O nome diz tudo: o WikiTok exibe verbetes aleatórios da Wikipédia em…
O nome diz tudo: o WikiTok exibe verbetes aleatórios da Wikipédia em uma interface que lembra a do TikTok. Aqui, as curtidas servem para salvar textos para ler depois.
O nome diz tudo: o WikiTok exibe verbetes aleatórios da Wikipédia em uma interface que lembra a do TikTok. Aqui, as curtidas servem para salvar textos para ler depois.

O AirDrop é um dos recursos mais legais da alardeada integração entre dispositivos da Apple. O Android ganhou algo parecido recentemente, o QuickShare, mas que não resolve o problema de quem precisa transferir arquivos entre dispositivos com sistemas diferentes — de um iPhone para um Android, por exemplo.
É aí que entram soluções de terceiros como o LocalSend, com aplicativos para Android, iOS, Linux, macOS e Windows.
Após instalar os clientes (apps), basta deixar os dispositivos na mesma rede para transferir arquivos, diretórios inteiros, textos e até o conteúdo da área de transferência.
As transferências com o LocalSend são criptografadas de ponta a ponta. Os apps são gratuitos, de código aberto e sem anúncios. É daquelas pérolas do FOSS.
Como nada é perfeito, você talvez estranhe a interface em dispositivos diferentes do Android. Isso acontece por ele ser desenvolvido com o Flutter, um SDK do Google que, não sei se por padrão ou por desleixo dos desenvolvedores, resulta em apps que não se adaptam direito aos paradigmas e identidade visual de cada plataforma.
O importante é que o LocalSend cumpre o que promete e pode ser uma salvação em casas, escritórios e empresas em que se usam dispositivos diversificados.
Se preferir algo mais direto, que precisa de internet, mas dispensa a instalação de um aplicativo, vale dar uma olhada no SnapDrop.
O Google preparou um anúncio do Gemini para o Super Bowl, aquele evento de publicidade que, salvo engano, tem algum tipo de esporte nos intervalos. A peça é voltada a pequenos comerciantes interessados em usar a IA para escrever anúncios.
No vídeo, o Gemini alucina e diz que o queijo gouda é o mais consumido do mundo, respondendo por 50–60% do mercado. O dado é questionável (já viu o preço do queijo gouda!?), provavelmente errado, tanto que o Google refez o anúncio e o removeu.
Alguém que quisesse sabotar as IAs generativas não pensaria numa situação tão ridícula e improvável. E provavelmente teremos mais: a OpenAI também vai veicular um comercial no evento.
Apple Convites: A Apple lançou um app para agendar eventos. Todo mundo (até, veja só, quem usa Android) pode responder convites, mas para criar um evento tem que ter um iPhone e ser assinante do iCloud+. Acho que vai flopar. / iOS
Cryptomator 1.15.0: A janela principal ganhou um novo visual e a versão para Linux em AppImage não tem mais dependências. / Linux, macOS, Windows
Firefox 135: Traz novos idiomas no tradutor embutido e offline, e expande o novo leiaute da página de novas abas para o mundo todo (estava em testes nos EUA). A opção “Do Not Track” foi removida. / Linux, macOS, Windows
Instapaper 9.1: Agora funciona com sites que exigem login, consegue detectar paywalls e teve a tela de configurações redesenhada. / iOS
KTool: Serviço que envia artigos salvos da web para o Kindle. É pago, com 7 dias de testes. / Android, iOS, Web
le Chat: A Mistral, startup francesa de IA generativa, lançou seu app móvel. / Android, iOS
LibreOffice 25.2: Suporte ao ODF 1.4, melhorias na compatibilidade com arquivos da Microsoft e pequenas mudanças estéticas. Ah, e o aviso de que a próxima versão (25.8) não será compatível com os Windows 7, 8 e 8.1. / Linux, macOS, Windows
Mastodon Moderation: Um app para administradores de instâncias do Mastodon lidarem com tarefas de manutenção. É para pouca gente; coloco aqui mais a título de curiosidade. / iOS
Microsoft Teams: A Microsoft está testando uma espécie de LinkedIn interno para o Teams, com direito a posts, curtidas e o conceito de seguir/ser seguido. Nada é tão ruim que não possa piorar. / Todos os sistemas (infelizmente)
Opera Air: O primeiro (e provavelmente último, pois ???) navegador web do mundo “centrado em mindfulness”. / Linux, macOS, Windows
OnlyOffice Docs 8.3: Ganhou compatibilidade com arquivos dos apps de escritório da Apple (Keynote, Numbers e Pages), carimbos para *.pdf e outras novidades menores. / Linux, macOS, Windows
Tapestry: Virou moda esse tipo de app que agrega várias timelines em uma tela só, não? Este é da Iconfactory, responsáveis pelo finado Twiterrific. / iOS
Qual é a sua newsletter?
Fale um pouco de você, V.
Eu sou a V, tenho 31 anos e sou uma mineira perdida no interior de São Paulo. Sou escritora, artista, feminista e entusiasta de bichinhos, com um cachorro e duas gatas pra chamar de meus. A escrita é a minha maior atividade artística atualmente, mas também já me arrisquei na música, dança, circo e, nesse momento, também estou brincando na fotografia. Quem sabe agora vai, né?
A Meta baixou pelo menos 81,7 TB (terabytes), por torrent, de materiais piratas em sites como LibGen, Anna’s Archive e Z-Library, para treinar inteligência artificial. O número apareceu em novos documentos revelados no processo que autores estadunidenses moveram contra a empresa.
O pior é que a Meta teria agido para “‘semear’ [compartilhar] o mínimo possível” a fim de cobrir os rastros do uso ilegal do material, protegido por direitos autorais.
Gente que só baixa e não faz seeding: piores usuários de torrent.
Via Ars Technica.
E se a gente sincronizasse o Caps Lock de todo mundo? É a proposta do Global Caps Lock: você instala um utilitário no seu computador (não faça isso) e, a partir daí, ingressa em uma rede em que se alguém ativa o Caps Lock, ativa para todo mundo ao mesmo tempo — e vice-versa. Genial, mas repito: não instale isso no seu PC.
Um legado ruim e pouco comentado do Twitter foi os encurtadores de links. Eles surgiram da necessidade: nos primórdios, o Twitter limitava posts a 140 caracteres e não fazia distinção entre texto e links.
Enquanto se limitavam ao Twitter, tudo bem. A natureza efêmera daquela plataforma reduz a importância do encurtador. Um post “morre” (e, com ele, o link encurtado) em algumas horas, dias no máximo. Quando é algo feito para durar, é aí que surgem os problemas.
Existem duas abordagens para links curtos, aquela em que você traz o domínio curto e a em que adota o de uma empresa.
A primeira é a da autonomia. O problema é que ela dobra os cuidados e gastos com domínios. Acho que só empresas se preocuparam com isso. Embora já tenha cogitado adotar um link curto para o Manual, não fiz isso porque, a princípio, é um compromisso perpétuo. Deixar de pagar a renovação do domínio curto é, além de uma quebra de confiança com os leitores, uma brecha para que alguém mal intencionado o registre e tente aplicar golpes se passando por mim.
A segunda era a da segurança. Ou assim se pensava. O do Google (goo.gl), por exemplo, lançado em 2009, está em processo de encerramento. A partir de 25/8 deste ano, todos os links já encurtados no Google deixarão de funcionar.
O Bitly, talvez a empresa mais bem sucedida da área, anunciou dia desses que passou a exibir uma página própria antes da encurtada, a “prévia do destino”, a fim de veicular anúncios. Vale apenas para contas gratuitas.
Das óbvias às delirantes, é longa a lista de preocupações com a inteligência artificial surgidas desde o final de 2022, quando o ChatGPT tomou do metaverso ou dos NFTs o título de “tecnologia do futuro”.
Tenho pensado muito a respeito de uma delas: o uso excessivo de energia e água, necessários para dar conta da sede insaciável de big techs e startups por mais dinheiro1.
Qual o custo ambiental de terceirizar tarefas ingratas ao ChatGPT, como escrever relatórios que ninguém lê ou gerar uma imagem de feliz aniversário àquela tia, com quem você não fala há seis anos, no grupo da família no WhatsApp?
Se às vezes você tem a impressão de que existem muitas distros Linux quase idênticas, dê uma olhada no Tiny Core: pequenina (a base tem 17 MB 🤏), ela carrega todo o sistema na RAM e roda até em computadores super antigos — pelo menos 46 MB de RAM; a configuração recomendada é a partir de Pentium 2 com 128 MB de RAM.
O jogo Party Project é uma alternativa gratuita e para computadores aos divertidos títulos da série Mario Party, da Nintendo. São +30 tabuleiros e +100 mini-jogos para se divertir em até quatro pessoas. Para Linux, macOS e Windows.
Às vezes a imprensa descobre (ou finge que descobre) que a água é molhada e publica coisas como esta, que estampou todos os jornais semana passada: “DeepSeek se autocensura quando perguntado sobre alguns temas políticos da China.”
Vindo de onde vem, seria notícia se uma inteligência artificial generativa chinesa não censurasse tais temas.
Não me recordo (e fiquei com preguiça de procurar) se, nos últimos dois anos e meio, alguém se deu ao trabalho de testar o Copilot da Microsoft na criação de códigos que mencionem palavras como “sexo” ou “gênero”. Até duas semanas atrás, a IA cruzava os braços (figurativamente falando) ao topar com elas, segundo esta conversa no GitHub, um serviço da Microsoft.
E, veja: longe de mim defender a China, o PCCh ou quem quer que seja. É que, embora às vezes se tenha a impressão de que não, todo mundo tem teto de vidro.
Aliás, dado que o novo governo estadunidense tem como principal política pública destruir dados e documentos de gente que eles odeiam, quanto tempo até as big techs de lá, todas em lua de mel com Trump, dizerem “amém” e fazerem o mesmo?
Via Baldur Bjarnason (em inglês).
— Formulário de inscrição para vagas abertas na Anthropic, uma startup de IA (dona do Claude).
Via Simon Willison.
Oi, meu nome é Patrícia e sou paulista. Trabalho em casa desde 18/3/2020.
Eu tinha uma mesa bem grandona (1,8m) e vendo uns vídeos do canal Pitadas de Ergonomia, descobri que ela era também muito alta para mim. Decidi trocar minha mesa por algo mais certinho e funcional. Tenho essa mesa há um ano e, olha… gavetas, melhor coisa mesmo, viu! O puff embaixo da mesa é pra esticar as canelas.