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Cadê o RCS para iPhone no Brasil?

O MacMagazine perguntou às operadoras que atuam no Brasil o estado do RCS no iPhone, o sucessor moderno do SMS. O recurso foi liberado no iOS 18, em setembro de 2024, mas ainda não está disponível aqui.

Claro e TIM estão se preparando para liberar o RCS; Algar não tem previsão; e Vivo não respondeu.

Talvez a Algar esteja certa e não valha o esforço mesmo. Na terra do WhatsApp, a pesquisa mais recente do Mobile Time/Opinion Box descobriu que apenas 7% dos brasileiros envia SMS todos os dias. O que é bem mais do que eu imaginava!

A Vivo, por sua vez, acabou com o SMS ilimitado em todos os planos. São 100 mensagens por mês e R$ 0,10 por mensagem adicional.

Acho que o RCS só interessa mesmo ao mercado corporativo, que poderá mandar spam com imagens de alta qualidade… O que é uma pena, ainda mais após o anúncio de que o padrão ganhará suporte à criptografia de ponta a ponta.

8,5 milhões

O caos proporcionado pela CrowdStrike na sexta passada (19) derrubou 8,5 milhões de computadores com Windows. O número equivale a 1% da base instalada, segundo a Microsoft — um 1% bem importante, pois a CrowdStrike só trabalha com grandes clientes corporativos. Via Microsoft (em inglês).

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US$ 10

Na quarta (24), a CrowdStrike enviou cupons do UberEats de US$ 10 para clientes afetados pela falha catastrófica da sexta anterior (essa do número acima). Pior: os cupons não funcionavam porque, segundo relatos, a Uber marcou a conta da CrowdStrike como fraudulenta. (Tecnicamente, este é um “número minúsculo”.) Via TechCrunch (em inglês).

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R$ 5 milhões

A Senacon multou Oi, TIM e Vivo em R$ 5 milhões pela publicidade enganosa acerca do 5G. Segundo o despacho publicado no Diário Oficial da União, as três operadoras divulgaram “mensagens publicitárias referentes a 5G que induziram os consumidores ao erro, por não informarem com clareza e adequação as limitações da tecnologia DSS.” Via Mobile Time.

Fechamos a torneira para o zero rating. Todos os novos planos não têm zero rating para as redes sociais.

Alberto Grizelli
Presidente da TIM Brasil

A virada de 180º das operadoras (a Claro também está “fechando a torneira”) não tem a ver com neutralidade da rede ou respeito (tardio) ao Marco Civil da Internet, é só uma nova queda de braço com a big tech.

As operadoras reclamam pelo “fair share”, uma contribuição dada pelas empresas que mais usam a rede (plataformas sociais, serviços de vídeo etc.) para bancar a infraestrutura. O fim do zero rating faz parte dessa ofensiva. Via Convergência digital.

Operadoras e bancos anunciam iniciativas sistêmicas para melhorar a segurança de celulares

Um assunto recorrente neste Manual é como proteger o celular de golpes e acessos não autorizados. É possível mitigar o problema, mas não resolvê-lo porque uma solução satisfatória transcende o que o indivíduo é capaz de fazer.

Duas iniciativas, em frentes diferentes, prometem abordagens sistêmicas ao problema.

Semana passada, as três maiores operadoras do Brasil — Claro, TIM e Vivo — anunciaram a adesão ao Open Gateway, um programa da GSMA, entidade que administra o ecossistema global de telecomunicações, que consiste em APIs compartilhadas entre as operadoras para viabilizar serviços diversos.

Os três primeiros serviços do Open Gateway a serem oferecidos no Brasil serão a verificação do número sem o uso do SMS, a identificação de trocas de chips recentes e o compartilhamento da geolocalização do celular independentemente da camada de software, evitando as manipulações do sinal de GPS.

Em outra frente, a Febraban confirmou o lançamento para breve de um programa chamado Celular Seguro, criado em parceria com o Ministério da Justiça e a Anatel.

Isaac Sidney, presidente da Febraban, não deu detalhes técnicos, mas explicou ao Mobile Time que o objetivo do programa é bloquear rapidamente celulares roubados a fim de impedir o uso de dados pessoais e o acesso a contas bancárias pelos assaltantes. Via Folha de S.Paulo, Mobile Time.

Contando com as antenas da Claro e da Vivo, além das da TIM, comentadas na quarta (6), Brasília já tem 80% da população coberta pelo 5G puro graças a , segundo a Folha de S.Paulo. Detalhe: ao contrário da TIM, as outras duas operadoras não cobrarão adicional para entregar 5G aos clientes.

O primeiro dia de 5G puro (“standalone”) no Brasil foi de boa velocidade em regiões privilegiadas — Plano Piloto e na região dos lagos (sul e norte) —, mas pontos cegos, oscilação nas velocidades e a presença do 5G “impuro”, ou DSS, a versão capenga baseada na combinação de múltiplas frequências 4G e que já estava ativa no país. Claro e Vivo, aliás, não distinguem 5G DSS do “puro”, que opera na frequência de 3,5 GHz. Via Folha de S.Paulo.

A TIM ligou sua rede 5G “pura” (standalone) nesta quarta-feira (6) em Brasília, primeira cidade liberada pela Anatel para que o serviço seja oferecido. No lançamento, são 100 antenas que cobrem 50% da população. O presidente da TIM Brasil, Alberto Griselli, prometeu outras 64 antenas nos próximos dois meses, que aumentará a cobertura a 65%.

Aos moradores de Brasília, clientes da TIM e com celulares compatíveis com 5G (veja a lista), a TIM dará uma cortesia de 12 meses do chamado “booster”, um adicional no plano que concede acesso à nova rede e uma franquia mensal de 50 GB. Passado esse período, o “booster” custará R$ 20 por mês.

Ainda segundo Griselli, a base instalada no Brasil de celulares 5G corresponde a 3,5% do total, mas as vendas de novos aparelhos do tipo já são metade do total. Via Correio Braziliense, Teletime.

Como bloquear ligações de telemarketing e SMS de promoções das operadoras e dos bancos

Não é raro atender uma ligação ou receber uma mensagem de texto (SMS) da operadora de telefonia ou de bancos tentando nos empurrar algum produto que não pedimos nem temos interesse. Na real, é o contrário: o assédio é tão grande que os dois setores se viram obrigados a criar listas de “não me perturbe”, uma gambiarra para que consumidores sinalizarem que não querem ser assediados por publicidade não solicitada. Se você sofre com isso, veja aqui como se livrar (de parte) do problema.

(mais…)

Por um placar apertado, o Cade aprovou a venda e fatiamento da Oi Móvel para Claro, Telefônica (Vivo) e Tim por R$ 16,5 bilhões nesta quarta (9). O órgão impôs salvaguardas a fim de não prejudicar os pouco mais de 40 milhões de clientes, que serão divididos entre as três operadoras, que herdarão clientes de acordo com suas fatias de mercado em cada região do país: a Claro ficará com 15 milhões), seguida de Tim (14,5 milhões) e Vivo (10,5 milhões). Via O Globo, Folha de S.Paulo.

O Ministério Público Federal (MPF) manifestou-se contra a venda da Oi Móvel para Claro, Telefônica (Vivo) e TIM. De acordo com o parecer do procurador Waldir Alves, que foi enviado ao Cade, a compra “aumentaria a concentração no mercado de telefonia móvel; argumenta que os remédios propostos seriam ineficazes para conter os riscos concorrenciais; e aponta uma suposta irregularidade de ‘gun jumping’ (queima de largada), porque o negócio teria sido praticamente fechado entre as partes antes que o Cade fosse devidamente informado”. Vivo e TIM, além da própria Oi, já reagiram ao posicionamento do MPF. Via Mobile Time.

Claro, Vivo e TIM levaram os lotes nacionais da faixa de 3,5 GHz do 5G, considerada a mais suculenta do leilão que o governo federal faz nesta quinta (4). A faixa de 700 MHz ficou com o Winity II (ligada aos fundos Patria e Blackstone).

Nos lotes regionais de 3,5 GHz, houve disputa nas regiões Nordeste, que acabou com a Brisanet vencendo, e Sul, que ficou com o Consórcio 5G Sul (do qual fazem parte Copel e Sercomtel). A Cloud2U se tornou uma nova empresa de telefonia ao vencer o lote que abrange Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais. A Algar levou o último lote regional, que compreende triângulo mineiro, e partes do Mato Grosso do Sul e Goiás.

O leilão segue, com previsão de terminar somente amanhã (5).. Ainda estão em disputa as faixas de 2,3 e 26 GHz. O governo federal espera arrecadar R$ 50 bilhões, sendo que 80% desse valor será utilizado pelas empresas nas obrigações estabelecidas. Mais detalhes e valores pagos nos links ao lado. Via Agência Brasil, Folha de S.Paulo, Teletime.