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Netflix testa modo somente áudio para competir com podcasts e áudiolivros

Foram encontrados trechos de códigos no app da Netflix para Android que sugerem testes da empresa com conteúdos que podem ser consumidos apenas por áudio — pense em apresentações humorísticas ou contação de histórias, por exemplo. A Netflix já tem algumas obras que poderiam ser apenas ouvidas, sem muito prejuízo, mas o potencial está no que pode vir dessa novidade. Da mesma forma que o domínio do streaming alterou a maneira como se produz música, uma Netflix do áudio expandiria as possibilidades da plataforma.

Não é algo muito maluco, se pararmos para pensar. Vide o Spotify, que já partiu por esse caminho. E tem aquela declaração do Reed Hastings, CEO da Netflix, de que um dos maiores rivais da Netflix é Fortnite. O que está em jogo aqui é a nossa atenção; o conteúdo são as armas dessa guerra. Via Protocol (em inglês).

Resultado do desafio de maio e um post

Em maio, convidei os assinantes do Manual do Usuário a indicarem uma série disponível na Netflix em troca de seis meses gratuitos na plataforma de streaming de vídeos mais popular da atualidade. As indicações não foram muitas, mas foram boas e, como já era de se esperar, uma saiu vitoriosa.

Netflix, “modo deus” e o paradoxo da escolha

A Netflix começou a liberar um novo layout na web e o The Verge conversou com Todd Yellin, VP de inovação de produto do serviço, sobre as mudanças.

Uma coisa que chamou a atenção foi o efeito que o “modo deus,” um hack que expande os vídeos de uma fileira a fim de exibi-los todos de uma vez só, teve nos usuários. (Paralelamente ao hack criado pelo desenvolvedor Renan Cakirerk a Netflix testou a alteração com alguns usuários novos.) Em vez de assistirem a mais coisas, quem foi submetido ao experimento viu menos.

O culpado disso é o paradoxo da escolha, um conceito que ficou famoso no Brasil com aquela esquete da Porta dos Fundos sobre o Spoleto. Yellin diz que a suspeita da Netflix é de que “as pessoas ficaram sobrecarregadas.” Nem sempre ter muitas opções é a melhor opção.

Embora não traga o “modo deus,” a nova interface, que até mês que vem deve chegar a todos os usuários, mexe no carrossel: agora, em vez de rolar a passos de tartaruga, um toque nas setas laterais move a fileira inteira de filmes.

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