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Coleta de dados de login do Instagram causou banimento da mLabs do Facebook

A saída do ar do aplicativo da mLabs, que levou junto 39 milhões (!) de posts no Facebook e Instagram, foi motivada por uma infração aos termos de uso do Facebook. Em entrevista ao Neofeed, Rafael Kiso, fundador e CMO da mLabs, explicou que para viabilizar o agendamento de stories no Instagram, sua empresa pedia dados de login dos usuários e que isso seria uma prática comum de mercado.

Pode até ser, mas é uma prática temerosa e certo está o Facebook em coibi-la. Existem mecanismos seguros e oficiais para autenticar-se no Instagram em apps de terceiros, e se o agendamento de stories não é contemplado por eles, não deveria ser oferecido.

Por outro lado, talvez o Facebook não precisasse remover 39 milhões (!!) de posts de 332 mil páginas. mLabs e Stone, que tem 50% do negócio, estão tentando contato com a sede do Facebook a fim de reverter a decisão. Via Neofeed.

Recurso de filtragem de SMS do iOS 15 destaca o Brasil

Na página de recursos do iOS 15, uma menção ao nosso querido Brasil (tradução livre):

Filtragem de SMS para o Brasil
O [aplicativo] Mensagens traz inteligência no dispositivo que filtra mensagens SMS indesejadas, organizando-as nas pastas Promocional, Transacional e Lixo, mantendo assim a sua caixa de entrada limpa.

Atualização (17h40): O leitor Iago Macedo já instalou o iOS 15 Beta e tirou prints do aplicativo de mensagens com as novas pastas para o Brasil: tela das pastas e tela de opções.

A importância da rede de agências diminuiu muito.

— Roberto Setubal, copresidente do Itaú Unibanco A frase acima foi falada em um evento do Itaú para investidores nesta quarta (2), quando Setubal comentava a competição com as fintechs. Apesar do tom, o banco ainda enxerga as agências físicas como um diferencial — “A capacidade de combinar atendimento remoto com atendimento físico, o omnichannel, […]

Lei com penas mais duras contra crimes cibernéticos é sancionada

Foi sancionada a Lei 14.155/2021, que altera dispositivos do Código Penal a fim de endurecer as penas para crimes cibernéticos no Brasil que envolvam a invasão não autorizada a sistemas digitais, numa resposta à incidência crescente de golpes envolvendo aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. Via Agência Brasil.

Ronaldo Lemos, em sua análise da nova lei: “Com os agravantes, a pena final por roubo digital pode se tornar similar à punição de crimes contra a vida.” Via Folha de S.Paulo (com paywall).

HBO Max chega ao Brasil em 29 de junho com planos a partir de R$ 19,97 por mês

Agora sim: o HBO Max tem data de estreia e preços para o Brasil. O serviço chega ao país em 29 de junho custando R$ 19,97 (1 tela “mobile”) ou R$ 28 (3 telas simultâneas, até 5 perfis) por mês. É possível fazer assinaturas trimestrais ou anuais, com descontos de até 30%, e em qualquer caso haverá um período de 7 dias de degustação.

O acervo tem títulos da HBO, Warner Bros, Max Originals, DC e Cartoon Network; traz lançamentos da Warner Bros com uma janela de 35 dias para o cinema; e jogos da Champions League ao vivo. Haverá atrações locais também. Via HBO Max.

Implantação de moeda digital aumentaria potência da política monetária, diz BC

O Banco Central (BC) anunciou que estuda a criação de uma moeda digital para o Brasil. Diferentemente do bitcoin e outras do tipo, ela seria emitida pelo próprio BC, teria paridade com o real (ou seja, não se valorizaria livremente) e seu uso seria mediado pelos bancos.

Fabio Araujo, que coordena esse trabalho, disse que se trata de um “novo mecanismo de provisão de liquidez”, mas estou tendo alguma dificuldade para entender o que essa moeda digital traria de novidade prática à mesa. Para muita gente, o real já é, de certa forma, digitalizado, não? Via Valor Investe.

Parem de usar meu vídeo sobre urnas eletrônicas

Um vídeo de 2017 do Ronaldo Lemos, editado e tirado de contexto, está circulando em grupos de WhatsApp como argumento contra a urna eletrônica brasileira. Em uma coluna, Ronaldo pede para que parem de usá-lo e explica que “essa tentativa de propaganda com a minha fala é enganosa e absurda”. Fala-se muito dos perigos de deepfakes, mas um simples Movie Maker nas mãos de alguém mal intencionado já é capaz de causar muitos estragos. Via Folha de S.Paulo (com paywall).

Ministro manda ofício às empresas pedindo remoção de ícone 5G para redes DSS

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, enviou um ofício às operadoras móveis que atuam no Brasil sugerindo que elas removam o ícone do 5G da tela do celular de quem já tem acesso ao 5G DSS, uma tecnologia que combina antenas 4G para aumentar a velocidade. Via TeleTime.

Acontece que, como o TeleTime explica aqui, o 5G DSS é 5G segundo os padrões internacionais de telecomunicações. Por que, então, o ícone 5G preocupa tanto o ministro? No ofício, ele mesmo explica:

Assim, a população brasileira é induzida a concluir, erroneamente, que: (i) a tecnologia 5G já foi implantada no Brasil; (ii) não resultou em melhoria significativa da qualidade dos serviços móveis; e (iii) é injustificado o empenho do Governo federal na realização da maior licitação de autorização de uso de radiofrequências da história do Brasil.

Aleksandar Mandic

Como eu faço o Tecnocracia? Tenho um arquivo no Google Docs onde elenco alguns assuntos que me chamam a atenção e eu acho que, em algum momento, poderíamos falar a respeito. De vez em quando, eu leio algo que acho que se encaixa em um dos assuntos, abro o arquivo, colo lá e sigo minha […]

Bolsonaro prepara decreto, considerado ilegal, para limitar retirada de posts e perfis das redes sociais

A ameaça de Jair Bolsonaro (sem partido) avançou da retórica para um esboço de decreto que proíbe as empresas donas de redes sociais de excluírem conteúdo com base em seus termos de uso. Com algumas exceções, a única via para excluir um conteúdo seria a judicial.

Especialistas consultados pela Folha afirmaram que o texto é ilegal e inconstitucional, além de trazer riscos ao debate na esfera pública — conteúdos que desinformam não poderia ser removidos sem a judicialização, e o Judiciário poderia ser soterrado com ações triviais. Para eles, uma regra do tipo deveria passar pelo Congresso, e não ser criada via decreto da Presidência.

Para Bolsonaro, que já teve conteúdos excluídos por todas as grandes plataformas — Facebook, Twitter e YouTube —, essas redes cerceiam a interação direta entre ele e seus seguidores, e o decreto daria “liberdade e punições para quem porventura não respeite isso”. Via Folha de S.Paulo.

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