Logo do Manual do Usuário de pertinho numa tela não tão Retina...

/ano dois


15/10/15 às 8h56

Há dois anos, com um visual bem diferente, algumas incertezas e a vontade de acrescentar, o Manual do Usuário entrou em operação. Todo novo projeto vem ao mundo com várias expectativas; com este não foi diferente. Mesmo assim, eu estava preparado para cenários diferentes do ideal, pronto para encerrar o site em um ano se ele não funcionasse. Dito isso, é bom chegar ao seu segundo aniversário maior e mais forte do que nunca.

A exemplo do que fiz ano passado, aproveito a data para, além de celebrar, analisar o que deu certo e o que fracassou no último ano, e olhar para frente, antecipar a você, leitor, o que virá a seguir. Uma das vantagens do Manual em relação a outros sites é a agilidade: sou o único responsável pela tomada de decisões e o site é pequeno, sem quaisquer dependências. Eu posso mudá-lo, experimentar, fazer maluquices aqui. Sendo assim, por que não?

O segundo ano em números

Você já deve saber, mas sempre reforço: o foco aqui não são as estatísticas. Apesar disso, a atenção que cada vez mais gente dispensa para ler o que escrevo funciona como um dos “critérios de avaliação” da qualidade do que venho publicando. (Não é o único, e isso é importante.)

Em seu segundo ano, o Manual do Usuário praticamente triplicou todas as métricas em relação ao primeiro (entre parênteses na lista abaixo) publicando menos posts:

  • 4,2 milhões de page views (1,4 milhão no primeiro ano).
  • 3,3 milhões de visitas (1,07 milhão).
  • 404 posts publicados (467).

O Disqus parece esconder o total de comentários, oferecendo apenas estatísticas parciais no painel administrativo. Mas mesmo essas dão uma dimensão de como a coisa lá embaixo, nos comentários, é animada: nos últimos três meses foram publicados quase o dobro do total de comentários do primeiro ano inteiro (7100 contra pouco mais de 4 mil).

Outro dado numérico que me deixou bem contente foi o das páginas mais acessadas do ano. O Top 3 é formado por posts publicados no período, ou seja, embora ainda tenha alguns hits do primeiro ano (o review do primeiro Moto G, surpreendentemente, foi o quarto post mais acessado), não dependo deles para manter o fluxo de visitantes por aqui.

Os três posts mais acessados foram:

Ah, e mais uma vez a capa do site se destacou — foi, entre todas, a terceira mais acessada.

Os gadgets

Ao todo 32 gadgets passaram pelo Manual nesse segundo ano, menos que os 40 do primeiro. A categoria mais forte continuou sendo a de smartphones — daquele número, 19 foram desse tipo —, mas foi legal variar um pouco e testar coisas novas como relógios inteligentes, pulseiras fitness, caixas de som Bluetooth e HD externo.

Level Over na cabeça

O gadget mais legal, aquele que eu me veria comprando e curtindo bastante, e que deu dó devolver à assessoria, foi o Level Over, os fones de ouvido premium da Samsung. Aquilo é bom demais.

Outros destaques:

  • O mais divertido: MD-12, caixinha de som Bluetooth da Nokia.
  • O melhor: Galaxy S6, da Samsung.
  • Maior surpresa: Quantum Go, da Quantum.
  • O mais inusitado: Connect U220, da All4One/Netshoes.

Apesar da diminuição no número de gadgets, acho que a qualidade dos reviews aumentou e a escolha dos analisados, também. Tenho dado preferência a coisas mais fora da curva, a gadgets mais curiosos do que populares, e quero intensificar esse foco. Review do novo Galaxy S é legal, mas todo mundo faz e, pelo tamanho e expressão do Manual, eu acabo fazendo por último, bem depois dos sites maiores. Então é melhor focar em coisas que você talvez não encontre neles, certo?

Mas calma. Estou me atropelando. Agora que terminamos de fazer um bom balanço do segundo ano do Manual do Usuário, é hora de falar de editorial e do futuro.

Manual da curadoria de notícias

Os primeiros 365 dias do Manual foram recheados de experimentos, a maioria deles sem continuidade. Podcast, apps do mês, resumo de notícias… eram todas boas ideias, mas que acabaram em stand by por falta de tempo.

O que agrava esse ponto, algo que é de conhecimento de alguns leitores, é que eu divido a minha atenção entre o site e a universidade. Pelo próximo ano ainda será assim e, possivelmente, com mais aperto, graças ao estágio obrigatório (eu, com quase 30 anos, estagiário). Então tomei a decisão, alguns meses atrás, de reduzir o Manual ao mínimo viável para ser legal. Isso significa mais posts em texto em detrimento de conteúdo audiovisual e/ou serializado.

Na prática, isso resultou no congelamento do podcast e na restrição a poucos posts por semana. Tem dado certo: estou conseguindo cumprir o que foi proposto a partir desses cortes. É nesse momento, quando as coisas estão redondas, que é hora de se mexer.

O Manual do Usuário surgiu para preencher a lacuna dos textos aprofundados e reflexões sem pressa do que de mais importante ou curioso acontece na tecnologia de consumo. Agora, em seu terceiro ano, ele muda para suprir outra lacuna, uma nova e inesperada: a de notícias.

Quando lancei o site havia uma saturação de bons sites de tecnologia cobrindo o noticiário no Brasil. Dois anos depois, alguns deles, os que eu acompanho mais de perto, parecem estar desistindo ou diversificando o conteúdo de hard news. É um movimento quase natural, mas que deixa uma lacuna que eu, enquanto leitor, tenho observado e sentido falta.

Jogar-me nesse campo frenético soa quase paradoxal, ante a minha reclamação de falta de tempo. Pensei nisso também. Será no formato dessas notícias que superarei o empecilho “tempo”. Não irei escrever (ou reescrever) notícias, nem dar todos os detalhes. Esse trabalho será desenvolvido em torno de links, sendo mais um de curadoria do que um jornalístico. Um link, um trecho da fonte e, se conveniente, um comentário meu.

Em outras palavras, o Manual será uma curadoria de tecnologia. Vários blogs gringos fazem isso (você deve ter lembrado do Daring Fireball); é essa a linha que seguirei aqui. Será o meu recorte, o que eu leio e acho importante. Haverá falhas, buracos? Sem dúvida. Mas acho que será legal e útil — e conto com a sua ajuda nisso, leitor, sugerindo assuntos via e-mail e debatendo as minhas opiniões e as notícias em si.

A partir de segunda-feira (19/10), você está convidado a bater ponto no Manual do Usuário todo dia para ficar informado sobre o que acontece na tecnologia.

Espero que, com essa novidade, o Manual seja um lugar mais vivo, mais pulsante. Que seja uma fonte confiável de notícias e insights, e que juntos consigamos entender melhor por que empresa “X” fez isso ou por que vale a pena ficar atento ao anúncio da empresa “Y”, e como essas e outras coisas mexem com as nossas vidas. Eu não pretendo desperdiçar o seu tempo com pautas caça-clique. É uma premissa do site que tenho levado a sério. Só publicarei o que julgar válido, e de uma forma concisa.

Obviamente, os textos maiores, característicos daqui, continuarão sendo produzidos. Eles terão mais destaque na capa do site e serão enviados na newsletter gratuita, como ocorre hoje.

O futuro

Frequentemente me faço questionamentos sobre a validade e utilidade disso tudo, do Manual do Usuário. A quem estou ajudando? No que escrever sobre tecnologia contribui? Não seria mais útil fazendo outra coisa?

São perguntas que ainda não sei responder e que incomodam um pouco, mas que têm os efeitos amenizados quando uma boa discussão se desenrola num post livre ou quando recebo um comentário de alguém agradecendo por ter conseguido ressuscitar seu celular. Não são as respostas que procuro, mas paliativos que, somados a outras pequenas coisinhas do dia a dia, funcionam como combustível para continuar.

Outra coisa que me tranquiliza é pensar nisso como o embrião de algo que pode ser maior. Quanto? Em que sentido? Não sei, mas as possibilidades existem e isso é bem animador.

Agradecimentos

Aquele chamado por ajuda rendeu. Tivemos um post da Beatriz Lobato, vários refinamentos na estética do site (viu que o logo agora é em SVG?), feitos pelo Davi Andrade, e Vitor Paladini e Gus Fune estão trabalhando em outras novidades no back-end. O Julian Fernandes segue mantendo o site num servidor bem configurado e extremamente rápido, e temos trabalhado sem parar na eterna dieta de bytes daqui, provando que dá para fazer um site rápido sem a ajuda do Google ou do Facebook.

No editorial, tenho contado com as revisões precisas do Guilherme Teixeira, o que diminuiu bastante aqueles errinhos típicos de quem publica sozinho, além de dar mais fluência ao texto, e com o Leon Cavalcanti Rocha nas traduções de conteúdo publicadas pelo Manual do Usuário, como os textos do Benedict Evans e aquela palestra enorme do Maciej Ceglowski.

O site continua aberto a colaborações editoriais, mas estou meio conformado com a ideia de tocá-lo sozinho por ora. Sou um editor meio chato e não faço cerimônia na hora de rejeitar textos que não se encaixam aqui. Tenho comigo que esse é o preço que pago por ser babaca quando é preciso.

Por fim, mas não menos importante, um agradecimento especial a você, leitor, que dispensa alguns minutos para ler e debater o que eu escrevo e ajuda a manter uma comunidade muito legal de se participar. O Manual não teria razão de existir sem essa troca e, de tudo o que acontece aqui, ter a sua atenção é a coisa mais fascinante e pela qual sou mais grato — sério; tem tanto conteúdo por aí e muitos de vocês ainda me leem. Obrigado.

E que venha o terceiro ano!

Revisão por Guilherme Teixeira.

Acompanhe o Manual do Usuário por e-mail (newsletter), Twitter e Telegram.

35 comentários sobre “/ano dois”

  1. Comecei a me interessar mais por tecnologia MESMO a partir do segundo semestre do ano passado em diante, quando alias comprei meu primeiro “smart”, o primeiro Moto G, e na época eu só acompanhava um site: o Tecmundo, porem já estava cansado do formato 1 zilhão de noticias por dia (e a maioria não me interessava), não lembro como cheguei ao manual, mas acho que comecei a frequenta-lo a partir de um post do final do ano passado/começo desse ano, se não me engano, falando sobre o rumo que o site ia tomar etc, e puts, era tão bom você entrar em um site (alias, o manual é o único site fora redes sociais, feedly, youtube etc que eu entro diariamente) e poder ler apenas uma ou duas matérias por dia, e lembro que li quase todas que você escreveu até hoje aqui, pois sempre era/é uma leitura prazerosa. Dai em diante comecei a participar do post livre, primeiro com pedidos de ajuda para coisas simples (um google servia, vai) e depois comecei a participar mais assiduamente do site e a reconhecer a galerinha que ta sempre aqui (e em outros sites de tecnologia que passei a frequentar também, como o Tecnoblog), sem falar que o Manual foi o primeiro site para o qual eu contribui financeiramente, pois uma quantia tão pequena e que cabe tranquilamente no orçamento é mais do que merecido (ainda doarei mais $$ um dia, com certeza), enfim, parabéns pelo Manual, os textos, e pelo ambiente que conseguiu criar na internet, um local tão difícil da galera se “reunir” e debater assuntos com uma civilidade tão legal como é possível ver aqui sempre.

  2. A primeira vez que vi o nome rodrigo ghedin foi, talvez, no winajuda. mas o que me lembro como o primeiro post que fez acompanhar teu trabalho foi o review do galaxy 5. Acho que foi no meiobit.

    De lá pra cá, acompanho as aventuras nos sites br, sempre com textos bons de ler.

    Quanto ao manual, acompanho desde esse primeiro post ai. Fiquei bem empolgado com a nova empreitada, site clean, puts, tava precisando. a maioria dos sites tech contém tanta informação flutuante que as vezes chega a ser agoniante.

    Parabenizo sinceramente pela sua perseverança em sempre tentar fazer (e faz) o melhor possível.

    A vida as vezes quer nos fazer desistir (vc sabe a que estou me referindo), mas ao mesmo tempo, as pessoas ao nosso redor e outras que conhecemos digitalmente, nos dão força pra continuar. E tenho certeza que vc continuará.

    Ah, quero o guia prático de volta também..ele tá aqui prontinho pra dar refresh no app de casts…rsrs

    Em pleno 2015 e estamos lendo um manual do usuário. E isso é irado!

    Paz e força rodrigo!

  3. Vida muito longa.
    Eu acompanhei bem de longe o nascimento, com visitas esporádicas.
    Passei a acessar com frequência o site em agosto, justamente em razão das lacunas citadas no texto. Vim pra cá porque já conhecia. Após o episódio do assalto, me tornei assinante (não pelo assalto, mas porque tomei vergonha na cara. O valor pago é ridículo em compensação ao conteúdo).
    Ainda ontem li uma reportagem que falava do Ive (da Apple) e como ele admirava o fato do Jobs ser extremamente focado, a ponto de rejeitar ideias notadamente brilhantes para não perder o foco na ideia/trabalho atual. E que foi isso que fez o Jobs se destacar.
    Portanto, Ghedin, não se ache um babaca de rejeitar ideias que não se relacionam com o foco do site. Acho que o mundo precisa de pessoas idealistas.
    Comecei a acompanhar você através do Gizmodo, e você se destacava bastante no site, tanto que vem fazendo um excelente trabalho.
    Duas dúvidas:
    1- Você não contabilizou os posts livres nas estatísticas dos mais acessados? Pergunto porque sempre pensei que fossem os de maior fluxo.
    2- Haverá alguma diferença entre a curadoria e a newsleter dos assinantes? Não que eu me importe. Só pra saber mesmo.

    1. Valeu, @amarantojunior:disqus!

      Sobre as suas dúvidas:

      1. Contabilizei sim. Apesar do grande número de comentários, eles costumam ter baixa visitação e só são acessados por três dias (enquanto os comentários ficam abertos). Os demais posts costumam receber muitas visitas depois, de gente vinda do Google.

      2. Pouca. A curadoria será, grosso modo, a newsletter dos assinantes diluída ao longo da semana. A vantagem dela passa a ser a comodidade de ler tudo numa página só no fim de semana.

  4. “Dois anos depois, alguns deles, os que eu acompanho mais de perto, parecem estar desistindo ou diversificando o conteúdo de hard news. É um movimento quase natural, mas que deixa uma lacuna que eu, enquanto leitor, tenho observado e sentido falta.”

    Só eu aqui leu Gizmodo e afins nas entrelinhas?

      1. Mais ou menos. Ontem entrei em uma discussão no meio do TB e o Mobilion disse que há sim textos opinativos por lá. Essa semana mesmo eles botaram um relato sobre um dos editores do site ter descoberto como burlar uma brincadeira feita por um artista, divulgou uma capa de CD e provocou os fãs. Deu rolo por lá.

        Quanto ao Gizmodo, o problema é que o Giz ainda deixa os comentários livre por lá, e o pessoal lá acaba desestimulando quem escreve. Se eu fosse editor, teria fechado os comentários.

        1. Na minha opinião, a seção de comentários do Giz é um reflexo do declínio da qualidade do site.

          1. Não não. Explico o porquê.

            Ainda na época do Burgos, começou muito esta bagunça (como já falei algumas vezes por ai, sinto que parte da culpa é minha, pois eu também bagunçava por lá um pouco). Só que quando o pessoal começou a tentar “chutar pra fora” os trolls, eles começaram a se organizar e ganhar força. Aí o estrago já estava feito.

            Detalhe que o Giz fez uns textos legais, e até tentou botar um debate para funcionar lá. Quem disse que os chatomentaristas queriam conversar sério.

            Se fosse só pela qualidade do site, no final eles teriam ido embora de qualquer maneira. Gastar tempo em um site que tu não gosta é que nem ficar fazendo besteira na rua sem motivo aparente.

            Melhor parar por aqui. O assunto do post é o bom trabalho do Ghedin, não o problema no alheio.

          2. Vamos falar de coisa boa, do aniversário do Manual! O Giz tem os problemas dele, mas está de editor-chefe novo e tenho certeza que estão prestando atenção nisso :)

          3. Concordo em parte rs.
            Mas vou seguir o conselho do Ghedin, e espero que o Giz se recupere.

        2. Eu ainda acho que “fechar” os comentários não é a solução. Tira as fotos, vídeos e tal mas deixa os comentários. Quem acompanha o Giz sabe que a moderação só aparece lá quando o barraco já pegou fogo.
          Sem dúvida que o pessoal torra o saco vez ou outra (mea culpa), mas é como diria a Chiquinha: “Da discussão nasce a luz”.
          E pior do que comentário xarope é matéria mal traduzida ou deslocada, se é que vocês me entendem.

          1. Você não é obrigado a comentar porque tem uma área de comentários. Pense nele como um espaço extra e disponível até o momento que eles verem que não tem mais utilidade. Hoje a internet tem espaço para comentar sobre tudo onde quiser.

            Se a área de comentários já se contaminou de problemas, melhor isolar e fechar até cessar os problemas.

            E serviço ruim, nem dê audiência. Simples. Reclamar não resolve tanto.

          2. Depende da sua definição de “problemas”.
            Querendo ou não o pessoal que mais comenta (e atormenta) é justamente a galera que mais frequenta e que faz a roda toda girar.

  5. “(você deve ter lembrado do Daring Fireball)” Na verdade eu lembrei do OSNews, que faz basicamente isso, com comentários interessantes do Thom Holwerda. E sinceramente é um dos sites estrangeiros que mais gosto de acompanhar.

  6. Você é fera mesmo cara. Por isso seu projeto está crescendo num segmento de tanta volatilidade.

  7. Gostei muito da novidade da Curadoria de notícias. Acompanho o MdU pq acho os textos excelentes, as pautas ótimas, mas realmente sentia falta de notícias. Para isso acompanho o olhardigital, que é feio pra caramba, mas traz notícias. O que não gosto de lá é o sistema tosco de comentários, e a falta deles.
    Sinto falta de trocar ideias com o pessoal que acessa o site, experiências e visões sobre as matérias! Acredito que aqui vai suprir todas essas necessidades!
    Vida longa ao MdU!

  8. Deve dar um certo orgulho ver seu filho crescendo e mostrando sinais de maturidade e sucesso, né? Parabéns a você, Ghedin, e a todos os envolvidos ;D

  9. O Manual é um dos poucos sites de tecnologia que acompanho fielmente nos últimos tempos. Parabéns pelo terceiro ano de MdU e continue com o ótimo trabalho!

  10. O Manual é um dos poucos sites de tecnologia que acompanho fielmente nos últimos tempos. Parabéns pelo terceiro ano de MdU e continue com o ótimo trabalho!

  11. Talvez tenha comentado isso brevemente em algum outro texto, mas caso a memória me traia, faço aqui novamente: sou leitor recente do site, embora acompanhe os textos do Ghedin desde o Meio Bit e depois alguns colaborações no Gizmodo. Adoro o perfil do MdU, pois preenche justamente uma lacuna de desenvolvimento de ideias e pautas que sinto falta no meio de tanta notícia “quente”, é algo melhor mastigado e que gera reflexões mais duradouras, creio. Além de ser tão didático quanto é possível ser, por utilizar um tom típico de quem já esteve muito do outro lado do espectro e agora dedica-se a ajudar quem precisa. Espero que dure muito tempo! Parabéns e abraços!

  12. Novamente, vida longa ao MdU!
    Parabéns pelo ótimo trabalho Ghedin! Parabéns pelo ótimo trabalho também, colaboradores.

  13. Acompanho o MdU desde o seu nascimento há 2 anos atrás, e o que mais me deixa contente é exatamente saber da empolgação que o Ghedin deixa transparecer quando fala sobre o site mesmo depois desses 2 anos no ar. Acho isso extremamente essencial e acredito que esse seja um dos fatores chave que agrega tanto valor ao site, sem falar, é claro, na indiscutível qualidade do conteúdo produzido.

    Parabéns Ghedin, e vida longa ao MdU!

  14. Parabéns ao Manual! E especialmente ao Ghedin por tocar o site com todo esse empenho!!!

    Não desmerecendo suas pautas Ghedin, mas a novidade que mais gostei nesse segundo ano foi o Post Livre. É sempre divertido conversar com a galera cativa do site!

    1. Os posts livres são sensacionais. Lá se acha de tudo, no melhor sentido. É uma verdadeira comunidade.

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