De mudança para o WhatsApp (sim, o WhatsApp)

O balanço do uso do Signal para a nossa comunidade rendeu bons comentários (por e-mail!) de apoiadores.

A Patrícia disse:

O Telegram parecia mais animado #imho… (mais interações de assuntos mais diversos)

O Leandro manifestou a situação de — imagino — muitos que estão ali:

Meu único uso do Signal é o grupo do Manual, mas olhando de curioso na minha lista de contatos, estão os mais aleatórios possíveis: [lista de contatos aleatórios]

O comentário do Vinícius me levou a uma nova camada de reflexão:

Particularmente achei que a mudança do grupo para o Signal, embora entenda os motivos, tirou um diferencial da assinatura do manual. O grupo antes era bem movimentado, acessava sempre, com muitas conversas sobre cultura, comportamento, etc. Após o Signal ficou mais morno, com menor volume de mensagens e conversas mais nichadas em questões de programação/pessoal da TI. Acredito que muitas das pessoas, como eu, só instalaram o mensageiro pelo grupo do manual. Daí entro quando lembro, às vezes passo alguns dias e menos assim há poucas mensagens “atrasadas”, algumas dezenas.

Após ler o texto, agora, abri o app (que, pelos registros do meu celular, tinha aberto na segunda-feira — há 4 dias — e há 40 mensagens não lidas. Claro que quantidade não é um dado que indica muita coisa sozinho, o ponto é a diminuição mesmo na interação. O que, para mim, era um chamariz da assinatura, meio que morreu. Concordo que os rumos que o Telegram tomou são questionáveis e repito que entendo os motivos da mudança, mas para mim o resultado foi esse. =(

O “rumo questionável” que o Telegram tomou foi transformar o aplicativo em veículo para criptomoedas. É… uma pena.

Por fim, o do Paulo em resposta à edição de domingo da newsletter (que envio a assinantes):

Eu entendo a relutância de muitos (eu às vezes tenho isso) de usar o WhatsApp, mas seria interessante centralizar tudo em um único app (pra mim, no caso) com os grupos e contatos pessoais. O Telegram era mais fácil porque, ainda que não seja o meu app primário, ele concentra muitos robôs de serviços que eu uso, além de poder guardar conversas/anotações/listas de forma simples, coisa que o WhatsApp ainda não faz (de forma simples, faz mas de forma meio capenga). O Signal “ostracizou” ainda mais o grupo pra mim, porque não ter um app web/tablet dificulta muito pra mim de ler ou de me lembrar de ler o grupo. Não é nada demais, mas eu sinto que o Signal é uma barreira pra lembrar do grupo do Manual.

Estamos aqui para experimentar, por isso, à luz desses e outros comentários de assinantes que não estão no ou não curtiram o Signal, decidi migrar o grupo para o WhatsApp. Por alguns motivos:

  • Goste dele ou não, é o app mais usado no Brasil;
  • Apesar das investidas da Meta para transformá-lo em SAC 2.0 e cavalo de Troia para a inteligência artificial da empresa, a Meta AI, conversas entre indivíduos e em grupos ainda são criptografadas de ponta a ponta;
  • O recurso de comunidades é um pouco complexo, mas não para o público do Manual, que pode se beneficiar da organização;
  • Tenho revisto a minha política de boicote às big techs. Embora ainda priorize tecnologias que contornam as grandes do setor, por coerência não há problema em adotar o WhatsApp — já usamos/lido com Apple, Amazon, Oracle, Automattic… a lista é longa e inescapável, se quiser dialogar com um público mais amplo.

Antes de tomar essa decisão, perguntei aos três insatisfeitos (haha) das mensagens acima o que achavam do WhatsApp, hipótese que foi bem recebida.

Quem já apoia o Manual receberá, ainda hoje (11), o link de convite para o grupo no WhatsApp. Se você ainda não assina o projeto, faça isso agora para participar.

A Kumori pediu para avisar que o deskmat lindão do Manual do Usuário está novamente disponível. Feito com feltro natural de lã merino, o deskmat mede 90×40 cm, tem base antiderrapante e acabamento com bordas costuradas.

Sai por R$ 138,90, à venda na loja própria da Kumori, Amazon* e Mercado Livre*. Assinantes do Manual têm 10% de desconto na loja da Kumori — além de outras vantagens.

* Comprando por esses links o Manual recebe uma comissão das respectivas lojas. O preço não muda para você.

Novos preços e planos família no Fastmail

O Fastmail reformulou seus planos e agora tem preços em 20 moedas — incluindo o real brasileiro. Os novos planos são voltados a “indivíduos e famílias”, e contempla um, dois ou até seis usuários. Os antigos continuam existindo, só que agora na categoria “negócios”.

No Brasil, o antigo plano padrão, que dá direito a usar domínio próprio e oferecia 30 GB de espaço, custa R$ 24/mês. (Assinaturas anuais ou por mais tempo têm descontos.) Quem já é cliente será migrado aos novos planos e valores locais no fim do ano, mas já pode usufruir do espaço extra, de 50 GB.

O Fastmail é parceiro do clube de descontos para assinantes do Manual do Usuário e oferece 20% de desconto a quem assina o site por um ano.

O clube de descontos do Manual ganhou um novo parceiro: o Buttondown, serviço de envio newsletters criado por Justin Duke.

O próprio Justin explica o serviço:

O Buttondown é um software de newsletters com ênfase na privacidade, na facilidade de uso e em extensibilidade. Com suporte para automações RSS, assinaturas pagas e uma API REST, o Buttondown é uma ótima opção para criadores e editores que querem ficar conectados com seu público sem gastar muito ou perder tempo migrando do seu site atual.

Com o cupom exclusivo do Manual, você pode assinar qualquer plano do Buttondown com 20% de desconto vitalício.

Assinantes do Manual do Usuário têm acesso ao nosso clube de descontos, uma seleção de cupons exclusivos com descontos e vantagens em parcerias. Uma vez por mês, disparo um e-mail com todos os cupons e vantagens dos parceiros do clube. O próximo será enviado na próxima quinta (4/5). Quer receber? Torne-se assinante — custa a partir de R$ 9 por mês.

O papel ainda está morno: os novos adesivos do Manual do Usuário e do Tecnocracia acabaram de chegar da gráfica!

Os adesivos são um mimo para quem assina/apoia financeiramente o site. Isso significa que eles não estão à venda e que, para recebê-los, é preciso assinar o site (a partir de R$ 9/mês ou R$ 99/ano).

Àqueles que já são assinantes, em breve vocês receberão um e-mail com um formulário para solicitar seus adesivos. Cada assinante tem direito a dois, um do Manual, outro do Tecnocracia, e deverá indicar, no formulário, qual versão do do Tecnocracia deseja — branca ou preta.

Apresentando o clube de descontos do Manual do Usuário

O Manual do Usuário tem um programa de assinaturas que ajuda a manter o projeto no ar. Em troca da ajuda financeira, os apoiadores/assinantes recebem alguns mimos. Hoje, eles ganham mais um: o clube de descontos.

Para a estreia, sete dez empresas muito legais se apresentaram para oferecer descontos e vantagens exclusivas aos assinantes do Manual. São elas (em ordem alfabética):

(mais…)

Assinatura do Manual do Usuário fica mais barata

A inflação está em dois dígitos, cada ida ao mercado ou ao posto de combustíveis é um susto. Não está fácil para ninguém. Em meio às incertezas da economia, trago uma boa notícia: a assinatura do Manual do Usuário ficou mais barata.

O desconto é reflexo da nova abordagem que estou dando à assinatura: passo a promovê-la como uma assinatura anual, com pagamento via Pix.

O apoio ao Manual agora parte de R$ 99 por ano (Plano I), uma redução de 8,3% em relação ao valor mensal praticado anteriormente.

Como fazer? Fácil: envie um Pix para pix@manualdousuario.net e mande um alô por e-mail, no mesmo endereço.

Além desse de R$ 99, existem outros planos que dão direito a mais benefícios e, de qualquer forma, você é livre para definir o valor que quiser — os valores informados ali são os mínimos para usufruir de cada faixa de benefícios.

Àqueles que preferirem pagar a assinatura em regime mensal, as campanhas no Catarse e no PicPay continuam ativas.

Se você já assina o site em um plano mensal e quiser trocá-lo para o anual por Pix, basta cancelar a assinatura no Catarse ou PicPay e fazer um Pix de acordo com o plano desejado.

A nova página de assinaturas traz todos os detalhes (valores mínimos, benefícios, passo a passo para assinar) e uma nova seção de perguntas e respostas. Ela também conta com um botão de bate-papo em tempo real, no canto inferior direito, para tirar dúvidas — eu mesmo estou do outro lado, pronto para conversar contigo.

O Manual do Usuário tem, hoje, 288 assinantes, sendo 25% deles na modalidade anual por Pix.

As assinaturas são uma fonte vital de receita para o projeto. No primeiro semestre de 2022, elas responderam por 37,7% de todo o faturamento do Manual.

Apoie o Manual do Usuário pelo preço de um cafezinho

O Manual do Usuário é um projeto editorial que cobre tecnologia de consumo com pé no chão e opinião. Saiba mais.

Uma das bases do Manual é a transparência. Dentro desse pilar está o nosso financiamento: não existe doador secreto ou financiadores obscuros; aqui, é tudo às claras. Quem nos lê sabe de onde vem o dinheiro. Quem assina, sabe até para onde vai cada centavo e quanto os colaboradores recebem.

(mais…)

Nesta terça (7), a partir das 20h30, faremos a gravação do especial de fim de ano do podcast Guia Prático. Eu, Jacqueline Lafloufa e Guilherme Felitti bateremos um papo sobre tecnologia e Manual do Usuário, os altos e baixos de 2021 e o que esperar para o ano que vem. Em áudio e vídeo!

Desta vez, a gravação será restrita a quem apoia o Manual, com qualquer valor a partir de R$ 9/mês. Além de acompanhar a conversa ao vivo, quem estiver na plateia poderá fazer perguntas. (Uma versão editada do programa será disponibilizada, depois, em formato podcast.)

Ainda não apoia o Manual? Siga por aqui. Custa, como dito, a partir de R$ 9 por mês, pode ser pago por cartão de crédito boleto bancário ou Pix (plano anual).

O convite com o endereço da videochamada será enviado na terça, por e-mail, poucas horas antes do início do evento. Te esperamos lá!