por Gabriel Arruda
Nota do editor: O Gabriel é leitor das antigas e fiquei muito feliz quando ele mandou um e-mail perguntando se tinha interesse em publicar este texto. Além de sempre aparecer nos comentários do Manual, ele é programador, graduado em Sistemas de Informação e mestrando em Ingeligência Artificial. Siga-o no Twitter e leia outros textos dele no Medium.
Stephen Hawking e Stuart Russel alertaram as pessoas sobre os perigos do avanço da Inteligência Artificial (IA). O temor é que os avanços estão ocorrendo muito rapidamente e não estamos preocupados o bastante com as implicações disso:
Os benefícios potenciais são grandes; tudo que a civilização tem a oferecer é produto da inteligência humana; nós não podemos prever o que poderemos atingir quando essa inteligência é amplificada pelas ferramentas que a IA pode prover, mas erradicação da guerra, doença e pobreza seriam as prioridades na lista de qualquer um. O sucesso na criação da IA seria o maior evento da história humana. Infelizmente, ele pode ser o último, a não ser que saibamos como evitar os riscos.
Apesar de ser tentador discutir a dominação pelas máquinas, esse é um problema a longo prazo. Acho que estamos preocupados até demais com ele e menos do que deveríamos com os mais imediatos. Hoje e a curto prazo, os possíveis problemas trazidos pela IA são menos apocalípticos.
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