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Apps voltam a ser vendidos em compra única, só que com preços salgados

Lembra quando a App Store era um universo de aplicativos geniais e baratinhos? Depois, ali por volta de 2015, veio a fase das assinaturas. Agora, tenho notado uma espécie de retorno às origens, só que com preços… não tão baratinhos.

Tomemos o recém-lançado Simple Scan, para iOS, que expõe um recurso muito legal nativo do iOS — a digitalização de documentos — que, por padrão, fica um pouco escondido nos apps Arquivos e Notas.

O Simple Scan é comercializado via assinatura (R$ 24,90 por ano) ou em compra única de R$ 99,90. A única diferença é que, agora, as licenças perpétuas são chamadas de “lifetime”.

Alguns apps que uso e que aderiram a esse modelo de negócio:

  • O Daylio, que já comentei aqui, custa R$ 14,90 por mês ou compra única de R$ 149,90.
  • O 1Blocker custa R$ 12,90 por mês ou R$ 199,90 em compra única.
  • O KeepPassium custa R$ 4,90 por mês, R$ 49,90 por ano ou R$ 249,90 em compra única (app alternativo, KeePassium Pro).

E tem muitos outros exemplos por aí.

Talvez seja melhor manter os apps de mensagens separados

Todos os dias, faço uma curta peregrinação digital: passo por cinco ou seis aplicativos de mensagens para saber das novidades e responder pessoas. Seria ótimo se fosse um só, não?

Eu achava que sim, e mais gente — que sabe programar e/ou tem recursos — também. Embora os principais aplicativos de mensagens do mercado não trabalhem com rivais, soluções como Beeper, Texts e Element One conseguem, ainda que na base da gambiarra, juntar as mensagens do WhatsApp, Signal, Telegram e outros, todos sob um único ícone na tela do celular.

(mais…)

Onde estão os bons apps de e-mail?

Será que estou mal acostumado ao Apple Mail? Ou apenas acostumado a ele? Afinal, é quase uma década usando-o diariamente. Após passar por vários outros aplicativos de e-mail no último fim de semana, fiquei com a impressão de que não fazem mais bons apps de e-mail, ou comparáveis ao Apple Mail.

Tive essa revelação enquanto configurava o Fedora 39 em um desses “mini PCs”, para ficar mais próximo do sistema e usá-lo vez ou outra. E não é como se eu quisesse algo elaborado, certamente nada que envolva “IA” nem que processe meus e-mails em servidores alheios. (E que não custe US$ 30/mês, rs.) Tudo que peço é um app com interface e atalhos que fazem sentido e que converse com os protocolos IMAP e SMTP. É pedir muito?

Antes de enveredar pelo Linux, aproveitei que o Windows 11 veio pré-instalado no computador para dar uma olhada no “novo” Outlook, a rendição da Microsoft ao elefante na sala, o webmail.

Se você usa Windows e ainda não teve a infelicidade de topar com o novo Outlook, é apenas uma casca em torno do Outlook da web, aquele acessível pelo navegador. Bom para a Microsoft, para os 766 parceiros dela que recebem dados dos usuários, e só. Não, não é bom para você.

Windows superado, instalei o Fedora padrão, com o ambiente gráfico Gnome, e iniciei a minha via crucis pelos clientes de e-mail no Linux. Primeira parada: Thunderbird.

Mesmo com a repaginada visual em curso, o Thunderbird continua… esquisito. São muitos botões, atalhos estranhos ao sistema, visual fora do lugar. Vários desses problemas são comuns ao Firefox, mas, por motivos que não consigo articular, o Firefox não me passa essa sensação. Poderia usá-lo? Sim, meio a contragosto. Funciona. Vamos testar outros apps antes de bater o martelo.

O próximo da lista foi o Evolution, uma espécie de equivalente ao Thunderbird para o ambiente Gnome: lida com e-mail, calendário, listas de tarefas, notas. (Só faltou mensagens via Matrix, coisa que o Thunderbird incorporou não faz muito tempo.) Com um pouco de paciência dá para tirar os excessos de botões e barras e deixar o Evolution mais agradável, ou menos feio. Não num nível ideal, porque tem muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, mas ok, não é de todo ruim.

Continuei os testes. O aplicativo seguinte, Geary, é o que mais se parece com o Apple Mail. Simples, focado em e-mail, atalhos no teclado ok, funciona mais ou menos dentro do que se espera de um app moderno.

O problema é que o Geary padece de alguns defeitos injustificáveis a essa altura. O pior deles é o das colunas fixas.

Por motivos que talvez nem Deus explique, não é possível redimensionar as colunas de pastas/filtros, lista de mensagens e mensagem aberta. Para piorar, a coluna da lista de mensagens tem quase a mesma largura da da mensagem, mesmo em telas enormes.

A situação é essa desde abril de 2021. O histórico do Geary é acidentado, com longas lacunas de baixa ou nenhuma manutenção. Esse defeito, porém, é uma regressão. Não era assim e não poderia ter ficado assim, jamais.

Cheguei ao extremo de testar o Claws antes de dar por encerrado meu giro por apps de e-mail. Gosto e só escrevo e-mails em texto puro (text/plain), logo, por que não? Talvez eu me adaptasse com dedicação e paciência para arrumar a configuração padrão, um tempo que não quero gastar com isso.

Será que a maioria já migrou para o webmail em computadores, aplicativo só no celular? Para quem usa app de e-mail no computador: qual? Esqueci de testar algum? Sou todo ouvidos.

NewPipe, o melhor (?) aplicativo de YouTube para Android

Ícone do NewPipe: círculo vermelho com um triângulo/seta branca apontando à direita.

O Google subiu o tom de suas investidas contra bloqueadores de anúncios no YouTube. Boa sorte com isso, Google, porque no que depender daqueles que rejeitam o esquema de publicidade à custa da nossa privacidade, os métodos alternativos continuarão de pé por um bom tempo.

O NewPipe é um ótimo app para Android. Leve, de código aberto, sem anúncios e com foco em privacidade, os desenvolvedores ainda fazem um esforço para entregar uma experiência familiar, e melhorada, a quem vem do app oficial do YouTube.

Em outras palavras, o NewPipe é o que o YouTube poderia ser se o maior interesse do Google não fosse sugar até o último centavo dos usuários.

Dadas as suas características, não é surpresa que o NewPipe não está disponível na Play Store. Existem dois métodos para obtê-lo: baixando o instalador (arquivo *.apk) direto do site oficial, ou adicionando o repositório do NewPipe à F-Droid, uma loja de aplicativos Android muito maneira. Recomendo a segunda opção. Se tiver dúvidas, não hesite em perguntar ali nos comentários.

NewPipe / Android / Gratuito

Download (Site oficial) » / Download (F-Droid) »

Apple libera iOS 17.2 com novo app Journal e atualizações para outros sistemas

A Apple liberou as versões 17.2 do iOS/iPadOS e 14.2 do macOS Sonoma nesta segunda (11). (E, também, atualizações para watchOS, tvOS e HomePod.) Os grandes destaques são o novo aplicativo de diário no iOS, Journal, e o suporte a múltiplos cronômetros simultâneos no macOS (finalmente!!!!).

É sempre uma boa esperar alguns dias antes de instalar uma atualização, como o recente desastre no Debian 12.3 nos mostrou, mas se você não se aguentar e instalar aí, conta para mim como ficou o app Journal — e os múltiplos cronômetros no macOS. Via Apple (em inglês), MacMagazine.

Mammoth 2

Ícone do Mammoth 2. O Mammoth é um aplicativos de Mastodon dos mais interessantes. Antes do oficial simplificar o cadastro (pré-selecionando um servidor/instância) e sugerir pessoas para seguir, o Mammoth já fazia isso. E é, até onde sei, o único que oferece um feed algorítmico, nos moldes do (e também chamado de) “For You” — com a vantagem de oferecer opções para personalizar o algoritmo.

Nesta quinta (7), foi lançado o Mammoth 2, “a maneira mais fácil de largar o Twitter e ingressar no Mastodon”, segundo co-fundador Bart Decrem.

Lançada um ano após a estreia do aplicativo, a segunda versão traz uma bela repaginada visual (incluindo um novo ícone/logo) e mais recursos para facilitar a adaptação de quem está chegando do Twitter, como “listas inteligentes” temáticas, com curadoria de usuários, integração com o braço editorial do Flipboard e com o Newsmast e Press.coop, que trabalham para levar conteúdo noticioso de fontes confiáveis ao fediverso.

Uma grande novidade “extra-app” é que ele agora tem o código aberto. O código está previsto para ser liberado nesta sexta (8).

O Mammoth 2 continua gratuito, só que agora oferece um plano pago (R$ 14,90/mês ou R$ 99,90/ano) que confere alguns benefícios aos assinantes, como ícones diferentes, acesso antecipado a novos recursos e participação nas decisões do projeto.

Vale lembrar que o Mammoth recebeu um investimento semente em seu início, em uma rodada liderada pela Mozilla. O valor levantado não foi divulgado.

Mammoth 2 / iOS, iPadOS / Gratuito

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Onrise

Ícone do Onrise: dois círculos brancos, um pontilhado (externo) e outro grosso, contra um fundo preto. O Onrise é um aplicativo simples, gratuito e sem anúncios, para acompanhar e/ou forjar novos hábitos.

Ele é baseado no método “hábitos atômicos”, do escritor James Clear. A interface é simples, e conseguiram até colocar uma espécie de Pomodoro sem polui-la.

Não sei qual é o truque, se é que há algum, para o Onrise ser gratuito e sem anúncios. A política de privacidade é bem ok, e informa que dados são compartilhados com a Amplitude, uma empresa de estatísticas para software. Os dados coletados são anonimizados.

E mesmo sem modelo de negócio e tendo sido lançado em 2021, o Onrise continua recebendo atualizações — a mais recente foi há cinco meses.

Onrise / iOS (iPhone) / Gratuito

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Ansel

Ícone do Ansel: um diafragma de câmera semi-aberto.

Pessoas que fotografam por profissão ou hobbistas usam aplicativos especializados em edição e organização de imagens — como o Lightroom, da Adobe, ou o Photomator.

Entre os de código aberto, o Darktable talvez seja o mais robusto e conhecido. Só que nem todos estão satisfeitos com ele, a começar por Aurélien Pierre, desenvolvedor e designer que, desde 2018, contribuía com o código do Darktable.

Pierre ficou tão irritado com os rumos do projeto que decidiu criar um “fork”, ou seja, um novo projeto a partir do Darktable. Nasceu ali o Ansel.

Ele ficou, tipo… realmente irritado. Neste textão, Pierre explica os motivos do seu desencanto e por que o Ansel é melhor. Eu não sei, mas a justificativa faz sentido e ele parece se importar.

Ansel / Linux (Appimage) e Windows / Gratuito

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Evernote, Castro e Simple Mobile Tools: o que está acontecendo com os aplicativos legais?

Carrossel com aplicativos da suíte Simple Mobile Tools.

Talvez seja coincidência, talvez os primeiros sinais de uma tendência negativa. Nos últimos dias, negócios baseados em aplicativos passaram por mudanças profundas que afetaram seus usuários de maneiras nocivas.

O primeiro caso foi o do Evernote, vendido à italiana Bending Spoons em novembro de 2022. Em julho deste ano, houve uma demissão em massa e o fechamento dos escritórios nos EUA e Chile.

Dias atrás, a Bending Spoons oficializou a limitação a 50 notas e 1 caderno no plano gratuito do Evernote. Na prática, é como se o plano gratuito não existisse mais.

A Bending Spoons também arruinou outro aplicativo, o Filmic. Após mudar o modelo de negócio para assinatura, demitiu toda a equipe, incluindo o ex-CEO e fundador.

As mudanças acontecem em um momento delicado. Quase concomitante à adoção do modelo por assinatura, a rival Blackmagic Design lançou o Camera, um aplicativo similar ao Filmic, porém gratuito. A Apple usou o Blackmagic Camera para gravar seu último evento.

***

Outro caso delicado é o do Castro, aplicativo de podcasts freemium para iOS, publicado pela Tiny.

A empresa publicou um comunicado em meio a rumores de que o Castro estaria com os dias contados, depois de um apagão que durou quatro dias e gente pedindo demissão.

No comunicado, a Tiny afirmou que tem uma “equipe enxuta” dedicada a manter o Castro funcionando e que está procurando “um novo lar” para o aplicativo.

Deve ser difícil competir com o Apple Podcasts, que vem pré-instalado em todo iPhone (e é bem bom, na real), com todos os streamings de música que pegaram o bonde dos podcasts, e apps independentes, como o Overcast. A quem ainda usa o Castro, porém, a notícia é bastante ruim.

***

Por fim, o caso mais dramático: o do Simple Mobile Tools (SMT), uma suíte de pequenos aplicativos para Android focados, pró-privacidade e de código aberto. (Em 2020, escrevi uma matéria e entrevistei Tibor Kaputa, criador do SMT.)

Sem aviso prévio, o SMT foi vendido à ZipoApps. Em seu site, a empresa diz que “adquire os melhores aplicativos e os leva ao próximo nível”, o que só é verdade se “próximo nível” for um eufemismo para “cobrar assinaturas caras sem qualquer motivo”.

Os colaboradores estão irados com Tibor e questionam se a licença do SMT, a GPLv3, permite uma venda sem a anuência de todos que contribuíram com o código. Falou-se até em judicializar a demanda a fim de melar o negócio.

No GitHub, uma longa conversa está se desenrolando. Tibor meio que justificou a venda assim:

Certo, eu sei que é um passo muito controverso que chateia muitos usuários, [mas] infelizmente a qualidade de todo o ecossistema Android está caindo muito rapidamente e eu queria evitar a morte lenta [dos apps]. Muito obrigado pelo apoio que eu e os aplicativos recebemos ao longo dos anos, significa muito para mim :)

O mais maluco dessa história é que no final de agosto o blog do SMT estava publicando posts críticos a aplicativos que vendem os dados dos usuários. Há um ano, lançou um celular próprio (!) com os aplicativos pré-instalados.

A ZipoApps explica, em seu site, que vender um app “é fácil” e que “a maioria dos nossos negócios é fechada em 14 dias”.

Um dos colaboradores do projeto, Naveen Singh, criou um fork chamado Fossify e prometeu dar continuidade ao Simple Mobile Tools seguindo os princípios originais do projeto. Ótimo para quem está envolvido, mas isso não resolve a vida de quem, em breve, se deparará com popups pedindo assinaturas semanais de dois dígitos e passará a ser rastreado por empresas de publicidade em apps que, até então, eram exemplos de postura pró-privacidade.

Vez ou outra, tenho a sensação de que esses bastidores de aplicativos não centrais nas nossas vidas são quase uma curiosidade, quase um hobby meu e de umas poucas pessoas que se reúnem aqui e em outros espaços. Os últimos dias mostraram que não é bem assim… né?

Imprint, o aplicativo do ano para Android

Ícone do Imprint, apenas um “I” maiúsculo em fonte serifada, branco, contra um fundo verde escuro.

O Google também elegeu os melhores aplicativos e jogos do ano de 2023 para Android. No lado verde da Força, o grande vencedor foi o Imprint.

Trata-se de um aplicativo de ensino com uma abordagem bem visual e em pequenas doses, meio parecido com o Duolingo, referência no assunto.

O Imprint promete ensinar matérias de assuntos tão diversos quanto psicologia, negócios, tecnologia e finanças, além de livros best-sellers de auto-ajuda e produtividade.

A lições só estão disponíveis em inglês.

Curiosidade: a exemplo do melhor app do ano para iOS (AllTrails), o Imprint também é multiplataforma e está disponível no sistema da Apple. Cadê os exclusivos, gente?

O anúncio dos demais vencedores da premiação do Google pode ser visto aqui.

Imprint / Android e iOS / Pago

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Um aplicativo de escrita que pensa por você é um robô que corre no seu lugar.

— iA.

Com esta frase de efeito e um discurso de como adequar a inteligência artificial gerativa ao seu premiado editor de texto, a iA iniciou uma campanha para criar hype em torno do lançamento do iA Writer 7.

E… o resultado é meio meh? A prometida abordagem é um esquema quase todo manual que ajuda a diferenciar texto (colado) gerado por IAs como ChatGPT das intervenções do ser humano. (Veja o vídeo no anúncio do iA Writer 7.) Confesso que esperava mais.

Indie App Santa

Ilustração do rosto de um Papai Noel, barba e bigode brandos, sorrindo, em close.

Já é tradição, em dezembro, esperar o aplicativo do dia no Indie App Santa, uma ação criada pelo estúdio App Craft que presenteia usuários do iOS com um app gratuito por dia ao longo do último mês do ano.

O aplicativo em si é bem simples, com uma grade de ícones ocultos, revelados um a um, dia após dia, entre 1º e 31 de dezembro. Um contador regressivo e notificações ajudam a ficar a par das novidades.

O primeiro app liberado é bem bacana: a compra vitalícia do one sec, aplicativo universal para controlar o tempo de uso de outros apps.

Indie App Santa / iOS / Gratuito

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AllTrails, o aplicativo do ano para iPhone

Ícone do AllTrails: uma pequena montanha estilizada com contornos verdes.

O AllTrails é uma espécie de rede social para trilheiros, com roteiros de trilhas, vários recursos de auxílio e um componente de comunidade para compartilhar e se inspirar em outros amantes de trilhas.

São +400 mil trilhas para caminhar, correr ou ir de bicicleta.

O aplicativo é gratuito, mas oferece uma assinatura anual, o AllTrails+, por R$ 49,90. Ela libera alguns recursos extras de segurança e planejamento, como funcionamento offline, alertas de saída da rota e detalhes das trilhas, como qualidade do ar e mapas topográficos.

A Apple deu ao AllTrails o título de aplicativo do ano para iPhone. Para ver os ganhadores das demais categorias, siga por aqui.

AllTrails / Android, iOS / Freemium (R$ 49,90/ano)

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Fractal 5

Ícone do Fractal: um balão de mensagem retangular, com um redemoinho em dois tons de azul.

A beleza de protocolos abertos é a diversidade de aplicações criadas em torno deles. Vide o Matrix e seus muitos apps, como o Fractal.

O Fractal 5 (código-fonte) foi lançado com muitas novidades, a começar pelo fato de ter sido “completamente reescrito” e, agora, compatível com o que há de mais moderno no ambiente gráfico Gnome e nas bibliotecas do Matrix. A nova versão é resultado de dois anos e meio de trabalho.

Em novidades mais pragmáticas, o Fractal 5 traz suporte a criptografia de ponta a ponta e múltiplas contas com “single sign-on” (SSO), além de vários recursos já presentes em outros apps compatíveis com Matrix, como reações, edição de mensagens, recibos de leitura e respostas diretas.

Fractal 5 / Linux (Gnome) / Gratuito.

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