Não podemos para generalizar, mas é sempre bom escutar com um pé atrás as novidades e ferramentas que empresas como a Meta lançam para aplacar críticas. Embora existam algumas que, bem usadas, podem fazer a diferença na saúde mental de menores de idade, as revelações na Justiça dos EUA de que Mark Zuckerberg vetou alterações em produtos pensadas para esse fim colocam sob outra perspectiva (ou a mesma, dependendo de quem vê) as prioridades da empresa. Via CNN (em inglês).
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Não é surpresa.
Infelizmente todas as funcionalidades e interações que a Meta oferece, parece que foram feitas para causar transtornos.