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Qual a melhor interface para pedir gás de cozinha?

Botijões de gás de cozinha.

Hoje eu soube que existe um app de iPhone que só serve para pedir gás de cozinha.

Ultragaz Connect, para aqueles momentos em que você mais precisa de gás.
Agora você pode pedir o seu botijão azul pelo celular. O aplicativo é GRÁTIS!

Vantagens:

  • É fácil: em poucos passos você faz o seu pedido de gás no smartphone.
  • É rápido: seu pedido é encaminhado diretamente para o veículo mais próximo.
  • É seguro: você acompanha o trajeto do veículo até a sua casa, vê o nome e a foto do vendedor e só realiza o pagamento no ato da entrega.
  • É exclusivo: o Ultragaz Connect foi desenvolvido especialmente pela Ultragaz.

Diferenciais:

  • Acompanhar a movimentação do caminhão até o destino;
  • Obter mais comodidade no pedido, que exige poucos cliques no aplicativo;
  • Ter um tempo de entrega menor, já que o aplicativo envia pedidos diretamente aos entregadores.

Fiquei inexplicavelmente fascinado. Um app, baixado de uma loja de apps, que ocupa alguns megabytes de memória e um pedaço da sua tela inicial, feito exclusivamente para pedir gás de cozinha, um negócio totalmente comodificado e de que, mesmo com muito uso, só se precisa pedir/trocar em intervalos longos.

Ilustração com uma mãozinha depositando uma moeda em uma caixa com o logo do Manual do Usuário em uma das faces, segurada por dois pares de mãos. Ao redor, moedas com um cifrão no meio flutuando. Fundo alaranjado.

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A descrição do app, acima, faz um malabarismo enorme para justificar sua existência. Chega a apresentar desvantagens, como o “pagamento no ato da entrega”, como algo bom.

Teremos atingido o pico do mercado de apps?

Talvez. Algumas pessoas no Twitter disseram ter se interessado pelo app. Genuinamente. Ele pode ser útil mesmo, afinal gás de cozinha é um negócio imprescindível para muita gente e boa parte desse povo usa smartphone. Mas… um app? A pergunta a se fazer, ou que os executivos da Ultragaz poderiam ter feito, é se um app é a melhor interface para pedir gás de cozinha.

Talvez uma página web, hospedada num servidor alheio e que o usuário acessa quando precisa, sem ocupar espaço em seu dispositivo, o famigerado “site”, fosse uma alternativa mais interessante. Os botões inteligentes da Amazon definitivamente são melhores a esse propósito — as características do pedido e do produto jamais mudam, então “apertar um botão” é o mínimo de interação necessária para solicitar um novo e é exatamente o que essa interface oferece, embora ela represente um item físico que, nas outras opções, é dispensável. De qualquer forma os chamados “dash buttons” da Amazon não estão disponíveis no Brasil e a Amazon, aqui, só vende livros por enquanto.

Mas, calma, ainda podemos pensar em mais alternativas. Quem sabe… o telefone? A geração [insira aqui uma das últimas letras do alfabeto] detesta falar ao telefone, mas na real ele é bem útil para resolver coisas simples e esporádicas como essa. E já que o app não tem a única coisa que o tornaria de fato mais cômodo, o pagamento feito diretamente no cartão, não há muito prejuízo na ligação fora ter que conversar com um ser humano desconhecido — e mesmo isso é relativo; dizem que há até quem goste.

Mesmo em segmentos onde uma interface online para fazer pedidos é necessária, determinar o tipo de interação ainda é um desafio. Por vezes a Microsoft e algumas outras empresas que apostam na mistura entre robôs, inteligência artificial e linguagem natural parecem ignorar essa dependência de contexto e foco no que é mais fácil/cômodo ao usuário.

Alugar uma arara e pedir que ela seja entregue num endereço específico? Isso é complexo o bastante para ser desejável terceirizar a tarefa para alguém — um app, um robô ou outra pessoa.

Pedir uma pizza “conversando” com dois robôs no Skype, como foi demonstrado na última Build? Suspeito que apertar uns botões e escolher entre algumas opções num iFood da vida seja mais fácil do que conversar com um robô.

Pedir gás de cozinha uma vez a cada dois meses? Nah.

O “Uber do gás de cozinha” não será nenhum fenômeno de engajamento, de faturamento ou de qualquer outra métrica. É, no máximo, uma publicidade gratuita para a Ultragaz que, de quebra, pode proporcionar alguns pedidos. Num contexto maior a sua contribuição é colocar esse assunto em pauta. Quem pede gás de cozinha, ou água, ou moedas de US$ 0,25 por um app? Se bem que, lendo os comentários dele na App Store, talvez ainda haja espaço para desenvolvermos essa tecnologia…

Comentários negativos sobre o app da Ultragaz.

Foto do topo: Andrew Smith/Flickr.

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43 comentários

  1. Prefiro usar o site e app http://www.precodogas.com.br/?indicacao=335451
    Tem vários revendedores de várias marcas. E ainda posso escolher o melhor avaliado. E ainda eu comprando ou indicando amigos, quando atingir 10 pontos ganho um gás grátis. E eles tem uma central de atendimento. Que meligaram só pra dizer que o meu gás estava chegando. E se alguém pudar dar uma força é só se cadastrar com esse link e codigo que passei para eu ganhar outro gás. Já que ganhei um..rsrs Mas quero outro..rsrs
    meu codigo indicacao=335451.

  2. Bem, sendo um cara que já teve o azar de ficar sem gás de cozinha ao preparar a ceia do ano novo e, no ano seguinte, a do natal, um negócio desses poderia ser útil. Mesmo porque eu sou um dos que, como o Marcus Pessoa comentou, tem ojeriza de falar ao telefone. Concordo, no entanto, que um site, um webapp que fosse, faria mais sentido do que um aplicativo dedicado. Mesmo porque o dá pra adicionar o webapp à tela inicial assim como um aplicativo nativo.A questão é que esse povo dessas empresas sem muita tradição em tecnologia quer acompanhar a “moda” dos apps de celular sem entender exatamente como isso funciona. Querem demonstrar estar na vanguarda e meio que pagam mico, como os comentários dos usuários que baixaram podem demonstrar.

  3. Bem, sendo um cara que já teve o azar de ficar sem gás de cozinha ao preparar a ceia do ano novo e, no ano seguinte, a do natal, um negócio desses poderia ser útil. Mesmo porque eu sou um dos que, como o Marcus Pessoa comentou, tem ojeriza de falar ao telefone. Concordo, no entanto, que um site, um webapp que fosse, faria mais sentido do que um aplicativo dedicado. Mesmo porque o dá pra adicionar o webapp à tela inicial assim como um aplicativo nativo.A questão é que esse povo dessas empresas sem muita tradição em tecnologia quer acompanhar a “moda” dos apps de celular sem entender exatamente como isso funciona. Querem demonstrar estar na vanguarda e meio que pagam mico, como os comentários dos usuários que baixaram podem demonstrar.

  4. App pra pedir gás e pizza é o Telefone. O Edinho do gás é um senhor super despachado ao telefone (fixo!). Pega endereço, dá o preço, pergunta se quero troco. Já o carinha da Surreal Pizzas, além de despachado, fala como se fosse apresentador de rádio, é hilário. A pizzaria tem app, mas a gente gosta do atendente.

  5. Para mim (que não compro os P13 da vida, uso gás encanado que o condomínio compra) seria útil se e somente se, eu clicasse para abrir o app, ele me perguntasse se tem certeza que quero comprar o gás e o preço que ele está! Simples assim. Tudo que eu quero de uma revenda de gás é… Pois é! Gás! Pronto, cadastro meu endereço uma única vez, e nas próximas, teria um botão, ao lado do confirmar, que me encaminhasse para o app em si, para mudar o pedido (pedir 2 botijões, mudar o tamanho do botijão, alterar o endereço etc.).
    Mais fácil e mais barato que pelo telefone!

  6. Não acho ruim a ideia do app. Entrar em um site requereria coisas chatas como cadastro, ai site não abre direito, ai da bug, ai tem que colocar no carrinho, ai tem que isso e aquilo… Veja o ifood por exemplo, melhor pedir ali do que ligar pra qualquer delivery.

  7. Sinceramente tenho que discordar e muito da opinião do Ghedin.
    É muito mais prático pedir pelo aplicativo. Além de consultar preço entre outras coisas que podem ser implementadas nele.

    É muito mais prático do que ligar. O problema, segundo os reviews é que parece não funcionar, tem vários problemas, mas isso é com relação ao app em si, não com rel. ao serviço.

  8. E se eu contar que ano passado em uma startup estive trabalhando em um app de pedidos de gás estilo 99Taxis? O nome era 100Gás (“Sem gás”)

    Idéia sensacional. Com descontos, cupons e vários diferenciais. Principalmente nos preços. Infelizmente o dono da startup deu calote em todos os funcionários e fechou.

    Passamos por todos esses da app store, todos eram bem falhos (vide comentários), era tudo bem trabalhado. O aplicativo era bem interessante.

    Vou procurar umas telas :)

  9. Pior que tem um da Ultragás e outro da Brasilgás, igualzinho, só mudando o título. Devem ser do mesmo dono.

  10. Acredito que o exemplo abordado no texto seja igual aqueles APP de rachar conta no buteco, que na minha opinião são completamente dispensáveis.

    Me lembro de um caso de uma equipe que fez um APP tipo Uber/Classificados para que pessoas pudessem localizar e contratar pedreiros, pintores e afins. Parecia ser a invenção da roda, juntar os dois e levar um trocado no processo.

    Ótima ideia, #sqn a ideia não deu certo e ninguém sabia o porquê, eis que uma pessoa com a excelente percepção identificou o obvio, quem trabalhava, não usava ou divulgava o App, e durante o expediente, não ficavam checando o aparelho, e o mais cotado foi quem trabalhava bem, já estava com tanto serviço que não tinha tempo de pegar mais coisas para fazer.

    Sobre App e seus limites, fico com um pensamento,
    Se alguém precisa me explicar o porque preciso de algo, penso que eu não preciso.

    1. Se ele tinha “tanto serviço” foi um sucesso para ele não?

      Imagina que ele nessa crise não tivesse serviço nenhum?

      Eu vejo isso como um sucesso.

    2. Se ele tinha “tanto serviço” foi um sucesso para ele não?

      Imagina que ele nessa crise não tivesse serviço nenhum?

      Eu vejo isso como um sucesso.

      1. Talvez o problema seja a falta de treinamento e engajamento por parte da desenvolvedora, veja o 99 táxis, eles visitam as cidades onde atuam, dão cartão de visitas para os taxistas, adesivos de propaganda e ajudam a cadastrar os carros e como o APP funciona, talvez o pessoal do app dos pedreiros achou que só jogar na internet ia fazer o trem jorrar dinheiro.

        Não adianta para a empresa se apenas um pedreiro souber usar, isso não vai pagar os custos pra manter o APP.

  11. Oi! Achei muito massa a discussão do Rodrigo! Qual a melhor interface? Aquele “depende” emerge – cada user é um – mas o ideal mesmo é não ter que pedir. Ou melhor, a solução ser capaz de ajudar a nunca faltar o que você precisa, principalmente quando você precisa. Tipo o gás central dos prédios, ainda que você não possa escolher o preço. Ainda sim, em uma primeira compra, na hora de escolher o produto e o serviço/entrega acredito que recorrer a várias ligações para pesquisar o mercado local não seja a melhor interface. Talvez ter um marketplace/comunidade online pode ser ela, ao menos a Amazon – que citou – é a melhor interface para o varejo de ‘n’ itens no EUA (maior em volume que Walmart, inclusive).

    Na recorrência, o conhecimento gerado pelo uso de uma aplicação pode ser muito útil (assim como a inteligência artificial pode suprir). Esse conhecimento pode ajudar a prever compras e entender comportamento, e aí quem sabe, mandar uma mensagem “Oi! Mandamos seu gás hoje?…”. Enfim, programação agendada ou IoT no botijão com pedido ‘automático’, vai depender. Eu não peço mais água mineral via telefone faz tempo e acho isso a melhor interface pra mim. Uso um app para pedir e pagar. =D

  12. Ok, fazendo o papel do advogado do diabo aqui: não acho ruim a ideia de ter um app para pedir gás. Em coisas que dependem apenas de contato telefônico, a garantia de que a pessoa do outro lado vai te atender é apenas a palavra dela. Não há nenhum registro ou protocolo de atendimento para isso. E é uma coisa que beneficia os dois lados: tanto ao cliente, que possui um documento que comprove o pedido, quanto para a empresa, que terá métricas e feedbacks mais confiáveis (tempo de atendimento, quantidade de clientes, avaliação do serviço…).

    Certo, concordo que a quantidade de vezes que se pede o gás talvez não justifique um app dedicado apenas para isso. Porém, vejo algumas possibilidades que poderiam ser agregadas (quem sabe numa versão futura) como diferenciais para justificar o app:
    * Consultar preço atual do botijão
    * Verificar histórico pedidos anteriores (quantos dias o gás durou/quanto o gás custava antes)
    * Planejar o pedido de gás para uma data futura (evitando surpresas de quando o botijão acabar)
    * Verificar pontos de compra, etc.

    1. Excelente, Diogo, excelente! Tomara que alguém da Ultragaz tenha lido, porque suas sugestões são boas!

      Em tempo: não uso botijão, só gás encanado mesmo.

    2. Muitos revendedores de gás também são de água mineral, no app poderia ter a opção de perdir água mineral, que neste caso é com mais frequencia

    3. Ótimo ponto, Diogo!

      Além disso, tem outro caso de uso que me escapou e alguém comentou no Twitter: pessoas com algum tipo de deficiência/dificuldade de fala. Para esses casos um app é mais prático do que o telefone.

      Estou escrevendo um follow up desse texto e seu comentário está ajudando muito. Valeu!

    4. Ótimo ponto, Diogo!

      Além disso, tem outro caso de uso que me escapou e alguém comentou no Twitter: pessoas com algum tipo de deficiência/dificuldade de fala. Para esses casos um app é mais prático do que o telefone.

      Estou escrevendo um follow up desse texto e seu comentário está ajudando muito. Valeu!

  13. Nunca vou entender essas pessoas que têm ojeriza de falar ao telefone.

    OK, bater papo ao telefone é um saco, mas me refiro a ligar para combinar alguma coisa importante, decidir algo rápido e urgente, que iria demorar em trocas de mensagens de texto. Tem gente que tem pavor disso!

    Sem contar que muitas pessoas mais velhas ou mesmo da nossa geração não gostam de smartphones, não gostam de mensagens de texto. Eu tenho vários amigos assim. Aí faz como? Deixa de falar com essas pessoas?

    1. Uma ligação, ainda que curta, exige que você interrompa o que está fazendo para ligar e dedicar alguma atenção ao interlocutor.
      No caso do gás nem é um grande problema porque provavelmente você estava indo preparar algo e a própria falta do gas é uma interrupção maior.

      Mas constantemente eu adio coisas que só posso fazer por telefone (a não ser que seja algo muito urgente) simplesmente porque deixo pra “depois quando tiver tempo” e depois já passou o horário de atendimento e afins…
      É muito mais fácil só mudar de app e resolver a coisa ali. Inclusive é até por isso que eu uso o Telegram muito mais que o WhatsApp: Em qualquer device que eu estiver só preciso trocar de app, e não parar tudo e pegar outro aparelho.

        1. A percepção disso é algo bem pessoal, mas eu sinto que em uma mensagem – que é mais rápida e você pode ser mais direto, especialmente pra fazer um pedido – é uma interrupção menor. Até por ser mais fácil de dividir a atenção com outras tarefas.

          1. Isso é, de fato, bastante pessoal. Para mim, o que à primeira vista parecem ser desvantagens do telefone (a interrupção abrupta e atenção total), muitas vezes acabam surtindo um efeito melhor no desenrolar da situação.

            E-mail e mensagens às vezes se prolongam por tempo demais e criam uma tensão que seria totalmente evitável falando um ou dois minutos por telefone. E-mail/mensagem são assíncronos, então você “preso” naquele tópico até a outra pessoa ler, é bem comum que aconteça um vai-e-volta na comunicação e, por ser um meio mais pobre de nos expressarmos, acaba dando alguma margem para mal entendidos, algo que é amenizado ao telefone. Numa ligação algo simples raramente se arrasta por mais tempo que o da própria ligação.

            Eu não sou um rei das ligações, passo semanas sem fazer uma, mas tenho cada vez mais dado preferência ao telefone quando é algo que pode ser resolvido mais fácil por ele.

    2. Para mim não faz sentido quem cobra urgência em mensagens de texto (ainda mais se não for SMS). Se é urgente, LIGUE!

    3. Detesto falar ao telefone… Eu particularmente parei de ligar. Falo pelo whatsapp com todos: amigos, chefe, sogra, pais. Os três últimos grupos são de pessoas mais velhas.

      Sou da época de ter q ir à rua, comprar fichas, discar usando o fone que tinha que girar número por número…

      Pra mim já deu.

      Uso Skype, claro. Mas meus créditos duram meses.

    4. Detesto falar ao telefone… Eu particularmente parei de ligar. Falo pelo whatsapp com todos: amigos, chefe, sogra, pais. Os três últimos grupos são de pessoas mais velhas.

      Sou da época de ter q ir à rua, comprar fichas, discar usando o fone que tinha que girar número por número…

      Pra mim já deu.

      Uso Skype, claro. Mas meus créditos duram meses.

    5. Percebo que antes todos falavam ao telefone e nunca diziam seu numero para nenhum desconhecido, hoje se passa o numero para “Deus e o mundo”, mas não se fala ao telefone. Vai entender …

    6. Percebo que antes todos falavam ao telefone e nunca diziam seu numero para nenhum desconhecido, hoje se passa o numero para “Deus e o mundo”, mas não se fala ao telefone. Vai entender …

  14. Nunca vou entender essas pessoas que têm ojeriza de falar ao telefone.

    OK, bater papo ao telefone é um saco, mas me refiro a ligar para combinar alguma coisa importante, decidir algo rápido e urgente, que iria demorar em trocas de mensagens de texto. Tem gente que tem pavor disso!

    Sem contar que muitas pessoas mais velhas ou mesmo da nossa geração não gostam de smartphones, não gostam de mensagens de texto. Eu tenho vários amigos assim. Aí faz como? Deixa de falar com essas pessoas?

  15. De vez em quando eu sinto um medo em empresa de estar ficando para trás em tecnologia, ai acabam ficando mais propensos a aceitar projetos discutíveis.

    Para diretores, esse negócio de “apps”, “cloud” e “big data” é tipo o Snapchat para quem é mais velho, ai para se incluir nesse mundo acaba tendo alguns projetos estranhos como esses. Novamente, igual pessoas mais velhas em redes sociais haha

    1. Para pedir gás? Acho que só se virar revenda, já que as distribuidoras não fazem entregas para cliente final!
      ahhahaha

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