Prédio baseado no logo do Manual do Usuário, em perspectiva isométrica, com um recorte na lateral e várias pessoinhas nos andares e terraço. À esquerda: “Manual de dentro para fora”.

Reserva Imovision, novo streaming brasileiro

São tantos os serviços de streaming disponíveis hoje que não é absurdo quando um deles passa batido. Em abril, a distribuidora Imovision lançou o seu, a Reserva Imovision. Custa R$ 24,50 por mês e, no lançamento, contava com 264 filmes em seu acervo e a promessa de novos títulos toda semana. Via Imovision.

Quem assina o Globoplay já deve ter se deparado com o característico logo da Imovision no rodapé dos cartazes de alguns filmes — na minha humilde opinião, boa parte dos melhores filmes disponíveis no streaming da Globo. Nem todos os títulos da Imovision, porém, estão no Globoplay. A Imovision foi fundada há 30 anos e foca em filmes independentes e estrangeiros (leia-se: de outros países que não os Estados Unidos), em especial da França.

Itaú Cultural Play: conheça a plataforma de streaming dedicada ao cinema brasileiro

O Itaú Cultural lançou, no último sábado (19), a plataforma de streaming Itaú Cultural Play. Com um catálogo voltado ao cinema brasileiro, “marcado por diversidade, variedade de autoria e representatividade regional, com títulos de todos os estados brasileiros”, a plataforma é gratuita e estreia com mais de 100 títulos. Nesta primeira fase, conta com apps na web, Android e iOS, e a previsão de, na terceira (e última), chegar às Smart TVs, como Samsung, LG e Apple TV. A segunda será a integração com o Itaú Cinema. Via Itaú Cultural.

HBO Max chega ao Brasil em 29 de junho com planos a partir de R$ 19,97 por mês

Agora sim: o HBO Max tem data de estreia e preços para o Brasil. O serviço chega ao país em 29 de junho custando R$ 19,97 (1 tela “mobile”) ou R$ 28 (3 telas simultâneas, até 5 perfis) por mês. É possível fazer assinaturas trimestrais ou anuais, com descontos de até 30%, e em qualquer caso haverá um período de 7 dias de degustação.

O acervo tem títulos da HBO, Warner Bros, Max Originals, DC e Cartoon Network; traz lançamentos da Warner Bros com uma janela de 35 dias para o cinema; e jogos da Champions League ao vivo. Haverá atrações locais também. Via HBO Max.

Zoom e Spotify lançam novos recursos para eventos virtuais

A reabertura nos países onde a vacinação contra a COVID-19 avança já preocupa empresas que oferecem ferramentas de comunicação remota e viram, na pandemia, seus negócios se expandirem exponencialmente. Para evitar um impacto similar ao do início da pandemia, mas em sentido contrário, elas estão lançando novos recursos.

O Zoom vai expandir sua solução de eventos online, chamada anteriormente de OnZoom. No novo desenho, o Zoom Events suportará grande eventos, com sessões paralelas, conversas por texto informais e métricas diversas. Ainda sem data para chegar. Via Zoom (em inglês).

O Spotify também tem novidades nessa frente. O streaming começou a vender ingressos para “uma experiência de shows virtuais”. Toda quinta-feira, com horário marcado (mas vídeos gravados), exibirá um show de 40–75 minutos. O ingresso custa US$ 15 e já há agendas até 24 de junho. O primeiro será do The Black Keys, nesta quinta (27). Via Spotify (em inglês).

Juntas, WarnerMedia e Discovery formarão novo gigante do streaming

A AT&T, operadora norte-americana, separou a sua unidade de mídia, a WarnerMedia, e anunciou uma fusão dela com a Discovery, criando a segunda maior empresa do tipo dos Estados Unidos, com valor de mercado estimado em US$ 150 bilhões. Nesse guarda-chuva estão marcas como HBO, HBO Max, os estúdios Warner, a CNN e canais da Discovery.

A previsão é de que o negócio seja finalizado até meados de 2022. Lá fora, a fusão gera um conglomerado capaz de fazer frente a Netflix e Disney. Aqui, segundo analistas, o impacto deverá ser menor. “[…] O brasileiro não dá conta de arcar financeiramente com isso”, disse uma analista. Via Folha de S.Paulo (2).

  • O HBO Max estreia no Brasil em junho (ainda sem dia definido).
  • A AT&T segue um caminho parecido ao da Verizon, que vendeu a Aol e o Yahoo no início do mês, e se livra do negócio de mídia/conteúdo para focar no seu “core business”. Nessa, vai levar US$ 43 bilhões entre dinheiro, débitos e retenção de débitos da WarnerMedia. Via CNBC (em inglês).

Spotify fica mais caro no Brasil

Nesta segunda (26), o Spotify anunciou um reajuste dos seus planos premium no Brasil. Abaixo, um “antes e depois”:

Plano Preço antigo Preço novo % reajuste
Individual R$ 16,90 R$ 19,90 17,7%
Duo R$ 21,90 R$ 24,90 13,7%
Estudante R$ 8,50 R$ 9,90 16,5%
Família R$ 26,90 R$ 34,90 29,7%

Quem já é cliente terá dois meses de carência com os preços antigos. O Spotify é a primeira plataforma de streaming musical que sai da faixa dos R$ 16,90, praticamente padrão no setor. Via TechTudo.

Netflix faz testes para coibir compartilhamento de senhas

Em breve, a Netflix poderá acabar com o compartilhamento indiscriminado de senhas do serviço. Lá fora, alguns usuários reportaram que, ao tentarem logar no serviço, receberam uma mensagem dizendo que é preciso viver na mesma casa do dono da conta para usá-la e o pedido por um código temporário. Os termos de uso da Netflix preveem que o compartilhamento só pode ser feito com pessoas da mesma família (item 4.2), mas a empresa nunca aplicou essa regra, ao contrário do Spotify. Estima-se que 1/3 dos +200 milhões de assinantes da Netflix compartilhem suas senhas. À CNBC, a empresa informou que “o teste foi projetado para ajudar a garantir que as pessoas usando contas da Netflix estão têm autorização para isso”. Via The Streamable (em inglês), CNBC (em inglês).

Paramount+ estreia no Brasil em 4 de março

Mais um streaming está chegando ao Brasil, ou sendo relançado. A partir de 4 de março, a versão reformulada do Paramount+ estará disponível no país. A assinatura custará R$ 19,90 por mês, com um período de degustação gratuito de sete dias. Tem produções de Paramount, Showtime, CBS, Nickelodeon, MTV, Comedy Central, BET e Smithsonian Channel, e filmes dos estúdios Paramount serão liberados em uma janela de 30 a 90 dias após a estreia nos cinemas. Ainda há espaço na fatura do cartão para mais um? Via Folha, Estadão.

Os últimos minutos de tempo livre

Dia desses um leitor perguntou: “alguém aqui, além de mim, está com FOMO1 de podcast?” A massificação do formato nos últimos dois anos foi balizada pelo surgimento de muitos bons programas. Com efeito, ouvir tudo que nos parece interessante tornou-se um desafio por si só e, para muitos de nós, mais uma fonte de desconforto, […]

Spotify HiFi, com músicas de alta qualidade, chega até o fim de 2021

Até o fim do ano, o Spotify HiFi, plano com músicas em alta qualidade (ou “qualidade de CD”, ou ainda “lossless”, ou seja, sem perdas decorrentes da compressão de arquivos), estará disponível. O Spotify não divulgou preços nem em quais “mercados selecionados” o HiFi será disponibilizado, porém. Via Spotify (em inglês).

Embora o Spotify afirme que músicas de alta qualidade sejam o recurso mais pedido pelos usuários, considere que poucos ouvidos são capazes de perceber diferenças entre o padrão atual e as versões “lossless”, e que mesmo aos mais sensíveis é necessário um equipamento de ponta (leia-se: caro) para usufruir da experiência. Para quem quiser testar já, Tidal e Deezer oferecem planos do tipo.

HBO Max chega ao Brasil em junho

O HBO Max, serviço de streaming da Warner, chega ao Brasil em junho. Que dia? “Conto outro dia 😉”, disse em tom de deboche o perfil oficial no Twitter. Entendo a lógica de fragmentar anúncios para manter o interesse do público, mas não estamos indo longe demais? E se as fabricantes de celulares embarcarem nessa e começar um “o novo iPhone custa mais de R$ 5 mil, mas menos de R$ 10 mil. O preço exato, conto outro dia 😉”? A nossa paciência é limitada. Não será aqui no Manual, por exemplo, que você ficará sabendo a data exata da chegada do HBO Max. Via @HBO_Brasil/Twitter.

Netflix ultrapassa 200 milhões de assinantes e não precisa mais emprestar dinheiro

A Netflix fechou 2020 com 203,6 milhões de assinantes no mundo inteiro, crescimento anual de 21,9%. Talvez mais importante que essa marca seja a declaração dada aos acionistas de que a empresa “não precisa mais levantar financiamento externo para nossas operações cotidianas.” Na última década, a Netflix emprestou US$ 15 bilhões para financiar uma estratégia arriscada de sobrevivência: o investimento em produções próprias/exclusivas. No fim, parece que foi uma estratégia vencedora. Via Folha, CNBC (em inglês).

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