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O código Bill Gates

O código Bill Gates (trailer), novo documentário de Davis Guggenheim lançado recentemente pela Netflix, faz jus ao título original — numa tradução livre, algo como “por dentro do cérebro de Bill”.

O documentário se divide em três partes de pouco menos de uma hora cada, todas com uma estrutura que costura os desafios atuais do filantropo Gates com sua biografia, incluindo alguns momentos-chave dentro da Microsoft. Guggenheim se vale — e faz bom uso — do amplo acesso que teve a Gates, sua esposa Melinda, as irmãs do bilionário e amigos e colaboradores, alguns de longa data.

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Um dia ruim para a Netflix

A Netflix começou digitalizando as vídeo locadoras. Não os filmes em si, mas o espaço físico mesmo. Os clientes alugavam filmes em DVDs e a empresa os distribuía via Correios. Mas foi só quando alguém lá dentro teve a sacada de que poderia ir além e remover o último elemento físico do negócio, o disco de DVD, que ela deslanchou. Afinal, a digitalização total era uma ótima ideia, tão boa que surpreende que estúdios fornecedores de conteúdo e donos das plataformas onde a Netflix roda tenham demorado tanto para copiá-la.

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O que se perde quando “vemos Netflix” em vez de filmes

Cada vez mais os livros não têm capas: o rápido crescimento de tablets e e-readers fez com que mais livros fossem lidos em telas que não enfatizam a capa como um identificador visual e um delimitador físico. Uma capa já representou a individualidade tangível de um livro, sua discrição. Agora, nas telas, as capas persistem como imagens retangulares vestigiais, ornamentando de maneira supérflua resultados de busca ou PDFs. Essa mudança de ênfase significa que os leitores se envolvem mais diretamente com os próprios textos, em vez de julgar os livros por suas capas, como adverte o clichê? Cinquenta Tons de Cinza e livros de autoajuda ganharam popularidade em aparelhos pós-capa. Estamos finalmente livres para ler o que realmente queremos, seguros em saber que ninguém pode nos julgar?

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Com a fragmentação do streaming, pirataria volta a ganhar força

Nota do editor: A Andressa, que já participou de um Guia Prático, pesquisou em seu doutorado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) a relação entre a fragmentação das plataformas de streaming de vídeo e a volta da pirataria desse tipo de conteúdo. O texto abaixo é um excerto da sua tese, com uma leve edição para tornar a leitura mais fluída no formato blog. A tese ainda não foi publicada; quando estiver disponível, atualizarei esta nota com o link para download.


Ao final da primeira década dos anos 2000, especialmente entre os anos de 2007 e 2008, o mercado dos serviços de streaming audiovisual (com a proposta principal de vender conteúdo ao público), assim como os demais atores interessados em suas dinâmicas e impactos (principalmente nas dimensões tecnológica, legal e comercial), produziam (e experienciavam) uma certa atmosfera marcada pela esperança de um combate eficaz ao universo da “pirataria”1 digital.

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Qual plataforma de streaming tem o melhor acervo? Este programador descobriu

O aumento da oferta de serviços de streaming tem feito muita gente reavaliar os planos assinados e buscar alternativas mais baratas. Uma dessas pessoas resolveu dar uma abordagem analítica ao dilema: Sillas Gonzaga usou a programação para saber qual serviço de streaming disponível no Brasil tem o melhor acervo de filmes e séries.

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