
O vindouro novo logo da Mozilla faz um discreto aceno ao dinossauro vermelho e bravo dos primórdios da fundação. O que achou? / omgubuntu.co.uk (em inglês)

O vindouro novo logo da Mozilla faz um discreto aceno ao dinossauro vermelho e bravo dos primórdios da fundação. O que achou? / omgubuntu.co.uk (em inglês)
Números que ajudam a colocar em perspectiva o tamanho do setor de tecnologia — em vários sentidos.
Pesquisa do Datafolha e Fórum Brasileiro de Segurança Pública constatou que os brasileiros enfrentam mais de 4.600 tentativas de golpes financeiros por hora. / folha.uol.com.br
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Levantamento da AppMagic colocou o Google One como o aplicativo mais rentável dentro das lojas de aplicativos para celulares (App Store e Play Store), com faturamento de US$ 35 milhões entre janeiro e julho. O segundo lugar também é do Google, com o YouTube (US$ 21,8 milhões). / mobiletime.com.br
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O valor da ação da Americanas desabou 57,6% no pregão desta quinta (15), batendo em R$ 0,14, após a divulgação do balanço do primeiro semestre vir recheado de más notícias. / valor.globo.com
A financeirização do Telegram continua forte, com “estrelas” (a criptomoeda disfarçada da plataforma) sendo enfiada em mais áreas do app. De resto, agora existem os “super canais” e o app do iOS ganhou um visualizador de documentos. / telegram.org
O app favorito dos pesquisadores, Zotero, ganhou “a maior atualização em 18 anos de história”. / zotero.org (em inglês)
O Google Meet ganhou uma nova interface, efeitos que podem ser somados e novas maneiras de iniciar chamadas. / blog.google (em inglês)
No TikTok, agora é possível criar grupos de mensagens com até 32 participantes. Mais um app de mensagens com grupos. Onde isso vai parar? / newsroom.tiktok.com
No Slack, que foi criado para mensagens em grupo, a notícia é de que “workspaces” gratuitos terão mensagens com mais de 1 ano excluídas a partir de 26/8. / slack.com
Pouco a pouco, o Threads vai ganhando cara de aplicativo da Meta. A rede ganhou uma aba de estatísticas, mais espaço para rascunhos e, em breve, agendamento de posts. / about.fb.com (em inglês)
Faz muito tempo que me perdi nas variantes de navegadores do Opera, o que não impede os chineses de continuarem lançando outros. Desta vez, é o Opera One para iOS. / blogs.opera.com (em inglês)
— Eric Schmidt, ex-CEO e ex-chairman do Google.
A fala de Eric foi para justificar, a estudantes da Universidade de Stanford, por que o Google, mesmo à frente em pesquisa e desenvolvimento em inteligência artificial, está comendo poeira da OpenAI. / fortune.com (em inglês)
O vídeo foi excluído do YouTube após a repercussão negativa. Ao TechCrunch, Eric disse por e-mail que “Errei minha fala sobre o Google e a jornada de trabalho deles. Lamento meu erro”. / techcrunch.com (em inglês)
Curadoria das principais notícias de tecnologia da semana.
A Apple vai começar a morder 30% das assinaturas do Patreon feitas pelo app para iOS. Na ânsia de aumentar a geração de receita, a Apple achou uma boa “taxar” em 30% artistas, jornalistas e outros perfis pobretões que conseguem ser remunerados diretamente pela audiência. Boa sacada, Tim Cook. / news.patreon.com (em inglês)
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O Flipboard deu mais um passo na integração ao fediverso e agora dá para seguir qualquer um que esteja em outro serviço compatível com ActivityPub, como Mastodon, Pixelfed ou Threads. / about.flipboard.com (em inglês)
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A Justiça Federal de São Paulo concedeu liminar pedida pelo Ministério Público obrigando a Meta a, em até 90 dias, cessar o uso de meta dados do WhatsApp em outras plataformas da empresa, como Facebook e Instagram. / oglobo.globo.com
No iOS 18.1, a Apple vai abrir o acesso ao chip NFC e APIs de segurança a aplicativos de terceiros, permitindo interações sem contato (“contactless”) fora do Apple Pay e Apple Wallet. O Brasil será um dos sete países contemplados. / apple.com (em inglês)
A Meta encerrou o Crowdtangle, ferramenta de análise do Facebook e Instagram muito usada por pesquisadores e jornalistas. / npr.org (em inglês)
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As AI Overviews, respostas geradas por inteligência artificial antes dos resultados do Google, chegaram ao Brasil. Aqui, foram batizadas de “Visões Gerais criadas por IA”. / blog.google
Toda semana, faço uma curadoria de links legais que encontro nas minhas andanças pela web. Quer mais? Acesse o arquivo.
Carros da Waymo, o braço de carros autônomos da Alphabet (do Google), começaram a buzinar do nada às 4h da manhã em um estacionamento em San Francisco. / youtube.com
E se em vez de escrever um comentário, você pudesse (ou tivesse) que desenhar? É a proposta do Dan Q em seu blog. / danq.me (em inglês, mas veja pelos desenhos)
Um gerador de gradientes super completo, cheio de opções. / learnui.design
A fonte Server Mono é inspirada em (respire fundo) máquinas de escrever, na San Francisco Mono da Apple, em arte ASCII, interfaces de linha de comando e ferramentas de programação. Gratuita e de código aberto. / servermono.com
Inventaram uma capa para teclados de notebook que permite a quem tem unhas grandes digitar melhor. Parece que funciona. Por ora, só para MacBook. / theverge.com (em inglês)

O ilustrador Andy Carolan, do Reino Unido, criou uns daqueles selos de 81×31, comuns em sites antigos, para sinalizar sites feitos por seres humanos, sem IA generativa.
No Mastodon, pedi a ele a tradução para o português do Brasil que, com alegria, o Manual compartilha em primeira mão. Baixe-os aqui.
A pandemia aprofundou um incômodo que muitos já sentíamos antes: o tempo excessivo que passamos com os olhos grudados em telas.
É comum, quando se fala de alternativas a elas, que a pintura seja sugerida. Aqui mesmo, no Órbita, a atividade apareceu em quatro de pouco mais de 50 comentários.
Em janeiro, motivado a variar minha rotina, segui a sugestão dos amigos leitores e comecei a fazer aulas de pintura, uma vez por semana, em sessões de 1h30min, com todo o material necessário à disposição (exceto as telas, que são baratas).
Nesta seção, leitores do Manual mostram suas mesas (e o que tem em cima delas), explicam o que usam e como, e nessa todo mundo aprende alguma coisa nova. Veja outras mesas e, se puder, envie a sua.
Fala Galerinha! Meu nome é Wolney Neto, tenho 37 anos e sou de Aracaju (SE). Minha formação é jurídica por essência: tenho mestrado em Direito Constitucional, pós-graduação em Direito do Estado e graduação em Direito e também em Gestão Pública. Sou servidor público, exerço o cargo de Analista de Direito do Ministério Público do Estado de Sergipe e trabalho desde a pandemia de forma híbrida, razão pela qual estou apresentando minhas duas mesas de trabalho.
No meu tempo livre procuro ficar o mais distante o possível delas, utilizando-as eventualmente quando necessário ou para jogar, em casa, RPG (de mesa) online. No resto do tempo procuro me dedicar a esportes (atualmente paraquedismo, judô, jiu jitsu, muay thai, corrida de rua e tiro esportivo), música (toco guitarra em duas bandas, uma de punk rock e outra de samba/axé) e quality time com pessoas queridas, em especial a patroa.
Depois de AliExpress, Shopee e Shein, outro peso-pesado do varejo oriental chegou ao Brasil fazendo barulho. Em julho, o app da chinesa Temu foi o mais baixado no Brasil, com 7,7 milhões de downloads, segundo a consultoria AppMagic.
O receituário é, em parte, similar ao das rivais continentais — promoções o tempo todo, ofertas relâmpago, preços baixos e produtos de qualidade duvidosa. Há, porém, um componente extra na estratégia de crescimento da Temu: a “gamificação”.
A Folha de S.Paulo destrinchou os jogos da Temu. Seduzidos por promessas de brindes e descontos, consumidores são instados a interagir em jogos digitais e infernizar amigos para que se cadastrem na loja.
Sem surpresa, as “missões” vão ficando progressivamente mais difíceis e, mesmo quando o consumidor vence o jogo, a premiação decepciona. Uma das personagens ganhou uma pochete e uma torre de brinquedo.
(Conheci ali os “paradoxos de Zenão”. Adoro essas pequenas pérolas de saber polvilhadas sobre o texto noticioso.)
Esse tipo de “jogo” pode ser novo no varejo, mas é figurinha manjada em estratégias de crescimento. TikTok e Kwai, também empresas chinesas, tornaram-se titãs no mercado brasileiro abusando dela desde 2021, pelo menos. Joguinhos do novo mercado de mini-apps do Telegram, como o infame “Hamster Kombat”, idem.
Em qualquer caso, vale a velha lógica do capitalismo: não existe almoço grátis — nem dinheiro fácil obtido de maneira lícita.