem ao livro e a trilogia de Sprawn a qualidade do livro físico é muito ruim

    1. A edição de 30 anos saiu bem ruim, não sei porque.
      Eu tenho a trilogia “normal” que eu fui comprando na medida que ia lendo – faz alguns bons 12 anos isso – e essa edição de 30 anos e … o livro pequeno é melhor. mesmo.

      A arte, porém, da edição de 30 é bem bonita.

        1. Na minha opinião tem dois problemas principais: i) a lombada é bem estranha e ii) as letras são muito pequenas.

          Mas, de certo modo, eu gosto das escolhas gráficas e da arte “ASCII” do livro. O problema é que as letras e a lombada dificultam exatamente a leitura (é ruim de segurar e demanda um certo esforço para ler).

          Aqui 3 fotos do meu exemplar tiradas agora:

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        2. Na minha opinião tem dois problemas principais: i) a lombada é bem estranha e ii) as letras são muito pequenas.

          Mas, de certo modo, eu gosto das escolhas gráficas e da arte “ASCII” do livro. O problema é que as letras e a lombada dificultam exatamente a leitura (é ruim de segurar e demanda um certo esforço para ler).

          Aqui 3 fotos do meu exemplar tiradas agora:

          https://uploads.disquscdn.com/images/6c49919c18f5d39d10789dd0575b8ec00f748bcf9d3c29f4794142e6e31645b2.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/7a56e2333878a214107330672bcb0366dbc8f12150ee1f4dde5d8e9674a477eb.jpg https://uploads.disquscdn.com/images/617b4761a084e1a7ca5da9823e3d2edb24f4c486eceaae41d76f8d2e181b97d3.jpg

          1. Essa lombada é frágil? Pelas fotos de vitrines tenho essa sensação, mas nunca cheguei a manusear a edição.

          2. Parece bem frágil. Não manuseio muito ela porque eu comprei pra colecionar mesmo, mas não sei se aguentaria o que a outra edição aguentou – quase 1 m~es dentro da mochila sacolejando por 4h diárias.

          3. Parece não, É
            Melhor definição que posso passar: Imagina um livro capa dura, com cadernos costurados.
            É SÓ O CADERNO COSTURADOS COM CAIXA

          4. esse tipo de lombada tá na moda… essa edição eu não peguei, mas as outras q eu vi com a lombada exposta me pareceram boas.

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