Em carta aberta, ex-funcionários do Facebook cobram outra postura da empresa ao lidar com discursos violentos de políticos

Na última sexta-feira (29), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu em um post nas suas redes sociais que responderia com violência as ações de cidadãos do seu próprio país que protestavam pela morte de George Floyd. O Twitter ocultou o post e limitou sua disseminação, alegando que ele feria suas diretrizes por “glorificar a violência”. O Facebook nada fez e seu CEO, Mark Zuckerberg, está desde então tentando justificar sua decisão, que precede o episódio e data de meados de 2019, quando o Facebook anunciou que não moderaria posts de políticos. A carta abaixo, assinada por algumas dezenas de ex-funcionários, explica muito bem a contradição desse posicionamento com os (supostos) valores da rede social e, em última análise, com os de qualquer país que se diga democrático. Ela foi publicada originalmente no New York Times.

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O grande guia para comprar em lojas da China, EUA e Europa via internet sem ter surpresas desagradáveis

As fronteiras no mundo das compras continuam se ofuscando. Nós sentimos isso no Brasil de hoje. O novo sistema dos Correios foi implementado e agora temos a facilidade de pagar os impostos pela internet e receber encomendas internacionais em casa. Temos acesso a um novo mundo de compras do conforto das nossas casas, mas o acesso a ele nem sempre é intuitivo ou fácil de entender. Neste artigo, pretendo explicar como comprar em lojas de fora via internet e receber os produtos sem surpresas.

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Apps da Semana #5: Este app monitora e recompensa o seu sedentarismo

Quando os smartphones passaram a empregar chips de movimento e sensores como giroscópio, começaram a surgir aplicativos e recursos embutidos nos sistemas que monitoram o nosso movimento: passos dados, calorias gastas, degraus de escada subidos.

A oferta é grande, não faltam apps para monitorar atividades e até competir com os amigos. O Couch Potato se destaca por fazer diferente: o contrário. Em vez de monitorar atividades, ele registra quanto tempo você fica parado.

Para ser exato, o aplicativo monitora quanto tempo seu celular permanece imóvel, sem ser tocado. A interface é tão simples quanto o funcionamento. Basta deixar o celular quietinho para que o Couch Potato registre esses períodos e informe quanto tempo você/seu celular (existe essa distinção ainda?) conseguiu ficar imóvel a cada dia.

O Couch Potato parece uma piada, mas é, na realidade, um aplicativo promocional da Burrow, empresa norte-americana moderninha que vende sofás de qualidade diretamente aos consumidores. Faz sentido que uma fábrica de sofás use um app que evangeliza o sedentarismo para se promover!

Nos Estados Unidos, o Couch Potato é mais do que uma brincadeira. O tempo acumulado pode ser trocado por cupons de descontos em lojas de vinhos e, claro, nos sofás da Burrow. Por aqui, é só uma piadinha engraçada, mas que deve ser encarada com cuidado: não há política de privacidade e o app exige acesso aos dados de mobilidade do iOS (só tem para iPhone, aliás), o tipo de coisa que você não quer que caia nas mãos de qualquer um.

Novos aplicativos

SmartLens
Criado por um estudante norte-americano, este app é uma versão mais leve do Google Lens. Aponte a câmera para um objeto e, se ele for um dos 17 mil do banco de dados do app, feito a partir de um algoritmo treinado com milhões de imagens, o aplicativo diz o que é o objetivo enquadrado. Ele ainda se conecta à Wikipédia e à Amazon, dando mais informações de alguns itens. // iOS, gratuito.

Ava Lockscreen
Uma das vantagens do Android é a personalização: se você não gosta da tela de bloqueio ou do launcher do seu smartphone, basta baixar outro na Play Store. O Ava Lockscreen promete traz “os melhores recursos do Android e do iOS em uma tela de bloqueio”. O que seria isso? Além das esperadas notificações, com ele você também pode enviar respostas em apps de mensagens, colocar widgets e personalizar os atalhos rápidos. // Android, gratuito (com compra in-app de R$ 9,99).

Google Cameo
Provavelmente o app menos útil da lista, já que é direcionado a pessoas famosas. (Alguém famoso lê o Manual do Usuário?) Trata-se de uma ferramenta de perguntas e respostas do Google para que as pessoas gravem, em vídeo, respostas a buscas populares sobre elas feitas buscador. Curiosamente, o app está disponível apenas para iOS. // iOS, gratuito.

Atualizações

LINER 5
Este aplicativo/extensão para navegadores ganhou uma grande atualização. Não há changelog nem qualquer post em blog detalhando o que mudou, mas um dos cofundadores afirma que o app foi refeito do zero “com tudo o que aprenderam desde 2015” [quando lançaram a primeira versão] e que “estão confiantes de que este app será um dos melhores que você já usou”. Ousado, mas parece um negócio útil. // Android (beta), iOS e navegadores web, freemium (recursos extras por US$ 4,99/mês).

Newton Mail
Não é bem uma atualização, mas sim um “adeus”. O Newton Mail, antigo CloudMagic, deixará de funcionar a partir de 25 de setembro. O app, um cliente de e-mail cheio de recursos incomuns em outros apps, chegou a ter 4 milhões de usuários, mas a competição contra Apple, Google e Microsoft mostrou-se difícil demais. Assinantes podem pedir o reembolso proporcional até 18 de setembro. // Android, iOS, macOS e Windows, descontinuado.


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O papel do Facebook na eleição de Donald Trump

Quase todas as pesquisas eleitorais apontavam a vitória da democrata Hillary Clinton na corrida pela presidência dos Estados Unidos. Assim, o triunfo do candidato republicano Donald Trump, eleito presidente nesta madrugada, foi uma surpresa. Analistas estão revendo suas previsões e muita reflexão terá que ser feita daqui em diante. Não tenho bagagem para entrar no debate político, mas creio que alguns dados sobre o papel do Facebook no pleito podem ajudar a entender o fenômeno. Continue lendo “O papel do Facebook na eleição de Donald Trump”

Como funciona a segurança do iPhone que o FBI quer que a Apple quebre

A Apple está envolvida numa grande polêmica nos EUA. A justiça do país solicitou à empresa o desbloqueio de um iPhone 5c usado por Syed Rizwan Farook, um dos dois atiradores do massacre de San Bernardino em dezembro de 2015, suspeitos de terem ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico. A Apple já se posicionou dizendo, em uma carta aberta assinada pelo CEO Tim Cook, que não cumprirá a ordem por entendê-la prejudicial aos interesses dos seus clientes. Como funcionam as proteções do iPhone que o FBI quer que sejam quebradas pela própria Apple? Continue lendo “Como funciona a segurança do iPhone que o FBI quer que a Apple quebre”

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